Regulus
22 XXII
Monstro mal parecia um ser vivo quando voltou cambaleante ao aparatar no meio de meu quarto no terceiro andar da casa. Estava ensopado, trêmulo e murmurava coisas que eu não conseguia entender. Corri até ele, sentindo meu coração apertado bater como uma sinfonia e deixei que Monstro bebesse toda a água que pudesse. Quando ele se recuperou, me disse cada coisa que haviam feito e eu tive a certeza de que, enfim, precisava.
— Monstro, preciso que fique escondido. Não deixe que ninguém, absolutamente ninguém o encontre. Isso é muito importante, ok?
— Monstro fará o que o meu senhor mandar, mestre.
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