Redenção

22 Capítulo 21


Notas iniciais
Mas um capítulo para vocês... Boa leitura!!!
Contém limão...

Capítulo 21



“Dias ruins são necessários, para os dias bons valerem a pena...”


— B-Brian...

— Sim.

— Não podemos. – Nick se contorceu nos braços do loiro que o prensava contra uma árvore, eles estavam aproveitando o fim do dia na cachoeira da fazenda entre beijos e caricias, quando Brian começou a esquentar as coisas entre eles.

— O que não podemos? – O loiro perguntou beijando o ventre magro do namorado enquanto que com as mãos descia do short molhado. Os dois tinham acabado de sair do rio estavam ensopados e a brisa fria do fim do dia soprava sobre os corpos seminus.

— Isso, somos... aahhh... Você me enlouquece. – Gemeu o menor quando teve seu falo envolvido pelos dedos frios do maior.

Brian sorriu ao ver o namorado fechar os olhos e encostar a cabeça no tronco da árvore. Ele passou uma das mãos sobre as cochas lisas e delgadas do tal neo enquanto que com a outra mão se preparava para abocanhar o pequeno pênis.

— Não se preocupe você vai gostar disso. – Brian acomodou-se melhor, de joelhos entre as pernas do menor que permanecia de pé encostado a grande árvore. Lembrou-se da conversa que teve com seu pai Joshua e tratou de demonstrar que prestou bem atenção nos ensinamentos do pai.

O loiro apertou com cuidado a cabeça rosada em forma de cogumelo passando o polegar pela pequena fenda, sorriu ainda mais ao escutar o gemido languido de Nick, então vendo que estava no caminho certo, lambeu toda a extensão do membro semi-ereto para depois introduzi-lo por inteiro em sua boca.

— Brian! – Gritou o moreno fechando as mãos em torno dos fios dourados. Ele olhou para baixo e pode entrar me contato com o olhar flamejante de Brian, seu namorado o desejava. Fechou novamente os olhos se desfazendo de todos os pensamentos e ficou a aproveitar o momento. Por mais maluco que aquilo fosse.

Brian segurou forte as pernas do tal neo e começou a sugar o pênis do outro como se fosse a melhor coisa que já havia provado, seus lábios grossos envolviam o sexo agora endurecido chupando, lambendo e sugando tudo do mais novo que a cada movimento inesperado de Brian gemia mais alto.

— Aahhh... B-Brian eu estou quente... aahhh... Faz de novo, isso é bom – Gemeu arrastado a ultima fala.

Brian atendendo ao pedido do moreno, intensificou a felação, algo o incomodava no meio das pernas então ele para se aliviar começou a se masturbar ferozmente, queria gozar junto com o namorado. Continuou com os movimentos rápidos e incessantes coma boca e com a mão até que sentiu o gosto do namorado invadir sua boca.

Nick não aguentando se desmanchou por completo na boca do loiro, que tomou tudo não desperdiçando uma única gosta do sêmen do menor, sentido seu próprio corpo estremecer enquanto sua mão ficava suja devido ao seu orgasmo intenso. Seus momentos solitários de masturbação não se comparavam a está ali com o motivo de seus mais profundos desejos. Era diferente. Está só em sua cama imaginando Nick em seus braços, não se comparava a ter a presença do belo tal neo ali rendido a sua frente.

Nick não conseguindo se sustentar sobre suas pernas escorregou até sentar-se sobre a grama de frente para Nick que o encarava de uma maneira que comoveu o menor.

— Eu te amo, com todas as minhas forças. – declarou-se o loiro.

Nick ainda respirando rápido puxou Brian para perto de si e o abraçou com força.

— Eu também, eu juro que me guardarei para você. Você será o único a quem me entregarei. – Falou sincero o menor dos dois.

Brian se afastou e o beijou com carinho para depois passar o polegar sobre a bochecha corada a fim de limpar uma lágrima solitária que escorria.

— Eu nunca me senti assim antes. Você é a pessoa que tomou conta dos meus pensamentos e do meu coração. Eu dependo de você para respirar... Para continuar vivendo.

— Não se preocupe eu estarei aqui por você, pra sempre. Eu não trocaria nada por você.

Ambos sorriram enquanto as mãos acariciavam as faces jovens e corpos que aos poucos despertavam para o amor e o desejo.



♣ Redenção ♣



Alta horas da noite a fazenda Redenção dormia alheia aos acontecimentos do quarto principal. Nathan jogado sobre a grande cama de casal tinha a boca invadida pela língua faminta de Joshua enquanto suas roupas eram arrancadas de forma habilidosa e rápida.

Ele afastou-se dos lábios carnudos e virou o rosto para o lado.

— Joshua... Temos hospedes no quarto ao lado. Aahhh... – O tal neo mordeu a mão para abafar o grito de prazer ao ter seus mamilos sugados com maestria.

— Então geme mais baixo para não acordamos Luke e as crianças.- Falou voltando ao sugar os mamilos que já estavam inchados e depois passando a distribuir beijos por todo o corpo do esposo – Você sabe que eu não resisto a minha fome de ter você.

Nathan se contorceu em baixou do corpo musculoso do vaqueiro e segurou os ombros largos ficando as unhas ali quando sentiu dois dedos dentro de si.

— Jossshhh... AAhh.. p-podemos fazer quando eles forem para casa deles, depois que Kai e Steve voltarem. – Falou arrastado.

— Não posso esperar dois dias... – Falou passando as pernas de Nathan por sua cintura e tocando a entrada dele com seu pau duro. – Veja como você me deixa... – cutucou o local com a ponta amorenada do seu membro.

— Seu tarado... – Nathan resmungou antes de gritar ao ser invadido pelo marido grande e duro.

— Shii... Mais baixo. – Avisou Joshua se mexendo dentro do casulo apertado – Aí, vou eu, mais uma vez.

Nathan gemeu baixou quando o maior saiu e entrou novamente.

— Gosta disso?

Nathan corou e virou o rosto para o lado.

Joshua sorriu depois de um ano juntos Nathan ainda era tímido e corava fácil.

Nathan viu o corpo ser sacudido pelas investidas vorazes do marido e para evitar que mais gemidos fossem ouvidos pela casa pegou o travesseiro e jogou sobre o rosto, mas logo uma mão forte arrancou o travesseiro de sua mão e o jogou no chão.

— Não esconda seu rosto, gosto de suas expressões quando fazemos amor. – Falou em meio as estocadas.

Nathan ia dizer algo quando teve seus lábios tomados, o moreno sentia o pênis de Joshua pulsar dentro do seu corpo e o desejo percorreu todo o seu corpo enquanto o beijo foi ficando cada vez mais intenso, as línguas se encontrando e provando com intimidade e luxuria.

Nathan afastou-se dos lábios do marido em busca de ar, mas sem cortar o contato das peles, puxou ainda mais o maior para si e cruzou as pernas em volta das costas largas fazendo com que o membro túrgido se enfiasse mais em si.

Mais e mais intensas e rápidas as estocadas continuaram e com a insanidade tomando conta dos dois, ambos não ligavam mais com o barulho que os corpos se chocando, os gemidos e a cama sacudindo produziam e se faziam ouvir pela casa.

Foi quando um grito estridente saiu da boca de Nathan ao gozar de maneira absurdamente prazerosa, o som pareceu não encontrar saída do quarto e ricocheteou no corpo de Joshua que urrou de satisfação ao despejar toda a sua semente dentro do amado, que ainda convulsionava de prazer em seus braços.

O maior desabou em cima do moreno que permanecia com os lábios entreabertos a procura de ar e com as batidas do coração aceleradas, Joshua se permitiu ficar alguns minutos a escutar o som da vida, o som do coração do seu pequeno moreno, a pessoa que havia transformado a sua vida completamente.

Nathan passou a acariciar os fios castanhos do esposo, percebeu que ele ressonava. Saiu com cuidado debaixo dele e se aconchegou perto do peito forte, até que sem demoras adormeceu também.



♣ Redenção ♣


Nathan terminou de vestir Paul com cuidado, o pequenino encarava o Nathan com seus grandes olhos vermelhos e sorria, balançando as mãozinhas no ar. Na opinião do pai progenitor seu filho tinha puxado os genes de Joshua, apesar de ser um tal neo. O menino estava a cada dia mais parecido com Sara, até mesmo os cabelos antes castanhos estavam mais claros.

O moreno de repente levou seu pensamento até a pequena, que estava um tanto ausente nos últimos dias ou será ele que não tivera mais tempo para a filha desde que Paul nascera? A verdade é que Sara parecia o estar evitando, no começo ele pensou que era porque a menina estava entusiasmada com a companhia de Steve, que tinha o dom de lidar com crianças. No entanto há dias que a pequena não brincava com os gêmeos e o mais velho, quando se reunião para as refeições ela ficava estranhamente quieta. Em um estalo Nathan compreendeu a situação.

— Nathan seu idiota! – Falou para si mesmo tomando o bebê no colo – Vamos meu bem, tomar café da manhã e conversar com sua irmã.

Ele desceu as escadas, atravessou a sala em direção a cozinha. Como Luke e Nick estavam passando esses dias na casa grande, já que Kai e Steve tinham ido a cidade comprar mantimentos, Nathan não precisou se preocupar em preparar o café. Luke insistira em ajudar.

— Bom dia! – cumprimentou entrando na cozinha sentindo o cheiro do café – Todos dormiram bem.

— Todos quem? Ei, você e Joshua sabiam que tem crianças morando nessa casa? – Luke falou de mau humor sentando-se na mesa ao lado de Nick e Brian, que riam baixinho.

Nathan corou, queria que o chão se abrisse para ele se enfiar dentro.

— Ah... Desculpe... – falou sem graça – Onde estão os outros? – Perguntou tentando mudar de assunto, depois daria um jeito de castrar Joshua.

— O pai está na lida junto com Michael e Matt, Sarah eu não sei – Brian falou balançando os ombros e voltando sua atenção para a panqueca a sua frente.

— Acho que ela deve está na casa da árvore. – Nick informou – ela não quis tomar café.

— Sei... Luke pode ficar de olho em Paul pó algum tempo?

— Claro, Aidan ainda está dormindo. – falou pegando o bebê do braços de Nathan e vendo o outro preparar uma cesta com panquecas, bolo, frutas e suco. – Onde você vai?

— Ver alguém. – Disse sorrindo e saiu da cozinha com a cesta nas mãos.

— Esses dois, parecem dois animais no cio. – Luke resmungou olhando por onde o mais novo saiu.

— Olha quem fala. – Nick falou baixinho ao ouvido de Brian que engasgou de tanto rir.

Nathan deu a volta na casa e seguiu até o fim do quintal, seguiu até ao grande abacateiro que tinha em seus galhos forte uma pequena construção de madeira.

O tal neo ajeitou a cesta em um dos braços e segurou na escada com a outra mão enquanto subia os degraus, ao chegar na porta no piso da casa da árvore deu duas batidas de leve antes de colocar somente sua cabeça para dentro.

— Posso entrar? – perguntou para a pequena loirinha que vestia um vestido azul cheio de babados, seus cabelos estavam soltos e seu rosto vermelho. Pareceu a Nathan que Sara estivera chorando.

— Hum...

— Isso é um sim? Então estou entrando. – ele subiu o restando dos degraus e colocou a cesta no chão que era forrado com um tapete, olhou em volta e viu algumas bonecas jogadas ao lado, livros e alguns brinquedos. – Tem passado muito tempo aqui não é?

Vendo que amenina não olhava e nem parecia falar com ele. Resolveu mudar de tática.

— Sou que não tomou café da manhã, então como eu também não tinha tomado e não tinha ninguém para me fazer companhia resolvi te convidar. Aceita? – Falou abrindo a cesta e destampando uma vasilha que continha bolo de cenoura com cobertura de chocolate. O preferido de Sara.

— Por que não está com o seu filho de verdade ? – Sara perguntou irritada, para uma menina de nove anos ela sabia ser bem direta.

Nathan a olhou com curiosidade.

— Porque agora quero ficar com a minha filha de verdade. – Ele estendeu um pedaço de bolo para a menina emburrada que aceitou.

— Você não gosta mais de mim. – Falou fazendo bico e começando a chorar.

Nathan deixou a jarra de suco de lado e foi até a menina a abraçando.

— Meu amor quem te disse isso? Eu te amo você é minha princesa. – Falou alisando os fios longos e dourados.

— Mas, você e papai não brincam mais comigo só ficam no quarto com o Paul, rindo para ele, dizendo que ele é lindo... acho que não ou mais linda. Por isso não gosta...

— Ei, pare com isso você sempre será a mais linda da família. Ei, nós não te amamos por causa de sua aparência ou beleza exterior e sim porque você é nossa filha meiga, educada, amorosa. – Ele olhou dentro dos olhos verdes da menina – Você entende isso?

— Acho que sim. – Respondeu fungando.

— E Paul também a ama, afinal você é a irmã mais velha, aquela que tem que cuidar dele e protegê-lo quando eu e seu pai não estivermos por perto.

— De verdade? – Perguntou sorrindo.

Nathan alcançou uma escova de cabelo que estava em cima de uma mesinha e começou a escovar os fios sedosos.

— Sim de verdade. – O moreno trançou os cabelos loiros e amarrou um laço azul que tinha trazido. – Pronto está mais linda do que nunca, agora vamos comer estou faminto.

— Sim...

E assim eles passaram manha, depois que comeram Nathan brincou de boneca com a pequena depois eles arrumaram a casa da árvore, onde Sara fez ele prometer que colocaria um berço ali para Paul. Eles desceram animados e sorridentes e enquanto Nathan preparava o almoço Sara cuidava de Paul sempre debaixo do olhar cuidadoso de Nathan.

Logo todos se reuniram em volta da mesa para almoçar, Joshua contando como tinha retirado todas as armadilhas dos limites da fazenda. Os gêmeos peraltas, claro, não deixaram de aprontar começaram uma guerra de comida que se tornou incontrolável quando Luke e Nathan entraram na brincadeira.

A tarde caiu e junto com ela mais uma noite de tranquilidade chegou onde os barulhos característicos da fazenda se fizeram presentes e embalariam o sono dos moradores do lugar. Um uivo de um coiote foi ouvido ao longe. Mas não pareceu incomodar um casal que dormia abraçado, ou as crianças perdidas no mundo dos sonhos.

Logo um novo dia se iniciaria e com ele novos desafios...


♣ Redenção ♣



Joshua acordou e estranhou os cachorros latindo interruptamente. Ele se levantou da cama e olhou o relógio, o despertador não tocara e ele acabou dormindo demais. Viu que Nathan ainda dormia profundamente ao seu lado. Ouviu o barulho de carro estacionando e jogou a coberta para o lado.

— Droga! Quem será? Kai já teria voltado tão cedo?

— Joshua o que está acontecendo. – Nathan perguntou sonolento.

Joshua vestiu uma calça e beijou o rosto do esposo.

— Acho que Kai e Steve chegaram, continue deitado, vou ajudá-los. – Falou abrindo a porta e saindo do quarto.

— Aproveita e faz os cães pararem de latir. – Nathan resmungou voltando a fechar os olhos.



♣ Redenção ♣



O francês saiu de dentro do luxuoso carro. Olhou para a paisagem em volta que fazia sua cobiça aumentar ainda mais a grande extensão de terra, as imensas plantações a perder de vista e o rico rebanho de gado, fora a criação de pequenos animais. Tudo muito bem cuidado e que com certeza valia muito. Tinha investigado não somente os moradores da fazenda Redenção como também, tudo sobre o lugar, afinal precisava saber com quem estava lidando. Infelizmente não poderia tomar a fazenda do homem que ousou tocar no que lhe pertencia, pois a pouco tempo o homem chamado Joshua havia pago todos os débitos daquela terra com o banco.

Mas ele tinha um trunfo, a amizade com o senador tem seus benefícios e agora com seus favores cobrados ele teria de volta o que lhe pertencia e ainda um bônus extra. Olhou para o grande sobrado branco a sua frente e viu um homem belo e grande sair pela porta, o homem vinha vestido somente com uma calça jeans, tinha também os pés descalços e cabelos bagunçados parecia ter acabado de acordar. O homem bradou com os cães para que calassem e saiu da varanda em direção a eles. Dominique sorriu sua presa estava perto.

— Não façam nada sem eu mandar. – Dominique falou para os quatro seguranças que saíram de dentro de uma van e seguiu até a viatura do Xerife que o acompanhou.

— Xerife o que está acontecendo? – Joshua falou andando até o homem que estava acompanhado de mais dois engravatados.

— Bom Dia, Joshua há quanto tempo. – O oficial cumprimentou meio sem graça.

Joshua apertou a mão estendida e olhou para os dois homens ao lado do Xerife. Um usava óculos era baixinho e gordo, carregava uma pasta preta. O outro não contrastava com a cena ele era alto, magro, aparentava ter um pouco mais de quarenta anos, tinha o rosto fino e cabelos em um corte curto impecavelmente penteados e roupas que Joshua julgou sendo de grife, seu perfume também era forte. Seu semblante por alguma razão irritava o fazendeiro.

— O que faz aqui Xerife e quem são essas pessoas? – O castanho perguntou.

O oficial pigarreou e disse serio.

— Bem ,Joshua você sabe que tenho que cumprir com a lei. Esse é o senhor Bernard do departamento de justiça do estado, ele está aqui para garantir...

— ... Que a lei seja cumprida. – completou o homem de óculos.

— Está bem... Mas do que se trata? – Joshua perguntou não gostando da cara que o outro homem fazia era como se ele estivesse tripudiando-o.

— O senhor Dominique afirma que você sequestrou o filho dele e o mantém em cativeiro. – O xerife falou coçando a nuca sem graça.

— Como é que é? – Joshua perguntou confuso.


Continua....

Notas finais
Olha gente sinceramente esse bagunça textos do Nyah me tira do sério. Agente faz o texto bonitinho, formatado, parágrafos, espaçamentos. Aí quando chega aqui nessa budega esse programa idiota bagunça tudo. Aff...
Então desculpem por está tudo misturado no capítulo, mesmo assim espero que tenham gostado e lembrem-se eu não sou tão má dentro desse peito bate um coração...rsrsrsrsrs
Até o próximo.