Notas iniciais
Heeeeeey minhas Divas!!!!! Como estão???? Espero que bem, porque eu estou muito feliz. Ganhei mais uma recomendação da minha amiguxa, minha diva, meu 2 do s2 [que merda]... não ta dando certo kkk Mas, ela é uma amiga muito querida. Ela é a Yume e esse capítulo é pra você minha DIVAAA!!!!
Quem ai reparou que eu estou postando antes do que eu tinha prometido? Eu disse que só postaria em Dezembro, quando eu estivesse de férias, mas quem aguenta ficar longe de vocês??? Ninguém né?

Depois de eu ter dito aquilo ao meu tio, eu peguei a minha mochila e saí da sala sem dizer mais nenhuma palavra, eu estava realmente muito magoada com ele, como ele podia ter dito aquilo do meu pai? Ele era amigo dele.

Estava tão desnorteada que nem fui para a aula, resolvi ir visitar o Draco na Ala Hospitalar, para ver como ele estava. Quando cheguei na sala da Madame Ponfrey para ela me deixar entrar, ela me olhou com uma cara horrível e disse:

_Annabelle, você não deveria estar na aula? O que faz aqui?

_Eu deveria sim, mas não estou. Vim ver o Draco. – respondi

_Não vou deixa-la entrar. – disse levantando-se

_A senhora sabe que mesmo assim eu vou entrar, não sabe? – disse com ar entediado – A senhora me conhece a três anos, três longos anos e ainda não aprendeu?

_Tudo bem, pode entrar. – disse

_Obrigada. – disse com um sorriso.

Entrei na Ala Hospitalar e todas as macas estavam vazias, menos a que Draco estava deitado. Blásio Zabine estava conversando com ele.

_Hey! – disse – Como está?

_Oi Belle, eu estou um pouco melhor sabe? – disse ele – Meu braço está doendo um pouco, mas, nada que eu não aguente. – disse sorrindo para mim.

_Fala Granger... – começou a falar o Blásio e eu o olhei com uma cara de quem não havia gostado do “Granger” – Annabelle? – Continuei com a cara de quem não havia gostado – Belle?

_Melhorou. – eu ri

_Fala Belle, agora é a sua vez de cuidar do Draco. – disse levantando-se da cadeira.

_Não preciso que ninguém cuide de mim Blásio, e você não estava cuidando de mim. – protestou Draco.

_Que seja, eu só não vou ficar segurando vela aqui. – disse saindo e me deu um beijo no rosto, o que me deixou surpresa, geralmente ninguém da Sonserina gostava de mim, a não ser o Draco e a Jade.

_Ei, olha a intimidade. – gritou Draco pra ele.

_Então você não precisa que ninguém cuide de você? – perguntei maliciosa.

_Não. – respondeu

_Que pena, acho que não tenho mais nada para fazer aqui. – disse fazendo menção de sair. Mas, ele segurou o meu braço com a mão que não estava enfaixada junto com o braço.

_Acho que eu preciso sim. – disse com um sorriso malicioso nos lábios.

Ele me puxou para ele e me deu um beijo apaixonado.

_Que saudade dos seus beijos. – sussurrou.

_Viu como eu faço falta? – disse

_Você também estava com saudades não estava? – perguntou rindo

_Não. – menti

_Como não? Para de ser orgulhosa garota. – disse rindo

_Sou uma Black, não vou me rebaixar. – falei com um sorriso típico de um Black na face

_Oh! Esqueci que você se chama Annabelle Jean Granger Black. – disse irônico.

_Então não esqueça mais. – disse rindo. – Mas, você não deveria ter provocado o Bicuço. E sei que só fez aquilo pra mostrar que era melhor que o Harry.

_Obviamente que eu sou melhor do que o Potter, eu tenho sangue-puro e ele é mestiço. – disse ele com cara de nojo.

Eu larguei a mão dele, levantei e cruzei os braços.

_Malfoy...

_Merlin, ferrou. – disse com cara de medo.

_Pois é ferrou. – concordei. — Ele é, sim, mestiço mas e daí? Eu sou mestiça. Caso não saiba minha mãe era trouxa. E a minha irmã é, como você sempre diz, sangue-ruim. Mas, isso não significa que somos piores do que os outros, somos todos iguais. E se você acha que só porque você tem sangue-puro é melhor do que os outros, está muito enganado meu bem. E se você não quer manchar o seu sangue, procure alguém com sangue-puro, como a Buldogue.

_Foi você que fez aquilo com ela não foi? – disse ele percebendo só agora. Lento, não?

_Sim, eu fiz e faria pior. Mas, não mude de assunto. – disse – Se quer alguém de sangue-puro fique com ela.

Nessa hora escutamos passos entrando na Ala Hospitalar e quando eu percebi quem era eu disse:

_Falando do diabo, o capeta aparece. – e revirei os olhos – Viu? Fica com ela, porque eu estou indo.

Dizendo isso eu sai de lá e deixei-o com a Buldogue. Eu estava cansada de ouvi-lo falar mal de sangues-ruins, mestiços o tempo todo. Tudo bem, ele podia até não saber que eu era mestiça, o que eu achava meio impossível mas, ele vivia xingando a minha irmã na minha frente e nem respeitava ninguém. Ele precisava ouvir umas verdades.

Notas finais
Esse capítulo ensina uma grande lição.