Reconquistando o Amor de My Lady.
27 Uma mensagem sinistra.
Notas iniciais
Paris amanheceu chovendo, mas não deixava de ser encantadora a cidade da luz, dos perfumes e do romance. Poucas pessoas andavam pelas ruas com seus guarda-chuvas. Emma dormia calmamente na sua cama, mas logo acordariam por causa da aula.
Marinette os observava junto com o Adrien que a abraçava por trás, perto da porta. Os dois ainda estavam de pijama, mas um deles ia trabalhar, ou seja, Adrien iria trabalhar enquanto a azulada ficaria em casa.
— Sabe, isso está parecendo um sonho – a azulada o olhou – Que daqui a pouco vou acordar, que eu ainda tenho 19 anos e que ainda estou morando nos Estados Unidos longe de você.
— Sei como é! – disse ela voltando a olhar para as crianças – Também achei que tudo era um sonho até que segurei eles nos meus braços – ela sorrir e suspira – Tem certeza que é uma boa ideia de eu aceitar essa oportunidade?
Mari tinha contado para o seu amado sobre o que seu chefe disse a ela antes da reunião daquele dia.
— Mas, claro que sim, meu amor! – ele a olhou – Você não disse que era uma oportunidade única?
— Sim, mas é que... fica um mês fora para mim isso é muito tempo!
— Eu sei, mas não se preocupe. Logo o tempo passará rápido quanto menos você perceba, já estará de volta a Paris – Adrien se aproximou de seu ouvido – E poderemos começar com os preparativos para o nosso casamento.
— E ainda tem isso – Mari o olhou – Nós ainda temos que contar para Emma e Louis.
— Quando vamos conta para eles? – perguntou o loiro.
— Melhor contamos quando eu chegar da viagem – Adrien concordou e deu um beijo nela.
Pouco depois, os pequenos loirinhos acordaram, tomaram banho, vestiram seus uniformes (com a ajuda da mãe e do pai) e foram tomar o café. Adrien também estava arrumado para o trabalho e já tinha tomado o seu café. Marinette não iria trabalhar hoje de novo e aproveitaria para fazer o vestido de noiva da sua prima, Chloe.
Logo, o motorista do Agreste chegou e o loiro de olhos verdes chamou as crianças, pois ele os levaria para escola. Emma e Louis correram até a sua mãe e a abraçaram, dando um beijo em suas bochechas. O Agreste se aproximou de sua azulada com um sorriso e a puxou pela cintura para si.
— Eu te amo – fala o loiro de olhos verdes e a Mari rir.
— Eu também te amo, seu bobo! – aproximaram os lábios um do outro e se beijam.
Os filhos de Adrinette (//N.A: é melhor escreve assim do que separado, não é?), se entreolharam e reviravam os olhinhos ao mesmo tempo, Louis fez careta e depois deu de ombros. Já a Emma colocou as suas mãozinhas nos olhos e pois a língua para fora, fazendo expressão de nojo.
EMMA
Assim que mamã e o papai se beijalam, meu mano fez caleta e deu de ombros enquanto eu coloquei as minhas mãos pala coblir os meus olhos e botei a língua para fora, pois era nojento ver os meus pais tocalem de saliva (//N.A: te entendo fofucha, os meus pais também fazem isso e é difícil de esquecer L).
— Mana! – chamou Louis – Por quanto tempo eles vão continuar assim?
— Não sei, mas acho melho intelompe – falo e o mesmo concorda.
Me apoximo dos dois junto com o mano e tentamos sépala-los até conseguimos. Mamã e papai nos olhalam enquanto mano e eu estávamos de braços cluzados.
— Já telminalam? Se não vamos nos atlasar! – digo e o meu pai, po que está lindo?
— Ok, princesa! Vamos para o carro – entramos no carro e o papai nos levou pala escola.
MARINETTE
Depois que eles saíram, vou para o meu quarto me arrumar pois tinha combinado com a Chloe para irmos comprar os tecidos do seu vestido. Visto uma blusa branca, uma saia vermelha, amarro o meu cabelo, pego o meu casaco preto e a minha bolsinha vermelha.
— Como estou, Tikki? – dou uma rodadinha.
— Está linda, Marinette! – eu sorrir agradecida.
— Obrigada, Tikki! Agora, entra no casaco pois a Chloe já deve estar chegando – ela entra no meu casaco e logo ouço a campainha toca, fui até a porta e abro – Oi, Chloe!
— Oi, Mari! – cumprimentou – Vamos? – eu assenti e fomos comprar os tecidos.
*Algumas horas depois*
Já estava em casa com os tecidos, Tikki comia os seus biscoitos enquanto eu fazia as medidas para o vestido.
— Mari, como vai ser o vestido da Chloe? – perguntou a minha kwami. Pego o meu caderno e a mostro para ela – Esse vestido vai ficar bonito nela e como vai ser o seu vestido?
— Obrigada, Tikki! Agora sobre o meu vestido de noiva, eu ainda não tenho ideia – digo e logo olho no meu relógio de pulso – Será que o Adrien vai se importa, se eu ir visitá-lo no escritório?
— É claro que não – ela voou e ficou na minha frente – Pelo contrário, ele vai amar receber visita de sua Lady – nós rimos.
— Mas acho que não é só ele, também tem um certo kwami que vai adora receber uma visita – se a Tikki não fosse vermelha, ela estaria bem corada.
— Não sei do que você está falando? – eu rir – E vamos logo!
Me levanto ainda rindo, pego o casaco e a bolsinha, Tikki entra no meu casaco ainda emburrada, saio de casa e vou para o local de trabalho do Adrien.
Assim que chego, vou até recepcionista.
— Com licença! – ela me olhou – Poderia me informar onde fica o escritório do Adrien Agreste?
— A senhorita quem é? – perguntou.
— Marinette Dupain-Cheng – ela arregala os olhos.
— Ah, sim... fica no último andar – eu assenti e fui até o elevador, fico conversando com a Tikki até chegar no último andar.
O elevador abre e saio, atraindo alguns olhares (a maioria é homens). Não gosto disso, mas o que posso fazer? Cumprimento alguns e chego no escritório do meu loiro de olhos verdes, bato na porta e ouço um pode entra. Vagarosamente abro a porta e vejo ele de costa para mim, lendo alguma papelada e o mesmo diz.
— Mili pode levar esses documentos já verifiquei todos – cruzo os braços.
— Não é a Mili – ele vira e me olha, sorrindo – Quem é a Mili?
— Meu amor, o que faz aqui? – perguntou ele se aproximando de mim.
— Não posso visita o meu noivo e eu te fiz uma pergunta senhor Adrien Agreste.
— Claro que pode my lady! – ele beija a minha bochecha – E respondendo à sua pergunta, Mili é só a minha secretária.
— Só a sua secretária, né? – Adrien rir.
— Está ciúmes my lady?
— Eu? Com ciúmes? Imagina... – ele pega na minha cintura e me puxa para si.
— Você não precisa ter ciúmes de mim, pois só tenho olhos para você – olho para ele – Agora, já eu.... é impossível não ter ciúmes de você – eu rir.
— Não precisa ter ciúmes de mim – pego na sua gravata e puxo para mais perto do meu rosto – Pois eu já sou sua, só sua – sussurro bem perto de sua boca.
— E eu sou todo seu – acabamos com a distância entre as nossas bocas e ficamos travando batalhas com as nossas línguas até que...
— Senhor... me d-desculpe, e-eu vol-volto mais t-tarde – disse uma mulher um pouco gordinha, um pouco baixa, cabelo curto e moreno. Ela fecha a porta rapidamente, eu olho para Adrien envergonhada e o mesmo sorrir sem jeito.
— É... estar quase na hora de buscar as crianças – digo tentando sair desse momento constrangedor.
— Está certa, deixa eu pegar esses documentos e entregar para secretária – assenti e fico esperando ele quando o meu celular toca, pego e vejo que era uma mensagem, abro e começo a ler.
“Algumas pessoas te amarão pelo o que você é. Outras te odiarão pelo mesmo motivo. Acostume-se!
Número desconhecido. ”
Que mensagem estranha e sinistra, pensei. Logo, Adrien me chama e vou ao seu encontro, saímos de sua sala e vejo a mesma mulher que tentava não olhar para nós. Adrien entregar os documentos para ela enquanto eu pensava naquela mensagem, quem será que mandou?
— Marinette, Marinette! – saio do meu pensamento – Está tudo bem? – perguntou Adrien.
— Sim, vamos? — saímos da empresa e fomos busca os nossos filhos.
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