Rebelde

4 Prefiro morrer do que beijar você


Notas iniciais
Serio? Só 5 reviews, assim vocês me decepcionam, eu demorei um pouco mais devido a cara de vergonha de vocês, e se vocês não comentarem nesse capitulo que eu levei um tempo pensando eu esgano vocês ( forma de falar apenas )

–Tire suas mãos imundas de mim- Gritei me soltando dele depois de estar de uma distancia segura daquela rampa.

–Ah claro, eu poderia te deixar cair e assim voce morreria na hora- Ele revirou os olhos- Deveria ter deixado voce cair.

–Tudo bem Vargas, estou aqui vai em frente, me empurre, eu irei cair e voce vai se livrar de mim nesse mesmo instante- Ergui os braços como se estivesse me estregando.

Ele sorriu de canto, vindo na minha direção, casa passo que ele dava eu dava dois para tras, eu já podia sentir minha morte vindo, eu despencando daquela altura e Léon rindo de me ver jogada no chão com sangue escorrendo de dentro de mim, fechei os olhos e esperei pela queda, eu queria morrer mesmo, mas ela não veio, abri os olhos assustada e nervosa por ele não ter feito o que deveria, encontrei seus olhos verdes suplicantes, seu nariz roçando com o meu. Senti uma de suas mãos tocando uma mexa do meu cabelo ruivo e a colocando atras da orelha, sua respiração quente batendo em meu rosto fazendo ele corar no mesmo momento.

–Eu poderia te beijar nesse momento- Ele sussurrou proximo a minha boca- Mas eu sou uma pessoa fiel a minha namorada, e posso lhe dizer, que ruivas não me atraem- Ele piscou o olho e sorriu dengoso.

–Voce não tem jeito- Resmunguei o empurrando com força e seguindo a fila.

Nada mais foi dito depois daquele momento- nem um pouco bom- um silencio reinava entre nós dois até entrarmos no carrinho da montanha russa, eu tinha que admitir, eu odiava muito adrenalina, ainda mais com o Vargas do meu lado me empurrando para cima do carrinho.

–Vai desistir depois de termos passado horas naquela bendita fila?- Ele arqueou as sobrancelhas me puxando por força para perto dele e me jogando no acento duro- Não vamos discutir isso agora.

–Mas eu não estou com medo- Afirmei, mesmo a mentira estando bem evidente.

–Voce mente muito mal- Apertou o cinto em minha barriga, já que eu não fazia nada a não ser pensar no pior- Espero que voce sobreviva.

***

Absolutamente, eu nunca mais vou em Parques, nem que me paguem, voce deve não saber o porque, mas veja o estado em que estou, com minhas pernas bambas e meu estomago todo revirado, estou no colo do Vargas, isso mesmo, eu não consigo andar nem cinco metros por causa das minhas pernas que fazem questão de estarem impossibilitadas de se moverem depois da montanha russa, e a vontade de vomitar me domina completamente.

Desde que saimos do Parque, eu estou sendo carregada por ele, ouvindo risadinhas e alguns olahres estupidos sobre nos dois, mas ele também vai sair mal nessa, com certeza vai.

–Voce é pesada Violetta, não ageunto mais carregar voce- Ele resmungou cansado me apertando mais contra seu corpo.

–Voce poderia não me apertar tanto? Eu não sou um travesseiro- Bufei tentando encara-lo e jogar um olhar mortal, mas nem isso eu conseguia.

– Para seu governo, se eu não fizer isso voce vai cair no chão, e segundo, voce nunca chegaria perto de um travesseiro, nem se compare á um.

–E posso saber porque?

–Porque travesseiros são fofinhos, e voce é dura como uma pedra, mal educada como ninguem, teimosa que nem uam mula, e bonita como uma...- Ele pausou assim que percebeu o rumo da conversa.- Esquece.

–Léon- Falei proximo do seu ouvido- Pode continuar o que estava dizendo, problema nenhum- Soltei uma risadinha, aquilo estava muito engraçado e provocativo.

Ele não respondeu, continuamos caminhando em silencio sem dizer nada, logo adentramos á casa e encontrei ela vazia como de costume, Léon me sentou no sofá,m o empurrei depois disso, eu detestava depender dos outros.

–O que esta fazendo?- Ele perguntou depois de eu jogar meus tenis no chão.

–Tirando a roupa para voce o que acha?

–Não seria uma mal ideia- Ele sorriu malicioso.

–Cala á boca- Joguei uma almofada em sua cara ouvindo as risadas dele, vindo em minha direção com a almofada- Mantenha essa coisa longe de mim.

Antes que eu pudesse gritar, ou sair correndo- mesmo estando impossibilitada- Léon tacou a almofada na minha cara, me deixando sem ar, eu podia sentir ele me afogando cada vez mais, gritei mesmo nenhum som saindo, chutei o ar tentando afasta-lo, nada, eu acabaria sendo sufocava por aquele idiota, antes de morrer, ele tirou a almofada da minha cara e me deitou no sofá com rapidez, subindo em cima de mim, cada perna dele de um lado do meu corpo.

–Eu preciso te beijar- Ele ingadou se aproximando do meu rosto.

–Nem pense nisso Vargas- Arregalei os olhos vendo que eu não tinha saida.

Ele se aproximou mais, levantando meu queixo na altura do seu olhar, seus olhos verdes me fitavam com desejo, e eu me ferraria com ele desse jeito, logo senti suas mãos passando de minha cintura para meu rosto, adentrando em meus cabelos e fazendo carinho em minha bochecha com a outra mão, ele sorriu roçando nosso labios devagar, acabou que o desejo de ter os labios dele colados aos meus foram maiores e o puxei com ferocidade, colocando de vez nossas bocas.

Que ninguem saiba disso.

Notas finais
Nada a declarar, desde que vocês comentem e compensem o do capitulo passado, o novo vem antes de Fevereiro.