Rose não sabia ao certo qual foi o impulso que a fez assomar ao terraço e se afastar um pouco de seus muitos parentes que dançavam e se divertiam com suas “fantasias” dos anos 80. A festa mega colorida e com músicas trouxas que até os seus parentes mais alheios a esse universo estavam dando o braço a torcer e curtindo genuinamente não era o problema, fato! É só que ela tinha aquela sensação incômoda de que precisava dar resoluções para as coisas que reprimiu e que a pandemia trouxe à flor da pele nos quase três anos que passaram.

Notas finais
Oi pessoal! Espero que quem leu meu primeiro capítulo tenha se interessado por saber o que vai acontecer nessa curtinha jornada da Rose sobre suas reflexões. Pessoal da troca de leitura, não se sinta obrigado a comentar, mas qualquer critica é bem-vinda (desde que seja com educaçao, claro). Beijos a até amanhã!