Reide

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Depois de muitos obstáculos *lê-se bloqueio uhuuu*, eis me aqui nesse fandom outra vez! q Ficou pequeno mesmo, totalmente fora dos meus planos, mas enfim q Espero que gostem ♥ ~Para quem não é do fandom~ Personagens: Midorima: Cabelos verdes, olhos verdes, sério, acredita nos horóscopos/baseia seu dia neles, signo câncer. Kuroko: Cabelos azuis claros, olhos azuis claro, personagem principal de Kuroko no Basket, signo aquário, sua habilidade é não ser notado, ajuda seu time (Seirin) com passes. Kise (mencionado): loiro, olhos dourados, ex-colega de time de Kuroko e Midorima.

Era a valsa de Kuroko Tetsuya e de mais ninguém que lhe punha em ritmo. Um sorriso se esboçava em seus lábios quando via o rapaz na multidão. Era um momento singular em que podia se esquecer um pouco de si mesmo. Ainda que a multidão não o enxergasse, Midorima o reparava perfeitamente.

Notar qualquer um de seus próprios sinais era algo que vinha adiando como podia. Tratava de esconder o rosto com uma das mãos para que o flagrante se tornasse menos grave. Porém, se não era Kise que apontava seu rosto vermelho, haviam as próprias palavras que contrariavam seu discurso, colocando-o em perdição.

Os sintomas inegáveis não eram de apenas um lado ou não o foi por muito tempo.

Eram discretos por natureza, portanto, quando a notícia veio em definitivo, foi quando o estado era terminal. Nenhum de seus amigos e conhecidos acreditaria de primeira que poderiam se interessar em semelhante matéria, em razão de Midorima ser um obcecado por horóscopos e Kuroko a indiferença em pessoa.

Estarem os dois juntos era uma realidade ainda mais incoerente.

Midorima não negaria para si quantas vezes tinha se indagado sobre o relacionamento deles. Quão complicado era para que chegassem a um acordo. Kuroko podia ser bastante teimoso quando tinha de defender algo, e Midorima tinha um orgulho de não dar inveja a ninguém. Eram mais problemas que soluções.

Entretanto, que importava?

Eram livres como os cavalos que corriam pelos campos.

Quando eram rodeados pelos colegas Kuroko prezava pela indiferença. Eram instantes assim que poderiam enganar Midorima. Todavia, podia se deparar com a íris repleta de vida mais vezes do que com os olhos frios. Era só procurar que estava a sua frente. Juraria para si que o outro Kuroko se tratava de apenas uma alucinação, quando estavam apenas eles, e os lábios de Kuroko tocavam os seus.

O que não faltavam eram momentos em que tinha de acordar para a vida, logo, ele se recordava que estava em território inimigo. Um hostil que detinha mais do que qualquer um as palavras capazes de acabar com seu contentamento. Embora fosse o mesmo a concedê-lo.

O sonho ia e vinha como um carrossel. Kuroko segurava sua mão enquanto andavam por uma Tokyo movimentada. Um sorriso singelo podia surgir no rosto de Midorima e esse ele não guardaria.

Notas finais
Atualizada dia 01/04/16. Tchau ♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!