Rede De Segredos
15 Capítulo 14
Notas iniciais
Pois é, pois é! Eu prometi que se os comentários continuassem assim eu postaria uma vez por semana, não prometi? Pois então!
Capítulo de hoje DEDICADO para a SANDY BEATRIIZ (deem uma olhada nas fics dela! AMO) e para a SAMANTHA! Essa duas lindas fizeram a minha alegria comentando RDS!!! Muito obrigada meninas!!
Agradeço a todas as meninas que comentaram o capítulo anterior (já respondidas, YES!)
Boa leitura!!!
(FELIZ DEMAIS PORQUE REDE DE SEGREDOS PASSOU DOS 200 COMENTÁRIOS!!!!)
Isabella penteava com fúria seus longos cabelos em frente ao grande espelho do quarto. Não adiantava o quanto ela o escovasse, parecia que nunca conseguiria dar o brilho que queria para as madeixas.
Não estava assim ontem, ela pensou, franzindo as sobrancelhas recentemente feitas. Era chegado o dia. O dia que veria Charles novamente. O que ele queria com ela? Estaria pronto para reintegrá-la ao dia a dia da máfia? Alguma missão específica que sabia que só ela poderia realizar?
Mordeu o lábio e arrependeu-se de imediato. A última coisa que precisava era manchar seus dentes brancos com o batom vermelho.
- Você está linda. – a voz máscula fez com que seu corpo congelasse e ela olhou para ele pelo espelho. Edward Masen estava encostado displicentemente na soleira da porta e pareceria a pessoa mais despreocupada do mundo se não carregasse aquele olhar perturbado.
Isabella se vistoriou no grande espelho. Era bom que estivesse bonita mesmo... Seu vestido preto ia até o meio das coxas, e tinha um decote que normalmente não seria tão ousado, mas a sua pele do vão dos seios, tão branquinha que parecia porcelana, praticamente gritava entre o tecido negro para que fosse vista. A meia preta impedia que a sua perna fosse completamente exposta, dando equilibro para o visual já que a parte do colo dos seios estava a mostra. Um sapato de salto alto, também preto, conseguia deixar Isabella mais altiva do que já era.
Tentando ignorar Edward Masen, a mafiosa voltou a escovar seus fios bravamente, mas não demorou muito e Isabella captou o reflexo dele pelo espelho.
Edward pegou suas mãos tirando a escova delas. A princípio Isabella não compreendeu o que ele pretendia, mas se deixou relaxar pelo breve roçar do polegar dele em sua palma. Incrivelmente aquilo acalmou seus ânimos que estavam à flor da pele.
- Deixe-me fazer isso para você.
Isabella encarou espantada um Edward que começava a pentear seus longos fios negros com cuidado e concentração excessivos. Não apreciava aquele gesto, mas se viu incapaz de impedi-lo.
Edward manteve seus olhos e seus toques exclusivamente nos cabelos de Isabella, o que surpreendentemente aumentava a vontade da criminosa de que ele tocasse em sua pele. Penteou os cabelos dela por longos minutos, sem dizer uma palavra sequer. Por fim, colocou a escova por cima de uma mesinha de ferro que ficava na frente do grande espelho.
- Pronto.
Isabella olhou-se no espelho mais atentamente, e com surpresa concluiu que seus cabelos finalmente estavam com o brilho que tanto almejava. Deveria agradecê-lo por isso?
Sentiu Edward espalmar a mão em sua barriga lisa, puxando-a delicadamente para ele, encostando os corpos. Isabella apreciou as sensações que aquele contato lhe causava. Com a mão livre o federal afastou os cabelos dela de cima do ombro direito para ter acesso ao seu pescoço.
Isabella prendeu os lábios em uma linha firme para não fazer algo próximo de um ronronar quando Edward começou a beija-la castamente no ombro e pescoço. Não entendia como seu corpo poderia responder tão prontamente ao homem. Estava totalmente arrepiada até as extremidades do corpo.
Então, para a derrocada da criminosa, o federal voltou os olhos verdes vivos para o espelho, encarando seus olhos pelo reflexo. Ele a encarava por baixo dos cílios, e agora tornava os beijos em seu pescoço mais demorados e luxuriosos, literamente saboreava sua pele. Isabella sentiu a queimação em seu baixo ventre e perguntou-se se Edward estava tentando afasta-la da reunião com Charles.
Olhando para a cena que interpretavam ali de frente para o espelho, Isabella constatou que combinam fisicamente, ou como diria Alice, formavam um belo par. Se estivessem em uma época completamente diferente e ela não fosse a pessoa que é, talvez eles até formassem um belo casal.
Casal. Ela balançou a cabeça internamente chutando a ideia permanentemente para longe. Ela teria que nascer pelo menos umas dez vezes de novo para a ideia ser cogitável.
Aprumou o corpo na intenção de dar fim aquele contato e pegou seus brincos que descansavam sobre a mesa de ferro e vidro. Mesmo que Edward tivesse se afastado de seu pescoço com aquele gesto a mão máscula ainda repousava em sua barriga.
- Isabella – Edward a chamou, prendendo seus olhos nos dela, o espelho como a única testemunha da intensidade do momento – Prometa-me uma coisa.
A mulher pensou por alguns instantes enquanto era refém dos olhos esmeraldinos. Eles já revelavam a ela a inquietação do agente Masen sem que esse sequer explicitasse. Isabella sempre entendera o que o tio queria dizer pelo olhar, mas com Edward era diferente.
Ela não entendia exatamente todos os sentimentos guardados no verde profundo, mas ao contrário de Charles que era sempre ditatorial e recriminador em suas olhadelas, Edward lhe cedia espaço. Eles conversavam, discutiam, concordavam e discordavam pelo olhar. Se não trocassem uma palavra pelo resto do tempo que passariam juntos, ainda sim se entenderiam.
Mesmo que esse “entendimento” nada mais fosse que respeitar as características do outro que não poderiam, de fato, compreender.
Um lado de Isabella achava essa conexão interessante, porém um outro lado – o maior lado – se apavorava com uma simples prospecção do que aquilo poderia significar.
Depois de dois minutos equivalentes a duas horas na percepção do tempo por Edward, Isabella finalmente cedeu, balançando comedidamente a cabeça.
Edward tomou uma longa golfada de ar enchendo seu peito e logo em seguida expirando, mexendo os ombros largos no processo. Rogou para que aquele simples gesto feito a maior parte do tempo de modo involuntário, pudesse de alguma forma relaxar a tensão presente em seus músculos.
- Me prometa que, independente de quem lhe pedir para fazer determinada coisa, você não a fará se não quiser.
Isabella congelou brevemente, pensando que Edward deveria substituir “independente de quem” para: “se o seu tio”. No entanto ela não chegou a alfinetá-lo.
- Prometo que não farei se não achar necessário ser feito. – Isabella retrucou definitiva.
Edward franziu a testa, Isabella pensou ter visto algo como dor passar pelo seu rosto.
- Melhor do que nada. – o Federal murmurou mais para si do que para Isabella, então virou seus olhos novamente para ela – Mas pense bem então sobre o que é necessário e o que não é.
Isabella o encarou de volta, finalmente terminando de por os brincos.
- Eu sei bem das minhas prioridades e necessidades, Agente Masen.
Edward bufou, finalmente se afastando dela. Olhou para o seu relógio de pulso.
- É melhor sair logo – começou com ironia – não vai querer deixar seu titio esperando, não é?
~-~
Assim que desceu do carro dentro da mansão Swan, Isabella viu a franzina Jane quase correndo em sua direção.
- Boa noite, Senhorita Swan. – Ela falou abobalhada e um tanto quanto ofegante. Isabella perguntou-se qual era o motivo de seu tio mantê-la ali como secretária. Balançou a cabeça rapidamente e andou até a entrada da casa.
- Meu tio está no escritório? – A Swan perguntou quando adentrou o grande salão de granito.
- Oh, o seu tio? Não, Não, Senhorita... O Senhor Charles foi a Itália juntamente com a senhora Irina para resolver alguns negócios.
Isabella virou-se furiosa para Jane, a última se encolheu como pode.
- Como é? Ele marcou uma reunião comigo hoje!
- Oh não... quer dizer... sim, sim – Jane engasgou e tentou recuperar o fôlego. Era sempre aterrador ficar de frente para Isabella. A provável herdeira da máfia era a mulher mais bonita e perigosa que já conhecera. Duas características que Jane jamais alcançaria.
- A senhorita tem uma reunião hoje, mas não é com o Senhor Charles, é com o Senhor Jacob Black.
Isabella congelou em seu local, assistindo Jane consultar sua agendinha.
- O assunto é sobre uma dívida que tem com ele por ter calado a boca de Paul. – Jane leu incerta e Isabella sabia que aquilo tinha sido ditado por Charles.
- Onde Black está? No escritório? Já chegou pelo menos? – Isabella perguntou impaciente e frustrada.
- O Senhor Black chegou sim, mas... mas... – Jane parecia desconfortável – ele não está no escritório... Ele... Ele está no quarto de hóspedes principal esperando pela senhorita. Acho que sabe o caminho...
- Obvio que sei a merda caminho – Isabella rugiu com ódio correndo pelas veias e foi subindo as escadas.
- Senhorita Swan? – Jane chamou.
- O que foi agora? – Isabella perguntou com rispidez.
- Bom, é que... – Jane engasgou novamente e aquilo já estava irritando profundamente Isabella – Seu tio deixou um recado para a senhorita.
Então de repente Isabella era toda ouvidos.
- Ele disse que espera que você não o decepcione hoje.
~-~
O que você quer Jacob? – Isabella perguntou firme sentando-se na cadeira de repouso do quarto. Jacob Black lhe lançou um sorriso cheio de dentes enquanto trancava a porta, Isabella deu um longo suspiro prevendo o que estava por vir.
- Sempre tão apressada, Isabella. – Ele lhe deu as costas servindo-se de whisky – Eu gosto disso. Aliás, gosto de tudo em você.
A mulher revirou os olhos e voltou para sua expressão de impassibilidade segundos antes de Jacob virar-se para ela. Anteriormente quando foi compelida a se deitar com ele pelo tio, Isabella não sentiu nenhuma gota de atração, mas também não fora completamente desconfortável. Afinal Jacob Black era até bonito e surpreendentemente atencioso com as suas necessidades. Mesmo que não tivesse conseguido supri-las.
Porém, olhando para a figura a sua frente agora, tudo o que Isabella conseguia sentir era repulsa. Lutou para engolir a bile e aceitar a mão dele com um falso sorriso desdenhoso.
Jacob puxou o corpo de Isabella para cima, fazendo com que ela se levantasse. Girou-a e colocou os dois de frente a um espelho oval que adornava a parede. Colocou uma mão firmemente na cintura feminina, trazendo-a colada a ele.
- Vê como somos bonitos juntos?
Não. Não eram. Concluiu Isabella com uma olhada furtiva para o reflexo deles. Parecia errado, fora de lugar, ela ao lado de Jacob. Então lembrou-se de como tinha gostado de ver o seu reflexo e o do federal algum tempo atrás.
- Sabe o que vai acontecer aqui, Isabella?
Ela riu sardonicamente tentando esconder o sentimento de repulsa quando a mão de Jacob acariciou perto de sua bunda.
- Oh sim. Você quer seu pagamento por ter me livrado da cadeia.
Jacob bateu com a mão aberta na bunda de Isabella que fechou os olhos controlando-se para não surra-lo. Não poderia decepcionar Charles outra vez.
- Não, princesa. Você não é uma putinha para me pagar com sexo. Tudo o que eu espero é um pouco de gratidão. Não poderia me dar um agradinho?
Isabella sentiu e viu pelo espelho quando os lábios dele desceram para o seu pescoço, dando-lhe beijos molhados. Inevitavelmente lembrou-se de Edward lhe beijando daquela maneira, ao contrário dos beijos de Masen, os de Jacob despertam repulsa.
- Mal posso esperar para te ter todos os dias...
A frase soltada sem pensar duas vezes fez Isabella deixar o nojo temporariamente de lado para analisar o que Jacob queria dizer com aquilo.Tê-la todos os dias? Nem morta e enterrada!
- Como?
-Ele suspirou mordendo o lóbulo da orelha dela.
- Queria te falar isso em outra ocasião, mas não consigo me controlar... – Então Jacob olhou para ela através do espelho – Propus algo ao seu tio há algum tempo... Meus funcionários sabem que a vida que vivemos é perigosa e temem que algo aconteça a mim e eu não tenha um herdeiro, ou que o tenha, mas seja muito novo para assumir meu cargo. Resumindo, eles morrem de medo que Paul tenha que assumir a chefia, e eu também penso em casar já faz um tempo. Não há ninguém melhor que você, Princesa, para ser a futura Senhora Black.
Por um momento Isabella pode jurar que seus ouvidos sangraram. Só poderia ser uma piada, ela como “Senhora Black” e mãe! Teve que se controlar para não gargalhar.
É claro que sabia que quando se casasse seria Charles quem escolheria seu marido, afinal não tinha interesse por essas coisas, e muito menos acreditava em amor daquele jeito. Mas quando chegasse a hora, Charles escolheria algum peixe grande, que traria muitas vantagens para a organização. Talvez o chefão de alguma outra máfia, ou um membro do governo. Seu tio jamais escolheria alguém como Jacob Black, cuja organização, no final das contas, fazia apenas um pequeno aranhão no capital de giro da máfia.
Um casamento entre Black e ela traria vantagens apenas para Jacob e Charles não fazia o tipo de quem saia perdendo.
- Como eu disse, Isabella, eu fiz essa proposta ao seu tio – Jacob abriu um sorriso com todos os dentes o que fez com que o sorriso interno de Isabella murchasse. Por que diabos ele estava tão feliz? – E ele finalmente aceitou.
Todo o mundo de Isabella caiu com aquela última frase. Seu tio tinha dado a sua mão para Jacob Black? Por que? Vingança contra seu mau comportamento? Ela não poderia acreditar...
- Pretendo marcar a data o mais rápido possível e quero uma grande festa. Mas, enquanto o dia do nosso casamento não chega, quero me divertir muito com a minha querida noivinha.
O cérebro de Isabella, trabalhando fervorosamente à procura de uma resposta, não registrou quando foi jogada no centro da cama, ou a figura de Jacob Black que tirava rapidamente os sapatos, ou o que Jacob queria e o que estava prestes a fazer.
Isabella só se deu conta do que acontecia quando visualizou o homem somente de calça jeans posicionado entre suas pernas. Ele enfiou os dedos pela barra do seu vestido brincando com a cinta liga.
- Pressentiu que seria comida hoje, Isabella? – Ele perguntou, puxando e soltando o elástico que fez um alto barulho em contato com a pele de Isabella.
Jacob subiu pelo corpo de Isabella dando-lhe um beijo no vão dos seios exposto pelo vestido e rumou para seu pescoço novamente.
Asco e nojo eram o que a criminosa sentia. Mas não poderia rejeita-lo. Não poderia decepcionar seu tio.
Foco, foco, foco, foco.
Inflando seu peito de coragem, a mafiosa rumou uma de suas mãos para o cabelo do moreno, tentando com aquele gesto fingir para ele que gostava de seus toques. Quando sentiu a textura desconhecida em seus dedos lembrou-se de como certo cabelo acobreado parecia tão macio ao seu toque.
Federal, Federal, Federal, Federal.
O modo como chamava Edward Masen retumbou em sua mente sem permissão, a visão de quando ele sorria torto, e o prazer que sua feição espremia quando a tomava para si... Todos os detalhes dele passando por seus olhos.
Foi quando Jacob Black encostou seus lábios nos dela que tudo se tornou insustentável. Não pensou na máfia, em seu tio, nas consequências de seus atos. A única coisa que importava era que aqueles lábios não eram os que lhe davam prazer. Aqueles lábios não pertenciam a Edward Masen.
- INFERNO! – Isabella gritou, empurrando Jacob Black com suas mãos. O homem girou na cama, as feições confusas. Isabella, já de pé, virou-se para ele.
- Você se esqueceu de perguntar se eu desejo lhe dar um agradinho – Isabella bateu em seu vestido tentando tirar eventuais amarrotados – E a resposta é não. Não quero ser “comida” por você e muito menos quero ser a futura Senhora Black.
Tomou fôlego.
- Não sei onde Tio Charles estava com a cabeça quando aceitou isso, mas certamente não era em cima do pescoço. Agora, se me der licença, vou embora dessa casa.
Isabella virou sem esperar uma resposta caminhando para a porta. Porém seu braço fora agarrado.
- Você será minha, Isabella.
Os olhos escuros faziam uma promessa que a mulher prontamente ignorou.
- Tire suas patas de mim, Black!
Isabella puxou seu braço e andou apressadamente pela mansão até chegar ao seu carro, ficando minimamente satisfeita por não ter encontrado com nenhum funcionário.
Saiu cantando os pneus do Impala, sem rumo definido pela cidade. Em sua cabeça várias perguntas sendo ofuscadas por apenas uma constatação:
Edward Masen tinha “fodido” com a sua mente.
~- ~
O copo de vinho jazia quebrado no chão, fora literalmente jogado e agora o líquido púrpura escorria pela madeira. Charles Swan tinha acabado de falar com Jacob Black por telefone e tornado-se ciente do que acontecera naquele começo de noite.
Isabella tinha o contestado outra vez. E agora não era uma possibilidade, era real: Ela estava se afastando dele. Quase poderia a sentir escorrendo por seus dedos.
Tentou trazê-la de volta mais discretamente, provavelmente Isabella pensava que ele teria aceitado a proposta de Jacob para castiga-la. Mas não era verdade. Aquela foi uma medida desesperada de um homem desesperado que via ela se afastando cada vez mais. Não funcionou. Agora Charles via-se obrigado a começar a dificultar as coisas.
Agora era hora de atacar o inimigo diretamente. Sem rodeios.
Discou habilmente o número já conhecido e assim que seu subordinado atendeu ele cuspiu a ordem:
- Quero encontrar o relatório sobre Rosalie Masen em cima da minha mesa quando voltar da Itália.
E desligou, sem nem esperar uma resposta.
Sorriu diabolicamente, seu plano formando-se. Edward Masen estava mexendo com sua Isabella, e agora teria o troco.
Queria ver como o policialzinho reagiria quando ele, Charles Swan, mexesse com a irmanzinha que o federal tanto amava.
~-~
Edward não conseguia encontrar algo interessante para se distrair do que possivelmente estaria acontecendo com Isabella. Tentou cozinhar, assistir televisão, até mesmo cogitou começar a ler alguns dos livros da estante da mulher.
Durante seu período de inquietação, a porta proibida parecia ainda mais tentadora, praticamente gritando por ele. Chegou a tentar girar a maçaneta. Arrependeu-se instantes depois, primeiro porque a porta estava trancada, segundo porque não poderia invadir aquele espaço de Isabella. Pelo menos não ainda.
Finalmente encontrou algo para distraí-lo durante um tempo, o saco de pancadas. E foi enquanto desferia poderosos socos que ouviu a primeira porta ser aberta. Parou imediatamente o que fazia. Isabella voltara. Voltara para ele.
Gargalhou alto com o último pensamento. Ela não era dele para de fato ter voltado para ele. Mas era essa sensação de pertencimento que embalava o ritmo frenético que seu coração adotara.
Um sorriso de ponta a ponta rasgou seu rosto quando a viu abrindo a porta. Queria correr e toma-la em seus braços.
Entretanto, quando Edward fez contato visual com Isabella e viu o estado da criminosa seu lindo sorriso murchou. Sentiu o coração apertado, a preocupação despontando em seu ser.
- Isabella? – perguntou incerto – O que aconteceu?
Notas finais
Sei que nesse capítulo tivemos pouco deles mas, o próximo é 100% beward. (E será IMENSO!)
Como já sabem, se os comentários continuarem assim, temos capítulo novo toda a semana!
Super beijos e não se esqueçam de comentar!
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