Reflexos da morte.

1 Reflexão do passado.


— Ao refletir sobre a vida, me questionava sobre os pesadelos constantes que assombravam a mente!

— O passado não sumia, pensamentos destruíram minha vida, uma vontade incessante de desmoronar, me matar e quebrar meu coração.

Era noite, então todos, exceto eu, dormiam profundamente na cama. Não conseguia dormir, a mesma vontade continuava forte, eu estava com dor, queria acabar com tudo.

Ao me virar na cama, senti a falta de ar tomar conta do meu ser. Pensava e me questionava do que fazer. Mas a única resposta que me veio à cabeça foi... — Quero morrer! – Murmurei, sentindo o ar sufocante.

Aproximei-me lentamente e peguei a faca que estava usando para me proteger se necessário, enfiei a faca em meu corpo, senti um sangramento, mas nem me importei, só queria acabar com essa dor.

Depois de fazer isso, perdi a consciência, mas pude ouvir todos preocupados comigo. — Não, Fayy!!!! Mokona gritou desesperadamente.

— Por que ele fez isso? –Kurogane perguntou franzindo a testa em ódio.

Sakura não reagiu, completamente desesperada com o que estava acontecendo.

Syaoran se aproximou de Fay e tentou levá-lo ao médico, mas o coração de Fei ficava cada vez mais fraco, seu rosto ficou pálido, sua respiração ficou difícil e ele sentiu que era impossível para ele sobreviver.

Mokona foi ajudar Syaoran e usou seus poderes para teletransportar-lo, enquanto Kurogane cuidava de Sakura.

No entanto, quando estava prestes a fazer isso, Fay acordou. — Droga, esqueci que não que não posso morrer, pois meus olhos são a fonte da minha vida! – ele murmurou, irritado com o ocorrido.

Kurogane se aproximou de Fay e deu um tapa. — Covardeee!!! – Kurogane gritou furioso. — Não pense em se matar, você realmente é um idiota! – Ele comentou com um olhar extremamente irritado.

Sakura, Syaoran e o Mokona se aproximaram assustados e abraçaram. — Fay, nunca mais faça isso! – Todos o entreolharam preocupados.

— Não dá para evitar, eu sempre sinto essa vontade!

— Mas não faça isso! Todos gritaram palavras de preocupação.

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