Redenção
8 Capítulo 7
Notas iniciais
Acabei de fazer este capítulo.
Então quem perdoa os erros de português levanta a mão aí...
Não esta betado.
Contém limão.
Capítulo 07
“Viver sem ser amado é como cortar a asas de um pássaro e tirar sua capacidade de voar.”
A cabana
As terras que Joshua tinha herdado do pai eram vastas, cobriam todo o vale e boa parte das montanhas. O fazendeiro vinha tendo muito trabalho para cuidar de milhares de hectares. Quando seu pai morreu tinha deixado muitas dividas tanto dos funcionários como em imposto. Joshua conseguiu pagar boa parte dela, depois que vendeu todo o gado e os cavalos de raça, só restando mesmo a hipoteca a ser liquidada. Só que essa ele precisaria trabalhar duro e também precisaria de umas três colheitas para conseguir juntar o dinheiro, o que levaria mais dois anos e com certeza os juros aumentariam ainda mais.
Ele sabia que tinha gente de olho naquelas terras, não somente outros fazendeiros da redondeza como empresários ansiosos por transformarem tudo aquilo em um conjunto habitacional ou em grandes hotéis, visto que as cidades vizinhas estavam crescendo assustadoramente. E tudo isso vinha lhe trazendo problemas, alguém há certo tempo vinha querendo expulsá-lo de suas terras. Primeiro mataram envenenados os gado que lhe sobraram e alguns porcos que tinha. Depois colocaram fogo em sua plantação de milho e agora como constatara derrubaram a maior parte da cerca da propriedade, fazendo com que ele e os filhos trabalhassem o dia inteiro sem descanso para repará-la. Pois a cerca era o que impedia que ursos e lobos das montanhas invadissem a propriedade, onde ele guardava uma dezena de cavalos selvagens.
O trabalho tinha sido árduo, levou praticamente todo o dia. E agora, ao escurecer eles voltavam para casa. Joshua olhou para os gêmeos e para seu primogênito, eles eram o seu maior tesouro, quando perderá a esposa seu mundo acabara, mas pelos filhos se viu obrigado a continuar respirando, sentindo e aprendendo a conviver com o vazio. Por isso que quando soube que herdara a fazenda do pai não pensara duas vezes, ele conhecia o lugar, afinal tinha sido criado ali, então cuidar da fazendo pareceu uma boa idéia.
— Estou com tanta fome que comeria a gororoba da Sara com prazer e sem reclamar. – Brian resmungou de cima do cavalo ao lado do pai.
— Pois acho que você terá que comer o resto do almoço de ontem. – Joshua falava sem tirar os olhos da estrada – Pedi para Sara ficar por conta de Angel.
— Tem razão, com certeza o almofadinha não consegue nem sair na varanda sem ser devorado por um urso. – Brian falou com desdém.
— Esta sendo tolo meu filho. — O mais velho puxou as rédeas do seu cavalo fazendo com que ele desviasse de uma cobra – Não devemos julgar as pessoas sem antes as conhecermos. Dê uma chance a ele.
O menino olhou para o pai que apressou o passo da cavalgada. Sentiu-se triste, afinal depois que seu pai voltará da cidade e tinha trago o tal neo, ele estava diferente. Sorria, coisa que não fazia desde que sua mãe tinha morrido e estava até mais amável não, essa não era palavra, estava mais acessível. Corrigiu-se o loiro mais novo. Mas ele tinha medo, medo que seu pai sofresse novamente, quando aquele belo jovem decidisse ir embora, por que afinal de contas por que um jovem iria querer cuidar de um homem e quatro crianças?
— Ele é legal.
— O quê?
Brian viu os gêmeos vindo logo atrás.
— O Angel ele é legal. – Matheus disse simples.
— Ah é? E como você sabe?
O menor deu de ombros respondendo:
— Só sei...
— Se Mat diz que ele é legal então ele é. – Michael se prontificou a defender seu gêmeo.
Brian riu da atitude dos irmãos realmente seus irmãos pareciam ter se apegado ao moreno.
— Brian não implica com ele não. Eu gosto de como o pai está e, além disso, seria bom ter uma mãe.
— Não precisamos de uma nova mãe. Eu e o pai cuidamos de vocês, não cuidamos?
— E que belo trabalho... – Mat resmungou agarrado a cintura do irmão. Os dois dividiam o mesmo cavalo.
— Repita isso moleque. – Brian disse ríspido bloqueando a passagem dos irmãos.
— Não fale assim com ele. – Michael estava pronto para defender o irmão de quem quer que fosse – Ele tem razão, ah... qual é Brian? olha Sara ela só tem sete anos e tem que cuidar de uma casa, fazer comida e lavar roupa sozinha...
— Não é verdade sempre a ajudamos.
— Ela nem sabe como uma garota deve se comportar.
— Hum...
— E também já estou farto, que todas as vezes que vamos as cidades as outras crianças ficam rindo de nós por causa das nossas roupas remendadas e...
— Ta certo... tudo bem, prometo ser legal. – Disse por fim vencido.
— Eh, valeu mano. – Michael fez sinal positivo.
— Você é o melhor. – Mat completou sorridente.
Eles continuaram a cavalgada de volta para casa. Ao descerem a montanha, viram a cabana no meio do vale. Já era noite e as luzes da casa estavam acesas, da chaminé saia uma fumaça intensa sinal de que havia comida no fogo.
— Uau... parece que temos comida fresquinha. – Mat falou animado – Hum o cheiro está bom, Sara caprichou.
— Quem chegar por último é mulher do padre.
Os meninos saíram a frente com os dois cães de caça logo atrás latindo animados. Joshua franziu o cenho, sua filha não sabia acender o fogão de lenha. Sentindo o aroma de torta chegar as suas narinas ele deixou um sutil sorriso brotar de seus lábios e atiçou seu cavalo para que chegasse a frente dos filhos.
Os meninos bufaram indignados, quando o pai passou por eles mostrando a língua. Logo todos estavam nos portões de madeira. Joshua desceu do cavalo e destravou o portão esperou os filhos passarem e depois travou novamente.
— Michael leve os cavalos para o celeiro.
— Sim pai, venham garotos...
O menino se dirigiu ao celeiro enquanto os outros caminhavam até a cabana. Joshua estendeu os braços barrando o avanço dos filhos assim que chegaram a varanda.
— Tirem as botas, deixem aqui fora.
Os meninos olharam o pai sem entender, mas mesmo assim obedeceram.
Joshua já tinha uma boa idéia do que havia acontecido ali, e não foi só o chão encerado da varanda, e os vasos de flores espalhados pela mesma. Sara nunca estendia a roupa no varal por não alcançar e também não sabia fazer torta de pêssego. Logo Michael se juntou a eles e os três alcançaram a porta a abrindo e entrando na cabana.
— Tem alguma coisa cheirando bem! – Brian foi em direção ao fogão e começou a destampar as panelas.
— Papai... – Sara veio correndo se jogou nos braços do homem que a segurou por um momento sem entender – S-Sara... Você está...
— Limpa. – Michael constatou.
—Sim e Nathan penteou o meu cabelo. Fez uma trança como de uma princesa.
— Sim, filha está linda e de roupa nova também.
A menina sorriu com o elogio do pai.
— Quem é Nathan? – Mat perguntou inocente passando a mão na trança da irmã – E quem limpou a casa?
— Culpado.
Todos olharam para a porta da sala onde Nathan estava parado com uma mão para cima.
— Angel, e-eu...
— Não é Angel pai o nome dele é Nathan. – Sara falou ficando do lado do moreno e o puxando pela mão para que se aproximar.
— Por que isso agora? – Joshua perguntou curioso.
Nathan engoliu em seco olhando para aquele peito bronzeado e definido que se mostrava por sobre a camisa xadrez aberta, ele era quente. Nathan sentiu suas bochechas aquecerem então desviou o olhar do maior indo em direção ao fogão, porém antes respondeu a pergunta do fazendeiro.
— Eu não estou mais na Maison de Plaisirs e como Angel é nome que me conheciam por lá... eu achei melhor esquecê-lo, quero dizer...
— Seu nome verdadeiro é Nathan? – Joshua perguntou
— Sim
— Então está decidido, todos o chamaremos de Nathan, pois foi o nome que seus pais lhe deram.
Nathan escutou um sonoro “sim” vindo das crianças e sentiu seus olhos encherem de lágrimas, voltou-se para as panelas para disfarçar.
— Nathan estamos com fome. – Brian falou retirando uma faca de detrás do cinto, mas quando ele ia enfiando a mesma na carne Nathan disse firme:
— Nada disso, todos vão se lavar antes do jantar. – Brian lhe lançou um olhar fulminante. – Pra quê se amanhã voltaremos a nos sujar.
— Questão de higiene. Eu e Sara já estamos limpos.
A menina balançou a cabeça afirmativamente assim que o pai a colocou no chão.
— Ah... precisamos mesmo estamos com fome e se formos nos lavar só vai demorar mais para comermos. – Mat disse já sentado na mesa.
Nathan olhou zangado para os quatro.
— Ninguém come enquanto não se lavar.
Joshua pensou se aquilo tudo era mesmo necessário, mas não queria discutir a comida cheirava bem. Ele se levantou e pegando o sabão que Nathan estendia e a toalha, rumou para fora da cabana até a bomba da água, não precisou dizer mais nada para que os filhos o seguissem, afinal um gesto falava mais do que mil palavras.
Logo depois eles estavam de volta, todos devidamente limpos. Sentaram-se a mesa juntamente com Sara, enquanto Nathan colocava sobre a mesa uma travessa com a carne e batatas, uma menor com o molho, depois outra com o arroz colorido e uma jarra de limonada.
Rapidamente Nathan viu os meninos atacarem a comida sem nem mesmo esperarem ele se sentar. Munido de toda a sua paciência ele se sentou servindo ele e Sara, com o pouco da comida assim que teve a chance, ele calmamente colocou a comida no prato da pequena e depois no dele. Ensinou a menina a segurar os talheres e explicou como ela deveria mastigar o alimento. Logo sua atenção foi direcionada aos meninos que, quando não estavam tacando comida um nos outros atiravam pedaços de carne para os cães que circulavam em volta da mesa. Ele balançou a cabeça em negação, aqueles meninos vivam como animais. Sentiu-se estranho diante daquela cena, como se fosse sua responsabilidade, como se devesse fazer algo a respeito, foi quando ouviu a voz firme ordenar que os cães saíssem, o que os animais rapidamente obedeceram. Joshua se voltou para os filhos ordenando-os a comer sem desperdiçar a comida. Ele lançou um olhar para Nathan que sorriu com o gesto do maior e se concentrou no próprio prato.
O que o moreno não sabia, era que cada gesto seu era observado e analisado pelo fazendeiro, desde o cuidado com a filha na mesa até as janelas limpas. Sim Joshua era um homem observador, talvez por isso tivesse se apaixonado a primeira vista por Nathan, porque ele tinha conseguido enxergar o coração do moreno e não somente o belo corpo, que sabia atrair vários homens. Um coração ferido, mais acima de tudo um coração que precisava ser cuidado e amado. Estava decidido ele queria Nathan, não só para cuidar de sua casa ou dos seus filhos, ele o queria por que quem mais precisava ser cuidado era o jovem tal neo.
— Hum... É a melhor comida que já provei. Melhor que a do Brian. – Michael disse enfiado mais uma colherada na boca.
— Eu também acho. – concordou Mat.
— Me passe o molho filho. – Joshua pegou a travessa de molho e despejou uma boa quantidade sobre a carne em seu prato – Como fez esse molho, Nathan?
— E como fez para a carne ficar macia. – Brian perguntou enchendo mais um copo com limonada.
— Não pode ficar mexendo muito a carne e só assar ela um lado de cada vez na panela. E o molho eu apenas misturei um pouco do vinho que achei na despensa com o caldo, que a carne ia soltando.
— Está perfeito. – Joshua sussurrou para que somente Nathan escutasse.
Nathan sorriu tímido. Nunca tinha recebido um elogio, então era estranho.
— Não vão comer a sobremesa? – Sara falou quando viu os irmãos se levantando.
— Sobremesa?!
— Sim, Nathan fez torta de pêssego.
— Serio?! Essa é a preferida do papai. – Brian voltou a se sentar a mesa sorrindo para o pai.
— Verdade?! Não sabia...Então espero que esteja ao seu gosto.
Nathan retirava os pratos com a ajuda de Joshua. Ele estava colocando os pratos na pia, quando sentiu o corpo quente de Joshua as suas costas.
Meus Deus ele realmente é quente...
— Tenho certeza que vou adorar assim como todo o resto. – ditou a voz grossa no ouvido de Nathan fazendo os cabelos da nuca eriçarem.
Nathan se virou e seu nariz por pouco não tocou o tórax do maior, já que ele era alguns centímetros menor.
— Eh... sobremesa...- Levantou a torta entregando a Joshua que colocou na mesa e junto com os filhos se serviu, Nathan ficou observando todos sorrirem apreciando a sobremesa, sentiu-se bem.
E como se fizesse parte de daquela família se sentou ao lado de Sara e acompanhou a todos ouvindo sobre como eles consertaram a cerca e como Joshua tinha matado mais um cervo. E assim se passou o resto da noite até que todas as crianças foram para o sótão onde dormiam.
Nathan esquentou um pouco de água e passou um café, servindo uma caneca para Joshua que estava sentado próximo a lareira lendo um livro. Nathan sentou-se em uma poltrona em frente ao fazendeiro e sem tirar os olhos de sua caneca, sorveu alguns goles.
— Obrigado.
O moreno ergueu os olhos vermelhos e encarou o homem a sua frente.
— Por tudo, há muito tempo eu e as crianças não tínhamos um jantar tão bom e delicioso.
— A vida pode ser difícil, às vezes.
Havia uma espécie de tensão no ar. O coração de Nathan estava acelerado enquanto as pálpebras de Joshua palpitavam sem controle, indicando que sua pulsação estava também fora do normal.
Os dois continuavam se encarando.
— Fica.
— Não posso.
— Por que?
— É complicado.
Joshua suspirou e levantando foi até a lareira e começou a mexer o fogo com um atiçador.
— Sabe Nathan, só vai ser complicado se você quiser. O amor não é complicado, nós é que complicamos.
— Então... Você me ama?
O castanho se levantou e o fogo da lareira contra o seu corpo formou uma aura vermelha mostrando toda a vitalidade daquele corpo escultural, parecia que ele emanava energia sexual, um deus da sensualidade.
Ele se curvou sobre a poltrona onde Nathan estava e quando seus lábios estavam próximos apalavras saíram doces para Nathan.
— Mas do que a mim mesmo.
Nathan sentiu seus lábios serem tomados com urgência e sem reservas. A língua quente pediu passagem através de sua boca e ainda assustado com aquela invasão ele se permitiu ser devorado, por uma língua atrevida que ansiava por decorar cada canto de sua boca. Os gostos de café se misturaram, as mãos agora desocupadas começaram a percorrer pelos corpos. Beijavam-se com paixão deixando explodir todo o desejo e necessidade que sentiam. O castanho segurou o menor o trazendo para o seu colo, fazendo com que Nathan cruza-se as pernas em volta de sua cintura. As bocas se separaram quando Nathn foi depositado na cama de casal do quarto de Joshua. O castanho se apossou do pescoço de Nathan onde distribuía várias chupadas.
Ah... o que estou fazendo? Não tem problema Nathan amanhã mesmo você irá embora será só uma noite... – Pensava o tal neo em meio a caricias. – Não posso... eu..
— Você... – Joshua massageava o membro no menor enquanto o olhava com luxuria.
— Ahhh... que se dane... – Nathan puxou o fazendeiro para mais um beijo quente e nem percebeu como suas roupas foram retiradas.
Então ele levou as mãos até a camisa xadrez de Joshua e com um puxão a abriu arrancado todos os botões com o gesto brusco. O peitoral e abdômen definido estavam a mostra, fazendo o menor arfar, diante da visão.
Joshua sorriu ao ver a expressão na face rubra, gostava de ver o desejo nos olhos vermelhos e melhor ainda saber que ele provocava-o. ele enlaçou as mãos do menor que estava acima da cabeça e começou outro beijo suave querendo aproveitar cada momento, desceu pelo pescoço, agora marcado e pela barriga delgada, passando a língua nos pêlos que tinha ali, até que chegou no falo de tamanho mediano que já estava ereto. Beijou a ponta da glande com carinho para depois passar língua por toda a extensão do membro rosado.
— Aaaahhh... – gemeu arrastado arqueando as costas e jogando a cabeça contra o travesseiro.
Joshua não parava de olhar as reações de Nathan enquanto chupava com gosto o seu pênis fazendo vez ou outra, barulhos obscenos. A boca de Joshua trabalhava no sexo do tal neo, proporcionado um prazer absurdo. Sentia esparmos percorrer por todo o seu corpo o fazendo torcer o lençol da cama enquanto se segurava para não gozar da boca do outro.
— Josh...huummm... eu... Ahhhh...
E com uma expressão que Joshua achou maravilhosa o moreno se desfez dentro da sua boca, ele provou todo o liquido branco.
Nathan ficou deitado tentando respirar enquanto Joshua em pé ao lado da cama retirava a calça e cueca, ficando nu também, o que trouxe Nathan a realidade quando ele viu o tamanho do que teria que enfrentar.
— Gostou?
Ele perguntou enquanto subia sensualmente sobre a cama deitando entra as pernas de Nathan. Ele começou a friccionar uma ereção contra a outra fazendo o menor gemer alto.
— Não temos lubrificante, mas prometo ir devagar. – Falou ao ouvido do moreno para depois ceder vários beijos em seu rosto – se vira, fica de bruços.
Nathan a principio não obedece, pois se lembrava que suas costas deviam estar marcadas.
— Não se preocupe...
Ele achou confiança no olhar do maior que lhe sorria com carinho e se virou. Sentiu as mãos calejadas passarem por suas costas, depois dois braços fortes lhe abraçarem por trás.
— Eu quero que fique comigo.
Voltou a beijar o pescoço e costas de Nathan que começava a se sentir um canalha por esta usando aquele corpo maravilhoso, somente para matar um desejo, pois era assim que pensava já que planejava ir embora na manhã seguinte.
Foi tirado de seus pensamentos quando uma língua atrevida invadiu seu orifício com movimentos circulares e chupando de uma forma como se fosse devorá-lo. Ele se contorceu e gemeu quando sentiu dois dedos dentro de si, após algum tempo.
Joshua voltou a beijar as costas de Nathan.
— Se doer me fala.
Nathan enterrou a cabeça no travesseiro estava ansioso para ser tomado por aquele homem e mesmo que eles não fossem mais ser ver, teria com certeza uma ótima recordação.
Joshua posicionou seu mastro duro em frente a entrada rosada e piscaste e lentamente começou a entrar, arrancando gemidos do tal neo. Consciente do seu tamanho o fazendeiro sempre parava distribuindo carinhos pelo corpo esguio quando via que ele estava mais relaxado continuava com a penetração, até está completamente dentro daquele lugar quente que aos poucos ia se abrindo para acomodá-lo.
Nathan respirou fundo, esperando que aquela dor inicial desse lugar ao prazer, sentia sua entrada queimar... mas não queria parar, era seu desejo esta com aquele homem, pela segunda vez em sua vida estava com alguém por que queria, por sua própria vontade. A dor começou a dar espaço para o prazer e logo Nathan movimentava-se levemente em busca de mais contato.
Joshua atendo ao sinal de Nathan começou a estocadas calmas, mas profundas, ele buscava o ponto certo e quando o achou.
Nathan gritou quando foi atingindo na próstata e teve que enterrar a cabeça no travesseiro para impedir que mais gritos saíssem e acabasse acordando as crianças. O prazer o estava levando a loucura.
Cada vez mais excitado ao se sentir-se dentro da pessoa que tanto desejava, o castanho começou a intensificar seus movimentos até que o entra e sai se tornou rápido, forte e preciso.
Ambos gemiam alto. Enquanto Nathan dizia palavras sem sentindo Joshua urrava como um animal no cio.
— Josh..ahaaaa.. mais forte... vai...
E depois de escutar a voz sexy do menor lhe pedindo para ir mais forte, o vaqueiro jogou dona a sanidade pelo ralo e segurando os quadris fartos do tal neo ele aumentou o ritmos da investidas, a ato se tornou quase violento, os corpos se chocavam, as bolas do castanho batiam nas coxas grossas de Andrew que jogou a cabeça novamente contra o travesseiro sentindo a cama ir mais e mais contra a parede. Nathan tinha a sensação que toda a cabana se movia. As mãos fortes envolveram seu membro iniciando uma masturbação no mesmo ritmo das estocadas e não demorou para que Nathan que estava no limite gozasse pela segunda vez, o melhor orgasmo que tivera em toda a sua vida. Logo Joshua veio também inundando a passagem apertada com a sua semente, o castanho sentia seu corpo estremecer e quando despejou tudo que tinha dentro do menor e caiu para o lado exausto e suado.
Nathan continuou deitado na mesma posição tentando recuperar o fôlego e as forças. Seus olhos pesaram, e foi quando mais uma vez uma par de braços muito forte o trouxeram para mais contato com o corpo quente. Ele abriu os olhos e contemplou os verdes o fitando com devoção.
— Eu te amo!
Nathan não conseguiu dizer nada. Engoliu em seco e fechou os olhos fingindo que pegara no sono. Esperaria o maior dormir para pegar suas coisas e dá o fora dali. Assim sem despedidas, seria melhor para todos. Afinal ele também estava amando aquele homem e seus filhos e justamente por causa desse amor não poderia ficar mais nem um dia naquele lugar. Mas logo o cansaço do dia veio sobre o jovem tal neo fazendo com que suas pálpebras pesassem de sono. E embalado pelos carinhos e o calor do corpo que o fez se sentir amado ele não mais resistiu e dormiu.
Fale com o autor