Notas iniciais
Oi gente, ficamos sabendo que um monte de fanfic foi atualizada no dia de hoje e corremos para atualizar por aqui também! shdbvlwehjbfwehjbfhwefwe Boa leitura, mores :) **PrescottMills

Assim que Emma entra na construção de número 910 e passa pela porta da pensão da Granny, cumprimenta Dorothy, que lhe lança um olhar desconfiado por causa de sua afobação, e sobe as escadas com pressa, quase correndo.

― Alguma novidade? ― Pergunta ao abrir a porta do seu quarto. ― Onde estão Henry e a Rainha? ― Questiona, sentindo falta da presença dos dois e vendo apenas Killian, Gold, Belle, Tiger e Regina. ― Ah, Gold... ― Aproxima-se dele e lhe entrega a chave do carro.

― Estão no meu quarto, assistindo algo na televisão. ― Mills responde e a loira assente.

― Bem, agora que todos estão presentes... ― Gold murmura e ganha todas as atenções. ― Fiona já sabe que Tiger Lily está conosco e ontem à noite tentou contra a vida dela. ― Aponta para o braço machucado da Indígena.

― E você está bem? ― Emma se aproxima da mulher e a analisa dos pés à cabeça, procurando outros machucados.

― Felizmente a minha mãe não tem uma mira boa, Srta. Swan. ― Rumple responde pela mulher.

― Precisamos protegê-la. ― Jones diz, entrando na conversa. ― Se ela tentou algo contra Tiger Lily é porque estamos no caminho certo para derrotá-la.

― Ei, eu sei me defender sozinha. ― Tiger diz, sentindo-se ofendida.

― É claro que sabe. ― Responde com ironia, apontando com o gancho para o machucado no braço dela.

― Eu fui pega de surpresa! ― Rebate alterada.

― Sabemos que você pode se defender sozinha, mas o pirata está certo. ― Gold intervém na pequena discussão dos dois. ― As coisas são diferentes por aqui e você não sabe como muitas delas funcionam.

Tiger suspira pesadamente e revira os olhos. ― Ok! ― Murmura vencida.

― Tem mais uma coisa... Meu filho está sendo treinado para lutar com a Salvadora. ― Ele fala diretamente para Emma. ― E matá-la.

Ao processar o que ouviu, Regina arregala os olhos, o coração bate acelerado e o medo de perder Swan toma conta do seu corpo. Killian também fica abalado com a informação, mas não demonstra.

― O que? ― Swan indaga em tom incrédulo.

― A varinha de Tiger Lily é a principal chave para vencermos a minha mãe. ― Gold continua. ― Por isso, estamos indo para a Floresta Encantada em busca dela. ― Aponta para Tiger e ela assente. ― Se a encontrarmos e voltarmos a tempo, essa luta não precisará acontecer.

― Vocês precisam encontrar essa varinha e voltar logo. Eu não quero ter que lutar com o filho de vocês e matá-lo. ― Swan diz com um pouco de desespero e Belle lhe lança um olhar amedrontado. ― Desculpa, Belle, mas eu precisarei me defender.

― Você não vai precisar, Emma. ― French rebate com um tom de certeza. ― Eu tenho certeza de que Rumple e Tiger Lily encontrarão a varinha e voltarão a tempo. ― Fala com esperança e Emma sorri em resposta, torcendo mentalmente para que ela esteja certa.

― Bem, nos vemos na sua casa, pirata! ― Gold fala com ironia e se encaminha para a saída. Tiger Lily e Belle lhe acompanham logo em seguida.

― Bem, eu também preciso ir. ― Killian anuncia e se aproxima da loira. ― Swan, tome cuidado. ― Toca em seu braço delicadamente e ela sorri em resposta. Regina o encara com um olhar mortal, mas disfarça quando Emma olha para ela. ― Qualquer coisa, estarei na Jolly Roger. ― Emma assente e ele se encaminha para a saída.

― Tudo bem? ― A loira pergunta para Mills como quem não quer nada, assim que ficam sozinhas no quarto.

― Um pouco preocupada com toda essa história de luta e... ― Sua resposta é interrompida pelos lábios macios e quentes de Emma nos seus em um beijo lento e carinhoso. Quando ela sente uma mão de Swan apertar sua cintura e a puxar mais para si e a outra segurar seu pescoço e os dedos se emaranhar em seus cabelos, entrega-se ao contato e o aprofunda, abrindo mais boca e permitindo o toque das línguas. Estava com saudade dos momentos mais íntimos com Emma, mas tinha vergonha de tomar a atitude de se aproximar desde que se lembraram de tudo, então sempre que a loira tomava a iniciativa, ela aproveitava.

Quando o ar se faz necessário, elas afastam as bocas, mas permanecem com os rostos próximos.

― Essa luta não vai acontecer, mesmo que eles não encontrem a varinha. Nós encontraremos outro jeito de derrotá-la. ― Emma sussurra, encostando as testas e fechando os olhos. ― E não precisa querer incinerar o Killian cada vez que ele chegar muito perto de mim. ― Acrescenta bem-humorada, deixando claro que tinha visto seu olhar para o homem e une seus lábios mais uma vez para evitar que ela rebata. Regina pensa em se afastar e se defender, mas quando sente a língua da loira tocar a sua, desiste e se entrega mais uma vez.

O telefone de Emma vibra em seu bolso e as duas interrompem as carícias e se afastam. É uma mensagem de confirmação da transportadora que Henry entrou em contato para levar os carros das duas até o limite da cidade. Após confirmar o recebimento da mensagem e passar pela mensagem que recebeu de Regina sobre Gold e Tiger Lily, ela se lembra de algo. ― Eu descobri quem tentou nos atropelar no outro dia. Quando você me mandou a mensagem eu estava indo atrás dela. Fiona.

― O que? Emma... ― Balança a cabeça negativamente, deixando claro que desaprovou sua ideia. ― Ainda bem que eu te mandei a mensagem a tempo e você não foi. ― Diz em tom de alívio.

― Nada iria acontecer, Regina. Ela não pode me matar agora. ― Tenta tranquilizá-la. ― Pelo que Gold disse, ela só deve ter feito isso para nos manter ocupadas e não atrapalhar seus planos.

― Mas ela ainda pode te machucar. ― Rebate com preocupação e a puxa para seus braços, apertando-a com força. Só de pensar que algo poderia ter acontecido com Emma, seu coração se aperta de medo e um calafrio sobe pelo seu corpo. Ela não suportaria a dor da perda outra vez. ― Sabe lá o que ela poderia fazer com você até que chegasse o dia dessa luta entre você e o filho do Gold. ― Aperta-a ainda mais em seus braços. ― A partir de agora vamos evitar andarmos sozinhos, principalmente o Henry e você, para evitar que ela tente algo novamente, ok? ― Afasta-se um pouco da loira e segura seu rosto com as duas mãos.

― Ok! ― Abre um pequeno sorriso, beija seus lábios delicadamente e encostam as testas.

― E como foi com os seus pais no hospital? ― A pergunta faz a loira ficar tensa e Mills percebe. ― Foi ruim? ― Pergunta com preocupação, afastando seu rosto do dela e conectando os castanhos nos verdes.

― Foi... Difícil... ― Seus olhos se enchem de lágrimas, mas ela pisca várias vezes e respira fundo para conter a vontade. ― Mas sua ideia deu certo e agora eu terei bons motivos para estar mais próxima deles. Obrigada! ― Abre um pequeno sorriso e a morena retribui, sentindo-se feliz por ter a ajudado a se aproximar dos pais.

O celular de Emma vibra novamente e dessa vez é uma mensagem de Henry querendo saber como foi no hospital com seus avós. O celular de Regina também vibra ao receber uma mensagem de Henry também, perguntando qual o motivo da reunião com Gancho, Tiger Lily e o avô. Elas mostram as mensagens uma para a outra e sorriem.

― Acho melhor irmos logo até lá antes que ele morra de curiosidade. ― Emma diz bem-humorada e Regina assente sorrindo.

Então, Swan estende a mão para Mills e quando a morena a segura e entrelaça os dedos, elas saem de mãos dadas do quarto da loira e vão para o de Regina. Quando Emma abre a porta e as duas entram, Henry abre um grande sorriso por ver as mãos unidas das mães e a Rainha desvia o olhar, fingindo que não viu. Contudo, sua ação não passa despercebida pelos castanhos atentos de sua outra versão.

― Então, o que o vovô veio dizer? ― Henry pergunta sem rodeios para a mãe morena e as duas se entreolham rapidamente, compartilhando da mesma dúvida. Deveriam falar sobre a luta? ― Por favor, não mintam. ― Ele pede, entendendo bem a troca de olhares entre as duas.

― Não vamos. ― Regina garante. ― Bem... ― Ela olha para Emma novamente e a loira assente. ― Fiona descobriu que Tiger Lily está em Storybrooke e tentou matá-la ontem à noite.

― Ela está bem? ― Indaga com preocupação e a morena balança a cabeça afirmativamente.

― E hoje de manhã, Gold e Belle ouviram que Gideon está sendo preparado para... ― Interrompe-se e respira fundo. Seu coração se acelera e o medo volta a tomar conta de seu ser. Emma lhe lança um olhar tranquilizador e segura em sua mão e a aperta. A Rainha observa o pequeno gesto de força de Swan para sua outra versão e abaixa o olhar, triste. ― Para matar a Emma. ― Finaliza em um tom mais baixo.

Ao ouvir o que Regina diz, tanto Henry quanto a Rainha arregalam os olhos. ― O que? ― Os dois perguntam ao mesmo tempo, quase pulando do sofá. Só não o fazem por causa dos machucados.

― Mas nada disso vai acontecer. Gold e Tiger Lily já estão vendo um jeito de resolverem a situação. ― Swan diz, tentando tranquilizar os dois. ― E eu descobri hoje de manhã, que o acidente foi uma armação de Fiona, provavelmente para nos manter ocupados, por isso, nada de andar sozinho por aí, ok? ― O garoto assente. Seu celular vibra, indicando uma nova mensagem e ela o puxa do bolso para verificar. É a transportadora atualizando a localização e avisando que já estão perto do ponto de entrega. ― Hora de irmos buscar os carros. ― Mostra a tela do celular para o garoto. ― Vamos? No caminho eu conto como foi com os meus pais no hospital. ― Guarda o aparelho no bolso e se aproxima do filho no estofado, ajuda-o a se levantar e ele se apoia completamente em seu corpo. ― E vamos dar uma passadinha no hospital e pedir uma muleta emprestada. ― Eleva a perna com o tornozelo machucado e faz uma careta, fingindo que está pesado. ― Eu não vou aguentar carregar você de um lado para o outro até ficar bom. ― Acrescenta com a voz falha e Regina sorri.

― Eu não sou tão pesado assim, mãe. ― Ele comenta, fingindo ter ficado ofendido.

― Você é pesado desde que era um bebê, querido. ― Regina rebate e os dois sorriem. Emma força um sorriso para não ficar por fora, mas Regina percebe e logo entende o motivo. Agora que se lembravam de tudo, não era ela quem desejava ter acompanhado a infância de Henry e precisava dessa experiência, mas sim a loira.

― Nos vemos no Granny’s para o almoço? ― Emma pergunta, antes de passar pela porta com Henry e a morena assente. Swan se aproxima lentamente, beija seus lábios delicadamente e vai embora com o garoto.

― O que é um carro? ― A Rainha pergunta assim que as duas ficam sozinhas e Regina sorri, lembrando de si mesma, quando chegou em Storybrooke. Enquanto os outros simplesmente sabiam de tudo, ela teve que aprender. A morena fecha a porta do quarto e se encosta na mesa.

― É um meio de transporte, igual carruagens, mas sem os cavalos. ― Responde ainda entre risos.

― Eles se movem com magia? ― Franze o cenho. Regina sorri mais uma vez.

― Nesse mundo há uma coisa chamada tecnologia que faz com que eles andem sem precisar de magia. ― Explica e a expressão de confusão abandona o rosto da Rainha.

― A mesma do celular e da televisão que o garoto me mostrou, não é? ― Regina assente.

A conversa é encerrada e o quarto fica em silêncio. Mills recebe uma mensagem de Emma sobre Henry estar com dificuldades para andar com as muletas e ao ler o conteúdo abre um sorrisinho e balança a cabeça negativamente. Swan estava fazendo piada. Sua reação chama a atenção da Rainha, que já lhe observava, mas necessariamente suas elegantes roupas, e ela lhe encara com curiosidade. Ela não sabia o que Regina via no aparelho, mas sabia que tinha a ver com Emma por causa do seu sorriso.

― Qual a sensação? ― A Rainha pergunta de repente, quebrando o silêncio e a morena lhe encara. ― Qual a sensação de ter um final feliz como os heróis? ― Reformula a pergunta, percebendo que a sua outra versão não tinha compreendido.

Regina enfia o celular no bolso do sobretudo novamente, caminha lentamente até o sofá e se senta ao seu lado.

― Você acha que eu estou tendo um final feliz? ― Questiona em um tom neutro.

― Você tem a pessoa que você ama ao seu lado, a pessoa também te ama, você tem um filho com essa pessoa e ele também te ama, você não é vista como vilã, anda ao lado dos heróis... ― Cita, levantando um dedo para cada coisa dita. ― Então, sim, eu acho que você está tendo um final feliz.

― Há mais uma coisa que é preciso ter para se ter um final feliz... ― Fala em tom enigmático, deixando a outra extremamente curiosa. ― Eu descobri o que é, você também vai descobrir...

Entendendo que Regina não lhe diria o que é e que ela teria que descobrir sozinha, ela apenas assente.

― Como foi a sua vida após ter conseguido lançar a maldição? ― A Rainha continua com a sua curiosidade.

― Durante vinte e oito anos eu achei que tinha vencido. Ninguém se lembrava do passado, todos viviam infelizes, Branca de Neve e o Príncipe não se conheciam, eu mandava na cidade e fazia o que bem queria... Mas meu filho não me amava. ― A Rainha franze o cenho. ― O que eu mais queria, eu não tinha. ― Fala com pesar, sentindo um aperto no peito. ― A verdade é que eu não tinha vencido, mas sim perdido... ― Balança a cabeça negativamente. ― Eu mais perdi do que ganhei até chegar aqui. ― A lembrança da sua mãe morrendo em seus braços vem a sua mente e ela fecha os olhos por alguns segundos, tentando afastar a vontade de chorar. ― Eu perdi a minha mãe em meus braços, mas eu ganhei uma irmã... ― Abre um pequeno sorriso ao lembrar de Zelena. ― No começo não tivemos uma relação muito boa, mas depois deu certo. ― Dá um sorriso. ― Conheci o homem com a tatuagem de Leão... ― Os olhos da Rainha crescem. ― Descobri que ele era apenas uma possibilidade e uma parte do meu final feliz... ― A expressão da outra muda para confusão. ― Depois eu o perdi também... ― Sorri sem humor e balança a cabeça negativamente. ― Eu parei de ser a grande ameaça para as pessoas dessa cidade e outras apareceram, eu fui até o submundo, fui para Camelot, fui para a Terra do Nunca, reencontrei velhos inimigos e amigos e retomei amizades antigas e perdidas... ― Dá um pequeno sorriso ao se lembrar de Sininho. ― Também me tornei amiga do Senhor das Trevas... ― A Rainha lhe lança um olhar surpreso e ela sorri.

― Você passou para o lado dos heróis... ― A outra completa e Mills assente.

― Não foi fácil, mas eu ganhei uma nova chance e consegui o perdão de todos, principalmente de Branca e Encantado, quem eu mais fiz mal, consegui o amor do meu filho, consegui o perdão do meu pai, consegui o amor puro e sincero da minha mãe, despedi-me de Daniel e consegui amar novamente... ― Seus olhos transbordam e as lágrimas descem sem pudor pelo seu rosto.

― E ser amada... ― A Rainha completa, referindo-se a Emma e a outra assente.

― Se me dissessem que um dia eu seria amiga de Branca de Neve e o seu Príncipe irritante, metido a charmoso, eu provavelmente incineraria a pessoa. ― Comenta entre risos. ― Hoje, eles não só são amigos, como também são família. ― Diz em um tom emocionado. ― O mesmo digo para mim e Emma... ― Sorri. ― Quando ela apareceu na cidade eu queria matá-la por afastar o meu filho de mim e ser uma ameaça para quebrar a minha maldição, mas após a quebra da maldição as coisas entre nós mudaram muito. Eu pensei que ela fosse me odiar por tudo o que eu fiz, mas ela me deu uma chance, me perdoou, confiou em mim e me ajudou a ser uma pessoa melhor... ― Seus olhos se enchem de lágrimas de novo e quando seus lábios se curvam em um sorriso emocionado, elas caem pelo seu rosto. ― Se me dissessem que hoje eu estaria casada com ela e... ― Interrompe-se. O que estava prestes a dizer, ainda não tinha feito em voz alta.

― Amando-a... ― A Rainha completa por ela.

Mills respira fundo e balança a cabeça afirmativamente. ― Amando-a... ― Repete e seu coração se acelera. ― Eu provavelmente mandaria prender a pessoa por tamanho absurdo. ― Completa bem-humorada e sorri.

― Após não conseguir lançar a maldição, meu castelo foi invadido por fadas e cavaleiros de Branca e Encantado. ― A Rainha murmura, dando início a sua versão da história. ― No começo eu consegui me defender tranquilamente e meus guardas estavam com vantagens sobre os guardas deles, mas em algum momento que eu me distraí, Branca me atingiu com a tinta de lula. ― Ela fecha os olhos por alguns segundos e o momento é repassado em sua mente. ― Eu fui jogada em uma cela do castelo deles, porém quando o efeito da tinta passou, eu consegui abrir a cela e fugir. ― Dá uma risadinha. ― Eu passei muitos anos naquele castelo e conhecia cada cantinho dele e seus truques. ― Dá de ombros. ― Bem, anos se passaram e eu não desisti da minha vingança, estava sempre tramando algo para tentar contra eles, até que tiveram uma filha e eu direcionei todos os meus planos para ela. Um dia Rumpelstiltskin me procurou para lançar sua maldição novamente, mas antes disso, surgiu uma oportunidade de capturar a linda Princesa Swan que tinha acabado de perder o marido, o Príncipe Neal, e andava solitária e triste pela floresta, mas... ― Interrompe-se e suspira pesadamente.

― Você caiu em uma armadilha e eles te prenderam novamente... ― Regina completa e ela assente com pesar.

― Eu fui colocada na cela que foi de Rumpelstiltskin e ganhei um adereço novo no braço, a pulseira que inibe a magia. Dessa vez eles foram mais espertos... ― Sorri e Regina lhe acompanha. ― Foi então que eu tive o meu primeiro contato com a Princesa Swan.

Os corações de ambas batem acelerado, mas por motivos diferentes. Regina por ciúme e a Rainha por paixão.

― Eles queriam saber quais os meus planos contra eles e o Reino, mas eu exigi a presença dela para poder falar algo. ― Abre um sorrisinho ao se lembrar da primeira vez que ficou tão perto de Emma. ― Assim que nossos olhos se encontram a Princesa ficou assustada, mas ela me surpreendeu ao voltar no dia seguinte e sem os seus pais saberem. ― Seus lábios se curvam em um genuíno sorriso quando lembranças dos únicos momentos felizes do seu dia invadem sua mente. ― Emma passou a me visitar constantemente e nós acabamos nos aproximando. Nossas conversas eram as melhores coisas do meu dia. ― Fala nostalgicamente, não porque sentia falta de estar presa, mas sim, dos momentos com a loira. ― Diferente de você, eu não conheci o homem da tatuagem de Leão, não reencontrei velhos amigos e inimigos, não fui para outros reinos, não revi minha mãe, não me despedi de Daniel, não tive o perdão do meu pai, não me tornei amiga dos Encantados e do Senhor das Trevas, não fiquei sabendo da existência de uma irmã, não tive um filho, não tive uma família e não fui amada... ― Sua voz sai entrecortada. ― Mas uma coisa nós tivemos em comum... ― Ela respira fundo. ― Assim como você, eu voltei a amar. ― As lágrimas rolam pelo seu rosto, mas ela não se importa de enxugar. Regina não estava tão diferente dela. ― Emma foi a luz que clareou a minha escuridão, me salvou das trevas, me deu outro sentido para viver em vez de uma vingança, me ajudou a ser uma pessoa melhor...

― Ela e Henry me salvaram também... ― Mills sussurra com a voz entrecortada por causa da emoção e ambas abrem um pequeno sorriso.

Notas finais
Aos poucos nosso casal vai voltando ao chamego que era antes, bem do jeito que nós gostamos hsfblqejhfbehwjfbehwfe E essa conversa entre a Regina e a Rainha? Foi bastante intensa, hum? Bem, esperamos que tenham curtido mais um capítulo de Recomeçar, agradecemos por continuarem por aqui mesmo com tanta demora e até o próximo capítulo!