Reflexões daqui e de lá...
4 4. Nascemos como morremos
Notas iniciais
Nasceremos na reencarnação do futuro, como morremos na vida presente?
Embora mais da metade dos terráqueos não acreditem que no futuro renascerão novamente, vamos refletir sobre o assunto e apontar algumas coisas importantes a serem consideradas.
Seria muito bom que após os 40 anos de idade, as pessoas pensassem como é que anseiam deixar este mundo, quer disser, como é que se deseja partir para a vida espiritual como uma alma flutuante no ar. Seria bom morrermos sentados num sofá, sorrindo calmamente, como quem fez tudo que devia ser feito durante a vida? Sem nenhuma dor? Sem nenhuma doença? Pois neste caso o coração bateria cada vez menos, e menos, e finalmente interromperia o “sum, sum, sum” como uma musica clássica finaliza num final de um concerto lotado de gente. Acredito que esta seria uma morte bem legal.
Para nos prepararmos para uma ótima partida, seriam necessários termos consciência absoluta, que nascemos neste mundo para evoluirmos, aprender coisas novas e deixar nosso legado. A crença popular disse que todo homem deveria ter um filho, plantar uma árvore e escrever um livro. E é mais ou menos isso, pois o que devemos cuidar para termos uma boa morte é de nosso cérebro. E quando escrevemos um livro, fazemos trabalhar a imaginação, o subconsciente e ate o inconsciente. Se nascermos com um QI de 100, deveríamos morrer com um QI de 110 ou de 120, ou maior ainda. E para que isso seja possível, se deve estudar desde o ensino básico, ler tudo que se pode em livros, ou na internet, para um dia trabalhar num oficio, sem nunca deixar de lado o aprimoramento na profissão. Deveríamos incluir em nossa vida o costume de estar a par das inovações em nossa profissão, e sermos cada vez mais eficientes nos afazeres. Se for possível, ensinar aos outros tudo que sabemos de mais avançado. Compartilhar conhecimentos. Nunca deixar de mexer com o cérebro, seja estudando, ou brincando com jogos que desafiem nosso saber, nossa sapiência. Escutar noticia e estar a par de tudo que acontece no mundo, para termos uma cultura geral aprimorada. E não se necessita nascer rico para fazer tudo isso. Basta um celular na mão.
Junto com a evolução cerebral, para termos uma boa morte teríamos que cuidar também do corpo. Embora a velhice seja inevitável, se colocarmos na frente uma fileira de 10 pessoas com 80 anos de idade, se verá que tem os velhos ainda charmosos, sorrindo com dentes brancos e brilhantes, bem vestidos, cabelos tingidos, maquiagem nas damas e unhas bem cuidadas, ao lado de gente doente, sem dentes, muito envelhecida e sem sinais de felicidade. Pessoas tristes, desiludidas da vida e muitas vezes pedindo a Deus pela morte. E tem cada vez mais, os velhinhos se lançando pelas janelas em suicídios terríveis. E esta seria a pior morte, longe de ser “uma morte ideal”.
E é esse fim de vida, que ira definir nosso nascimento na próxima reencarnação. Quem morrer com um sorriso nos lábios, com boa saúde e agradecido pelo amor recebido, será um bebezinho que nascerá sorrindo, será fofinho, forte, corado e com um QI superior a sua vida anterior. Mas, quem morrer de câncer renascerá com uma saúde delicada, e a família terá que cuidá-lo muito para que um dia seja um adolescente sadio e inteligente. Se o câncer não destruiu o cérebro nascerá com um QI mais alto, mas se o cérebro for afetado reencarnará com um QI menor. Já a morte com Alzheimer, no máximo fara uma pessoa renascer com o mesmo QI da vida anterior.
Mas, esses não são os casos mais terríveis.
O suicídio, dependendo de como o sujeito terminou com sua vida, definirá o quanto ele prejudicou sua reencarnação do futuro. Bala no cérebro será fatal, pois ele nascerá deficiente mental, ou cego, ou surdo e mudo, enfim. Cair no chão despencando de alturas também terá essas consequências. A reencarnação do suicida será um tormento horrível, tanto para ele como para sua família, pois ela terá que cuidar do deficiente mental em cadeira de roda durante uma vida inteira. Viciado? Dependendo da droga e do tempo que ele utilizou-a definirá seu futuro. A maconha destrói as células cerebrais igualmente como o crack. Então, o maconheiro reencarnará com um QI menor e uma saúde frágil. Álcool? Bem, ele provoca alucinações, então reencarnará com danos cerebrais muito agudos além de um QI inferior.
As pessoas que tiverem uma “boa morte” e repeti-la em todas suas existências vividas aqui na Terra, permanecerão entre nós ao redor de 800 anos. E após esse tempo ele migrará para outro planeta, em cujo lugar as pessoas são mais inteligentes. Se aqui na Terra os gênios chegam perto de um QI de 200, nesse outro mundo herdará de seus pais um QI de 1.000, ou algo parecido. Terá durante a vida poderes paranormal. Será vidente, telepático, mexera e desintegrará objetos e dominará a levitação. Um dia morrerá com um sorriso nos lábios, após uns 2.000, ou 10.0000 anos bem vividos. Reencarnará em sociedades sem doenças, pois os corpos desses povos são fortes e sadios. Também nunca terá um acidente de carro, pois eles possuem uma tecnologia fantástica que impede as desgraças humanas. Habitará numa sociedade onde as drogas viciantes não existem e o único vício dos homens é o “sexo e o amor”.
Mas, os suicidas e viciados da Terra, permanecerão milênios entre nós, sem conseguir aumentar seu QI em nenhuma encarnação. Morrerão desnutridos por causa das drogas, com células cerebrais destruídas, ou, massacrarão seus corpos com suicídios desastrosos. Pois não há assassino inteligente. Não existe ladrão sábio. São as desmoralizações que os conduzem para a criminalidade, pois os viciados são incapazes de sentir felicidade no coração, e muito menos amor pelos outros. Odeiam os irmãos, e muitas vezes matam dentro de casa.
E essas pessoas com um QI muito baixo, são as responsáveis de todas as desgraças humanas em nossa sociedade. E, para o cumulo do cúmulo, muitos deles estão governando o planeta. Pois onde existem guerras, há um psicopata no poder.
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