O Lorde das Trevas atravessava a sala elegantemente com seu sobretudo escuro. Havia acabado de pedir que alguém o emprestasse um elfo doméstico, e eu jamais teria me pronunciado se não fosse a minha mãe.

O fim começou naquele momento.

— Monstro, mestre! É o elfo de Regulus, é um ótimo criado. Fará o que for preciso para o seu senhor.

Voldemort aproximou-se silenciosamente, como uma cobra.

— Tudo bem por você, Regulus?

Seus olhos escuros pousaram em mim como se pudessem ler meus pensamentos. Eu assenti.

— É claro, senhor. Monstro ficará feliz em servi-lo. Tem o senhor em grande estima... Assim como eu.