Reencontro de rosas
1 O reencontro
P.O.V — IB
Hoje eu completo 17 anos e vai completar 2 anos que não vejo Garry me pergunto se ele está bem, afinal ele me ajudou a sair da galeria de artes.... Só de lembrar daquele lugar já sinto arrepios. Me pergunto se verei ele novamente, sinto saudade de ficar com ele.
P.O.V — Garry
Estou aqui com 19 anos e ainda esperando uma oportunidade de pode ver IB novamente, mais não sei como vou encontra uma garotinha (sim garotinha, por que é kawaii) nesse mundo tão grande...Mais isso não significa que eu desistirei! Estou determinado a encontrá-la!
P.O.V — IB
Eu estava indo para uma lanchonete. Cara, esse é o aniversário mais chato do mundo! Meus pais estão trabalhando, desde que sai daquela galeria nunca mais consegui fazer amizades, contei isso a todos, tive que mudar de escola por causa disso, passei um ano no psicólogo, lá na nova escola consegui fazer uma amizade mais não é aquela amizade verdadeira, se fosse ela não estaria agora saindo com o namorado dela...Um namorado...Sempre quis ter um, e esse namorado eu quero que seja uma certa pessoa...Uma certa pessoa que eu conheci a dois anos atrás...
Pelo menos sei que vou ganhar desconto no suco e na minha fatia de bolo...
Eu estava a caminho da lanchonete e quando eu cheguei lá... Foi uma emoção só. Eu o avistei, ele estava lá com a mesma roupa que estava na galeria.
P.O.V — GARRY
— GARRY !!!! – ela gritou o mais alto que conseguia, todos olharam para ela, de qualquer maneira nós não ligávamos.
Eu sentia algo no coração uma emoção, uma coisa forte no peito, eu e ela estávamos com a mesma roupa de 2 anos atrás, acho que comemorávamos uma outra coisa, o dia em que nós entramos e saímos daquela galeria.
P.O.V -IB
Não sabia se era real o que eu estava vendo, era ele o Garry bem na minha frente, corri ao encontro dele e ele também correu até mim nos abraçamos o mais forte que podíamos, foi uma sensação tão boa.
— Garry! É você mesmo? – falei chorando de alegria e emoção.
— Sim sou eu. E você é a minha garotinha de sempre? – ficamos sem falar um longo tempo. – Pensei que nunca mais iria te ver.
— Eu pensei o mesmo.
Saímos da lanchonete juntos, e ficamos conversando.
— Quantos anos você tem mesmo?? – perguntou Garry pela 2º vez.
— Já falei 17 anos, você não deveria estar tão surpreso assim, não mudei tanto de lá pra cá só amadureci. – respondi. Já estava ficando um saco isso, ele iria ficar toda hora perguntando.
— Mesmo assim eu ainda fico surpreso, soube que hoje é aniversário de alguém. – disse alegre. – tenho um presente.
Tirou uma coisa de dentro do bolso do casaco.
P.O.V – Garry
Peguei do meu bolso uma rosa vermelha e entreguei a ela.
— Não pode ser. Isso me traz uma lembrança muito estranha não sei se é ruim ou se é boa. – ela pegou do bolso uma rosa azul. – isso é para você, carrego sempre, desde que saímos da galeria de artes.
— Essa palavra até dói de falar, nunca soube quando te encontraria novamente, então carrego sempre – dei um tempo antes de falar – e acho que te devo isso. – tirei o pano do bolso.
— Meu lenço, você guardou e lavou mesmo! Sempre me perguntei se eu veria ele de novo. – no caso ela estava se referindo ao o lenço.
P.O.V – IB
Só de encostar consegui sentir toda a esperança e o desespero daquele lugar, de todas as noites que vivemos lá.
— Voltando ao o assunto anterior, você também mudou bastante, eu acho que estou vendo músculos. – disse isso para alegrar mais pensar o tempo todo naquele lugar, tenho certeza que faz mal.
Só queria saber como aquele lugar ficou depois desses 2 anos.
— Uma questão é que me intriga... – Garry não falou nada por 5 minutos, a curiosidade me consumia por inteiro. — Por que Marry... – ao dizer esse nome nós dois engolimos um seco. – ... por que Marry nos escolheu não outra pessoa de tantas naquele lugar.
— Essa é uma boa pergunta mais agora nós não temos como saber, o bom é que saímos de lá com vida.
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