Redenção Tomione
15 EU TE AMO PARTE I
Notas iniciais
Olá melhores leitores de all the world! Nossos sinceros agradecimentos à e todas que estão sempre por aqui. E em especial a :D
Thalessa Ketlen Black Malfoy e Ella Phelps pelas duas recomendações maravilhosas enfim o niah liberrou né ella rsrs.
Mas minhas lindas são 35 leitores, acho que dá pra ter mais recomendações, não é?! rsrsrsrs Amamos mesmo vocês!***
Pois eh, sei que foi um longo tempo até que eu postasse isso para vocês e peço perdão por isso. Estou mudando algumas coisas na fic, dando novos detalhes e novos rumos porque estou pensando em escrever a sua continuação. Tudo isso porque vcs são as melhores leitoras do mundo rsrsr.
Eu quebrei o capítulo em dois novamente, porque era um caminho muito longo para tão somente um capítulo! Mas, uma vez que estou de bom humor, eu decidi dar-lhe ambas as partes de uma só vez! Como forma de pedir desculpas pela demora também. Espero que compense a espera! Este capítulo vai ficar um pouco mole no final, mas gostamos desse jeito!. Esperamos não soar clichÊ com nada disso, mas se eu soar, então por favor nos perdoem (na verdade Debby e safi(eu) amamos coisas piêgas e doces aposkapo) Amamos vocês!
— Ugh... Onde estou? — Tom gemeu. Ele estava certo de que ele estava deitado em uma cama só que ele não tinha certeza de onde estava. Ele teria aberto os olhos, mas sentiu-se muito pesado e ele preferiu mantê-los fechadas para o momento. Sentia seu corpo moído e dolorido como se um trator trouxa houvesse passado por cima dele. Talvez o Ernesto tivesse realmente feito isso e passado com o Nôitebus em cima de Tom.
— Você está na ala hospitalar, Tom. Como você está se sentindo? — uma voz suave perguntou em seu ouvido.
Tom arrepiou-se e sorriu ao reconhecer imediatamente aquela voz que o preenchia de todas as maneiras boas possíveis, mas seus olhos permaneceram fechados.
— Ei, Hermione... — ele disse suavemente. — Eu me sinto como se um balaço houvesse atingido a minha cabeça um milhão de vezes.
Hermione deu uma risadinha. — Pelo menos você está falando e formando pensamentos coerentes. Você pode abrir seus olhos? — ela perguntou gentilmente.
Tom agitou os olhos por um momento antes de abri-los completamente. Ele foi saudado com o rosto de Hermione bem próximo ao seu e o seu olhar estava cheio de preocupação.
— Oi... —. Tom disse suavemente, dando-lhe um sorriso caloroso.
— Oi... — Hermione respondeu, premiando-o com o mesmo sorriso.
— A sua cabeça ainda dói muito? — ela perguntou em voz baixa.
— Um pouco — ele encolheu os ombros ligeiramente. — Mas eu vou viver pra contar o conto.
— Tom, você está acordado!! — Ron gritou.
Ele e Gina estavam sentados em uma mesa próxima jogando pôker de bruxos quando de repente Ron olhou para a cama e viu Tom com os olhos abertos. Ele e Hermione haviam falado tão baixo que Rony e Gina ainda não tinham notado que ele tinha acordado.
— Ron —, Hermione sussurrou baixinho — Mantenha a voz baixa! Lesões na cabeça deixam uma pessoa muito sensível a ruídos altos.
— Eu não estou sensível. — Tom disse defensivamente. Como o sonserino que era, odiava demonstrar qualquer tipo de fraqueza.
— Ah, é mesmo...? Bem, então eu acho que se eu falar assim NÃO DEVE TE INCOMODAR! — Hermione gritou as quatro ultimas palavras e Tom encolheu-se enquanto esfregava a cabeça.
— Okay, então talvez meus ouvidos estejam um pouco sensíveis. — ele olhou para ela. Hermione sorriu com gosto e piscou para ele.
— Como você está se sentindo Tom? — Gina perguntou enquanto ela e Ron caminharam até ele.
— Melhor. — Tom sorriu. — Esperem um minuto, — disse ele, de repente ao olhar ao redor da enfermaria, — Onde está o Harry?"
— Ele está com Dumbledore. — Hermione disse a Tom. — Ele foi capaz de recuperar-se um pouco mais rápido do que você porque seu corpo está, digamos que... habituado a esse tipo de dor. — ela disse a ele com tristeza. Então seu rosto ficou muito triste e a preocupação encheu seus olhos.
— O que foi exatamente isso? — Tom perguntou, enquanto sentava em sua cama.
— Voldemort sabe Tom. Ele sabe sobre você estar aqui.
— Bem, eu havia percebido imediatamente a partir do momento em que ele estava falando através de Harry.
— Você se lembra, então? — Gina perguntou. — Você se lembra o que aconteceu no Grande Salão?
— Infelizmente eu lembro. — Tom respondeu aparentando indiferença e superioridade, mas por dentro temeu pelas ameaças odiosas do monstro que ele seria no futuro. Ele ficou um tempo pensando sobre isso, pensando em como tudo saiu de seu controle, pensando sobre toda maldade que acumulou-se em seu coração, mas agora, naquele momento, depois de conhecer amigos de verdade, depois de conhecer a castanha, então tudo se transformou. Algo novo queimava dentro dele, algo que ele nunca antes havia vivenciado.
— É meio difícil de esquecer algo assim Gina. — em seguida, Tom se lembrou de algo, ou melhor, alguém.
Onde está Bailey? — ele perguntou preocupado. — Ela está bem?
— Ela está bem Tom... — Hermione disse a ele. Havia um lampejo de ciúme em seus olhos, mas a castanha logo recompôs sua expressão.
— Ela ficou muito perturbada quando viu você em tanta dor e agonia e Dumbledore ordenou a um dos professores que a levassem para que ela pudesse se acalmar. Foi-lhe dada alguma poção de sono sem sonhos e então a enviaram para seu quarto para que ela descansasse.
Tom ficou muito triste ao ouvir isso. Bailey era uma menina tão doce e ela não merecia ser arrastada para tudo isso.
— Falando de Bailey, — Ron falou arrastadamente para Tom — De quem Harry estava falando? Você sabe, quando ele estava possuído por você-sabe-quem... Ele falou sobre como você deseja alguém, mas ele não estava olhando para Bailey quando ele disse isso... Ele estava olhando para... Bem, para você Hermione. — Ron redirecionou a sua pergunta confusa para a castanha.
Hermione lançou um rápido olhar para Tom e viu que ele estava olhando para ela atentamente. Ela olhou para longe dele e olhou para Rony que estava olhando para ela com desconfiança.
— Eu... Eu... Eu não sei por que ele estava olhando para mim, Ron. Talvez... Talvez ele apenas disse todas essas coisas para que Tom ficasse louco ou algo assim?
Ron olhou para todos, mas não estava convencido. Ele trouxe seu olhar sobre o de Tom e olhou para ele com o mesmo olhar de acusação em seus olhos. Tom desviou o olhar dele e em vez de encarar o amigo ruivo focou toda a sua atenção sobre o cobertor que estava espalhado sobre ele.
Ron sentou-se ali, olhando de Tom para Hermione e vice-versa. Ele olhou para sua irmã e viu que ela parecia tão culpada quanto os outros dois estavam. Sua própria irmã tinha conhecimento daquilo e sequer havia lhe contado. Ele se perguntava se Harry sabia também e percebeu que se Gina sabia, então provavelmente o seu melhor amigo também saberia.
Hermione viu o olhar de compreensão nos olhos de Rony e ela soltou um gemido suave. — Ron ouça, não é o que você está pensando, okay? Tom e eu não estamos juntos. Nós somos apenas amigos. — ela tentou explicar. Ron não estava nem olhando para ela, em vez disso ele tinha o olhar fixo sobre Tom, que estava agora a olhar para ele também.
— Isso aconteceu antes ou depois de Bailey? — Ron perguntou. Sua voz soava monótona e enervou instantaneamente a Gina e Hermione. A parte sonserina de Tom queria encarar aquele desafio, mas ele não queria se desentender com seus novos amigos, ainda mais por algo que realmente não existia. Ele não estava com Hermione. Ele não estava porque foi assim que ela quis.
Tom engoliu em seco e respondeu-lhe com voz firme.
— Ron, Hermione e eu não estamos juntos. Eu não vou mentir e dizer que eu não tenho sentimentos por ela, mas tínhamos decidido que isso... nunca funcionaria, nunca daria certo. — Tom tinha alguma dificuldade em dizer isso, mas ele continuou com voz firme.
— Comecei a sair com Bailey depois que tudo isso aconteceu. Eu precisava para seguir em frente.
— Você está usando Bailey, então? — Ron perguntou na mesma voz sem vida.
— Não! Eu me importo muito com Bailey, Ron. Eu estou tentando que dê certo e...
— Mas você mesmo disse que você tem sentimentos por ela. — Ron interrompeu Tom. Ele acenou com a cabeça para Hermione quando disse ela, ele não queria falar o nome dela no momento.
— Eu tenho Ron, mas eu estou tentando...
— Diga-me, como é que Bailey vai se sentir quando ela acordar daqui a pouco? Ela ouviu tudo o que Harry disse também. Ela vai saber sobre seus verdadeiros sentimentos. Ela vai se machucar.
Tom e Hermione desviaram o olhar de vergonha. Bailey ia ser prejudicada por isso de qualquer maneira...
— Isso é o suficiente Ronald! — Gina disse-lhe bruscamente. — Quem você pensa que é para fazê-los se sentir culpado? Eles não fizeram nada errado e Tom está tentando dizer-lhe que ele não está com Hermione e ainda assim você insiste em fazer uma tempestade com isso! Basta Ronald!
— Por que nenhum de vocês me contou sobre isso antes?! — Ron perguntou, ignorando os protestos de sua irmã para que ele calasse a boca.
— Só porque você é muito lento para não ter percebido nada até agora, isso não significa que você tem o direito de ficar com raiva de nós por causa disso. — Gina disse-lhe com força.
Ron olhou para sua irmã e então de repente ele se levantou de seu assento ao lado da cama do Tom. Ele olhou para Tom e, em seguida, ele finalmente olhou para Hermione.
Seus olhos estavam regados com lágrimas não derramadas que ameaçavam cair a qualquer momento e ela estava olhando para ele com pesar e dor gravados em seu rosto corado pela vergonha e pela expressão hostil de seu amigo.
— Eu não preciso de sua piedade Hermione. — Ron cuspiu. — Espero que você e Tom desfrutem do seu tempo juntos — sua voz voltou ao som monótono que era antes. — Eu me pergunto o que você vai fazer quando Tom for enviado de volta... Porque você sabe... Ele será enviado de volta.
— RON VOCÊ É UM IDIOTA! — Gina gritou para o irmão. — Você não tem o direito de ficar bravo com Hermione porque gosta dela. Você foi lento para tomar qualquer decisão Ron!
Ron simplesmente a ignorou quando ele se virou nos calcanhares e saiu em direção às portas.
Hermione, que tinha estado tão perto de chorar antes, já tinha um fluxo constante de lágrimas escorrendo pelo seu rosto. Não era o fato de que Ron estava tão chateado, embora fosse uma parte importante disso. Foi o fato de que ele havia lhes contado a verdade. Tom ia ter de voltar um dia... E ela não sabia o que faria sem ele.
Assim quando Ron chegou à porta, Harry entrou com um sorriso caloroso no rosto. Um olhar para Ron, no entanto, limpou o sorriso logo em seguida.
— O que há de errado? — Harry perguntou. Ron não disse nada e apenas passou por ele porta afora.
Harry olhou para o quarto e ficou aliviado ao ver que Tom estava sentado na cama, mas seu alívio foi de curta duração.
Tom e Gina estavam reconfortando Hermione que estava chorando baixinho na beira da cama de Tom. Gina estava no chão, agachada ao lado dela enquanto Tom estava sentado em sua cama, com o rosto perto do dela e corria os dedos pelos seus cabelos com ternura.
— O que aconteceu? — Harry perguntou enquanto ele andou até a cama de Tom.
— Ron. — Gina resmungou com raiva. — Ele finalmente percebeu os sentimentos de Tom e Hermione quando prestou atenção ao que Voldemort disse acerca de Hermione.
Harry suspirou e se sentou ao lado de Hermione. Ele estava se perguntando por que aquele acontecimento tinha que ocorrer justamente naquele momento? Por que isso tem que acontecer quando havia tanta coisa de ruim acontecendo? Ele sabia que teria que esperar para contar-lhes tudo sobre a profecia, porém, ele não tinha a intenção de falar sobre aquilo naquele instante.
— Hermione... Você está bem? — Harry perguntou baixinho. Hermione olhou para ele e balançou a cabeça. Harry sentiu o coração partido ao vê-la assim. Ela parecia tão confusa e tão perturbada com o que estava acontecendo, ela não deveria ter que lidar com todo o mau humor e acusações de Ron.
— Oh Hermione. Você sabe como Ron é... Não o deixe te atingir assim. Ele está possesso de ciúmes. — Harry disse a ela. — Você se lembra de como ele agiu comigo e com o Torneio Tri Bruxo? E ainda somos melhores amigos. Você sabe como ele pode ficar um pouco levado, às vezes.
Hermione lhe deu um pequeno sorriso e afastou algumas lágrimas. — Eu sei Harry. Eu não acho que Ron vai ficar chateado muito tempo com Tom e eu.
— Ah, então é Tom e eu agora? — Harry brincou.
Gina soltou uma risadinha pequena e Hermione olhou para Tom, que estava sorrindo para ela.
Quando Hermione estava prestes a dizer algo de volta para Harry, as portas de enfermaria se abriram novamente. Bailey entrou na ala hospitalar com um olhar angustiado.
Gina gemeu baixinho e olhou para Hermione, que estava com um olhar deprimido ao ver a loira escultural.
Bailey estava olhando para Tom com uma determinação mole em seus olhos, enquanto Tom deu-lhe um olhar que claramente disse 'sinto muito'.
Harry limpou a garganta e se levantou. — Nós vamos hum... Dar privacidade a vocês. — Gina levantou-se rapidamente e Hermione fez o mesmo.
— Vamos vê-lo no Salão Comunal daqui a pouco. — Harry disse a ele. Tom assentiu com a cabeça e viu quando o grupo de amigos passou por Bailey indo em direção à saída. Ela ficou onde estava e, silenciosamente, olhou para ele.
— Por favor, venha até aqui querida... — Tom disse-lhe baixinho.
Bailey hesitou por um momento, mas, em seguida, caminhou até a cama do Tom e sentou-se na borda da mesma.
Tom olhou para seu rosto bonito e esperou que ela dissesse alguma coisa, pois ele não sabia exatamente o que dizer.
— Como está se sentindo? — ela perguntou em voz baixa. Tom poderia dizer pela forma como sua voz soava rouca que ela tinha chorado não havia muito tempo, e uma expressão de dor tomou conta do seu rosto. O que estava acontecendo com ele? Ele já podia sentir a mudança irreversível que aquele tempo causara nele. Toda a frieza e solidão foram varridas de seu coração, exorcizadas como os demônios que era. Ele não queria mais as trevas, não depois de conhecer a luz.
— Muito melhor, obrigado — disse ela gentilmente. — Como você está se sentindo?"
Ela deu de ombros e continuou a olhar em seus encantadores olhos acinzentados e brilhantes. Seu rosto ficou muito pensativo quando ela olhou para Tom. Bailey levou a mão ao rosto do garoto lindo e traçou com um dedo o seu perfil. Tom fechou os olhos gostando do suave toque de seus dedos macios e levemente trêmulos.
— Você tem um rosto tão bonito, Tom. — ela disse-lhe baixinho. — É tão maduro e tão jovem ao mesmo tempo. É prefeito. — ela deixou os dedos arrastarem-se lentamente até seus lábios e ela traçou uma carícia sobre eles enquanto continuava a falar em seu tom sussurrado.
Tom abriu os olhos devagar e o olhar que ele deu a ela teria derretido até mesmo o mais frio dos corações. Seus olhos absolutamente gritavam com pesar e ele pegou a mão dela que estava em seu rosto e ele deu um beijo suave na palma das mãos da garota. Ela arrepiou-se com o gesto.
— Eu não mereço você. — ele disse a ela com a sua voz carregada de emoção. — Bailey, eu...
Ela colocou um dedo sobre os lábios para detê-lo. — Eu realmente não quero chorar mais Tom, então, por favor, deixe-me dizer isto e seguir o meu caminho. — Tom assentiu com a cabeça e esperou que ela falasse tudo o que precisava.
— Eu não sei o que aconteceu hoje, com Harry e com você, mas tenho certeza do que ele estava falando. Quem possuiu Harry eu realmente não quero saber, embora no fundo tenha uma ampla idéia. Ele estava falando sobre Hermione não era?
Tom assentiu com a cabeça levemente e desviou o olhar dela. Ela não imaginava que ele era o próprio Tom no futuro. A parte mais negra de seu coração, a parte demasiadamente ambiciosa e que não respeitava nenhum ato de amor, pois até antes de ir para a Hogwarts do futuro, ele simplesmente não entendia o que era aquele sentimento. Não até conhecer Hermione.
Bailey sorriu para ele. — Você realmente a ama Tom? — Bailey perguntou em voz baixa.
Tom sentia que seu peito ia explodir por todas as emoções que estava sentindo. — Eu... Eu... — ele nunca tinha dito que ele amou alguém antes em sua vida, embora soubesse que era o que ele sentia por Hermione.
— Tom, você a ama? — ela perguntou um pouco mais forte.
— S-sim Bailey, — ele disse-lhe baixinho. — Eu a amo.
Ela sorriu para ele novamente e inclinou-se mais perto dele.
— Então diga isso a ela Sr. Riddle. — ela sorriu. Ela trouxe seu rosto bonito até o de Tom e deu um beijo suave em seus lábios... que ele retribuiu. Ele sabia que era uma espécie de beijo de adeus. O beijo era suave, sem pressa, lento. Bailey ofegou um pouco e Tom resolveu parar delicadamente o beijo.
— Bailey... — Tom disse suavemente. — Eu não quero que você pense que te usei... O que aconteceu entre nós dois...
— Eu quis aquilo Tom. Foi minha escolha. — ela sorriu corando. — Não se sinta culpado. — ela sorriu sinceramente e suspirou ao lembrar-se da única noite em que passaram juntos e em como Tom havia sido o melhor e mais experiente rapaz com quem ela já havia se deitado e a tinha levado a sentir sensações que ela não sabia que era capaz de sentir.
— É melhor eu ver vocês dois namorando em breve ou então eu vou ficar muito, mas muito brava mesmo! — ela disse enquanto se levantava.
Ela se levantou para ir, mas Tom a deteve gentilmente pelo braço.
— Bailey... É melhor você me pedir permissão antes de começar a namorar com qualquer outro garoto. — ele sorriu brincalhão. — Eu quero verificá-lo e ter certeza que ele não é um cretino.
— Como você? — Bailey deu uma risadinha. Tom sorriu de lado.
— Eu prometo Tom. Você será o primeiro a saber! — ele soltou a mão dela e viu seu cabelo loiro e longo farfalhando até virar a porta e desaparecer de sua visão.
Ele se sentiu horrível por fazer isso com ela e ao mesmo tempo, ele sentiu que queria gritar de felicidade.
Ele amava Hermione! Ele a amava tanto que quase o deixava enjoado.
Havia apenas um problema... Como, por mil diabretes ensandecidos, ele iria dizer a ela que a amava?
Notas finais
Não matem Ron, amo esse ruivete.
Tom é lindo, não é?
Comentem e recomendem! (isso alegra nossos peuenos coração)
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