Reflexões daqui e de lá...
27 27. Crimes imperdoáveis.
Notas iniciais
MATAR é uma prática habitual no planeta Terra. Desde a Pré-história ate os dias atuais, tudo se soluciona com morte neste mundo. Há pessoas que são assassinadas em guerras imbecis, orquestradas por psicopatas no poder, ou, assaltos à mão armada realizadas por larápios em busca de grana. E, temos uma guerra muito famosa na televisão, é aquela entre gangues e policiais nas favelas.
Mas, entre todas as desgraças humanas a que mais nos espanta é o Feminicídio.
A morte da mulher pelo consorte é um costume que também se alastra desse a pré-história da humanidade. Por ser mais forte e musculoso, o homem possui vantagem numa briga entre homem e mulher. E a mulher é agredida imperiosamente todos os dias, depois de uma briga de palavras, gritos, seja por causa de “cornos”, ou, por causa de uma separação indesejada pelo macho.
No mundo todo morrem mais ou menos 45.300 mulheres anualmente, sendo que 17.800 Feminicídis acontecem na Ásia, 17.200 na África, 7.500 na América, 2.500 na Europa, e 300 na Oceania. E todas essas mortes são realizadas por homens. O que nos leva a nos perguntar: — será que o homem é um monstro, mais desumano do que a mulher?
Eu diria que essa pergunta não tem resposta, pois a mulher que é agredida pelo homem pode ficar calada para evitar uma briga, ou fugir, ou, guardar uma arma e disparar contra o agressor. Aliás, tem mulheres que já fizeram isso em legitima defesa. E no lado oposto feminino, a mulher também mata, e o que é mais assustador, protegida pela lei, pois ela pode matar o filho dentro do ventre e lhe nega o direito a nascer, pelos motivos mais diversos que existem.
Na China, por exemplo, por causa da lei do “filho único”, em 2.008 teve uns 13.000.000 de abortos legalmente consumados e apoiados pelo governo. E no mundo todo, os abortos atingem hoje a quantia de 25.000.000 de bebês que nunca nascerão.
E, como a reencarnação ainda é ignorada, nem juízes, nem legisladores tomam consciência do fato que estão negando o nascimento a uma alma que esperou mais de 100 anos para voltar ao mundo dos vivos.
Reencarnar é um direito que todo espirito tem. Ele deve reencarnar para usufruir dos placares terrenos como o amor e o sexo e se alimentar com coisas deliciosas que não comeu durante mais de 100 anos. Esse espirito também deseja reencontrar pessoas amadas, estudar uma profissão, ou seja, antes de entrar no ventre feminino, o espirito faz isso cheio de sonhos e propósitos para alcançar nessa reencarnação.
Alias todos nos, seres humanos, fazemos um diagramação dessa vida vindoura antes de nascer. Um plano ideal. Um projeto de coisas inalcançadas em vidas anteriores. Mas, no Aborticídio, o espírito reencarnado é massacrado no ventre sem anestesia, jogado no lixo e sua alma regressa ao mundo espiritual berrando, chorando, tanto pelas dores que sofreu no momento do massacre, como também dos sonhos que lhe foram negados.
No Feminicídio acontece a mesma coisa. Principalmente quando se mata uma menininha, ou uma namorada muito jovem. Os sonhos dessa mulher lhe são negados, ela é separada do mundo dos vivos em meio de dores, e como espirito gritará, derramara lagrimas, e esperara com paciência mais 100 anos para tentar, mais uma vez, tudo aquilo que ela não conseguiu realizar durante essa visa interrompida.
Mas a pergunta sem resposta é quem mata mais? O homem ou a mulher? Porque assim como os homens tem seus motivos para matar as mulheres, eu diria que as cifras entre “Aborticídio e Feminicídio” falam por si só.
Os homens matam anualmente, mais ou menos, 45.300 mulheres no mundo todo.
Já as mulheres matam 25.000.000 de filhos dentro de ventre.
No fim das contas, quem seria mais desumano e cruel?
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