Notas iniciais
Sentimos muito, este capítulo é tão curto em comparação aos outros, mas vai ficar melhor, prometemos! E o próximo capítulo será postado muito em breve. Talvez ainda hoje, mas estamos infelizes com a quantidade de reviews. Quando estávamos nessa altura antes, tínhamos quase 200 e 70 leitores... Sentimos falta desse incentivo. Mas deixemos de choromelas. Vamos lá.
Amamos vocês e espero que este capítulo não decepcione ninguém senão Mandy chora, eu choro e a Safi chora tb. pokapok.
(SE TIVER ERROS GRAMATICAIS PERDOEM-ME. NÃO HÁ TEMPO PARA CORREÇÕES.)

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AMOREA MORTIS

— Aí está você Tom. — Harry chamou o garoto pálido e bonito que entrava no salão comunal.

— O que há de tão engraçado? — Gina perguntou quando ela notou o sorriso nos lábios de Tom.

O ex-sonserino sorriu ainda mais quando ele jogou seus livros no mais próximo sofá e passeou para perto de seus amigos que estavam sentados ao redor do fogo quente.

— É apenas algo que Snape disse. — ele riu e sentou-se ao lado de Hermione. Sua mão escorregou para a dela e o leve tom rosa pálido enfeitou as bochechas creme da castanha.

— O que ele disse? — Ron perguntou, enquanto olhava para as mãos entrelaçadas dos amigos. O ruivo estava se esforçando, mas era realmente difícil para ele administrar o ciúme que o machucava.

— Ele basicamente me alertou contra Hermione. — Tom disse-lhes.

— O que engraçado nisso? — Hermione perguntou, enquanto olhava para ele com ironia.

— Ele uh... Ele pensa que eu sou seu escravo do amor. — Tom disse rindo.

Hermione olhou ao redor com raiva para os amigos sorrindo. O ruivo e o moreno acharam tudo muito engraçado, imaginaram Snape implorando a Voldemort para tomar uma poção que anulasse os efeitos da amortência.

— Eu ainda não vejo como isso é engraçado... louco, talvez, mas não engraçado.

— Diga-nos Hermione —, Ron brincou. — Você usou uma poção do amor ou algum tipo de feitiço?

— Ron, mesmo se você usar um feitiço você não pode levar alguém a se apaixonar por você, não de verdade! — ela estalou. Ron franziu a testa.

— Ele acha que você me deu amortência Mi e ainda afirmou que era culpa dos marginais do Potter e do Weasley! — Tom riu mais ainda. Agora todos tremiam no sofá de tanto rir.

— Você não precisou de um feitiço para que eu me apaixonasse Hermione. — Tom sussurrou em seu ouvido. — Bastou apenas um olhar em seus lábios macios e rosados e você já tinha me enfeitiçado. — Tom correu os dedos firmes pela parte interna do braço da castanha e sentiu o arrepio através de sua pele. Ele piscou para ela e deixou os dedos continuarem a sua exploração até que Harry soltou uma tosse pequena para obter a sua atenção.

— Tudo bem, é o suficiente vocês dois. — O garoto de cabelos rebelde riu. — Eu não acho que nenhum de nós quer ver uma sessão para maiores agora!

— Harry!!! — Hermione exclamou para o amigo de forma indignada.

Tom sorriu e tirou os dedos longos do braço de Hermione. Hermione era grata por isso quando ela percebeu os olhares irritados que estava recebendo de Ron.

— Tudo bem, eu acho que seria melhor contar-lhes tudo o que eu tenho para dizer de dizer. — Harry disse.

O pequeno grupo mudou-se para mais perto uns dos outros para manter a conversa mais privada. Mesmo que não houvesse muita gente na sala, não significava que alguém não estivesse ouvindo.

Abaffiato. — Tom murmurou o feitiço do silêncio. Qualquer um que se aproximasse demais ouviria apenas um zumbido. Hermione riu carinhosamente para ele. Ele era realmente precavido.

— Naquele dia, quando Voldemort me possuiu, — Harry começou discretamente — Dumbledore me contou como Voldemort pode ser destruído.

Harry tinha sua atenção agora quando cada um deles sentaram-se visivelmente retos. Ele viu Hermione segurar nas mãos de Tom e viu o sorriso agradecido se espalhando pelo rosto do garoto pálido quando ele olhou para ela. Esses dois realmente deve estar apaixonado,ele pensou.

— Acontece que tudo o que minha profecia anuncia é verdade. Eu sou o único com o poder de derrotar o Lorde das Trevas, mas não do jeito que todos pensam. É Tom quem deve derrotá-lo... Eu sou aquele que vai lhe permitir fazê-lo. — Harry parou e olhou nos rostos confusos de seus amigos.

— Eu não entendo o Harry. — Hermione disse. — A profecia diz que você é o único que vai destruir você-sabe-quem.

— Isso é o que eu pensava também, mas não estava lendo corretamente. Ela diz que eu tenho o poder de derrotá-lo, mas isso não significa que serei eu quem o destrói no final.

— Vai ser eu... Se eu mudar, certo? — Tom perguntou.

— Exatamente Tom —, respondeu Harry. — Você vê, o poder que eu tenho e que Lord Voldemort não sabe é o amor. Dumbledore explicou que se eu não tivesse ajudado a Hermione naquela noite, por amor de meus amigos, então Tom não estaria aqui hoje. — Harry olhou para a castanha.

— Me desculpe, eu menti para você, Harry. — ela disse enquanto olhou para chão. — Eu só pensei que, se você viesse comigo, então talvez o feitiço pudesse funcionar melhor. Eu não queria colocar você em problemas ou qualquer coisa, mas eu precisei de você lá comigo. Perdoe-me também Tom... Eu sabia que iria interferir em tudo, mas era o único jeito.

— Não há necessidade de pedir desculpas Hermione. — Tom disse a ela. — Estou feliz porque você fez o que fez... Foi muito sonserino de sua parte se me permite dizê-lo.

Eles olharam para sorriso orgulhoso de Tom e não podiam deixar de rir um pouco.

— Hum Harry, você pode ter que esclarecer isso um pouco melhor. —Ron disse. — Eu ainda não entendo como você é o único com o poder de derrotar você-sabe-quem e ainda assim Tom é aquele que vai fazê-lo.

— Bem, Dumbledore acredita que eu vou ser aquele que descobre a magia do tempo que vai enviar Tom de volta. Uma vez lá, ele será capaz de começar uma nova vida e espero que nos livre de Voldemort.

— Oh... Ele vai voltar, então? — Hermione perguntou em voz baixa. Harry viu a mão de Tom espremer em torno da dela de forma mais segura.

— Sinto muito vocês dois. — Harry informou-os com tristeza. — Eu gostaria que houvesse algo que pudéssemos fazer, mas ele tem que voltar.

Rosto de Hermione franziu um pouco quando ela tentou bloquear as lágrimas. Mesmo Ron parecia chateado com esta notícia, o que surpreendeu Harry muito.

— Bem, isso é uma conversa feliz. — Gina destacou sarcasticamente.

Harry abriu um sorriso e olhou para Gina. A ruiva estava mordendo o lábio de nervosismo e estava girando uma mecha de seu cabelo vermlho nos dedos pálidos. Harry queria ser o único a sugar e morder aquele lábio inferior... Mas ela é irmã de Rony, ele lembrou-se miseravelmente.

— Bem, isso é tudo que eu realmente tenho que dizer. — Harry terminou um pouco desconfortável.

— Não, não é. — Ron disse. — Você não nos disse por que Malfoy ficou assustado daquele jeito.

— Ah, certo. Eu esqueci isso. — Harry sentiu um pouco desconfortável revelando aquilo para todos eles, especialmente para Ron que era conhecido por sua falta de bom senso.

— Foi Draco que disse a Voldemort sobre Tom... — Harry disse. — Ron perca esse olhar está bem? Dumbledore disse que não podemos fazer nada contra aquela doninha dos infernos e eu lhe dei minha palavra que não faríamos. — Harry advertiu.

— Olhar? Que olhar? Eu não sei do que você está falando Harry. — Ron cuspiu.

—Ah, claro Ron, esse olho do mal que você está ostentando é o mesmo que você carrega todos os dias, não é?— Gina disse enquanto revirava os olhos.

Harry e os outros riram enquanto Ron continuou de cara feia.

— Harry, eu tive uma sensação de que foi Malfoy de qualquer maneira. — Tom disse-lhe. — Eu realmente não posso culpá-lo por fazer o que ele fez considerando quem é seu pai... E usei legilimência enquanto nos desentendemos no grande salão. Ele estava olhando diretamente para mim, então aproveitei a oportunidade — Todos os três amigos entreolharam-se. Tom falava como se a legilimência fosse algo fácil, natural e comum.

— Bem, pelo menos alguém está sensato no grupo. — Harry disse quebrando o clima de tensão ao concluir que Tom fizera a coisa certa.

— Estou equilibrado.— Ron acrescentou calmamente. — E por favor, fique quietinha! Eu estou cansado de todas as suas observações a meu respeito. Nunca são para me ajudar!

—O quê?— Gina perguntou inocentemente.

Ron apenas revirou os olhos.

— Vocês se importariam se Hermione e eu sairmos um pouco? — Tom perguntou. — Eu uh... Tenho um trabalho que eu preciso mostrar a ela. —

O grupo riu de sua desculpa esfarrapada e Tom apenas encolheu os ombros.

— Claro Tom. Você e Hermione merecem algum tempo sozinhos para uh... Mostrar um ao outro o seu trabalho. — Harry brincou.

— Oh boa Harry, agora eu posso levá-lo a estudar comigo novamente. —Gina disse em pé.

Ela andou até Harry e pegou sua mão. Quando ela o puxou para cima, Harry acidentalmente tropeçou um pouco e Gina quase caiu para trás, mas Harry a segurou firmemente e a ruiva ficou a centímetros de seu rosto enquanto o braço de Harry a envolvia fortemente.

— D-desculpe Gina — Harry gaguejou com o rosto muito próximo ao dela. — Eu uh... Acho que preciso amarrar meus sapatos ou algo assim. — ele podia sentir a respiração quente de Gina em sua boca e ele tinha certeza que ele teria caído de novo se ele não estivesse segurando ela.

— N-não há problema Harry, — disse Gina. Ela parecia confusa sobre algo que ela viu nos belos olhos verdes do moreno.

— Uh Gina... Eu acho que Harry já pode te soltar agora — Ron disse.

O casal se soltou de imediato, como se o toque de suas peles de repente estivessem eletrizados.

— Eu uh... É melhor irmos estudar —. Harry gaguejou enquanto não encontrava os olhos de ninguém.

— Certo, estudo... huh uh... Isso, temos que estudar. — Gina adicionou rapidamente.

Ron arqueou uma sobrancelha, enquanto olhava para eles.

— Que diabos sangrento há de errado com vocês? — ele perguntou confuso pelo comportamento de ambos.

Hermione e Tom estavam rindo, mas tentando encobri-lo.

— Não há nada Fon... Quero dizer nada Ron... Oh esquece! — Harry exclamou. — Vamos Gin, vamos começar a trabalhar.

Gina, que havia rido de vocabulário confuso de Harry, acenou com a cabeça e pegou seus livros do sofá.

— Vocês dois se divirtam. — Gina disse para Tom e Hermione quando Harry seguiu para uma mesa próxima.

O casal sorriu e acenou e olhou para Rony, que estava olhando para sua irmã como se suspeitasse de alguma coisa dela.

— Quais são seus planos para esta noite, Rony? — Tom perguntou.

— Eu uh... Eu tenho alguns trabalhos para fazer também. — Ron respondeu. Ele não tinha sequer olhado para Tom, quando ele respondeu, pois a sua atenção estava voltada para o casal que tinha acabado de sentar para estudar.

— Ok Ron. Divirta-se. — Hermione disse a ele.

— Claro, Hermione.

Hermione apenas revirou os olhos e puxou a manga da camisa de seu namorado para chamar sua atenção.

— Ele provavelmente vai espioná-los. — ela sussurrou em seu ouvido. Tom bufou e balançou a cabeça.

— Eu aposto que nenhum deles é tem a intenção de estudar de verdade — Tom respondeu, enquanto o casal assistiu Ron escorregar em uma cadeira que estava perto da mesa de Harry e Gina. Ele pegou um livro aleatório de seu saco e fingiu ler. Hermione riu quando viu que o livro estava de cabeça para baixo.

— Vamos amor. — Tom riu quando ele segurou a mão da namorada na sua. — Nós temos nosso próprio estudo para fazer. — ele falou cheio de malícia.

Hermione corou e sorriu para o menino bonito, que só recentemente tornou-se seu primeiro namorado... E primeiro amor.

(***)

Hermione estava no seu quarto comunal enquanto recolhia roupas casuais, um vestido claro na altura dos joelhos e um casaquinho de lã vermelho grifinória. Ela calçou botas de cano médio. Queria ficar bonita para o seu namorado.

Tom estava passeando pelo castelo. Ele estava próximo das masmorras. Era uma forma de matar a saudade de sua antiga casa. Ele estava feliz por seus novos amigos, mas ainda estava um pouco confuso sobre a notícia que Harry acabara de passar para o grupo. Tudo estava vazio quando para sorte dele, virando a esquina em uma porta de madeira ele encontrou Draco seguido de seus companheiros inúteis, Crabbe e Goyle. Tom penou que o senso de oportunidade não poderia ser melhor. Os olhos de Draco arregalaram-se quando ele percebeu quem estava encostado na parede olhando para ele com um sorriso cínico nos lábios. Tom encarava o trio rodando a varinha nos dedos como se fosse se estivesse pensando qual seria o melhor castigo para o Malfoy. De fato, era exatamente isso que ele estava pensando.

Silencio. — Tom conjurou o primeiro feitiço. O que deixaria os trÊs em silêncio. Ele era muito seguro no que fazia. — Confundus. — Tom pensou numa maldição mais leve para afastar Crabbe e Goyle, já que ele queria evitar problemas usando a maldição Imperius. Os dois saíram aos tropeços deixando um Draco horrorizado e sozinho. Tom avistou uma sala vazia que lhe pareceu bem providencial.

Mobilicorpus. — Tom conjurava os seus feitiços em voz baixa. O corpo de Malfoy era levado com facilidade para onde Tom queria. Ele sequer piscava. A onda de poder queria invadir Tom, mas ele lutava contra ela. Tentava ao menos. Ele queria dizer crucio, crucio, crucio, mas estava segurando-se. Mas ele merecia. O maldito Malfoy merecia. A forma como ele chamou Hermione de sangue ruim na frente de todos, o modo como ele a humilhou. Dumbledore estava errado. Ele merecia ser punido.

Obscuro. — uma venda fechou os olho de Draco enquanto Tom lutava internamente. Ele não queria que Draco visse a fraqueza em sua expressão. Tom murmurou um feitiço que ele mesmo havia criado. Esse feitiço impedia que as maldições imperdoáveis fossem detectadas quando efetuadas de sua varinha. Ele sabia que não poderia correr riscos. Hermione não poderia saber. Seus amigos também não.

Crucio. — Tom sussurrou e de repente Draco se contorcia no chão em silêncio. Ele não podia gritar por causa do primeiro feitiço que Tom lhe lançara. — Crucio. — Tom lhe falou novamente, mas a imagem de Hermione apareceu como um flash na sua mente e Draco parou de se contorcer. —Crucio. — ele falou mais uma vez, mais forte, mas Draco só estava deitado, ofegando por causa da tortura lancinante que lhe fora infligida anteriormente. A maldição de Tom não estava funcionando. E então ele entendeu. "Não basta apenas pronunciar as palavras, é preciso querer causar dor e sentir prazer com o sofrimento do seu oponente.” Tom lembrou-se dessas palavras saindo de sua boca em seu passado enquanto ele ensinava Abraxás Malfoy sobre a Maldição Cruciatus. Tom deixou-se cair ao chão e se deu conta do que havia feito. Com um intenso arrependimento ele apontou a varinha para a cabeça de Draco e sussurrou o ultimo feitiço que pretendia lançar naquela noite. — Obliviate.

(***)

— Severo, eu descobri algumas novidades interessantes. — O Lord das Trevas disse situando-se acima seu servo ajoelhado. — O jovem Draco veio a mim hoje me dizendo da relação entre Tom e a sangue-ruim. Você pode imaginar a minha decepção ao saber que eles são agora amantes. — a voz de Voldemort foi gotejada com repulsa à simples menção do jovem casal.

— Eu não chamaria de amantes meu Senhor. A relação foi tornada pública apenas esta manhã e eu esperei para dizer-lhe porque eu pensei em falar com Tom primeiro... Para ouvir o que ele tinha a dizer.

— E o que ele lhe disse Severus? — Voldemort rosnou.

Snape levantou a cabeça e olhou para o seu mestre através de seu cabelo pegajoso preto. — Ele me garantiu que ele... ele...

— A ama. —, Voldemort terminou para ele. Severus ficou surpreso ao ouvir a decepção na voz do seu mestre como se o amor de Tom para a sangue-ruim o machucasse fisicamente.

— Levanta-te Severo. — Voldemort disse em voz baixa.

Snape obedeceu e pôs-se diante do homem horrível sem um pingo de nojo no rosto.

— Você é um dos meus mais confiáveis Comensais da Morte, Severo. É por isso que eu pedi para que tomasse conta de Tom para mim... E é por isso que eu estou dando-lhe esta nova missão.

— Eu farei qualquer coisa que você desejar Milord. —. Snape disse, enquanto bloqueava o seu olhar dos olhos vermelhos ante a ele.

— Eu sei que você vai Severo. — Voldemort disse, embora estivesse sorrindo sadicamente. Ele puxou um frasco que estava em um bolso em suas vestes e mostrava-o para Snape. Snape avaliou o pote por um breve momento.

— Milorde, isto é... Amorea? — Snape perguntou, enquanto admirava o líquido cor de pêssego na mão estendida de Voldemort.

— Na verdade, é. Isto é o que você vai usar para envenenar a sangue-ruim.

— Mas meu Senhor, se você quiser vê-la morta, então há venenos mais rápidos, então este não mata imediatamente... Esse veneno vai matá-la... — Snape de repente absorveu o peso de suas palavras.

— Devagar... Esse é o ponto Severo. Eu quero Tom e sua banda patética de amigos vendo-a sofrer. Quando essa sangue-ruim morrer, ele não terá escolha a não ser voltar para mim e então ele nunca ousará enfrentar-me outra vez. — os olhos vermelhos de Voldemort queimaram e seus dentes decadentes rangeram uns contra os outros.

Snape tomou a poção de seu mestre e enfiou-a no bolso em suas vestes.

— Isso será feito Mestre.

— Ótimo. Agora vá.

Snape abaixou a cabeça em uma reverência e fez uma curva rápida para a porta.

Mesmo depois de ter deixado Voldemort ele levantou-se e olhou para a porta pela qual ele havia acabado de sair.

— Sim Severo... Vamos ver do que você é feito.— Voldemort disse para si mesmo, mas olhando para as costas do seu Comensal. Voldemort levantou a manga e expôs a Marca Negra olhando ameaçador do Escuro em seu braço direito. Colocou um dedo longo e pálido em cima dela, a marca se contorcia e queimava quando ele chamou outro servo aos seus aposentos.

"Veremos..." Severus Snape pensou enquanto se afastava indo de volta para o Castelo.

Notas finais
Curto ... Sabemos. Como dissemos antes... O próximo capítulo será lançado em um instante! Sentimos muito novamente sobre esse capítulo curto e os errinhos... Basta lembrar que amamos vocês.
X da Debby X da Safi e X da Mandy