Redenção
11 Capítulo 10
Notas iniciais
Não está betado nem revisado escrevi ontem de madrugada então desconsiderem a minha falta de intimidade com o português, pleaseeeee.
Contém limonada, apreciem com moderação..hehehehe
Capítulo 11
“Dia do Sexo é todo dia, todo dia eu pratico um dia sem sexo é um dia perdido.”
Mahaplay
Encostou-se no umbral da janela da cabana, tinha acabado de ajeitar a cozinha após um almoço animado para as crianças, mas tenso para o casal. Há uma semana a guerra tinha sido declarada. Eles escolheram suas armas e cada um se defendia como podia. Mas algo era inegável, ambas as defesas estavam se despedaçando. A verdade nua e crua era que não estava sendo nada fácil para Nathan e Joshua ficarem sem sexo. Tanto que existiam momentos em que eles pareciam esquecer a situação e movidos pelo desejo se agarravam e se tocavam, Joshua usava esses momentos em que o moreno estava perdido em seus toques e gemendo de prazer, para fazê-lo confessar, mas o tal neo duro na queda, era trazido de volta à realidade e deixava um castanho desolado tendo que recorrer as próprias mãos para se aliviar.
Nathan suspirou ao olhar Joshua trabalhando na terra, ele movia com destreza a enxada no meio da plantação de milho, debaixo do sol forte os músculos das costas nuas faziam uma dança sensual, a bunda dura e redonda estava bem definida dentro da calça jeans apertada e Nathan podia ver o grande volume na parte da frente. Por um momento ele desejou está ajoelhado no meio daquele milharal, fazendo um sexo oral de tirar fôlego.
— Deus, devo está ficando louco. – bufando ele saiu da janela e puxou um livro qualquer da estante e começou a folheá-lo sem prestar muita atenção. Ergue os olhos quando a porta da caba se abriu e a razão dos seus sonhos vulgo, pesadelo entrava.
Nathan acompanhava pelo canto dos olhos Joshua abrir a geladeira, tirar uma jarra de laranjada e encher um copo.
O fazendeiro se encostou à mesa com um copo cheio de suco e sorveu um grande gole. Ele percebeu que o moreno continuava a lhe observar, sua entrada na cabana àquela hora fora planejada, pretendia provocar mais seu pequeno tal neo.
— Esta calor não é?
— Não acho. – continuou de olho no livro.
Joshua se aproximou e o cheiro de “homem” atiçou Nathan.
— Sobre o que é a história. – Se debruçou sobre a poltrona por trás de Nathan e ficou olhando para as páginas do livro.
— É um romance. Quero dizer é um livro policial.
Nathan respirou fundo buscando seu autocontrole aplacando a vontade de agarrar o castanho, quando esse deu a volta novamente e se colocou de joelhos nos meio de suas pernas.
— Hum... Depois você me ensina como ler um livro, quando ele esta de cabeça para baixo. – falou sensual olhando profundamente nos orbes vermelhos enquanto alisava as coxas de Nathan por sobre a calça.
— Hum... para com isso... – Nathan gemeu quando a mão forte fechou contra o seu sexo já desperto.
— Parar com o que não estou fazendo nada. – continuou massageando o membro do outro. Mas retirou sua mão de repente, não poderia avançar mais se não acabaria com seu plano ali mesmo. O que ele queria não era humilhar Nathan e nem se vingar, ele queria conquistá-lo, fazer com que o tal neo senti-se a sua falta e que o desejasse.
Nathan abriu os olhos e olhou confuso para Joshua.
— O que foi?
Joshua se levantou e pegou o chapéu colocando-o na cabeça.
— Ué você não queria que eu parasse? Vou voltar ao trabalho.
Joshua saiu da cabana, mas antes de se afastar escutou o barulho de algo se quebrando. A brincadeira tem que acabar antes que fiquemos sem pratos para comer. – O castanho pensou consigo mesmo. Sorriu indo novamente para o milharal.
O que Joshua não sabia é que há muito tempo já havia conquistado Nathan, e que o menor apenas era turrão o tanto quanto ele poderia ser.
Na manhã seguinte antes do sol nascer Nathan se levantou tinha perdido o sono e era perda de tempo ficar na cama ao lado daquele homem que emanava sensualidade por todos os poros.
Ele pegou uma muda de roupa e saiu do quarto. Foi em direção do bainheiro recém-construído e tomou uma ducha gelada, já que a água quente ainda não tinha sido instalada. Pelo menos o choque térmico serviu para revigorá-lo. Terminou o banho rapidamente e se vestiu. Seguiu em direção a cozinha na intenção de fazer um café forte e doce como era do seu gosto. Qual não foi sua surpresa ao ver o fogo alto no fogão de lenha e Joshua tomando café à mesa.
— Pensei que ainda estivesse dormindo. – comentou Nathan indo em direção ao bule de café.
— Vai ser um longo dia, resolvi acordar cedo para aproveitá-lo mais. – Joshua levantou e depositou a caneca na pia e virou-se para Nathan, que se assustou e tropeçou nos próprios pés sendo segurando entre um par de braços fortes antes de ir de encontro ao chão. – tome cuidado, não quero que se machuque – ele estendeu a mão e tocou a face de leve, roçando os lábios na bochecha rosada.
Nathan não conseguia se mover. O toque de Joshua era quente e o mantinha preso.
— Eu te amo... E te quero tanto... – Joshua lentamente tomou os lábios de Nathan que o recebeu com carinho, dando inicio a um beijo calmo e delicado, mas não por muito tempo, pois devido ao desejo reprimido logo o beijo se tornou voraz e apaixonado, as mãos fortes passeavam por dentro da blusa do menor acariciando a pele macia. O beijo se tornou mais ardente, Nathan abria os botões da camisa de Joshua fazendo menção de tirá-la.
— Por favor procurem um quarto para fazerem isso, as crianças podem entrar aqui e verem... vocês se agarrando. – Brian caminhou até a mesa com a cara emburrada.
Nathan saiu dos braços de Joshua constrangido e sem coragem para encarar nenhum dos dois se virou para o fogão fingindo pegar algo.
Joshua se reprimiu por quase ter sucumbido ao desejo. Abanou a cabeça e depois de colocar o chapéu desejou um bom dia para o moreno e saiu para a lida junto com Brian.
Nathan ficou a olhar quando ele saiu. Sentia ainda as pernas bambas, ainda sobre o efeito do beijo. E tomou a decisão hoje daria um fim nessa palhaçada.
♣ Redenção ♣
Ele tinha terminado o almoço, caprichou e fez a sobremesa que o mais velho gostava, a mesa estava posta com perfeição contendo até mesmo um jarro com rosas no centro da mesma, tudo estava limpo e organizado.
— Perfeito! Agora só falta alguns detalhes.
A porta da cabana se abriu e Brian passou por ela bufando, ele jogou o chapéu de qualquer jeito sobre a mesa e olhou para Nathan com raiva.
— Ok, seja lá o que você esteja planejando fazer para melhorar o humor do papai vai em frente. – O garoto se jogou na cadeira mais próxima.
Nathan sorriu da carranca que o menino vazia.
— Ele está insuportável, ele fez eu consertar a mesma cerca quatro, quatro vezes Nathan e não satisfeito ainda ficou resmungando a manhã toda de como ele tinha que cuidar de tudo sozinho. Ele é um ingrato isso sim. – O loiro cruzou os braços e reparou na mesa e no cheiro delicioso que vinha do forno. – Uau... Você se superou Nathan, que cheiro é esse. – Brian começou destampar as panelas, mas parou ao levar um tapa na mão.
— Onde está seu pai?
— Ficou lá no pasto, verificando as cercas eu vim embora, estou com fome. – fez bico manhoso e Nathan sorriu.
— Preciso de sua ajuda.
— Fala.
— Quero que pegue seus irmãos e passe a tarde com eles na cocheira, enfim preciso que você os distraía para...
— Que você possa ficar sozinho com meu pai. – constatou o menor.
— Sim, e para que possamos...
— Fazer coisas...
— Sim, quero dizer não, pare com isso menino. – Nathan deu um tapa na cabeça de Brian que sorriu – Precisamos conversar.
— Sei
— Ei tira esse sorriso da cara e para de ficar imaginando “coisas”. – Nathan fez sinal de aspas com o dedo, para enfatizar a palavras coisas, arrancando gostosas gargalhadas de Brian.
— Tome aqui tem comida, refresco e algumas frutas. Pegue algumas toalhas no varal e se divirtam. – Nathan entregou uma cesta de piquenique para o garoto que saiu da cabana chamando pelos irmãos.
O moreno com um imenso sorriso no rosto seguiu em direção ao banheiro. Tomou um banho demorado, tendo o cuidado de lavar todas as partes com precisão. Terminou o banho se enxugando e indo até o quarto procurou na mochila uma cueca boxer branca, quase transparente. Depois de vestido passou hidrante pelo corpo. Joshua tinha lhe dito que adorava aquele cheiro de rosas. Olhou-se no espelho e deu uma ajeitada nos cabelos com os dedos mesmo, deixando-o com um ar rebelde. Ele saiu do quarto e foi para cozinha/sala, deu uma espiada na janela e vendo que Joshua já se lavava na bica para o almoço pegou um avental rosa cheio de babados e colocou sobre o corpo seminu. Quando o moreno ouviu a porta da cabana ser aberta voltou-se para o fogão.
Joshua paralisou a porta da cabana. Esfregou os olhos, pois pareciam que eles lhe pregavam uma peça, na certa era os efeitos da abstinência da falta de sexo. Viu os olhos vermelhos os fitarem por sobre o ombro desnudo.
— Olá, já veio almoçar?
Ele pegou a vasilha de salada e caminhou sensualmente a até a mesa, lançou um olhar sexy mas ao mesmo tempo inocente.
— Sente-se falta pouco para o almoço ficar pronto. – Ele retirou o chapéu do vaqueiro e o guiou ainda estático até a mesa – Me perdoa por atrasar seu almoço.
Os olhos do castanho percorriam todo o corpo do moreno. O avental cobrindo somente a frente do corpo e indo somente até o começo das coxas, fazia Nathan ficar totalmente sexy e o perfume de rosas que ele exalava era inebriante. O maior continuou acompanhando os movimentos do tal neo, que parecia executar uma dança sensual ao terminar de preparar o almoço. Joshua engoliu em seco, estava em um estágio critico da abstinência que era o das alucinações. Sentiu sua calça apertar na virilha, quando uma colher caiu no chão e Nathan abaixou-se para pegar deixando o traseiro empinado em sua direção.
Nathan levantou-se com um sorriso nos lábios ao ver os olhos verdes arregalados sobre seu corpo. Ele retirou o avental e jogou sobre a mesa e encostou-se no fogão.
— Ah, está calor... Não acha? – Disse passando as mãos no cabelo de maneira provocativa.
Mas foi quando Joshua olhou para a cueca do menor que todo o seu auto-controle virou fumaça. O membro semi-ereto dentro da peça transparente o chamava. Ele engoliu em seco.
— Que se dane tudo...
Levantou-se rapidamente e segurando a nuca de Nathan o puxou para um beijo avassalador. A língua afoita deixou os lábios carnudos e desceu pelo pescoço branco chupando cada pedaço, deixando marcas que demorariam a sair. Uma mão passou em volta da cintura de Nathan o aproximando mais do corpo musculoso, ele se viu sendo puxado para mesa.
Joshua jogou tudo que estava em cima no chão e jogou o moreno sobre ela. Debruçou-se novamente sobre o corpo menor mordendo os lábios com certa violência e arrancando um pequeno filete de sangue. As mãos passavam afoitas pelo corpo até descerem para a peça intima a arrancando com ferocidade.
Nathan escutou um rosnado vindo do outro, sorriu consigo mesmo, parece que tinha despertado uma fera. Ficou sobre os cotovelos quando os toques cessarem, somente para ver Joshua arrancando a roupa rapidamente ficando completamente nu. O menor mordeu os lábios, aquele homem era lindo, era tesudo, uma verdadeira tentação.
Joshua segurou novamente a nuca de Nathan o trazendo para um beijo afoito e carregado de desejo, ele começou a esfregar a sua ereção dura nas coxas e na virilha do menor, arrancando longos suspiros. Sentiu as pequenas mãos sobre sua bunda apertando e fazendo que aquele contato mais intenso. Joshua levou a mão até uma pequena vasilha de azeite e encharcou dois dedos, mais que depressa enfiou os dígitos no buraco piscante.
Nathan gritou com o contato brusco, mas logo fechou os olhos e ficou embevecido diante daqueles toques, um outro digito foi somado aquele provocando gemidos no menor enquanto ele se contorcia querendo mais daquilo.
O tal neo já estava ofegante, suas mãos se perdiam nos cabelos do vaqueiro enquanto o mesmo agora mordiscava seu abdômen.
Joshua estava maravilhado com a reação do menor, tinha sido uma verdadeira tortura não tocá-lo durante esses dias, queria conquistá-lo fazê-lo seu. E tinha conseguido pois vê-lo tão provocativo como antes e entregue como agora, era a prova que ele precisava para saber, que era desejado assim como desejava. Ele precisava daquele corpo, mas também queria satisfazê-lo. Com vontade abocanhou o sexo do outro e começou a trabalhá-lo com a boca enquanto Nathan tapava a boca com a mão impedindo que os gemidos saíssem. Joshua chupou com mais vontade sem tirar os dedos da entrada do moreno, este contorcia-se de prazer, tirou a mão da boca e segurou os fios castanhos.
— Josh... estou vindo... Aaaahhhh...
O castanho não parou a felação até sentir sua boca ser preenchida pelo liquido agridoce. Ele lambeu a glande sorvendo todo o resíduo de sêmen.
— Delicioso... – ditou com desejo levantando as pernas de Nathan as depositando sobre seus ombros – Eu quero tudo que você tem, você irá me dá Nathan?
O moreno não tinha forças para contestar apenas afirmou com a cabeça para depois deixar um gemido longo sair de seus lábios ao ser penetrado de uma vez pelo membro duro e pulsante do vaqueiro.
Joshua lento e profundo começou suas investidas, era como se ele quisesse prolongar aquele momento o máximo possível. Com força e ritmo ele se enfiava por completo dentro do tal neo, entrando e saindo roçando seu abdômen na ereção do menor que já davas sinais de vida. Acertou a próstata com precisão ouvindo um grito e sentindo as unhas do moreno gravarem em seus braços que estavam apoiados na mesa. O castanho então começou uma sequencia de movimentos intensos e certeiros, golpeando o ponto certo e a cada golpe escutando palavras desconexas.
— AAhh... Mais forte... faz de novo... aaaaahhhhh... Josh.. hunf...hunf...- ele gritava enquanto balançava a cabeça de um lado para o outro.
Joshua sorriu e aumentou ainda mais a força das empaladas, era isso que ele queria ver o homem que amava enlouquecido e chamando o seu nome. Afim de ir mais fundo dentro do tal neo, Joshua desceu as pernas bonitas e as colocou em volta da sua cintura, sem cessar a penetração levantou o corpo sexy do amante e segurando em sua nádegas ficou em pé com ele montado em seu pau.
Nathan surpreendido pela nova posição segurou firme no pescoço de Joshua e cruzou as pernas em volta da sua cintura, fazendo com que fosse empalado profundamente. O moreno descansou a testa no peito definido.
— Você é grande... – disse sem fôlego.
Joshua beijou o pescoço exposto aquelas palavras foram o estopim para aumentar seu tesão.
— Então prepare-se. – O contato com os olhos foi feito e Joshua segurando na bunda de Nathan começou novamente a entrar e sair de dentro dele em uma velocidade fora do comum.
Nathan ofegou a procura de ar, seu homem era forte e uma maquina de sexo. Sentiu as costas esbarrarem em uma parede e Joshua sem soltá-lo continuava a meter com toda força, o moreno sentiu a coluna onde estava encostado balançar, olhou para o homem que o possuía e este exibia um semblante diferente, ele não sabia definir bem o que era, pois nunca tinha visto um semblante como aquele na hora do sexo, tinha estado com muitos homens, homens com variadas expressões de satisfação, mas nenhuma se comprava com aquela. Ele me ama de verdade – pensou o moreno que sorrindo iniciou uma beijo apaixonado enquanto sentia seu corpo estremecer e sua barrica ser lambuzado pelo segundo gozo daquele dia.
Joshua teve seu membro esmagado pela entrada do menor que se contraria devido à intensidade do orgasmo. Investiu mais algumas vezes contra as paredes quentes que o acolhiam para com um urro de prazer se desfazer por completo dentro de Nathan. Ele escorregou até o chão, sentando com Nathan sobre si respirando afoito. Esperavam para recuperar as suas forças em silêncio. Após um tempo o castanho afastou a franja morena da testa banhada de suor e depositou um selinho no local.
— Eu te amo.
Joshua encarou o seu declarante um pouco surpreso mas logo essa impressão se foi dando lugar ao um lindo sorriso.
— Então eu consegui. Eu venci.
— Claro que não. – Nathan se fingiu indignado sem se mover do colo de Joshua.
— Claro que sim, eu falei que iria fazer você gritar meu nome e dizer que me ama.
— Sim, mas isso quando você estivesse me comendo em todos os cantos desta fazenda. – O moreno colocou dois dedos no queixo e fitou o teto com uma expressão pensativa no rosto – Se não me engano essa foram as suas palavras. Então ainda não venceu.
— Oras seu...
— Meu Deus o almoço. – Nathan se levantou apressado retirando o membro já flácido de dentro de si e correu para o fogão – Ah! Queimou o ensopado.
Joshua se aproximou e provou o prato.
— Continua perfeito. Vamos comer você me deixa com fome e, além disso, preciso recuperar minhas forças para cumprir a minha promessa. – Ele estalou um beijo na bochecha do menor que corou fortemente ao imaginar ele fazendo sexo pela fazenda.
Os dois almoçaram tranqüilos e quando Joshua soube que os filhos passariam a tarde fora, arrastou Nathan para o quarto onde o tomou durante toda à tarde, claro que experimentando várias posições como tinha dito.
♣ Redenção ♣
— Você é louco e tarado. – Nathan gemeu manhoso quando teve os mamilos sugados com maestria pelo castanho. Ele virou o rosto para o lado vendo a jarra de limonada jogada em um canto do milharal.
— Sou louco por você. – Joshua abriu o zíper da calça e se colocou no meio das belas pernas do tal neo, segurou seu membro ereto na direção do ânus de paredes estreitas. Iniciou a penetração lenta até está completamente acomodado ali dentro, não precisava de prepará-lo já que esta era a sexta vez que o tomava naquele dia. Sim passaram-se duas semanas depois do sexo intenso na cozinha e agora ali estavam eles no meio do milharal e mais uma vez Joshua cumpria a sua promessa.
— Aahaahhh... Humm.. Seu maluco as crianças podem nos ver. – Nathan jogou a cabeça para trás ao sentir o inicio das estocadas mordeu os lábios para reprimir o grito que veio a sua garganta quando teve o ponto acertado.
— Hum... Não se preocupe... Hum elas estão no pomar... Hummm – O maior gemia a cada estocada – Acho que lá será nossa próxima parada.
— Mais forte...isso...aaaahhh Jooooooosh...
Joshua não hesitava em dar o que o tal neo pedia. E o penetrava com muita precisão dando fortes estocadas até que sentiu o prazer quente do menor em seu abdômen e isso foi o suficiente para que ele também alcançasse o ápice se desfazendo dentro de Nathan e tombando o corpo sobre ele.
Ambos ofegantes e felizes. Nathan acariciava os fios castanhos. Pensando na loucura que vinha fazendo nos últimos dias, ele e Joshua pareciam terem sido feitos sobre medida uma para o outro. O tal neo jamais imaginou que poderia sentir tanto prazer na vida, será que isso era fazer amor? Sim o sexo com a pessoa que se ama tem um sentindo e até mesmo um gosto diferente.
— Do que esta rindo.
Joshua levantara a cabeça ao ver que o menor estava quieto.
— Não é nada. É só que vim te trazer uma limonada e olha só como acabamos.
— O que posso fazer? Sou um homem de palavra e apaixonado.
Eles se beijaram de leve, Nathan estava cada dia mais caído por aquele homem.
— Ok, então levanta. – o castanho guardou o membro na calça e alcançou a camisa que estava jogada ao lado.
— Pra quê o que foi? – Nathan começou a se vestir e olhava desconfiado para o maior.
— Vamos para o celeiro. Ainda não fizemos lá, nem no pomar, faltam também os limites da propriedade... Nathan voc... Nathan?
Joshua olhou o moreno correndo ao longe e entrando na cabana. Viu que o sol ia se por em breve, já estava ficando tarde. Quando estava com Nathan na via a hora passar.
— É meu amor você tem razão, a noite e melhor fazer na cama.
Pegou a enxada e jogou nas costas seguindo seu caminho de volta para a casa e para os braços daquele que trouxera o prazer de viver novamente para sua vida, antes tão certinha.
Continua...
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