Reconstruindo Hermione

6 Capítulo 5- Fugindo da tentação


Notas iniciais
Oi pessoas!!! Primeiramente desculpa pelo atraso,estava curtindo uma boa praia mas infelizmente sem o meu amado pc. :( Quem ai tá ansiosa pra nota do enem sair ? eu tõ desesperadaaaa. Mas enfim,espero que gostem do capítulo,foi feito com muito carinho pela Elisa aqui. Gostaria de dedicar esse capítulo as duas divas que favoritaram a história, Juliana Andresa e Nessa Jean Malfoy. Obrigada por favoritarem,meu coração quase não aguentou de emoção. Bjo e nos vemos lá embaixo. : )

E, por favor, não fique tão perto de mim/Estou tendo dificuldades para respirar/Tenho medo do que você verá agora.

Parece que quanto mais você foge do perigo ele vem procura-lo, a prova disso era o loiro parado a alguns metros de mim. Merlin não me ama. Resolvi agir como se nada tivesse acontecido,acho que ele também gostaria de esquecer o acontecido do corredor. Ele me observa com aquele maldito sorriso de lado como se fosse o dono do mundo mágico e soubesse exatamente o que eu estava pensando. Ele aproxima-se cautelosamente como estudando sua presa antes do ataque. Eu não ia o deixar mexer assim comigo, não de novo, eu estava perfeitamente sóbria e não ia cair no charme da doninha idiotamente sexy.

–Você precisa de alguma coisa Malfoy? Se for preciso ser rápido, meu tempo é curto e estou muito ocupada para coisas sem importância. – Despejo rapidamente evitando o contato visual com o dito cujo.

–Eu quero muitas coisas Granger, mas você pode começar olhando para mim enquanto fala. Eu não mordo, apenas se me pedir é claro. -Ele fala naturamente como se falasse que vai chover.Continuo mexendo a poção ignorando o que ele disse e tentando manter o rosto impassível.

–Sou um Malfoy e detesto ser ignorado, acho que eu devo chamar a sua atenção da mesma forma que reivindicou a minha na noite passada. Ou você estava bêbada demais e não se lembra... Hermione- Quando levanto minha cabeça percebo que ele está perto demais para a minha sanidade,seus lábios quase roçando os meus e suas mãos bem próximas as minhas na bancada de mármore.

–Afaste-se de mim e saia daqui Malfoy. Aquilo que aconteceu foi um ato... Impensado, estava bêbada e você seu grandessíssimo imbecil se aproveitou da situação. Não vai mais acontecer, então apenas saia e esqueça.

–É meio impossível esquecer aquele pedido Hermione, mas se você quer negar tudo bem. -diz ele contornando a bancada e aproximando o corpo perigosamente do meu.-Não vou te forçar a nada mas eu sei Granger que você vai implorar pelo meu toque,eu vou beija-la por que você vai implorar pelo meu beijo. Não se atiça um Malfoy e o deixa a deriva minha querida. Vou provoca-la até o limite da sua resistência boba,você é meu novo joguinho Granger e eu vou adorar brincar com você.

Dizendo isso ele retira-se com a sua pose aristocrata de sempre deixando para trás o rastro do seu perfume e a promessa de um beijo. Ele apena não sabia que se esperasse mais meio minuto eu mesmo atiraria meu corpo contra o dele reivindicando seus lábios. Relaxo meu corpo contra a cadeira tentando controlar, sem sucesso, minhas pernas bambas e respiração ofegante. Pensando que sem sombra de dúvidas Merlin queria acabar com meu autocontrole.

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Caminhando pela Londres trouxa sinto um alívio enorme, depois do acontecimento no laboratório eu praticamente sai fugida do meu trabalho. Não é todo dia que um Malfoy te adota como a nova diversão da sua vida. Eu poderia muito bem acabar com esse joguinho de gato e rato e simplesmente dar vazão aos meus desejos, mas sinceramente eu acho que vai ser ainda mais divertido vê-lo se esforçar para me desarmar. Eu poderia muito bem aceitar as investidas do Weasley,e é isso que iria fazer. Sou solteira e desimpedida uma diversão ruiva não ia acabar com a minha vida.

Aparatando num beco e indo diretamente a minha casa repenso cada passo que dei até chegar aqui. Reconquistar sua confiança e sair de um buraco de depressão não é fácil, lembrar-se de tudo o que você perdeu pra conseguir chegar aquele patamar é doloroso demais. Fico pensando no que o Ronald diria se soubesse da minha pequena animosidade com a doninha albina, com toda a certeza ele surtaria e a reação seria muito pior do que foi com o Krum. Uma vez minha mãe me disse que quando eu encontrasse a pessoa certa eu saberia que essa pessoa não podaria meus sonhos nem me sufocaria numa gaiola de ciúmes; ela me enfrentaria e me faria levantar a cabeça em qualquer situação e me desafiaria a ser melhor do que sou e não recuaria no primeiro obstáculo. O Ronald não era a pessoa certa.

Constar isso me deixa assustada, há cinco anos eu poderia pintar um quadro perfeito da família feliz ao seu lado, atualmente os meus pincéis só pintar incertezas e nuvens escuras, que constatam a grande confusão de tempestade na minha vida. Será que seriamos felizes se estivéssemos juntos? Ou seríamos apenas um casal com um casamento frustrado a beira de um divórcio e odiando um ao outro?

Chego ao quarto e tomo meus remédios trouxas para dormir deitando na cama em seguida, esperando que o torpor e a tontura dos remédios façam sue trabalho e me levem para os braços de Morfeu.

Estou num ambiente claro e ventilado, as persianas batem com a força do vento trazendo para dentro o cheiro de frésias. O quarto todo é pintado num tom leve de rosa e a mobília e toda trabalhada na madeira rústica, são agradáveis e reconfortantes, tem cheiro de lar, é a minha antiga casa. Tenho a sensação de que meus pais vão entrar pela porta a qualquer momento acordando-me com um belo café da manhã pelo meu aniversário. Parece que foi em outra vida, em outro mundo mais belo e tranquilo. A fechadura se abre e pela porta entra ele com sua pose superior e seu sorriso sacana de lado, típico de um Malfoy. Ele caminha até mim estendendo sua mão e eu a pego sem hesitar me levantando e conduzindo-me ao meu do quarto iniciando uma pequena dança, lentamente apenas apreciando o balanço de nossos corpos unidos. Ele sorri pra mim e sem pensar eu retribuo e ficamos assim até que ele desaparece numa névoa e eu finalmente acordo.

Acordei ofegante e com o coração disparado no peito.

–MAS QUE DROGA! Sai dos meus sonhos sua doninha idiota. -praticamente rosnei para o nada me sentindo uma idiota surtada. Por Merlin. É tão difícil assim tentar esquecer aquele loiro oxigenado? Virei para o lado tentando dormir e me esforçando a não pensar em quanto às mãos da doninha não pareciam assim tão frias quando percorriam meu corpo.

Maldição...

Notas finais
Então? Gostaram? Mandem Rewies(#campanhafaçaElisasorrir ainda está de pé),tenho um complexo de Edward e gosto de saber o que estão pensando. Bjo no Core e boa sorte com as notas do Enem. : )