Notas iniciais
Oi de novo! Estão prontos para começarem a ler o capítulo dois? Espero que sim. Eu gostaria de perguntar a vocês o que estão achando. Como ainda estou assistindo o anime, não tenho muita certeza se os personagens ficaram bem escritos. É por isso que conto com vocês para me dizerem a verdade, com muito respeito, é claro. De qualquer forma Boa leitura.

Assim que passou pelos portões da U.A, todos os olhares se viravam em sua direção, seguindo seus passos. Todoroki já havia se sentido péssimo por isso acontecer na rua, mas assim que chegou no prédio viu que não era nem de longe tão ruim quanto agora.

Não importava por onde passava, até mesmo os professores o encaravam sem entender o porquê de Todoroki Shouto ter ido ao colégio daquele jeito.

Ele já estava se zangando, não por causa dos olhares, mas sim pelas fotos. Parecia até mesmo que era um tipo de espécime raro que aparecia apenas uma vez a cada milênio.

Quando finalmente chegou na porta da 1-A, encima do horário — já que fez questão — respirou fundo, inflando seu peito enquanto tomava coragem para seguir em frente.

Mal ponhou os pés para dentro da sala e todos os rostos viraram em sua direção. A cena que havia acontecido quando chegou na U.A. estava se repetindo.

“Pelo menos dessa vez ninguém está tirando foto.” — pensou enquanto caminhava até sua carteira.

— Uou! — Uraraka exclamou enquanto olhava Todoroki se aproximar. — Todoroki você está tão fofinho.

Shouto ignorou a menina, passando direto. Não havia sido um comentário sarcástico, mas ele não queria comentario nenhum.

— Cara! — Kirishima falava, enquanto ele, Sero e Kaminari gargalhavam. — Sua cara está muito engraçada.

— Você realmente gosta do dia do morango, hein!? — completou Sero, quase sem ar de tanto ri.

Mas Todoroki ignorou por completo, já havia se conformado com a situação em que estava.

— Eu não sabia que você gostava tanto do dia do morango, Todoroki. — falou Midoriya depois de cumprimentá-lo.

Shouto poderia ter ignorado o garoto como fez com os outros, no entanto, o comentário não tinha intenção de deboche.

— Eu passei o dia com a minha mãe. — explicou enquanto se sentava em seu lugar. Logo a aula começaria.

Shouto encostou os braços na carteira e ficou olhando para frente, a comoção a sua volta já não o alcançava mais. Alguns riam, outros ficavam admirados. Mas o que mais chamou atenção de Todoroki foi Yaoyorozu, que corou ligeiramente quando o viu.

Faltavam só alguns minutos para o começo da aula quando Bakugou entrou sério na sala. O rosto do garoto estava avermelhado, como se tivessem esfregado algo por muito tempo. Estava quase em sua carteira quando parou subitamente, trancando o corredor.

“Mais um que vai encher o saco.” — pensou enquanto Katsuki o olhava sem parar.

No entanto, para surpresas de todos. Bakugou virou o rosto, escondendo seu olhar de complacência e se sentou, ignorando os bigodes de Todoroki. A cena comoveu a sala que foi dominada pelo silêncio.

Aizawa chegou logo que o sinal tocou. Não expressou nem mesmo uma mudança facial quando viu o rosto de Shouto. Fazendo Todoroki suspirar, aquele havia sido o último obstáculo para que deixa-se de ser o centro das atenções.

Agora poderia retornar a agir como sempre, fingindo que não havia acontecido nada. Não seria muito difícil, pois o acontecimento da manhã em sua casa o fez superar qualquer indignação.

Pela manhã na casa dos Todoroki

O som abafado de passos quebrava o silêncio da manhã na casa dos Todoroki. Naquela manhã, Shouto havia acordado mais cedo do que de costume com a intenção de retirar a pintura de seu rosto.

Reconhecia que devia tê-lo feito na noite passada, assim não teria que levantar antes da hora. Ele ia e vinha da cozinha, cada vez que voltava para o banheiro trazia consigo um novo vidro.

A pia do banheiro já estava coberta de vidros de diversos tamanhos e cores. Shouto estava carregando todos os produtos de limpeza que encontrava pela casa.

Não estava a ponto de perder a cabeça, mas também não estava tranquilo. E não teria como ficar calmo depois da surpresa que teve logo pela manhã. Uma surpresa nem um pouco agradável.

Esfregava uma bucha cheia de detergente em seu rosto enquanto encarava o espelho. Não importava quantas vezes passava a esponja, tirando as marcas velhas que iam se formando, nada mais mudava.

Já estava perdendo as esperanças quando batidas soaram pelo cômodo. Alguém estava do lado de fora do banheiro.

— Shouto? — A voz de Fuyumi ressoou atrás da porta. — O que você está fazendo?

— Fuyumi, me ajude! — pediu abrindo a porta. Estendeu dois vidros na direção da garota sonolenta. Fuyumi levantou a sobrancelhas, surpresa ao ver um vidro de alvejante e um de sapólio. — Qual dos dois é mais forte?

— Shouto... Por que você ainda está com essa tinta na cara?

— Essa não é a questão. — Não podia perder mais tempo. Precisava urgentemente resolver aquele problema. Apontou para o rosto e completou. — Preciso achar algo que consiga tirar isso.

— Sapólio não vai resolver isso. É só usar o produto que vem com as tintas. — respondeu como se fosse o óbvio.

— Produto... — colocou os vidros que segurava de volta na pia. — Nós temos em casa?

— Do que você está falando? — Fuyumi mal conseguia acreditar no que ouvia. — A mamãe não te entregou nenhum vidrinho?

“Vidrinho...” — tentava se lembrar. — “Merda! Eu esqueci de pegar o vidrinho.”

— Eu esqueci de pegar. — assumiu cabisbaixo. — E agora?

Fuyumi assistia, pasma, as reações do mais novo. A situação parecia tão desesperadora que chegava a ser engraçada. Sem conseguir se conter, caiu na gargalhada.

— Agora você vai ter que ficar assim. — respondeu entre um riso e outro.

— Já sei. — bateu as duas mãos, uma na outra. — Eu vou comprar um agora.

— Não dá tempo. — respondeu, desiludindo o outro.

— Então eu vou buscar o que eu deixei com a mãe na Emfermaria. — procurou outro solução.

— Vai se atrasar para o colégio.

— Eu chego na segunda aula. — falou rapidamente, já se levantando.

— Shouto! — chamou o mais novo, fazendo-o parar abruptamente. — Esqueceu que você tem que entregar um trabalho na primeira aula?

— O que eu faço então? — suspirou ao se lembrar do trabalho que tinha que entregar para o professor Aizawa.

“Provavelmente era sobre isso que o professor falou ontem.” — pensou enquanto se lembrava do aviso que não tinha prestado atenção.

— Vai ter que ir assim. — finalmente colocou em palavras o que estava pensando desde que o encontrou desesperado no banheiro. — Depois da aula você busca o produto na mamãe.

— É, acho que não tem outra forma. — comentou sério enquanto arrumava a bagunça que havia feito. — Estou começando a mudar de idéia sobre não ter nenhum arrependimento. Eu não devia ter deixado para tirar essa tinta tão em cima da hora.

Fuyumi observou o menino arrumando a bagunça. No dia anterior, quando viu Shouto chegando em casa, tinha achado engraçado a situação em que ele se encontrava.

Mas agora, tinha certeza que, nada superava aquela carinha emburrada com moranguinhos e bigodinhos. Ainda mais com aquele narizinho vermelho. Encarou por mais algum tempo, afinal, não era uma visão que se tinha todos os dias.

Notas finais
Oi meus amores❤ E aí, gostaram da historia? Eu amei escrevê-la! Então por favor, não sejam um leitor fantasma, deixem sua opinião Eu gostaria de pedir perdão por qualquer coisa, pra ser bem sincera, eu ainda estou assistindo a terceira temporada do anime. Então já viu, né? Eu estava pensando aqui sozinha, se vocês não estariam curiosos para saber o que a Momo queria com o Todoroki. Ou quem sabe Se vocês não estariam curiosos para saber os reais motivos do porque o Bakugou não tirou sarro do Todoroki. Já pensou como foi o dia do morango dele? Vim adicionar aqui que eu já postei a do Bakugou. Tá no meu perfil. (╯°□°)╯︵( .o.) Eu vi isso e achei muito legal Mas voltando ao assunto: Eu pretendo mais pra frente escrever outro One Shot para, quem sabe, contar o que a Momo queria com o Todoroki. Sério, eu já pensei certinho como seria kkkkk Ah! E caso queiram ficar atentos as minhas próximas postagens, me sigam. Eu pretendo escrever mais obras baseadas em tópicos. Só que essa ainda é a primeira. Mas não tem problema, em breve escreverei a próxima. Bom, acho que é isso. Por favor, digam o que acharam da história. É importante. Até a próxima vez que nos encontrarmos. Espero que seja logo
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.