Reencontros
12 Nos domínios de Viviane
P.O.V Mônica
No caminho me ocorreu uma coisa. Como iríamos chegar até lá? Será que existe algum ônibus para ir até lá?
– Cebola, como vamos chegar até o endereço dela?- Pergunto eu à ele.
– Não sei. Sinceramente você acha que alguém sabe como chegar até um lugar chamado Sítio das Brumas, número 666?- Pergunta ele.
– Que tal nós chamarmos um taxi e perguntar?- Diz Cascão já chamando um.
– Por favor, o senhor sabe como chegar nesse endereço?- Diz ele entregando um papel ao motorista.
– Sinto muito senhor, mais eu nunca ouvi falar nesse lugar- Disse o homem.
– Obrigado mesmo assim- Agradece Cebola.
O taxi partiu, estávamos caminhando quando de repente se ouve um barulho na estrada.
Olhei para trás imediatamente (achando que podia ser um assaltante ou até mesmo um sequestrador) mais era apenas um ônibus cujo destino era... Sítio das Brumas? Espera, será que eu li direito?
Rapidamente chamei Cebola, que também levou um susto e sussurrou para mim:
– É impressão minha ou esse ônibus surgiu como num passe de mágica?
– É eu também achei muito estranho, mais uma oportunidade como essa ninguém pode perder, vamos embarcar?- Respondi eu também sussurrando.
Ele fez que sim com a cabeça. Deu um sinal para o ônibus parar e eu fui chamar a Magali e o Cascão que estavam logo na frente.
Nós embarcamos e esperamos. Eu me sentei junto com Magali e Cascão e Cebola sentaram juntos no banco na nossa frente.
Esperamos tanto que eu vi Magali cochilando. Cascão escutava música e Cebola olhava para todos os lados como se algo estivesse errado.
Eu por fim, fiquei olhando para os outros passageiros. Não eram muitos mais davam medo. Tinham caras sombrias como se tivessem tido um dia ruim, espere, não só um dia mais a vida toda. Foi aí que eu me toquei que eu estava doida para chegar na casa da bruxa, com certeza devia ser muito menos assustador do que estar num ônibus com um monte de passageiros que parecem zumbis.
Depois de 4 horas...
– Ahh, finalmente. Eu já estava com dor nas costas!- Reclamou Cascão.
– Também, 4 horas andando de ônibus não é mole- Falou Magali.
– Vão reclamar?Nem foram vocês que pagaram!- Diz Cebola.
– Foi mal- Diz Cascão.
– E então, como vamos entrar na casa da bruxa?- Pergunto eu.
– Relaxem eu já toquei a campainha- Diz Cascão.
– Você fez o que? Sabia que ela pode nos matar???
Antes de ele responder a minha pergunta a porta abre. Achei muito sinistro, mais nós entramos.
– Tem certeza de que este é mesmo o lugar?- Pergunta Magali.
– Certeza nós não temos não!- Responde Cebola.
– Ora, ora. Eu não esperava por visitas- Diz uma voz misteriosa.
– Viviane é você?- Pergunta Magali.
– Mas é claro quem mais seria? Mas mudando de assunto o que querem em meus domínios- Diz Viviane.
– Somente a verdade- Responde Cebola.
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