Redenção Tomione
13 A Profecia (Parte I)
Notas iniciais
Mandy e Debby e safi...
A PROFECIA
— Hermione, acorde!!!
— Ah... Vá embora. — Hermione gemeu, puxando as cobertas sobre o rosto.
— Devemos nos juntar ao grupo às 10h00min,e você ainda está no quarto! Você tem que se apressar e se preparar. — Gina estava tentando fazer com que a castanha se levantasse a cerca de vinte minutos. Ela estava pensando seriamente em deixar a sua amiga ali sair com o resto do grupo sem ela.
— E por qual razão estaparfúdia você acha que eu gostaria de sair com todos quando Tom e Bailey vão estar lá também? — Hermione parecia realmente revoltada.
— Porque Tom e Bailey namoram há cerca de uma semana agora e você precisa superar isso. Eu não estou feliz com isso Hermione, mas você não pode evitar todos nós só porque Tom está com outra pessoa. — Gina disse a ela com uma ponta de frustração em sua voz.
Os olhos de Hermione espiaram por debaixo dos cobertores. Seu cabelo estava desgrenhado e ela parecia um gnomo espreitando por debaixo de um cogumelo. Gina não podia deixar de rir.
— Eu acho que você está certa. — Hermione suspirou.
— Bom! — Gritou Gina e ela arrancou as cobertas para fora de sua amiga. Hermione gritou com a falta repentina de calor e ela jogou uma almofada em Gina, que abaixou-lo na hora certa. Reflexos do quadribol.
— Agora levante sua bunda preguiçosa e vá se vestir. E por Deus, faça alguma coisa com esse cabelo! Eu não o via desse jeito desde o final de seu terceiro ano! — Gina riu.
— Certo, certo, — Hermione disse a ela a contragosto. —Eu estarei lá em aproximadamente quinze minutos.
— Tudo bem, eu vou estar lá embaixo com os outros. — Gina pulou da cama e caminhou até a porta. — E lembre-se —, acrescentou ela, quando chegou à porta, — Conserte mesmo esse ninho de ratos em sua cabeça.
Gina saiu do quarto exatamente no tempo certo esquivando-se de outro travesseiro que havia sido jogado em sua cabeça.
— Onde está ela, Gina? — Harry perguntou exasperado. Era quase 10h00min e Hermione ainda não tinha descido.
Ron estava esperando com os braços cruzados sobre o peito, enquanto Bailey e Tom estavam sentados em um sofá próximo esperando pacientemente, mas a verdade é que ninguém sabia se Hermione realmente sairia do seu quarto.
Gina suspirou. — Eu vou lá em cima para pegá-la.
Assim que ela virou-se para subir as escadas a porta para os quartos das meninas abriu e Hermione saiu.
Gina sorriu interiormente pela aparência de Hermione.
Os cabelos de Hermione agora tinham onda apenas o suficiente nele para torná-la perfeita. Apesar estar frio do lado de fora, o castelo havia sido encantado para ficar muito quente, para que os alunos pudessem usar roupas de verão dentro da escola. A roupa de Hermione foi o exemplo perfeito disso.
Ela usava um jean apertado e azul profundo que se adequava perfeitamente ao seu corpo esguio e bem torneado. Sua simples camiseta branca convinha para que a curvartura de sua cintura fosse acenturada e colava-se ao corpo deixando-a com um ar extremamente sexy. Para completar seu disfarce, ela usava um colar de contas diferentes tons de verde. Uma palavra a descrevia muito bem naquele instante. A castanha estava pura e simplesmente deslumbrante.
Gina sabia que Hermione raramente usava as coisas que se adequavam a sua forma e ela sabia que a amiga estava fazendo isso agora porque Bailey estava com eles. Gina podia não ter gostado do fato de que Tom estava com Bailey ao invés de Hermione, mas ela também não queria ver Bailey tendo os seus sentimentos feridos sendo que a garota doce e amigável não haia feitp nada de errado.
Hermione desceu os degraus com o ar de descontração que era muito fora do seu comportamento habitual simples. Ela piscou para Gina quando ela chegou ao último degrau e ela entrou na sala com um sorriso caloroso no rosto.
— Olá a todos —, ela os cumprimentou alegremente. — Desculpe, eu estou atrasada, mas meu cabelo estava sendo muito teimoso esta manhã.
Tom, que estava conversando com Bailey olhou para Hermione e ele inalou uma respiração forte. Ela parecia absolutamente linda. Não havia um fio de cabelo fora do lugar em sua cabeça ela estava estonteantemente sensual... Tom queria se lançar sobre ela, agarrá-la, beijá-la, mantê-la na prisão de seus braços fortes.
Mesmo Harry e Ron tomaram conhecimento do "novo olhar" de Hermione, ambos os meninos estavam olhando para ela como se nunca tivessem realmente a visto antes.
— Wow Hermione, você está fabulosa! — Ron disse, espantado.
— Não fique tão chocado, Ron. — Hermione disse-lhe friamente.
— Não, quero dizer... você sempre foi fabulosa, mas... uau... — Ron estava perdendo para palavras.
— Acho que o que o Ron está tentando dizer é: Hermione Granger, eu nunca percebi que você era uma garota antes. — Harry disse com uma voz zombeteira.
— Cala a boca Harry. — Ron sorriu.
— Você está muito bonita, Hermione. — Bailey comentou.
— Obrigada, Bailey. — Hermione lhe deu um sorriso amigável.
Tom tinha permanecido calado o tempo todo, seu olhar firmemente fixado em Hermione. Hermione olhou para ele e seus olhos imediatamente se ficaram nos olhos ébanos e profundos de Riddle.
Bailey olhou para Tom e viu sua expressão sonhadora. Ela seguiu seu olhar e viu que ele estava olhando... Hermione. Bailey olhou para Tom e, em seguida, desviou o olhar dele e o seu foco descansou em seus lindos dedinhos.
Gina e Harry perceberam o olhar cabisbaixo no rosto de Bailey e ambos decidiram que aquilo já tinha ido longe o suficiente.
— Tudo bem, tudo bem, quem está pronto para ir? — Harry perguntou se levantando do sofá vermelho do Salão Comunal. Hermione e Tom sairam de seus devaneios ao som da voz de Harry.
— Eu definitivamente estou. — Ron prontificou-se. Ele não tinha percebido o momento desconfortável que acabara de acontecer, ele estava muito ocupado verificando o corpo de Hermione, que sempre ficava escondido debaixo de roupas escolares.
— Você está pronta, Bailey? — Tom perguntou gentilmente. Ela apenas balançou a cabeça e Tom imediatamente notou como ela parecia chateada. Oh não, ela deve ter me visto olhando para Hermione, Tom pensou terrivelmente.
Ele não gostava de Bailey como ele gostava de Hermione, nem de perto. Nem um décimo do sentimento. Mas ele tinha sentimentos pela bela loira, ele não queria vê-la ferida. Ela era gentil e agradável. Era uma boa pessoa.
Tom levantou o queixo dela e depositou um pequeno beijo em sua bochecha corada.
— Vamos Bailey! — Tom se levantou e estendeu a mão para ela. Bailey sorriu e pegou-a e quando ela estava de pé, Tom passou um braço em volta da cintura e caminhou até o grupo.
Bailey estava visivelmente mais feliz agora, Hermione era agora a única que parecia infeliz.
Tom queria pular de um penhasco e morrer. Era impossível agradar a uma sem magoar a outra.
Harry e Gina deram um ao outro um olhar que dizia: — Isso vai ser desconfortável. — Tudo o que Harry queria quando ele pediu que todos os seus amigos se reunissem era que todos eles passassem uma tarde agradável juntos. Até agora, sua "boa tarde" milimetricamente planejada parecia que ia ser um desastre.
—Vamos todos, então. — Ron gritou alegremente. — Você também Hermione, — disse ele.
Hermione apenas olhou para ele, ela não se moveu de onde ela estava.
— Então tudo bem, eu acho que vou ter que fazer você vim! — Ron disse com um sorriso travesso.
— Wingardium Leviosa. — Ron gritou quando ele apontou sua varinha para a castanha.
Hermione gritou quando se sentiu sendo levantada do chão. O feitiço de Ron tinha levado-a para ele enquanto ele a deixava cuidadosamente pousar ao lado dele.
— Ron! Isso foi ótimo! Eu nunca vi você realizar essa magia tão bem. — Hermione disse alegremente. Mesmo Harry e Gina ficaram surpreendidos por sua habilidade inesperada e deram-lhe uma salva de palmas. Tom e Bailey juntaram-se com as palmas com sorrisos em seus rostos.
— Bem, alguém me ensinou que a prática leva à perfeição. — Ron disse a Hermione sorrindo radiante para ela.
— Oh, Ron, eu estou tão feliz em saber que você realmente me ouve. — Hermione deu uma risadinha. Ela lançou os braços em volta do pescoço do ruivo e puxou-o para um grande abraço. As orelhas de Rony ficaram vermelhas e ele a abraçou de volta. Então, de repente, para surpresa de Hermione, ele a pegou e a girou no ar com um rodopio gracioso em seus fortes braços.
— Sente-se melhor agora? — Ron perguntou.
— Muito. — Hermione lhe deu sorriso caloroso.
Tom tinha visto aquela cena com uma grande angústia. Ron estava, obviamente flertando com ela e ela parecia gostar; Agora Tom realmente queria pular de um penhasco. Não... A verdade é que ele imaginou-se empurrando Ron de um penhasco enquanto sorria com escárnio e satisfação.
— Okay, podemos ir já? — Gina perguntou com um sorriso. Talvez as coisas ficassem bem depois de tudo? E agora foi a vez desse olhar angustiado encravar-se no rosto de Tom. Uma vez de cada... Pensou ela, cansada. Será que este triângulo amoroso nunca termina?
O grupo de amigos, enfim resolveu deixar o Salão Comunal. Eles estavam fazendo seu caminho até o Salão Principal para passarem a tarde juntos.
A maioria dos alunos tinha ido para Hogsmeade, mas alguns não gostaram da ideia de se aventurar no frio de novo, então o resto deles decidiu que o Salão seria um bom lugar para sair e ficar quente.
Quando eles entraram pelas portas grandes, todos eles ficaram agradavelmente chocados com o que viram. A neve caía de cima, onde um céu claro mostrava os arcos encantadas do teto. As mesas de todas as casas tinham sido removidas e em seu lugar havia algumas configurações menores de mesa e pequenos agrupamentos de estudantes estavam sentados. Havia grandes almofadas no chão, que compunham outras áreas de estar e uma mesa na parte de trás foi guarnecida com lanches de todos os tipos. Por que alguém iria querer sair no frio e perder aquilo tudo? Ninguém poderia adivinhar.
— Caramba, Dumbledore realmente pensou em tudo, hein? — disse Ron, o olhar fixo sobre a mesa de alimentos.
— Sem brincadeira, isso é realmente grande. — Gina disse alegremente.
O grupo fez seu caminho para algumas das gigantes almofadas no chão em uma parte mais afastada dos outros alunos e sentaram-se sobre elas. Ron foi até a mesa de alimentos e voltou com lanches suficientes para que todos pudessem compartilhar.
Uma vez que eles estavam todos acomodados, Harry começou a conversar com Ron e Tom sobre Quadribol. Gina, Hermione, e Bailey todas olharam uma para a outra e rolaram os olhos para os rapazes que pareciam esquecer que nem todo mundo estava obcecado com o esporte.
— Eu juro... Todos os meninos parecem sempre fazer é falar sobre Quadribol.
— Gina disse com outro rolo de seus olhos.
— Eu sei o que dizer, — Bailey riu: — Eu tenho um irmão mais velho que não consegue calar a boca sobre isso.
— Tente ter cinco irmãos mais velhos que não conseguem calar a boca sobre isso! — Gina disse a ela com um suspiro.
— Espere, eu pensei que você tinha seis irmãos mais velhos. — Bailey perguntou.
— Eu tenho, mas Percy é o" filho de ouro "da família. Além disso, eu acho que cinco irmãos horríveis é o suficiente. — Gina disse um pouco irritada. Por que sua mãe tinha que ter tantos filhos? E todos eles, exceto a de curso, eram meninos.
— Como você lida com tudo isso? Cosmos é suficiente para mim e ele é o único que eu tenho que aturar.— Bailey disse ela.
— Bem, eu sou muito hábil no manuseio do bastão de quadribol, de modo que isso vem a calhar.— Gina sorriu. — Também conheço feitiços contra os quais eles não se atreveriam a enfrentar. Aprendi o Comer Lesmas com o Ronald. — Todas riram. Bailey acenou com a cabeça em entendimento. Tom, havia comentado com ela que todos os seus amigos eram ótimos em feitiços avançados e conheciam muito mais da magia do que a maioria dos alunos em Hogwarts.
— Isso não é nada comparado ao qu Hermione pode fazer.— Gina disse ela com um sorriso orgulhoso. — Ela é, afinal, a aluna mais inteligente de toda escola.
Bailey olhou para Hermione e sorriu ao ver a castanha corar.
— Oh Gina, eu realmente não sou tão maravilhosa. São coisinhas que aprendo no livro. Qualquer um poderia fazer o mesmo. — Hermione disse modestamente.
— Você sabe... Tom fala muito sobre você Hermione.— Bailey comentou de repente, como se ela estivesse esperando a um longo tempo para dizer isso. Ela estava olhando para Hermione muito atentamente.
— Tenho certeza que ele está apenas tentando conversar com você.— Hermione disse a ela, enquanto tentava e falhava em parecer casual sobre isso.
Bailey analisava a castanha um pouco mais de perto. — Eu poderia entender se ele fizesse isso de vez em quando, mas ele fala sobre você o tempo todo. — Bailey colocou uma grande quantidade de estresse nessas últimas três palavras.
Hermione mudou o peso nas almofadas de forma desconfortável.
Gina estava olhando para Bailey com aborrecimento queimando nos olhos dela. Ela não podia suportar as meninas invejosas, e que era exatamente como Bailey estava se saindo no momento.
— Eu... Hum... Somos apenas amigos. — Hermione levantou e saiu cambaleando. Desejou por algum tipo de distração que faria Bailey parar de olhar para ela tão cinicamente.
Como se os deuses houvessem ouvido o seu apelo silencioso, algo realmente tirou o interesse de Bailey da castanha.
Todas as três meninas olharam para os outros três rapazes. Ron e Tom estavam praticamente gritando no rosto de Harry, tentando chamar sua atenção, Harry estava lá olhando fixamente, como se ele não pudesse ouvir ou ver qualquer coisa a sua frente.
— O que há de errado com ele? — Hermione perguntou com medo, enquanto as meninas aproximavam-se dos meninos para ver o que estava errado.
— Nós não sabemos.— Tom disse-lhes. — Nós estávamos todos falando e brincando quando de repente Harry parou e começou a olhar para o espaço."
— HARRY! HARRY Acorda!! — Ron gritou na cara dele. Ele mesmo começou a sacudi-lo, mas Harry ficou lá completamente indiferente.
— Talvez devêssemos pedir alguma ajuda? — Gina perguntou preocupada.
Só então, Harry começou a piscar e ele parecia ser capaz de vê-los todos novamente.
— Harry você está bem? Harry, você pode me ouvir? — Ron perguntou novamente. Harry olhou para ele, mas ele não disse nada, mas parecia que ele não podia ouvi-lo.
Então, o olhar de Harry viajou lentamente até Hermione e ele apenas ficou lá olhando para ela.
— Harry, você pode nos ouvir? — Hermione perguntou-lhe com a sobrancelha franzida de preocupação. Harry não respondeu enquanto seus olhos percorriam o rosto dela.
— Eu estou indo chamar por ajuda. —Tom disse-lhes, a preocupação gravada em sua voz. Ele se levantou e estava prestes a ir encontrar Dumbledore quando uma voz de repente o parou.
— Fique onde está, Tom — Harry cuspiu, calmamente. A voz que saiu de sua boca, porém não pertencia a Harry. Era aguda e fria... A voz mais cruel e vil que eles já haviam escutado em toda as suas vidas.
Tom tinha ouvido aquela voz apenas três vezes antes, uma vez em uma memória, uma vez em um sonho e uma vez em uma alucinação. Era a voz de Voldemort.
Hermione, Rony e Gina tudo se afastaram-se dele, enquanto Harry ainda tinha os olhos fixos no rosto de Hermione. Bailey, que não entendia o que estava acontecendo permaneceu onde estava e até tentou se aproximar de Harry e ajudá-lo.
Tom agarrou seu braço e puxou-a para mais perto dele para a segurança dela... Para a pouca segurança que ele tinha para oferecer diante de Lord Voldemort.
— Então, ela é outra de suas vadias sangue-ruim pequeno Tom? — Harry perguntou com um olhar de nojo puro estampado em seu rosto.
— O que você fez com o Harry? — Tom perguntou com ousadia, ignorando a pergunta que Voldemort tinha acabado de lhe perguntar.
— Ah, Potter está são e salvo. — o rosto de Harry se iluminou com um sorriso horrível.
— Seu mentiroso,— Ron falou bravamente, — Você quer matá-lo!
Harry apenas soltou uma risada sinistra, seus olhos ainda não tinham vacilado do rosto de Hermione. Ela estava olhando para ele com a respiração oscilante, com medo de desviar o olhar.
Tom permaneceu onde estava e tentou pensar. Ninguém na sala pareceu notar o que estava acontecendo e Tom não tinha visto Dumbledore em toda aquela manhã. Ele lançou um olhar para Bailey, que estava olhando para todos eles como se fossem loucos.
— Eu posso ver porque você a deseja, Tom. — Harry falou de novo com aquela voz horrível que não era sua. — Ela é muito linda para um sangue-ruim.
— Não se atreva a chamá-la disso. — A voz de Tom fervilhava.
Harry finalmente mudou seu olhar para longe de Hermione e seus olhos pousaram sobre Tom.
— Você não deve cuidar dela tanto quanto eu pensava, vendo como você tem uma outra com você. — Harry acenou com a cabeça para Bailey, que estava ficando mais confusa a cada minuto.
— O que você quer? — Tom perguntou em voz baixa.
— Você... — Harry respondeu.
De repente, Tom soltou do braço Bailey e ele uivava em agonia. Sua cabeça parecia que estava sendo rasgada e ele agarrou-a, impotente. Ele caiu da dor.
Mesmo com sua cabeça latejando incontrolavelmente, ele podia ouvir uma voz fraca que estava pedindo ajuda. Ele tinha certeza. A voz era de Harry e ambos pareciam estar em uma agonia profunda. A dor rasgava os seus corpos como se fossem lanças afiadas penetrando a carne, sufocando-os, abrindo fendas imensas e deixando um rastro de destruição. Sim, aquilo só podia ser equivalente a sensação de receber dez crucios repetidamente.
A dor parecia aliviar, de repente, mas a cabeça de Tom ainda se sentia como se tivesse sido severamente espancada.
— Ele sabe! — ele ouviu alguém gritar de repente. — Diretor, ele sabe!
Tom virou a cabeça e abriu os olhos na medida em quea dor lhe permitia. Harry estava se contorcendo e gemendo no chão. Dumbledore estava sobre ele e tentava acalmá-lo enquanto ele gritava instruções para os professores nas proximidades. Estava muito agitado no Grande Salão, e os outros alunos estavam sendo conduzidos para fora sem nehuma explicação para o que acontecia com Harry e Tom.
Tom sentiu o mundo ficar nebuloso e ele fechou os olhos mais uma vez. Antes que ele desmaiasse, ele poderia jurar que ele ouviu a voz de Hermione dizendo coisas reconfortantes em seu ouvido.
Ele sorriu com o pensamento de sua castanha cuidando dele assim que o mundo ficou escuro e ele caiu inconsciente.
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