Redenção Tomione
9 Fofocas...
Notas iniciais
Olá de novo! Oh homem oh oh homem homem (?) [coisas da Mandy, Debby não tem nada a ver com isso] Eu tenho algumas lágrimas graves em meus olhos por vocês estarem gostando. Este é o último dos capítulos de abertura como eu os chamo... agora eu posso passar para o corpo da história! Obrigado mais uma vez (eu sei, eu digo isso muito)!***
Notas da Debby:
O bicho vai pegar. Apertem os cintos, Segurem o coração e mantenham os desfibriladores ligados! Já amo vocês***
Safira:
Esse cap é só pros forte se segurem e apreciem .
FOFOCAS
Hermione soltou um suspiro exasperado enquanto ela distraidamente agitava a sua poção. Fazia algumas semanas desde que Tom e Hermione tinham deixado a ala hospitalar e as coisas pareciam estar indo bem... Mas Hermione não estava feliz.
Tom tinha mantido sua promessa e não tinha feito nem dito uma única coisa que fosse além da amizade com ela. Hermione sabia que ela deveria ter ficado aliviada, mas em vez disso ela só se sentiu frustrada. Ela costumava flagrar-se sonhando com Tom, especialmente na classe, quando ela tinha tempo para pensar.
Ela estava, de fato, pensando nele naquele momento e lembrando-se do tempo que tinha passado na ala hospitalar... A última vez que Tom havia mencionado seus sentimentos por ela. Hermione perguntou se ele ainda tinha algum.
— Lembre-se de manter a agitação em um movimento anti-horário ou então você corre o risco de arruinar a poção. — a voz de Snape tirou-a de seu devaneio. Ela olhou para baixo em seu caldeirão e voltou seu foco à sua poção Amortencia. Ela estava começando a ficar perolada esbranquiçada, significando que ela estava misturando-o corretamente e em breve estaria terminada. Snape passou por seu caldeirão e olhou para dentro de seu conteúdo, já que ele não pôde encontrar nada de errado com ele, ele simplesmente ignorou-a e continuou a andar avaliativamente pela sala.
Hermione sorriu para si mesma, amando o fato de que ela poderia mostrar-se para Snape.
A classe terminou mais cedo e Hermione engarrafara a sua poção do amor feita perfeitamente com sucesso e se dirigiu para a frente da classe. Ela era um dos últimos alunos lá em cima e Snape estava olhando para ela atentamente enquanto ela vinha até sua mesa. Ela colocou a garrafa na mesa e se virou para sair e foi imediatamente interrompida pela voz oleosa de Snape.
— Srta. Granger, você poderia, por favor, ficar depois da aula por alguns momentos? Há algo que eu preciso discutir com você. — ele parecia muito sério e Hermione estava preocupada se ela. Talvez ela estivesse encrencada e não soubesse.
Ela balançou a cabeça e colocou sua bolsa para baixo. Quando a última pessoa saiu, Snape se levantou e fechou a porta com um movimento simples de sua varinha. Ele deu a volta por trás da escrivaninha e ficou na frente de Hermione, olhando para ela interrogativamente.
Hermione levantou as sobrancelhas e esperou que ele falasse.
— Eu gostaria de saber como está a carência emocional de Sr. Riddle.
Hermione estava tão surpresa com a pergunta que ela apenas olhou para ele silenciosamente por um momento.
— Ms. Granger, eu tenho tentado fazer com que você cala a sua boca por cinco anos e agora que eu quero saber alguma coisa você parece ter ficado muda. Este é o momento em minhas orações foram respondidas ou você simplesmente não entendeu a pergunta? — Snape deu-lhe o sorriso mais desagradável que ela já tinha visto.
— Eu entendi que o que o senhor acabou de dizer — disse ele, dando-lhe o olhar mais odioso que ela pôde fazer. — Eu só estava surpresa com o que você estava pedindo. Por que você se importa se Tom está carente ou não?
— Não aja como tola garota boba e insolente... Eu sei que você sabe perfeitamente quem ele é. É por isso que o trouxe aqui, não?
— Não é quem ele é professor... É quem ele era.
— Você acha que vai ser bem sucedida em mudá-lo? É ainda mais imprudente do que eu supunha. Um homem assim não pode...
— Sim, ele pode! — ela interrompeu. — Ele já está mudando. Com certeza o senhor já percebeu isso!
— Ele parece um pouco diferente para dizer no mínimo, mas você honestamente acha que vai durar?
— Sim, eu acho. — ela disse a ele fortemente. — Tom está indo...
— Indo para o quê? — Hermione parou no meio da frase e senti o rubor rastejar acima de seu rosto. Por que essas coisas acontecem comigo, pensou ela miseravelmente.
— O que eu estou indo fazer? — Tom perguntou quando ele entrou na sala de aula.
— Sr. Riddle, você trouxe o seu trabalho para mim? — Snape perguntou quando Tom aproximou-se dos dois.
— Sim senhor. Lamento é um pouco tarde, mas estava realmente atolado com o trabalho.
— Não há necessidade de explicar Sr. Riddle. Eu entendo que você tem uma carga horária extensa.
Hermione resmungou em silêncio. Tom, sem dúvida, recebia tratamento especial de Snape por causa de quem ele era.
Tom entregou o trabalho e em seguida olhou para Hermione, que estava constantemente evitando seu olhar.
— Se o senhor não se importa de me perguntar: — Tom começou. — Exatamente o que estavam falando de mim?
— Eu simplesmente queria ter certeza de que você estava indo bem na Grifinória, mas a Srta. Granger decidiu entrar em dramas sobre a minha curiosidade. — Hermione corou ainda mais e olhou para Snape ódio.
— Eu aprecio a sua preocupação professor, mas você pode me perguntar qualquer coisa que o senhor queira, não vou levar nada ofensivamente. — Tom deu a Snape um sorriso carismático.
— Claro Tom... Eu só não quero sobrecarregá-lo com minhas perguntas e eu achei que alguém menos produtivo como a Srta. Granger aqui seria mais adequado para o meu questionamento. — ele zombou.
Hermione tinha o suficiente. — Bem, se isso é tudo que o professor Snape queria saber, então estou indo. E você Tom, já desperdiçou o suficiente do meu tempo com suas perguntas. — Hermione nem sequer olhou para Tom, uma vez que ela pegou sua bolsa e atirou-o por cima do ombro. Ela saiu da sala de aula e bateu a porta atrás dela. Ela acabou falando a frase para Tom que queria ter direcionado ao seu professor.
Ela não podia acreditar que Snape tinha envergonhado ela assim e na frente de Tom! Será que o homem não tinha um pingo simpatia? Não para nascidas trouxas como eu, pensou tristemente.
Quando ela virou uma esquina ouviu seu nome sendo gritado por trás dela. Tom estava ofegante quando ele falou com ela e ele estava grato que ela tinha parado.
— Você sabe, se você continuar andando rápido vai parecer uma louca — disse-lhe quando ele lhe chamou enquanto resfolegava pela corrida. Apesar de como ela estava se sentindo Hermione riu dele.
— Você não ficaria louco se alguém tivesse degradado você na frente de alguém que você gosta? — Hermione mordeu a língua no segundo seguinte, mas Tom fingiu não ter escutado o que ela havia falado. Ele estava miseravelmente cumprindo com sua promessa.
— Hermione, você não deveria se incomodar com o que as pessoas dizem. Quero dizer, quem se importa com o que eles pensam? Você é melhor que todos eles de qualquer maneira... Especialmente melhor do que alguém como Snape que opta por permanecer ignorante para o seu brilhantismo. — Hermione corou ao seu elogio.
— Obrigada, Tom —, ela suspirou. — É só... é difícil para mim, sabe?
Tom sorriu calorosamente para ela e trouxe um dedo para o rosto da castanha e escovou um pedaço de seu cabelo para trás da sua orelha. Hermione estremeceu ao seu toque.
— Hermione porque você é tão perfeita? — ele perguntou a ela com uma expressão séria.
— Eu estou longe disso, Tom.
— Você é para mim. — Tom foi chegando mais perto dela enquanto ele olhava para os seus olhos profundamente.
— Tom que você está fazendo? — Hermione sussurrou. A dica de raiva em sua voz não passou despercebida por Tom.
— Estou sendo amigável. — ele disse com um sorriso perverso.
Hermione ficou com o rosto vermelho quando seus dedos começaram a acariciar o seu rosto. Ela queria ceder ao seu toque, se entregar ao seu beijo sem se importar mais com nada, mas a sua mente racional a impedia disso. Sentindo que a frustração novamente a invadia, Hermione saiu das mãos de Tom e olhou para ele com raiva.
— Tom, eu pensei que já tínhamos resolvido isso. Têm sido várias semanas desde que falamos sobre nós dois e agora você começa de novo! Por quê? — ela sussurrou furiosamente. Mesmo que ela estivesse um pouco furiosa, havia também uma parte dela que queria dançar um tango só por saber que Tom ainda tinha sentimentos por ela.
— Eu gosto de como você disse “Nós Dois”. Faz parecer que nós somos o casal que devemos ser.
— Maldição Tom! O que eu vou ter que fazer para que você deixe de gostar de mim? Talvez eu devesse cortar todo o meu cabelo e vestisse os mesmos trapos dos elfos domésticos!
— Você ainda seria linda para mim. — Tom disse-lhe sinceramente.
— Talvez eu devesse sair com alguém, então? Talvez você tivesse a dica de que eu não quero ficar com você! — Hermione se sentia muito mal ao ver aquele olhar triste no rosto de Tom.
— Se você estivesse com alguém, então eu só iria te querer mais. — Tom disse-lhe tristemente. Ele morreria se ela acabasse com alguém em vez dele. — E não finja que você não quer ficar comigo. — ele disse-lhe baixinho.
— Por que você é tão arrogante? — Hermione se irritou mais uma vez.
— Eu não estou tentando ser arrogante... Eu estou tentando ser honesto, algo que você deveria tentar mais vezes. — ele estava começando a ficar louco mesmo. Por que ela tinha que ser tão difícil sobre isso?
— Fique bem longe de mim Tom — Hermione cuspiu as palavras. Ela se afastou dele e passou pelo corredor.
— Hermione por mil diabos! Não fuja de mim! — Tom gritou quando ele a segurou pelo braço para detê-la. Havia apenas umas poucas pessoas ao redor no momento, mas as poucas pessoas que tinham ali pararam para ver o que estava acontecendo.
Hermione olhou para eles com nervosismo. — Tom pare... As pessoas podem nos ver. — ela sussurrou urgentemente.
— Eu não me importo! — Tom disse a ela. Ele parecia ao mesmo tempo irritado e frustrado e ele ainda estava segurando o braço dela com bastante força.
— Tom você está me machucando!
Tom não a soltou de seu braço, apenas afrouxou o controle sobre ele.
— Se você acha que não podemos ficar juntos por causa de quem eu sou, então vou aceitar isso. — ele disse a ela um pouco mais calmo. — Mas, por favor, não minta para mim dizendo que você não tem sentimentos por mim.
Hermione não podia fazer nada. Ela olhou para ele. O que diabos ela devia dizer? Não só estavam discutindo na frente dos outros, mas eles estavam discutindo sobre seus sentimentos um pelo outro, o que por sinal ao ver da castanha era algo que não devia ser discutido.
— Okay, Tom, — Hermione suspirou em derrota. — Eu admito que eu tenho sentimentos por você. — Tom sorriu. — —Mas—... — ela falou a palavra que limpou o sorriso do rosto do garoto, — Nós não podemos ficar juntos. — ela disse-lhe devagar e claramente.
Tom franziu a testa e soltou o braço dela. — É, acho que eu já ouvi isso antes Hermione — ele disse sem nenhuma emoção em sua voz. — Eu acho que eu vou te ver mais tarde.
Tom se virou e foi embora sem olhar para trás. Hermione suspirou, sentindo alívio e dor ao mesmo tempo. Ela esperava que essa fosse a última vez que essa discussão acontecesse entre eles. Ela temia que se acontecesse novamente, então ela não teria a capacidade de dissuadi-lo.
Ela se virou e olhou para as várias pessoas que ainda estavam olhando para ela e ela rapidamente passou por todos eles com a cabeça erguida. Ela implorou a Merlin para que aquela —cena— não se tornasse notícia de capa do profeta diário. As notícias sempre corriam soltas em Hogwarts.
Infelizmente, ela não teve sequer que esperar tanto tempo.
— Hermione, eu soube o que aconteceu. — Gina disse-lhe solenemente enquanto ela se aproximava de sua melhor amiga. Era final de tarde e Hermione passou a maior parte de seu tempo no seu Salão Comunal sozinha enquanto esperava que seus amigos voltassem. Para a sua sorte, Tom não tinha entrado no quarto comum uma vez sequer e Hermione não o tinha visto desde a cena dramática no corredor. Gina acabara de entrar e quando ela viu Hermione correu até ela.
— Do que você está falando? — ela perguntou confusa.
— Oh Hermione, a escola toda está comentando! Você e Tom são a fofoca nova. — Hermione gemeu. Então uma das testemunhas da —cena dramática do corredor—, já tinha fofocado sobre a coisa toda. Hermione desejou saber quem havia espalhado a fofoca para que ela pudesse azará-lo.
— Oh Gina... O que você ouviu? — Hermione perguntou com o rosto entre as mãos.
— Bem, o rumor é que você e Tom tiveram uma desavença no corredor sobre o relacionamento de vocês. Eles estão dizendo que Tom a acusou de traí-lo e que você tinha admitido isso a ele. Estão dizendo que você machucou o coração dele. — o rosto de Hermione disparou para fora de suas mãos.
— O QUÊ? — Ela gritou. — Essa é a maior mentira que já ouvi em minha vida! Quem são as pessoas que estão dizendo isso? — ela exigiu.
— É exatamente esse o problema Hermione — Gina disse-lhe tristemente. — Todo mundo está dizendo isso!
— Por Merlin! Como isso é possível?! Deve ser a minha maravilhosa sorte! — Hermione gemeu.
— Há mais. — Gina disse-lhe cautela.
— Ah, não... O que é agora?
— Bem... Várias pessoas foram até Tom para descobrir se isso é verdade.
— E o que o Sr. Riddle disse? — Hermione perguntou, tentando manter a calma.
— Bem... Hum... Ele disse a todos que seu relacionamento com você não é da conta de ninguém e que se eles queriam respostas então eles teriam que ir até você... Que é a culpada. — Gina disse que a última parte em uma corrida.
— Ele disse que eu sou a culpada? Culpada por quê? Eu não fiz nada! Eu só lhe disse que apesar do sentimento que eu tinha por ele nunca poderíamos estar juntos! E ele tem a coragem de... Oh eu não posso acreditar NISSO!! — a castanha gritou.
— Eu sei Hermione. Sinto muito que isso está acontecendo... Tom está apenas... — Gina foi cortada pelo barulho do retrato da mulher gorda sendo aberto.
As pessoas começaram a se acumular no exercício das atividades da tarde e estavam todas conversando animadamente. Quando seus olhos pousaram sobre Hermione, no entanto, um silêncio pareceu se instaurar no recinto e alguns até começaram a apontar e sussurrar. Hermione sentiu seu rosto esquentar.
— É isso aí! — ela exclamou. — Estou indo encontrar o Tom e resolver isso com ele. — ela sussurrou para Gina para que ninguém mais pudesse ouvir e decidisse segui-la na esperança de ver se o boato era verdadeiro.
— Tudo bem querida. Basta ter cuidado, okay?
— Acho que vou viver para contar o conto. — Hermione lhe deu um sorriso fraco antes de fazer seu caminho através da multidão de pessoas para fora do retrato. Ela podia ouvir todos eles cochichando entre si, mas ela agiu como se não os tivesse ouvido.
Quando ela saiu da porta e fez seu caminho pelo corredor, ela ouviu duas vozes chamarem seu nome.
— Ei, Hermione, você tem um minuto? — um deles chamou e Hermione gemeu quando ela viu quem era.
— O que vocês querem Fred e Jorge? — ela perguntou em tom cansado.
— O que é isso que estamos ouvindo sobre você e Tom Srta. Granger? — Fred perguntou com um sorriso diabólico.
Hermione deixou escapar um longo suspiro. — Tudo o que você ouviu não é verdade. Eu não sei quem começou essa mentira, mas quem quer que tenha sido é melhor esperar que eu não descubra.
— Ah, essas são algumas palavras duras que você tem aí Granger. —Jorge disse-lhe graciosamente.
— Especialmente para reivindicar algo que você diz não ser verdade quando na verdade possa ser que seja verdade. — Fred terminou achando graça do seu trava-língua.
— Ouçam vocês dois, eu não tenho tempo para isso agora. — Hermione disse enquanto tentava ultrapassá-los.
— Saindo para uma outra discussão entre amantes? — Fred perguntou enquanto Jorge riu.
— NÃO! Agora me deixem em paz! — Hermione gritou enquanto ela se movia para longe deles.
— Quem tem suas calcinhas em uma torção? — Fred riu. Hermione revirou os olhos.
— Tom!! —, Jorge respondeu e os dois meninos uivaram de sua piada. Hermione apenas revirou os olhos novamente e continuou andando pelo corredor.
Ela não sabia onde Tom estava, mas com certeza iria encontrá-lo.
Quando ela virou outra esquina viu Rony e Harry indo ao seu encontro e ela soltou outro gemido agravado.
— Hermione precisamos falar com você. — Ron disse com raiva.
— Ron, lembre-se do que eu disse. — Harry disse-lhe como um aviso. Ron não parecia notar que Harry tinha sequer falado.
— O que é isso que estamos ouvindo sobre você e Tom Riddle? — Ron perguntou. Seu rosto todo, incluindo as orelhas, estavam vermelhos, o que indicava a Hermione que ele estava realmente irritado por essa coisa toda.
— Ron não é verdade! Eu e Tom estávamos apenas discutindo sobre o Professor Snape e de alguma forma distorceram tudo o que estávamos falando — Hermione teve que mentir sobre o motivo real da discussão, ela não queria que Harry e Rony soubessem de seus sentimentos por Tom, embora ela tivesse certeza de que Harry sabia de qualquer maneira.
Ron pareceu se acalmar um pouco e seu rosto estava começando a perder parte do vermelho. — Bom, o que está rolando por aí é que você e Tom estão namorando e que você o traiu.
— É tudo mentira Ron... Eu juro. Eu não tenho sentimentos por Tom. — Ron sorriu, mas Harry olhou para ela com uma sobrancelha levantada, como se ele soubesse que ela estava mentindo.
— Bem, então espero que esse boato estúpido seja esquecido em breve. — Ron disse-lhe com simpatia.
— Eu espero que sim. — ela respondeu com um sorriso débil.
— Onde você está indo Hermione? — Harry perguntou.
— Oh, eu só tenho que ir à biblioteca para pegar alguns livros. — Hermione tentou parecer casual.
Harry apenas balançou a cabeça, mas ainda olhou para ela como se ele soubesse que ela estava escondendo algo. Hermione sentiu-se desconfortável sob seu olhar e ela olhou para longe dele.
— Bem, eu acho melhor eu ir andando. — Disse-lhes.
— Tudo bem, vamos nos ver mais tarde, Hermione. — Ron disse-lhe alegremente.
— Até mais tarde! — Harry disse.
Hermione passou por eles e continuou seu caminho. Ela ignorou os olhares e os murmúrios que pareciam segui-la onde quer que fosse. Por que minha vida pessoal, de repente é da conta de todos? Ela pensou contrafeita.
— Srta Granger, você se importa se trocássemos uma palavra? — Uma voz suave falou detrás dela.
— O QUE É AGORA? — Hermione gritou. Ela se virou e viu Dumbledore ali. Ela não podia acreditar que ela tinha acabado de gritar o diretor.
— Apenas uma pergunta rápida Hermione. — Alvo disse a ela com um sorriso suave.
— Oh diretor Dumbledore me perdoe, por favor! Eu pensei que o senhor fosse...
— Um dos outros alunos curiosos —, ele disse com um sorriso de compreensão.
— Bem... Sim.
— Bem, Srta. Granger eu não sou um estudante como você pode ver... Mas estou muito curioso sobre algo que eu tenho medo.
Hermione balançou a cabeça e esperou que ele continuasse.
— Há um rumor interessante em torno da escola. Agora, eu não sou comumente atraído para fofocas, mas este rumor é bastante curioso e na verdade eu queria saber se...
— Se eu e Tom somos um casal — Hermione terminou para ele.
Dumbledore assentiu com a cabeça e olhou carinhosamente para ela.
— Não senhor, não é verdade. Tivemos uma discussão entre amigos e nada mais. — Hermione estava cansada de explicar aquilo.
— Lamento perguntar Hermione, mas você entende que uma relação entre você e Tom poderia revelar-se bastante desastrosa.
— Eu entendo Diretor, e o senhor não precisa se preocupar com isso.
Dumbledore percebeu a tristeza em sua voz e tocou seu ombro suavemente.
— Você é uma estudante maravilhosa e uma grande amiga Srta. Granger. Eu não preciso ser um gênio para ver que você é uma bruxa excepcional e, sem dúvida, irá se tornar uma ainda maior à medida que crescer.
Hermione sorriu. — Obrigado senhor... Eu espero não desapontá-lo ou qualquer outra pessoa nesse aspecto.
— Contanto que você siga o seu coração Hermione, então ninguém vai se decepcionar com você. — os olhos de Dumbledore faiscaram com seu brilho familiar quando ele tirou a mão do seu ombro e continuou seu caminho.
Hermione perguntou o que ele quis dizer com isso, mas ela não tinha muito tempo para se questionar sobre aquilo. Assim quando Alvo se afastou, um grupo de garotas passou por ela, todas estavam olhando para a castanha com inveja e ódio e algumas pareciam que estavam prontas para amaldiçoá-la. Hermione apenas revirou os olhos e seguiu em frente pelo corredor.
Tom não ia se safar dessa! Ela iria encontrá-lo!
(***)
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Uma hora mais tarde
— Eu nunca vou encontrá-lo. — Hermione suspirou.
Ela tinha procurado por todo o castelo e até mesmo verificado em seu lugar favorito na varanda e Tom não estava em lugar algum.
Hermione continuou andando, porém, determinada a encontrá-lo e levá-lo a explicar algumas coisas.
Enquanto caminhava por uma janela aberta, uma rajada de vento passou veio através da vidraça aberta e ela sentiu um frio na espinha. Hermione enrolou a capa em torno dela com mais força enquanto ela tremia de frio, então um pensamento lhe ocorreu.
— Como pude ser tão estúpida? — ela disse em voz alta. — Eu não olhei lá fora!
Hermione correu pelo corredor e o mais rápido que pôde para as portas gigantes que levavam para fora. Assim que ela chegou até elas, ela saiu correndo para o ar frio e procurou Tom.
Ela o encontrou sentado debaixo de uma árvore olhando para o Lago Negro. Ela estava descendo o morro. Ele parecia estar em transe quando ele se sentou lá e ele nem sequer ouviu os passos de Hermione chegando mais perto. A neve espessa deve ter abafado o som.
— TOM RIDDLE! — Ela gritou tão alto quanto podia. Tom virou a cabeça em sua direção com uma expressão indecifrável no rosto.
— Precisamos conversar... Não, eu preciso falar! — ela disse-lhe quando estava a poucos metros dele. Tom levantou-se e a encarou sem dizer nada.
— Como você pôde Tom? — Hermione começou. — Quero dizer, você deixou as pessoas espalharem um falso boato sobre uma informação mal interpretada que ouviram, mas o jeito que você adicionou combustível para que o fogo se espalhasse é simplesmente inacreditável! Eu teria pensado que tinha mais sentido, então, que... Ou eu, pelo menos, eu pensei que você fosse mais atencioso com os sentimentos dos outros. Há um boato de que eu te traí e você praticamente defendeu isso dizendo a eles para virem me perguntar... Perguntem a culpada!! Como você pôde fazer uma coisa dessas, Tom? No que você está pensando? Você fez isso para se vingar de mim ou algo assim? — Hermione parou sua fúria por um momento para deixá-lo responder.
Tom tinha permanecido calado o tempo todo em que ela estava gritando com ele, ele estava apenas olhando para ela com a mesma expressão ilegível.
— Bom Tom. Qual é a sua razão? — ainda não havia resposta.
— TOM, eu... — Hermione parou e olhou para Tom em estado de choque.
Ele agarrou os ombros dela e puxou-a ao encontro dele. Seus narizes estavam praticamente se tocando e Tom estava olhando para ela com o desejo de tal forma que Hermione poderia realmente ver seus olhos escurecendo por causa disso.
Antes que ela sequer tivesse tempo para reagir, Tom havia plantado firmemente seus lábios nos dela e começou a beijá-la avidamente.
Seu primeiro beijo foi algo completamente inocente; suave e doce e lento. Este beijo foi o completamente o oposto do que tinha sido o primeiro. Hermione, começou a gemer prazerosamente enquanto Tom violava a sua boca com o beijo mais apaixonado que já tinha recebido.
Ela estremeceu quando a sua língua experiente traçou o interior de sua boca enquanto ele tentava provar tanto dela quanto podia.
Os dedos de Tom embrenharam-se de forma possessiva no cabelo dela enquanto as mãos da castanha acariciavam suas feições esculpidas. Hermione sorriu em sua boca quando ela sentiu-se tremer sempre que ele tocava em uma área particularmente sensível.
Tom estava no céu. Ele não se importava com o fato de que Hermione nunca beijou alguém daquele jeito antes, ele gostava bastante do fato de poder ensiná-la a como manobrar a língua sobre a sua própria. Tom puxou Hermione para si fazendo com que ela sentisse cada parte dele contra cada parte dela. Ela gemeu mais alto enquanto o beijo se tornava mais voraz, mais invasivo, mais impetuoso. As mãos de Tom fecharam-se com um pouco de força sobre os fios da garota e ela gostou daquilo. Óh Céus! Os dois estavam perdendo o senso. A outra mão de Tom traçava o contorno da cintura de Hermione apertando a carne macia, subindo e descendo, refreando-se o tempo todo a sua vontade de ir mais além naquelas carícias.
Os lábios de Hermione se afastaram dele e Tom olhou para seus belos olhos de corça, perguntando-se se ela estava brava com ele novamente.
— Tom... oh Deus, não podemos fazer isso. — a castanha disse suavemente.
— Sim, nós podemos Hermione. — Tom disse a ela suplicante. — Por favor, me dê uma chance... Eu sinto muito pelo que eu disse antes sobre a culpa ser sua. Eu estava tão chateado com o que você tinha dito antes e eu estava confuso. Eu ainda estou confuso. Por que você tem tanto medo de ficar comigo? — Tom estava acariciando seu rosto com ternura e Hermione fechou os olhos por um momento. Ela estava derretida em seu toque.
— Tom, se estivéssemos juntos, então quem sabe o que poderia acontecer? Eu me preocupo tanto com você. Você não tem ideia do quanto. — Tom sorriu carinhosamente para ela e continuou acariciar as suas bochechas em tom de rosa pálido. — Mas isso não nos dá o direito de...
— De que Hermione? De estarmos juntos? Eu acho que temos todo o direito. Eu gosto de você também... Talvez demais.
— Tom me ouça, por favor...
— Por que você tem tanto medo? — ele perguntou impaciente.
— Porque eu não confio em mim com você! — ela gritou, afastando-se dele. Tom olhou para ela um pouco atordoado. — Você está feliz agora, Tom? Eu sei que se eu ficasse com você, então eu iria me apaixonar por você e isso não pode acontecer... Você entende? Meu Deus, e se Voldemort descobrir? Ele viria atrás de mim e me usaria como isca para chegar até você. E então ele iria transformá-lo de volta aos seus velhos hábitos... Inferno, ele pode até Obliviar sua memória e mandá-lo de volta para o seu tempo onde você iria continuar como se isso nunca tivesse acontecido. Você quer isso Tom?
Ele apenas balançou a cabeça não.
— Agora eu te amo Tom, mas como um amigo e é assim que deve permanecer.
— Hermione, eu não vou mais fazer promessas, mas eu não quero que tudo isso que você falou venha a acontecer, então eu vou tentar esquecer meus sentimentos românticos sobre você.
— Tentar? — Hermione disse insatisfeita.
— É o melhor que posso fazer. Como eu disse, eu temo que eu goste mais de você do que você possa imaginar. — Tom corou e olhou para o chão.
A respiração de Hermione tornou-se escassa.
— Desculpe-me por não ter impedido o boato. — Tom murmurou baixinho.
— Desculpas aceitas. — Hermione disse segurando a sua mão. Tom sorriu e sacudiu-a.
— Agora podemos, por favor, voltar ao castelo? Está ficando escuro e eu não gostei da experiência de me transformar em um bloco de gelo ambulante. — ela deu uma risadinha.
Tom riu também.
— Voltemos ao castelo mileidy! — Hermione sorriu e voltou para o castelo com Tom logo atrás dela.
Nenhum deles havia notado a pessoa que se escondia atrás de um monte muito espesso de arbustos, ouvindo atentamente a tudo o que eles acabaram de dizer.
Notas finais
Toneladas de beijos!
Safira:
Aff, eu amo esse cap. Se inveja matasse eu estaria morta... :p ... a mione sortuda de ter um homem desse, tom me beija!!!(sonha)XD
Bom, ate amanhã . beijos.
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