Reformatório

1 Prólogo - parte I (Alix)


Um impala preto encostou no lado de fora de uma joalheria.

Dentro, uma garota de cabelos cortados em casa, cobridos com um chapéu preto. Óculos Ray Bans não permitiam a vista dos olhos da garota.

Ela saiu do carro, e ajeitou a barra da saia, para esconder as pistolas que estavam pressionadas contra o elástico da liga e a carne dela.

Ela fechou a porta do carro e entrou na joalheria, tocando o sino da porta.

Uma jovem de cabelos castanhos bagunçados veio de trás da loja, sorrindo — Olá Alix! O que deseja?

A loira sorriu e tirou os óculos — Só vou dar uma olhada, Demetria.

A morena acenou com a cabeça, e abriu um livro sobre o balcão.

A loira deu um suspiro desfarçado, e tirou a arma de baixo da saia, e apontou para a comerciante.

Demetria ergueu os olhos, e levantou as mãos ao ar antes que pudesse fazer algo.

Mas, desfarcadamente, apertou com o pé o votão vermelho que ficava abaixo do balcão, acionando a polícia.

Alix tirou a mochila negra dos ombros — Coloca tudo aí.

Ela destravou o gatilho da arma, e manteu-o apontado para a funcionária, que se apressou para fazer o que ela mandava.

Quando terminou, ela fechou a mochila e deixou-a sobre o balcão.

Waldorf pegou a mochila, e sorriu para Demetria — Obrigada.

Com isso, ela saiu da loja e entrou no impala, dirigindo para as montanhas que circundavam a cidade.

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"A testemunha, Demetria Mills, diz que a ladra é filha de uma ex-funcionária da loja. O prejuízo é estimado em mais de 3 milhões de doláres. Alixandra Waldorf, de 17 anos, é extremamente perigosa."

Um retrato de Alix apareceu na tela, e a garota riu, tomando mais um gole de sua garrafa de root beer.

Ela estava escondida no chalé da família nas montanhas, sabendo que estava protegida pela mata fechada, já que ninguém ía lá.

Ela ouviu sirened ao longe e correu para o andar de cima e viu, ao longe, carros da polícia subindo a montanha — vários deles.

Ela riu consigo mesma. "Idiotas." pensou "Já vendi todas as jóias..."

Logo, eles cercaram a casa, e arrombaram a porta.

E acharam ela sentada calmamenete no sofá, lendo e com sua cerveja.

Ela ergueu o olhar do livro, e sorriu para or policiais. — Olá, rapazes!

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As equiped de TV tinham chegado faz tempo, e várias pegavam filmagens da adolescente entrando no carro de polícia.

Enquanto o carro saía, ela se virou para trás e soprou um beijo para os repórters.

Ela sorriu e se sentou corretamente, fechando os olhos.

Ela sempre tinha amado ser o centro das atenções.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.