Rede De Segredos

16 Capítulo 15 - PARTE I


Notas iniciais
Olha quem chegou! E cedo ainda por cima!!! hahahaMuito obrigada por todos os comentários no último capítulo meninas! Fiquei muito contente com todos! E já os respondi! ;)FALO ALGO IMPORTANTE NAS NOTAS FINAIS, NÃO DEIXEM DE LER!!!!Enfim, boa leitura! ;)

“Entretanto, quando Edward fez contato visual com Isabella e viu o estado da criminosa seu lindo sorriso murchou. Sentiu o coração apertado, a preocupação despontando em seu ser.

– Isabella? – perguntou incerto – O que aconteceu?”



Isabella estava com seu vestido, outrora impecável, muito amarrotado, seus cabelos estavam desgrenhados como se ela tivesse os puxado diversas vezes, ela pisava no chão diretamente com a meia preta, os sapatos de salto alto eram trazidos pelas suas mãos e Isabella simplesmente os soltou, não se importando nem onde, nem como cairiam.

Mas o que fez com que o peito de Edward Masen inflasse em preocupação foi o olhar vazio e perdido da mulher. Ela sequer olhou para ele quando a chamou, totalmente absorta em seus próprios pensamentos.

– Isabella? – tentou novamente, e vendo que ela não o responderia começou a se aproximar cautelosamente. Ainda não conhecia todas as suas reações e o seu temperamento para saber qual abordagem ele deveria tomar em uma situação daquelas. Não saber como agir perante o estado dela fez com que Edward se sentisse o pior dos homens, totalmente incapaz perante a situação.

Ele queria se aproximar devagar, não fazer movimentos bruscos, doma-la com paciência, mas Isabella ameaçou se virar e ir para o quarto o que fez Edward mandar a cautela para longe. Agarrou-a pelo braço, sacudindo, e finalmente ganhando a atenção dos olhos azuis.

– Conte-me o que aconteceu Isabella, por favor. – Ele pediu, mas parecia que encarava uma estátua, nenhuma emoção esculpida em sua tez de porcelana – Porra, Isabella! O que foi que aquele maldito queria com você?

Isabella finalmente teve uma reação, aproximou-se do Agente Masen e levantou o queixo para encara-lo melhor.

– Eu odeio você. – Isabella revelou, a voz fria e petrificante como um sopro glacial. E na cabeça dela, de um certo modo, aquilo era a mais pura verdade. Veio todo o caminho pensando no que a impedira de fazer o que era esperado que ela fizesse. Esperado por Jacob, esperando por seu tio... E a resposta era clara, a culpa era de Edward Masen. Mas Isabella não foi capaz de responder por que ele tinha esse poder sobre ela, apenas odiava com todas as forças que o tivesse.

Por um momento Edward congelou. Seu coração perdendo um compasso. Ela já tinha dito aquilo outra vez e na situação ele até chegou a achar engraçado. Mas, dessa vez ela parecia tão séria, tão certa do que dizia... Edward afastou suas mãos dos braços de Isabella como se tivesse levado um choque. Masen certamente não sabia como teria agido ou o que teria falado depois daquela declaração se não fosse Isabella fazer algo totalmente inesperado para os seus padrões e para a situação.

Ela puxou a nuca de Edward com as mãos, colando seus lábios em um beijo avassalador e luxurioso. Era ali que Edward a tinha totalmente entregue, sem malditas barreiras circundando o seu redor. A criminosa simplesmente precisava sentir os lábios dele nela. Sentir prazer, e não nojo. Sentir o gosto do federal e tirar qualquer vestígio de Jacob de suas lembranças.

Quase feliz, embora confuso com a reação de Isabella, Edward a agarrou pelas costas, trazendo-a para mais perto de si, retribuindo o beijo com paixão. Mas não poderia se esquecer de inquiri-la sobre o que acontecera, a lembrança disso fez com muito custo que Edward cessasse o beijo. Puxou a criminosa pelos pulsos fazendo com ela se sentasse no sofá.

– Agora me conte, o que aconteceu, Isabella?

A mulher tentou beija-lo de novo, porém ele a segurou, seus olhos duros exigindo uma resposta.

Edward a viu cerrar os lábios e contorcer os dedos longos das mãos. Um tique que o federal já havia notado. Isabella tinha essa mania de mexer os dedos quando estava pensativa ou ansiosa.

– O que foi que seu tio disse, Isabella? – ele perguntou, tentando fazer com que ela falasse. Qualquer coisa. Aquele silêncio de merda estava o consumindo.

– Se ele ao menos estivesse lá... – ela soltou com um deboche. Os olhos fixados em qualquer ponto da sala branca.

Edward franziu as sobrancelhas e pegou as mãos dela, fazendo com que ela parasse de brincar com os seus dedos e olhasse para ele.

– Como assim, Isabella? Ele não marcou uma espécie de reunião com você?

– Sim, ele marcou uma reunião para mim, Federal – Isabella afirmou, olhando fundo nos olhos verdes – Mas não era com ele. Era com Jacob Black.

Edward ouviu o nome espantado. Quando voltou a falar seu tom era raivoso.

– O que esse Black queria com você? O que você fez?

Isabella revirou os olhos.

– Não é dá sua conta o que eu faço, ou deixo de fazer, Masen!

Edward praticamente rugiu pegando o braço dela em um aperto firme.

– O que Jacob Black queria com você, Isabella?

– Me solte. – Isabella sibilou, seu tom de aviso.

– Eu não vou te soltar enquanto não me contar o que ouve! Olhe só para você! Olhe só o seu estado! Diabos, Isabella! O que aconteceu?

Vários e vários minutos se passaram, e nenhum dos dois desviou o olhar. A indecisão crescia em Isabella contrastando com a preocupação latente de Edward. Estava o consumindo vê-la daquele estado e não saber o que tinha acontecido.

– Quando o galpão foi invadido pela polícia – Isabella começou a contra gosto, mas sabia que Edward era insistente, e aquela uma guerra perdida. O contaria a verdade, mas apenas uma parte dela. – Paul ameaçou entregar a minha cabeça, mas Jacob interveio ao meu favor. Eu fiquei o devendo uma, e a reunião era para que eu o pagasse.

Edward largou seu braço instantaneamente.

– Que tipo de pagamento?

Isabella encarou os olhos verdes com vivacidade.

– Que tipo de pagamento você acha que ele queria de mim?

Isabella então viu o mar verde revolto em fúria.

– Se eu estou te perguntando é porque quero ouvir você me dizer.

Ela suspirou.

– Uma segunda rodada, Masen. – Isabella disse, e pela primeira vez teve a real noção de como aquilo soava. Lembrou-se que Edward uma vez sugeriu que ela fosse uma putinha da máfia. A declaração fora absurda aos seus ouvidos na época, mas como o que fazia poderia ser classificado de outra forma senão aquela? Quando voltou a falar sua voz era quase triste. — Uma segunda noite comigo.

O QUE? – Edward Masen praticamente berrou, e Isabella ligeiramente se encolheu. Odiou-se por se sentir intimidada pela fúria que o corpo de agente emanava e logo se empertigou no sofá.

Sentiu a mão máscula contornando seu queixo, a respiração dele batendo em sua bochecha, os olhos verdes furiosos completamente concentrados nos azuis dela, prontos para captar qualquer deslize ou mentira.

– Vocês... – Edward fechou os olhos brevemente, abrindo-os segundo depois com determinação – Vocês fizeram sexo, Isabella?

A mulher ficou um tempo parada, simplesmente o encarando de volta.

– ME RESPONDA! – ele gritou, e ela sentiu o hálito de hortelã proveniente da pasta dental adentrar ainda mais em seu sistema.

– Não. – praticamente sussurrou. Edward permaneceu alguns segundos investigando seu rosto, seus olhos, qualquer indício de expressão que delatasse que aquilo era uma mentira. Afastou-se por fim, levantando-se do sofá, Isabella percebeu que ele estava levemente surpreso.

Parado em pé e de costas para ela, maltratando os cabelos acobreados de tanto passar a mão por eles, Edward fez outra pergunta:

– Mas ele tentou te levar para cama, não tentou?

Isabella franziu as sobrancelhas.

– Sim... – respondeu com cautela.

Edward passou a andar de um lado para o outro da sala, enervando Isabella.

– Se pretende gastar a sola do pé, ou o piso, devo informar que...

– Calada. – Edward disse, seu tom de voz baixo, ameaçador. Isabella arregalou os orbes azuis olhando circunspecta para ele.

– Como você ous...

– Ele te beijou? – Edward a interrompeu novamente, parando de andar e olhando para ela.

– Depende o que você chama de beijar – Isabella soltou um riso sem humor e Edward aproximou-se um pouco dela.

– Você sabe o que é beijar, Isabella. Então pare de tentar me provocar e responda a merda da pergunta!

Isabella soltou um guinchado irritado.

– Ele tentou, várias vezes, e com afinco! – Respondeu por fim, empinando o nariz – Era isso que você precisava desesperadamente saber? Porque eu pretendo ir para o meu quarto agora.

– Não – Edward ajoelhou-se na frente dela – Você não vai.

– O que deu em você, Agente Masen? O que deu em todos nessa porcaria de noite para achar que podem mandar no que eu quero ou não fazer?

Edward contornou o rosto dela com a mão, agora de forma quase carinhosa. Mas a sua voz ainda era dura, e seus olhos verdes raivosos e perturbados.

– Por que você não cedeu para ele, Isabella? – Ele finalmente perguntou, fazendo a mulher gelar.

– Queria que eu cedesse, por acaso?

– Não foi o que eu perguntei. – Edward rebateu.

– Eu não quero falar sobre isso – ela disse, tentando se desvencilhar da pergunta.

– Mas eu quero.

Isabella aproximou seu rosto do dele.

– E eu estou me lixando para as suas vontades!

Edward levou uma mecha dos cabelos negros para trás da orelha da mulher.

– Foi porque percebeu que você não passa de uma marionete nas mãos do titio?

Isabella sentiu algo em seu peito doer como há muito tempo não sentia, tentou se afastar, mas o federal não permitiu prendendo-a pela nuca.

– Eu não sou uma marionete, Agente Masen. – ela declarou, olhando-o sem sentimentos.

– Não? – ele perguntou irônico, tentando não tremer a voz, sabia que era preciso atentar a mulher que ela era manipulada pelo tio. Isabella disfarçava bem é claro, mas Edward sentiu que o seu comentário tinha a incomodado. Machuca-la era uma faca de dois gumes, ferindo a ela, feria a si mesmo. Tomou coragem para continuar – Então não foi essa a epifania que a fez parar...

– Eu odeio você. – ela disse entre dentes.

– Sim, você já me disse isso essa noite. E logo depois me beijou. O que isso significa Isabella? O fato de você me odiar tem relação ao que aconteceu? Tem, claro que tem. Porque seria a primeira coisa que você falaria se não tivesse?

– Cale a merda da sua boca!

– Acertei, então!

Isabella tentou dar um tapa na bochecha esquerda do federal, mas ele a segurou pelos pulsos.

– É só falar, Isabella.

– Largue a minha mão! Agora!

– E para quê? Para você tentar me bater? Para fugir para o seu quarto? Não. Não vou soltá-la.

Isabella grunhiu, tentando se desvencilhar, xingando o federal de todos os nomes possíveis dentro da sua mente.

– Só responda a pergunta, Isabella!

– Eu... – ela começou incerta, rendendo-se. De repente sentia-se fraca demais – eu senti nojo dos toques de Jacob.

Edward franziu as sobrancelhas.

– Mas você me disse que ele tinha sido o mais suportável...

– Passado. – ela falou e olhou para baixo, mas o federal puxou seu queixo de volta para cima.

– O que mudou?

Isabella levantou as mãos para o céu, farta daquele maldito interrogatório. O sangue começando a ferver em suas veias.

– Você, merda! Eu me lembrei de você! – ela tratou de se consertar quando viu a expressão que o rosto masculino tomava – Não necessariamente você, não ponha essa merda de sorrisinho no rosto! Eu me lembrei de como é sentir... prazer. E então foi simplesmente insuportável não senti-lo. Foi isso que aconteceu, Agente Masen, você tem mais alguma pergunta idiota ou eu posso finalmente...

Mas ela fora interrompida, duramente calada pelos lábios de Edward. Isabella não poderia se afastar nem se quisesse, e não queria. O federal invadiu sua boca com fervor, as línguas se movimentando em perfeita sincronia uma com a outra. Edward prendeu fortemente a cabeça de Isabella com as suas mãos, sem escapatória, a mulher em resposta passou as unhas pelas costas largas de Edward descendo e subindo pela sua espinha.

Edward adorava a sensação da boca dela contra a sua. Sentia como se seu corpo flutuasse, como se seu espírito fosse leve e tendesse ao céu, ao divino, e ao inalcançável... Ao mesmo tempo, os toques que ardiam em sua pele, o desejo que queimava eu seu peito, e o que aquela mulher era... Tudo o lembrava de como estava próximo do inferno, da perdição. E se morresse naquela dualidade absurda, ainda assim, não se importaria.

Edward parou de beija-la para se concentrar na pele de seu pescoço, distribuindo mordidas, deixando a área vermelha. Refez o caminho, mordendo o queixo de Isabella que se remexeu arfando no sofá e enroscou o quadril de Edward com suas pernas.

Chegou a morder o lábio inferior da mafiosa, no entanto, não a beijou novamente. Esperou que os olhos azuis se abrissem mais uma vez, e quando isso aconteceu, eles estavam pintados pelo desejo. Apertando a nuca da mulher com força, e jamais ousando desviar o olhar do da criminosa, Edward declarou:

– Você é minha, Isabella.

A Swan engasgou, suas mãos estacando nas largas costas do federal, sua respiração sendo contida no peito, seu coração vacilando para voltar a bater rapidamente. Que merda de frase fora aquela?

– Eu não sou de ninguém, Agente Masen. Eu não pertenço a ninguém.

Edward olhou para ela, mas os olhos verdes não estavam abalados. Sobrepondo-se e misturando-se com a raiva que sentiu há poucos minutos, estava ali no verde esmeralda o puro desafio.

– Não adianta tentar negar, Isabella. – Edward começou a acariciar a parte interna das coxas dela, primeiramente próximo aos joelhos, e sentiu o corpo da mafiosa tremer levemente.

– Seu corpo responde ao meu. A cada mísero toque meu... – e as mãos foram ficando mais atrevidas, os polegares fazendo círculos na parte interna das coxas. Isabella se remexeu fazendo com o que o vestido subisse um ponto, revelando o final das meias que usava. Edward grunhiu, e dando atenção a perna esquerda deslizou o tecido, beijando cada pedaço de pele que ficava exposto, arrancando suspiros da mafiosa. Terminou de tirar a meia preta e subiu seus dedos lentamente, passando pelos pés da mafiosa, subindo e fazendo desenhos invisíveis na panturrilha feminina, demorando-se na curva interna do joelho... Fez a mesma coisa com a outra perna, lenta e torturosamente. Isabella soltava suspiros e gemidos, encolhendo-se perante os toques quentes e deliciosos.

Edward segurou o quadril da mulher com firmeza, levando sua boca até o ouvido dela.

– Tenho certeza que está molhadinha, Isabella. E eu nem comecei a tirar esse vestido ainda. – Edward mordeu o lóbulo da mulher, alucinando-a – Como pode se atrever a dizer que não é minha mesmo assim? Seu corpo pertence ao meu... Seu corpo responde ao meu. Só ao meu, Isabella.

Ela tentou negar com a cabeça mais parou o movimento no meio quando sentiu o nariz de Edward em seu pescoço, eu seus cabelos, eu seus ombros... roçando pela sua pele que ardia por ele.

– Adoro o seu cheiro... – a beijou luxuriosamente na área do pescoço, mordiscando logo após – O seu gosto... Tão bom.

Se beijaram novamente, ambos se rendendo aquela atração fatal que os consumiam. Mas Edward não se esquecera de seu objetivo, iria marca-la aquela noite. Iria mostrar que seu corpo era feito para o dele. Só para o dele. Só de pensar que outro homem chegou a encostar nela...

Não tinha o direito de sentir isso, a consciência de Edward o alertava de algum canto obscuro da mente. Mas ele não deu atenção aquele pensamento. Ele estava cego... Cego pela atração que sentia pela mulher. Cego de ciúmes. Ciúmes. Sim, porra. Como não sentiria ciúmes de Isabella? Era impossível.

– Vou te dar muitos orgasmos hoje, minha linda. – Edward sussurrou, sorrindo maliciosamente quando o corpo curvilíneo tremeu em suas mãos. – Você só tem que ser uma boa menina, Isabella. Seu corpo é meu, entende isso?

– N... Não. – ela negou, em meio aos gemidos. E com um rosnado Edward a pôs de pé.

– Você é uma diaba, Isabella. Uma maldita feiticeira. Não quero nem imaginar um homem te tocando. Porque só eu posso te tocar, está ouvindo? Só eu te dou prazer, não é?

A mulher o olhou o mais firme que pode, devido ao seu estado de excitação.

– Meu corpo não é seu, eu não sou sua. Não sou de ninguém, Federal. Ninguém. – algo passou pelos olhos da mulher e ela lhe sorriu maleficamente, passando os dedos pelo peito desnudo de Masen, e mordiscando seu queixo largo sussurrou:

– A culpa não é minha se te deixo maluco.

O homem sorriu maliciosamente.

– Você me deixa maluco? É o que vamos ver...

Edward puxou os cabelos negros tomando a boca de Isabella com fúria. Se aquele era seu único trunfo contra a mulher, não se faria de rogado. A subjugaria como só ele poderia fazer. Sim, ela era sua perdição, mas essa noite ele provaria que de certo modo ele também era a dela. De fato, não descansaria enquanto aquele demônio não admitisse, entre gemidos, que pertencia a ele.



Isabella sentiu seu corpo ser colocado no meio da cama, seu vestido ser arrancado pelas mãos hábeis do federal, ficando apenas com a calcinha minúscula e também preta.

– Isabella, Isabella – o federal contemplou o corpo dela debaixo do dele, praticamente salivando, e desceu para tomar seus lábios em um beijo apaixonado.

As línguas se encontraram, dançando conjuntamente. Se entregando. Saboreando o gosto da união dos dois. Edward desceu seus beijos para mandíbula, para o pescoço, passou pelo vão entre os peitos, apenas roçando o seu nariz, sentindo o perfume dela.

Mordeu o umbigo da mafiosa, desceu distribuindo beijos pelo quadril, pela coxa bem trabalhada, finalmente chegando à virilha feminina. Cheirou a área, e depois deu um beijo demorado no local, passando a língua pela pele sensível. Abrindo as pernas da mulher um pouco mais, Edward mordeu a borda da calcinha negra, logo depois a libertando de seus dentes. Encaminhou a sua boca para o centro do prazer de Isabella e deu um beijo por cima do tecido fino, sentindo o quanto a calcinha estava encharcada.

Suas bolas doeram, e seu pau reclamou dentro da calça jeans. Mas aquela noite tratava-se sobretudo de mostrar para Isabella o quanto se entendiam daquele jeito. Seu plano era enlouquecê-la. Suas vontades poderiam ficar em segundo lugar, por enquanto.

Sentindo o beijo de Edward em sua intimidade encoberta e a respiração quente que ele deixava ali, Isabella levou as mãos rapidamente para a calcinha tentando arranca-la. Precisava senti-lo dentro de si. Mas suas mãos foram brecadas pelo federal.

– Nem pense nisso, Isabella. – Edward falou, subindo seu caminho de beijos pela barriga lisinha da criminosa novamente, subindo cada vez mais, sem dar atenção para os seus seios, o que deixou Isabella extremamente frustrada.

– Vai ganhar um orgasmo, linda – Edward sussurrou em sua orelha fazendo o corpo de Isabella tremer – Se responder uma pergunta corretamente.

A criminosa bufou, mas perdeu a lucidez novamente quando sentiu o federal sugando o seu lóbulo.

– Quem te dá prazer, Isabella? – o homem apertou a bunda dela com força fazendo-a gemer e perder a fala – Responda-me Isabella!

– Você... – ela conseguiu murmurar por fim.

Edward riu, brincando com o tecido da calcinha, a mão ainda na bunda da mafiosa.

– Você sabe ser mais articulada que isso, Isabella...

A mulher olhou para ele, seus olhos em fendas, seu corpo dolorido de excitação. Rebolou de encontro ao membro duro dele, ainda preso pela calça jeans e Edward mordeu o pescoço da mafiosa para não soltar um gemido, não poderia deixar o jogo se inverter.

– Você. Agente Masen.

– Uhmmm.... – O federal murmurou, subindo a mão pela lateral do corpo da mulher, parando um pouco abaixo do peito esquerdo – Não é exatamente o que eu quero, mas vai servir, por hora.

Edward passou a língua pelo pescoço da mafiosa.

– Já que sou eu quem lhe dá prazer, nada mais justo que marca-la, não acha?

Antes que ela pudesse falar alguma coisa sentiu a pressão na pele do seu pescoço. Tinha acabado de receber um chupão de Edward Masen e não tinha como negar, aquilo enviara um calafrio diretamente para sua intimidade pulsante.

Merda de federal que só a provocava.

Edward acariciou o contorno do seio esquerdo dela com a ponta do indicador.

– Vou te dar o seu primeiro orgasmo de hoje Isabella. E vou fazer isso apenas tocando esses seios lindos que você tem, e nenhum lugar mais.

Isabella arregalou os olhos momentaneamente, sentindo os beijos de fogo do federal descerem em direção ao seu colo. Um orgasmo tocando apenas em seus seios? Aquilo era possível?

Edward beijou o vão dos seus peitos e contornou com os indicadores a forma deles. Ao mesmo tempo. Isabella sentiu um calafrio e tentou fechar as suas pernas para aplacar a sensação que imperava ali, mas não podia fazê-lo já que Edward se encontrava no meio delas.

O federal levantou ajoelhando-se entre as pernas femininas e começou a massagear com ambas as mãos as laterais dos peitos de Isabella. Acariciava, contornada, apertava... Mas nunca encostava em seus mamilos ou em sua auréola...

– Federal... – a criminosa murmurou pedinte, arqueando seu corpo em direção a ele.

Edward grunhiu e passou a acariciar suas auréolas, dois dedos em ambos os seios circulando em volta dos mamilos sem nunca encostar neles.

Isabella arfou, fechando os olhos fortemente, aproveitando a sensação que cada vez mais se instalara no meio das pernas.

Então Edward parou subitamente e assim que Isabella iria reclamar sentiu a boca dele em seu seio, longe de seu mamilo, beijando o contorno do direito, indo para o esquerdo e fazendo a mesma coisa. Isabella gemeu alto quando o federal juntou os dois peitos para beija-los ao mesmo tempo. Seus mamilos túmidos implorando pelos dedos masculinos, pela boca dele.

Edward afastou-se novamente passando a mão no vão entre os dois montes.

– Você não tem noção do quanto é linda, Isabella... Linda e gostosa! – O Masen falou, olhando diretamente nos olhos femininos, aquilo fez com que Isabella encharcasse ainda mais a calcinha que já deveria estar em estado lastimável.

Os dedos do federal rumaram novamente para as aureolas só que dessa vez chegaram aos mamilos. Isabella ofegou, arqueando-se, mordeu os lábios quase ao ponto de rasga-los. Com os dedos polegar e indicador Edward torceu levemente os mamilos da mulher. Isabella gemeu e agarrou o lençol com a mão direita.

Edward desceu até ela, tomando sua boca em um beijo cheio de luxúria, ainda torcendo levemente os mamilos da mulher de um lado, voltando, torcendo para o outro lado. Massageou com as mãos ambos os peitos e voltou os dedos para os mamilos, dessa fez além de torcer puxou-os levemente para cima. Isabella gemeu dentro da boca do federal e ele aumentou a velocidade das línguas, se beijavam agora com loucura, seus movimentos no seio dela aumentando também de intensidade. Isabella rebolava loucamente e o federal fazia movimentos de quadril, como se estivesse a penetrando.

Edward acabou o beijo sugando o lábio inferior da mulher com vontade, e descendo seus lábios para os dois mamilos róseos extremamente durinhos agora. Ele abocanhou um em seus lábios apenas o molhando com sua saliva e tirando a boca rapidamente dele. Isabella gemeu em desagrado. Edward fez a mesma coisa com o outro recebendo outro gemido frustrado. Juntou novamente os dois montes com as mãos, e soprou os mamilos. O ar frio entrando em contado com a pele quente e molhada.

Isabella gritou e se contorceu loucamente debaixo do federal, murmurando coisas totalmente incoerentes com a nova sensação. Ela quase sentia sua intimidade piscar e sabia que estava perto. Muito perto.

O federal levou novamente os dedos para um mamilo, dessa vez apenas o esquerdo. O direito resolveu agrada-lo em sua boca. Passou levemente os dentes por ele, puxando-o para cima ao mesmo tempo em que seus dedos puxavam o esquerdo.

Isabella ofegou várias vezes e gritou alto, completamente transtornada pelas sensações que lhe tomavam.

Edward levou a mão desocupada até o peito que mordia levemente, envolveu esse também com as mãos, apertando o seio ao mesmo tempo em que chupava o bico, sentindo esse se endurecer ainda mais em sua boca.

– Está quase gozando não está Isabella? – Edward perguntou roucamente. Deixando a mão que massageava o seio direito fazendo o seu trabalho. A mafiosa simplesmente balançou a cabeça desconectada do resto do mundo. Presa a suas sensações. Ao incrível prazer que sentia.

Edward passou a massagear ambos os seios igualmente e caiu de boca agora no mamilo esquerdo, dando atenção para ele. Chupou o bico com vontade aumentando a força com que sugava à medida que os gemidos de Isabella tornavam-se gritos cada vez mais altos. Sentiu leves tremores começando no corpo feminino e passou os dentes pelo mamilo dela, aumentando o ritmo da massagem com as mãos sugando forte e demoradamente o bico esquerdo.

Isabella deu o grito mais alto da noite, seu corpo tremeu inteiramente agora. Ela tinha alcançando o orgasmo. Edward sorriu, beijando cada pedacinho dos dois seios, ouvindo os gemidos da mulher que foram altos depois do grito do orgasmo diminuindo de volume conforme se passava os segundos, e que agora eram apenas murmúrios de prazer.

Perfeita até para gemer, Edward pensou, constatando que provavelmente estaria agora com as bolas mais azuis da história do mundo.

– Isso foi... – Isabella tentou falar, ainda com os olhos fechados, a respiração sôfrega que parecia impossível de ser controlada – Foi...

– Foi apenas o primeiro orgasmo da sua noite, Isabella. – Edward disse fazendo a mulher arfar, abrindo os olhos azuis para encará-lo.

Edward levou suas mãos até o elástico da calcinha preta dela.

– Você ainda vai admitir ser minha hoje e vou te dar muito prazer por isso. Você vai ter orgasmos até não aguentar mais e cair em sono profundo, minha linda! – a voz rouca e baixa causou arrepios por todo o corpo da mafiosa.

Isabella engoliu em seco, sentiu as duas mãos de Edward puxando a sua calcinha para cima, rasgando a peça delicada, e deixando sua intimidade totalmente livre e exposta para o bel-prazer dele.

Continua...

Notas finais
1)Quero pedir para comentarem uma música que vocês acham que se enquadra com Rede de Segredos! É o para o trailer da fanfic! :)A dona da música ganhadora (a que eu achar que mais se enquadra à Rede de Segredos) poderá fazer uma pergunta (qualquer pergunta) para mim, desde: "Quem é o irmão de Isabella?" Até: "Como foi a morte dos pais dela?"Não vou me esquivar da pergunta, mas responderei exclusivamente o que é perguntado! Então, quem quer que ganhe capriche. A resposta pode ser um BIG SPOILER!!!! hahaha2) O capítulo realmente é imenso, tanto que tive que parti-lo em dois! Não ia dar conta de postar tudo hoje!Não se esqueçam de comentar!!!Beijos