Reflexões daqui e de lá...
26 26. Ricos e pobres
Notas iniciais
Num mundo primitivo como a Terra, o maior dos males é a existência da diferença social. A divisão da humanidade em ricos, pobres, miseráveis, milionários, etc. mostram para o universo, e para os outros mundos que a habitam, que somos ainda muito imbecis. Tem médiuns que afirmam que somos o HOSPICIO universal. Concordo também.
O destino de quem nasce pobre é crescer desnutrido num bairro sem luz, sem água, esgoto, com uma péssima educação. Depois de adulto poderá casar com outro pobre, nesse mesmo bairro e trazer ao mundo filhos famintos.
Já quem nasce rico será bem alimentado e será resguardado desde pequeninho por babás e serviçais em redor. Ele estudará em boas escolas, terá um ótimo atendimento médico, ganhara um carrinho aos 18 anos além da permissão para ir às baladas para se divertir com amigos ricos. Mas, ele devera ser obediente aos seus pais. E adotando os conselhos rigorosos da família ele devera casar com mulher muito rica. Mas, com as mulheres pobres, ele poderá fazer o que bem quiser. Namorá-las, e se ficarem prenhes poderá pagar a clínica mais cara da cidade para que ela faça um “aborto”. Ele também poderá berrar com os pobres que cruzarem seu caminho, ou humilha-los, fazer bulling com os tímidos na escola e desrespeitar os metres e ponderar gritando-lhes: — eu pago teu salário.
Resumindo, as piores consequenciais da divisão dos homens em classes sociais diferenciadas, é que elas definem o comportamento humano. Tanto a riqueza quanto a pobreza moldam o cérebro e as atitudes das pessoas. Quem nasce pobre só será feliz se tiver a sorte de ter uma inteligência acima da media, ou ser um gênio em alguma coisa, como artes, esportes, ciências, enfim. Quem nasce rico será feliz se tiver a sorte de encontrar um parceiro na vida que seja bom, carinhoso, amoroso, e que o ame por ele mesmo e não pela riqueza. Também será feliz se for filantropo, pois ao ser generoso com os pobres em redor, ele será adorado, e será amado o que trará uma enorme felicidade ao seu espírito.
Quando uma nação é bem administrada e as diferenças sociais são menores (sem mendigos nem miseráveis, e com menos pobres e menos bilionários) as pessoas são mais felizes, não pelo aceso aos bens materiais, nem porque a saúde e a educação são gratuitas. Eles são mais felizes porque o “comportamento humano” é mais elevado, mais sadio, mais fraterno e mais igualitário. Numa sociedade com uma ”Classe Media” gigantes, os namorados não perguntarão ao seu amado o quanto é que o pai ganha ou, em que bairro ele nasceu. Estudarão nas mesmas escolas (gratuitas), ninguém fará bulling nem ofenderá os mestres. E, um dia, eles se casarão com quem desejar, para ter filhos bem alimentados.
Em outros planetas além da Terra, há os mundos felizes e perfeitos onde as diferenças sociais não existem mais. Não há divisão da sociedade por causa de riquezas, porque nelas tudo é compartilhado, e o egoísmo e a ganancia não existem mais. Todos os homens trabalham e estudam, mas não acumulam fortunas nos bancos, pois o dinheiro tampouco existe. Desta forma todos nascem iguais, e ninguém ofende ninguém. Há sempre uma briguinha por causa do amor, ou seja, dois machos apaixonados pela mesma mulher, ou varias mulheres atrás de um homem muito lindo. Mas, essas são as únicas brigas que serão eternas pelo universo afora. As batalhas por causa do amor, pelo desejo de ser correspondido, isso nunca terá fim, nem nesta vida nem nas encarnações vindouras.
E o amor do ser idolatrado vale a pena defender com socos, unhas e dentes.... Eu acho....
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