Regular Show Desde O Começo.

18 Antes de voltar para casa...


Notas iniciais
Desculpe pela demora dreams, estou sofrendo novamente de falta de criatividade. Eu pensei varias vezes em apagar a fanfic, ainda mais porque estou destinando todo o meu tempo para o meu livro. Mas com uma certa ameça de morte finalmente acabei! kkk

Minha mãe, minha confidente a pessoa que mais me ajudou com meus medos interiores e agora ela está lá. Nas estrelas, me olhando todas as noites enquanto eu durmo, ela sempre me vigia e sabe... Fico feliz por ela ter partido em paz, nunca vou superar sua morte, mas vou tentar fazer de tudo para eu ser um orgulho para ela.

– Cara você já está olhando as estrelas á meia hora. – Rigby estava sentado ao meu lado contando o dinheiro para comprar uma flor para jovem do hospital.

–Olhando para elas eu me lembro da minha mãe. – Só de menciona-la sinto um aperto no meu coração.

–Eu sei disso Mordo.

– ...

–Ela fez parte da sua vida intensamente, acho que nada neste mundo possa vir substituir sua perda. – O garoto mexia no dinheiro compulsivamente, dava para perceber que quando ele parece entraria em uma crise.

– Rigby você está bem?

–Vou ser bem sincero com você, tem algo naquela garota que me fez ter uma vontade descomunal de protegê-la. Quero saber por que ela caiu, porque ela fugiu eu quero simplesmente dizer que vai ficar tudo bem Mordo aquela garota não tem ninguém. – Seu tom era serio, dava para olhar no fundo das almas dele. Rigby tem um enorme senso de proteção, digo isso, pois com a sua mãe ele é um tipo de guardião.

–Rigby.

–Mordecai, eu só quero proteger as pessoas... Mas, eu sempre falho. — seu tom choroso me atingiu de um jeito, o abracei. Rig é meu melhor amigo, me ajudou nas piores horas possíveis agora é hora de retribuir.

–Você sempre quer proteger as pessoas, e sempre que você falha se empenha mais ainda em ajudar. Eu admiro isso em você, mas não entendo sua ligação com a menina do hospital.

–Quando eu a vi no hospital, meu corpo inteiro se contorceu como um de-javu. E meu coração dizia com todas as forças para ajudar a jovem. Eu não quero falhar desta vez. – Você nunca falha garoto, dizia meu subconsciente.

–Então eu vou ser obrigado a te ajudar Rigbebe. – fiz um sorrisinho bobo e apertei suas bochechas.

–Ahh cala boca!

~.~

Me dá uma repulsa em saber que eu voltaria a aquele hospital, pelo Rigby Mordecai, pelo Rigby.

Rigby só queria ver a garota, que mal poderia ter?

O hospital continua com o mesmo clima em que eu deixei o clima da morte da minha mãe. Suspirei bem fundo, teria que fazer isso pelo bem do meu amigo que me ajudou nos momentos mais difíceis.

–Vamos ao balcão, eles podem nos ajudar.

–Claro- Disse para ele demonstrando confiança.

Por mais que fosse um hospital movimentado no balcão só dava a gente.

–Moça você pode nos ajudar?- Disse a mulher do outro lado, que estava toda distraída com as suas unhas.

–Oque você quer?

–Meu amigo está procurando uma garota que veio para cá recentemente, pelo que parece ela caiu da ladeira e entrou em coma. Só uma visita rápida, prometo que ele não vai demorar.

–Affs, eu não deveria estar falando isso, mas ela está no quarto 496.

–Obrigado.

Rigby que estava do meu lado ficou com certa alegria, subimos de escada mesmo ele não queria esperar. Segurando um buque de lírios amarelos o garoto quase caiu em cima delas varias vezes.

Uma das medicas nos deu permissão para entrar, a mesma disse que a garota não tem nenhum parente e está sozinha até hoje. Sinto pena dela, eu perdi uma mãe e ela nem tem pais...

Entramos no quarto, era um lugar com uma carga negativa enorme. A garota estava em coma mas respirando normalmente, ela era muito parecida com o Rigby mas não era um guaxinim. De alguma forma os dois estão interligados posso sentir isso.

Fiquei no canto da sala só observando a cena.

Rigby se sentou na beirada da cama e colocou cuidadosamente as flores na mesma, mesmo sendo uma completa estranha o garoto tinha certa intimidade com a menina. Ele segurou uma das mãos dela e sussurrou algo que não pude escutar.

Pov: Rigby

–Eu sei que a vida é dura, mas tenho certeza que você vai sair dessa.

Sussurrei apenas para que a garota pudesse ouvir, nossa ligação é algo estranho tenho a sensação que ela me completa ou algo assim. É estranho mas quero proteger essa garota.

–Rigby temos que ir.

–está bem.

Me levantei e como um adeus eu disse a garota:

–Espero que algum dia possamos nos encontrar.

Pov: Narradora.

Não se passou muito tempo no hospital e o Mordecai queria ir embora, a pressão era enorme sua mãe faleceu no mesmo. Tudo que ele queria era chorar nos braços da mãe como Da ultima vez que á viu.

Mas, não era possível.

Mordecai precisava fazer uma única coisa antes de voltar para o interior, ele precisava ir ao parque.

Com toda a determinação e apoio do Rigby, Mordo, entraram naquele recinto de arvores, plantas e vida. Por mais que sua mãe nunca foi aquele lugar, era como se a presença dela estava em tudo, em todos os lugares.

–Se você quiser ir embora Mordecai.

–Não Rig, vamos dar uma volta.

O gralha- azul observava atentamente cada arvore, cada planta olhando cada detalhe. Estava tão distraído com a beleza do local e acabou esbarrando em um homem.

–Ohh Desculpe.” — Disse o garoto. Mordo ficou admirado com o estilo do rapaz, que na verdade era uma maquinha de chicletes.

–Não que isso eu que deveria estar pedindo desculpas.- Ele usava uma jaqueta preta, uma camiseta das estampas da época e uma calça jeans rasgada. Mas, o topete se destacava, seu cabelo castanho brilhava na luz do sol. Era um homem bem estiloso e ao padrão da época.

Os garotos foram embora do parque pensando que nunca mais iriam vê-lo, mal eles sabem que no futuro aquele lugar viria a ser seu trabalho.

Notas finais
Desculpe povo mais uma vez, amo essas ameças de morte kkk Vou tentar escrever essa fic mais uma vez, digamos que me apaixonar por ela denovo. Desejo á vocês uma boas ferias (já estou de ferias kkk), e uma bela copa do mundo (to torcendo para a Alemanha, por motivos pessoais.) e Até a proxima! #Tete:3
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.