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15 Capítulo 15- Epílogo.
Notas iniciais
-SCORPIUS MALFOY, COLOQUE O ALVO NO CHÃO AGORA! –a mulher de cabelos castanhos berrou.
-deixe-os brincar, Hermione! –Draco riu. Ela o lançou um olhar fulminante. –SCORPIUS, COLOQUE O POTTER NO CHÃO!
-eu só estava tentando ensiná-lo a voar! –o menino se sentou no chão cruzando os braços. O menino mais novo, de cabelos escuros e olhos muito verdes, se sentou trêmulo lançando a madrinha um óbvio olhar de agradecimento.
-você deveria fazer isso com uma vassoura! –Draco sorriu para o filho. –falando em vassoura... Onde está seu irmão e Tiago?!
-Hugo está tentando ensinar Tiago poções! –Scorpius deu de ombros, repousando a cabeça no colo da mãe. –Mãe, não quero ir para a escola.
-é o último ano, Scorp. Vai passar rapidinho. –Hermione sorriu passando os dedos pelos fios claros do cabelo do filho. –já arrumou seu malão?!
-eu?! Não! Hugo fez isso. –o menino sorriu de canto. Hermione se perguntou como pudera aqueles meninos ter tanto do pai e ao mesmo tempo não se parecerem em nada.
-não deveria se aproveitar das manias de seu irmão! –Alvo falou pela primeira vez, tirando de todos um olhar surpreso.
-não estou me aproveitando! –Scorpius se defendeu revirando os olhos. –só não entendo por que ele não pode fazer um favor para mim já que ele gosta tanto de organizar coisas.
-você está se aproveitando! –Alvo repetiu sorrindo de canto. O jovem Malfoy ergueu uma sobrancelha e a varinha.
-Alvo, você ainda não pode usar magia fora da escola. Suas azarações não vão te ajudar ago...
-tudo bem, vocês dois! Chega. –Hermione riu, tirando a varinha da mão do filho. –Alvo, você pode chamar Hugo e Tiago para mim, por favor?!
-tudo bem! –o menino se levantou em um pulo, correndo para dentro da casa.
-acho que eu vou chamar os pais dos monstrinhos! –Draco se levantou com um sorriso de canto, conjurando um patrono.
-a coruja de Blaise já está melhor, talvez esteja na hora de mandá-la de volta para casa, amor! –Hermione sorriu, acompanhando o marido para dentro de casa. –E você, Scorpius, deveria escrever uma carta de desculpas junto com o seu irmão!
-Eu?! –o menino colocou a mão sobre o peito, iniciando novamente o típico discurso “Hugo já fez isso por mim!”.
-é! Não sei o que deu na cabeça de seu avô ensinar como se usa um estilingue! –a mulher sacudiu a cabeça frustrada. As idéias de seu pai ainda a assombrava.
-bem, nós não sabíamos que aquela coruja era do tio Blaise. –o menino fez um muxoxo, encostando a cabeça preguiçosamente no ombro do pai. –mas foi só uma pedra... Imagina só se Hugo estivesse treinando aquele feitiço estoporante outra vez!
-nada de feitiços dentro de casa, por favor! –a voz arrastada fez com que todos dessem um pulo.
Lúcio Malfoy e Narcisa estavam parados na lareira, as vestes cobertas de cinzas. Scorpius piscou os olhos azuis rapidamente antes de dar um salto para os braços abertos do avô.
-mãe, você viu... –Hugo parou no último degrau da escada, olhando para os avos com a mesma expressão surpresa dos pais. –vocês não estavam tirando umas férias nas Bahamas?!
Com o canto dos olhos, Draco viu Alvo e Tiago se espremerem no cantinho mais afastado da casa. A lareira explodiu em chamas verdes novamente e ele suspirou.
-Draco, que droga de animal é aquele do seu patrono? –Harry perguntou já rindo, carregando a filha pequena no colo.
-é um pelicano! E PARA DE RIR! –Draco rosnou o olhando com o canto dos olhos.
-você finalmente conseguiu fazer um patrono! –Lúcio o olhou surpreso, bagunçando o cabelo do neto. –algo notável!
-bem, então... Acho que vou começar a fazer o jantar! –Hermione sorriu sem graça começando a contar mentalmente as horas de trabalho que teria.
-ah, minha querida, não será necessário! –Narcisa sacudiu a mão livre, enquanto a outra continuava em volta do pescoço de Hugo.
-só viemos fazer uma visita rápida, queríamos ver como os meninos estavam! –Lúcio explicou olhando de um neto para o outro. –é uma pena que Hugo não se interesse por Quadribol, seria uma dupla incrível!
-não tenho tempo para Quadribol, preciso me esforçar o máximo possível para entender runas antigas! –Hugo franziu a testa olhando para o chão.
-se ele não pertencesse a Cornival, eu diria que aquele chapéu teria ficado maluco de vez. –Draco repuxou um canto dos lábios rindo.
-o primeiro Malfoy que não pertence à Sonserina. –Lúcio piscou os olhos rapidamente.
-segundo. –Hermione o corrigiu com a voz baixa.
-segundo, é claro! –Narcisa sorriu. –vamos, querido! Não queremos perder o coquetel.
Quando finalmente o casal havia deixado a sala, Hermione suspirou pesadamente, caindo sentada em uma poltrona. Hugo colocou os óculos no bolso da calça social e sorriu para os padrinhos. Luna o olhando com os olhos arregalados.
-Tiago está muito melhor em poções agora!
(...)
-não implique muito com Alvo, Scorpius! –Hermione ia instruindo.
-tudo bem, mãe! –o menino suspirou.
-e, Hugo, por favor, não esqueça que você precisa ter uma vida social. –Draco bufou empurrando o carrinho de um dos meninos. –estudar é importante e tudo o mais, mas dar um pulinho no três vassouras não fará mal a ninguém.
-mas e os teste e... –o menino começou. A águia de bronze de Cornival brilhando em seu peito.
-sua mãe quase pertenceu à Cornival também, Hugo. –Draco sorriu. –e ela conseguiu algumas detenções ao longo dos anos!
-graças a certo Sonserino. –Hermione o olhou com o canto dos olhos.
-hm, é... Isso é verdade também. –Draco a abraçou pela cintura parando em frente ao vagão. –tomem cuidado!
Hugo abraçou rapidamente o pai e depois a mãe antes de correr para pegar uma cabine. Scorpius bufou olhando para o irmão e abraçou o pescoço de Hermione, apoiando a cabeça em seu ombro.
-ainda não posso ir até a floresta proibida? –perguntou baixinho.
-não! –Draco revirou os olhos, sorrindo de canto. –a menos que tenha ganhado uma detenção!
-quer dizer que eu posso pegar detenções?! –ele sorriu mais abertamente. O sorriso de Draco brilhando em seu rosto.
-como se isso tivesse o freado alguma vez. –Hermione riu. –Tome cuidado e... Eu amo vocês!
Ela acenou uma última vez vendo a cabeça dos gêmeos em uma janela. Viu também dois meninos de cabelos completamente negros correndo para a porta do trem já em movimento. Harry se apoiou em seu ombro, Luna parecendo tranqüila novamente.
-dessa vez foi por pouco! –ele suspirou.
-bem, qualquer coisa vocês poderiam tê-los mandado em um carro voador! –Hermione piscou os olhos cinicamente, recebendo do amigo um olhar fulminante.
-achei que tivéssemos combinado que nunca mais falaríamos nisso! –Luna sorriu, escondendo o sorriso com a mão. Draco e Hermione riram alto.
-então, agora somos só eu e você outra vez. –Draco falou a puxando pela mão.
-só até o Natal. –ela deu de ombros. –isso se Hugo não inventar alguma matéria que precisa estudar ou...
-se isso acontecer, nós vamos buscá-lo. –Draco riu abraçando sua cintura. –fizemos um bom trabalho, não é?!
-é claro que sim! Nossos filhos nunca cometeram nenhum crime, que nós sabemos, cresceram saudáveis e felizes e vão terminar a escola com a ficha mais limpa que a nossa... bem, pensando bem, talvez Scorpius não... Mas acho que fizemos um bom trabalho sim. –Hermione sorriu, encostando os lábios na bochecha de Draco.
-você é feliz? –ele perguntou fechando os olhos ligeiramente.
-mais do que já fui em toda a minha vida!
Notas finais
http://www.fanfiction.com.br/historia/148727/Dont_Tell_Me_Goodbye
aí está o Link!
Obrigado por terem acompanhado a história até o final e espero que vocês tenham gostado de verdade! :D
Beeeijos!!
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