Reaper Of Hades

13 Resultado Do Treinamento E Covil Maligno


Notas iniciais
aproveitem muitas tretras vao chagar.

Pov Emy

Fazia uma semana que estavamos treinando duro não saímos em missão o que me irritava já que Gaia não iria esperar por nos, eu e Lotte estavamos mais uma vez na droga da cidade cenário, por mais que matássemos os monstros nós nunca chegamos a cem, Caio estava mais atrás nos observando corrigia algo de errado quando via vários monstros apareceram e nos lutamos contra eles com nos eu digo eu e Charlotte.

Depois de um tempo eu fui golpeada e vi minha lisa crescer de cento e cinquenta para cento e sessenta suspirei, Caio reclamou, a minha vontade era de falar para ir fazer se era tão fácil assim.

Mais um tempo depois fomos cercados por monstros e não conseguíamos sair mais e mais apareciam o que dificultava as coisas, Caio ainda fazia piada.

– Vocês vão morrer. — ele suspirou. — com Leo foi mais fácil.

– Cala a boca. — eu gritei perdendo o controle, então eu senti varias coisas perfurando a minha pele e fazendo buracos mais não doía, olhei para o meu corpo e vi que na verdade não estavam perfurando e sim saindo varias agulhas de gelo grosas como se fossem cristais, soltei um grito de pavor e minha vista ficou turva mais senti as agulhas saindo do meu corpo e atingindo vários monstros os transformando em pó, eu cai de joelhos exausta.

– Eu não sabia que podia fazer isso. — Lotte disse sorrindo eu a olhei e percebi que todos os monstros tinham morrido.

– Nem eu sabia. — disse depois de um tempo, Caio me olhava sorrindo.

– Viu o nome disso é vontade, me desculpe Afrodite mais ao contrario do que todos dizem na verdade o amor não é o poder mais forte de universo e sim à vontade, você estava tão furiosa comigo que despertou um poder desconhecido, mais não foi à fúria que o despertou e sim a sua vontade de jogar na minha cara que conseguia que podia e você pode, vocês podem. — ele disse.

Eu arregalei os olhos o menino não estava sendo irritante esse tempo todo ele estava nos treinando sem nos sabermos realmente ele sabia que uma hora eu ou Lotte ficaríamos muita aborrecida e despertaríamos nosso poder oculto.

– Charlotte se empenhe mais você vai conseguir! — ele disse fazendo sinal de positivo com a mão. — agora que vocês passaram no teste o treinamento de verdade vai começar.

– O que era só um teste, mais Lotte não despertou nenhum poder. — eu disse me levantando.

– Mais ela não desistiu lutou com os monstros mesmo sabendo que apanharia não fugiu quando teve chance esteve o tempo todo com você. — ele diz sorrindo.

– Tudo bem. — eu disse.

– Certos hoje vocês aprenderam as regras e escolheram uma arte marcial para aprender. — ele diz. — a primeira regra é que não existem regras em um combate, o inimigo vai ser trapaceiro, usara golpes baixos e não hesitara em te matar na primeira chance, qual arte vão querer aprender?

– Eu quero Boxe. — digo, não era uma coisa fácil mais não muito difícil e eficiente.

– Acho que pode ser Kung-Fu. — Lotte diz.

– Tudo bem como escolheram artes diferentes cada uma terá um dia para treinar comigo, por exemplo, amanha Emy e eu treinamos Boxe enquanto Lotte pratica com o arco, e depois de amanha eu e Lotte treinamos enquanto Emy pratica com a espada. — ele disse sorrindo. — podem ir embora por hoje é só.

Nós o deixamos sozinho na sala ou como ele falou para nos dojô, eu fui tomar um banho enquanto Lotte comia alguma coisa na cozinha, depois me deitei e dormi cansada mais orgulhosa do meu novo poder.

Pov Leo

Eu estava em meu quarto fazendo pequenas aranhas robóticas que são mini câmeras quando Caio entrou sorrindo.

– O que foi? — eu pergunto parando de mexer nas arranhas.

– Elas passaram no teste, demorou mais que o normal mais elas passaram. — ele me conta se sentando em sua cama.

– Verdade agora nos podemos sair em missão? — pergunto, ele da uma piscadela e sorri.

– É claro a vida não tem graça se não matarmos alguns monstros. — ele fala e deita em sua cama e fica quieto, eu voltei a mexer nas arranhas.

Pov Charlotte

Eu me sentia inútil todos tinham poder menos eu, contando somente com as minhas habilidades de arco e cura, foi por isso que escolhi aprender Kung Fu era uma maneira de eu ser útil na batalha.

Levantei-me da cama e fui beber água era de tarde, andei até a sala e vi Caio comendo biscoitos com suco enquanto encarava sem piscar uma foto, eu sabia que foto era afinal eu mesma já tinha encarado ela muitas vezes.

O garoto não me percebeu ou pelo menos não me deu atenção, sorriu com certeza estava lembrando-se de alguma coisa em relação à garota da foto.

– Mariko... — ele disse o nome dela e sorriu novamente. — Charlotte pare de me olhar isso é estranho.

Filho da mãe ela sabia o tempo todo que eu estava o olhando

– Então... — eu deixei a palavra no ar ele suspirou e fechou os olhos por alguns segundo quanto os abriu me olhou.

– Vamos para a próxima cidade quando Emy acorda e vamos achar o covil, mais eu queria falar com você, deu para perceber que você ficou chateada por não ter liberado nenhum poder ou habilidade. — ele disse o que era verdade suspirei enquanto passava os olhos pelo local.

– Fiquei mesmo, que dizer todos vocês tem poderes e eu só conto com as minhas habilidades com arco e conhecimento em medicina, isso meio que me faz pensar que vocês... — não terminei de falar por que o garoto completou a frase por mim.

– Nos não precisamos de você? — perguntou ele eu abaixei a cabeça. — ao contrario acho que precisamos de você, quem foi que cuidou do Leo quando ele foi sequestrado? Quem ficou preocupada com nos quanto eu ia entrar no hangar de Agis? Quem tirou a Emily da batalha quando ela estava machucada no hangar? Quem cuidou dos meus ferimentos quando eu fui idiota e fui à missão sem vocês? Só por que você não tem poderes não quer dizer que é inútil Charlotte, eu quando era menor não sabia usar os meus poderes e tive que sai de muitas situações sem eles.

Eu fiquei sem palavras, eu encarei o menino que sorria confortante e me olhava, ele era diferente dos outros eu sempre fui aquele tipo de pessoa que julgava pelas aparências mais mudei quanto o conheci por que ele me surpreendia a cada minuto.

– Obrigada. — eu disse e fui até o sofá e me sentei liguei a tv e fiquei assistindo um programa qualquer enquanto as palavras do menino não saiam dos meus pensamentos.

Alguns minutos depois Leo apareceu na sala comendo um sanduiche enquanto conversava com Caio sobre a melhor forma de matar um Drakon, decidi ver em o que treinamento tinha dado e fui chamar Emy para nos irmos logo para Nashville.

Entrei em nosso quarto a garota estava tendo um sono calmo e monótono respirava devagar, cheguei até ela e a acordei com leves toques em seus ombros.

– O que foi Charlotte? — ela me pergunta sonolenta.

– Nos vamos para Nashville atrás do covil. — eu digo, ela suspira e sorri se levanta e começa a fazer a mochila.

Eu aviso os meninos que Emy acordou e eles vão fazer suas mochilas logo eu já estou no quarto fazendo a minha também, nos terminamos e seguimos para a garagem.

– Ah lembrei meninas vocês não podem sai por ai dizendo que eu sou um ninja o meu sensei não ia gosta nada disso. — ele diz enquanto andávamos pela garagem atrás de seu carro, o achamos o menino abriu o porta malas colocamos as mochilas e entramos no carro, ele liga e engata a primeira macha e depois de mais ou menos uma hora nos estamos na estrada seguindo para Nashville, onde eu esperava que esses dias de treinamento dessem resultado.

Na estrada eu observava a floresta pela janela pensando na minha mãe o que devia está fazendo agora? Talvez ela estivesse em mais de seus shows, os meninos cantavam um musica que tocava na radio juntos, o que me fazia lembrar ela.

– We all got so disconnected, sick of living in this world infected. — eles terminaram de cantar junto com o cantor a batida durou mais um tempo, os dois mexiam suas cabeças para frente e para traz juntos como se fosse combinado, quando a musica parou os dois começaram a rir feitos loucos.

– Cara 12 Stones é uma ótima banda. — Caio diz sorrindo, Leo sorri e procurava mais musicas no radio, eu e Emy nos olhamos e rimos da situação, ambas apaixonadas por dois doidos.

– Caio ta tocando a musica daquele dia. — Leo diz assim que ouvi a voz reconheci de quem era uma voz doce e aguda, a voz de minha mãe. — Como é o nome da cantora mesmo?

– É alguma coisa Trueblood, só sei que ela tem uma filha que estuda em um colégio interno ou algo do tipo. — diz Caio enquanto prestava mais atenção na musica, o problema era que eu era essa filha, Emy segurou a minha mão me confortando.

Ela sabia de tudo o tinha acontecido comigo e sabia que eu não gostava muito da minha mãe afinal ela nunca me dava atenção sempre ocupada e quando tinha tempo nos brigávamos, ela sempre me chamava de inútil, a maldita musica termina e Leo e Caio suspiram.

– Aquele dia foi inesquecível. — diz Leo sorrindo, Caio desliga o radio e sorri depois de noves horas no começo da madrugada nos chegamos a Nashville.

Nos fomos para um hotel eu e Emy ficamos no quarto 33 e os meninos no quarto 35 no mesmo andar, eu me deitei em minha cama e dormi tendo sonhos com minha mãe.

Pela manha eu acordei primeiro que Emy tomei um banho e me vestindo colocando uma camisa de mangas compridas cinza e um short jeans, acordei Emily e ela fez o mesmo mais vestiu uma camisa preta de mangas compridas com um moletom branco por cima.

Saímos do quarto com as mochilas nas costas, fomos até a porta do quarto dos meninos, eu bati na mesma e nada depois de alguns minutos batendo, eu abri a porta e me deparei com a cena, cada um com um punho fechado no rosto do outro, ambos nos olharam e sorriram.

– Oi meninas. — Caio disse ambos estavam de short deixando os seus abdomens nada sarados amostra.

– O que ta acontecendo aqui? — Emy perguntou olhando para o abdômen de Leo.

– Estamos trocando caricias logo pela manha. — disse o menino sorrindo, ambos tiraram os seus punhos dos rostos e começaram a procurar alguma coisa pelo quarto.

– Muito engraçado Valdez, enfim o que estão procurando? — Emy disse com desdém, eu olhei para Caio que já estava de calça jeans e all star.

– Nossas roupas. — Caio respondeu vestindo uma camisa preta que tinha uma foto com quatro caras e no meio deles uma mulher de cabelos pretos e franja embaixo estava escrito ‘’Fit For Rivals’’.

– Estavamos. — Leo disse quando terminou de vesti sua camisa do capitão América.

– Vocês não vão tomar banho? — eu perguntei incrédula com o quando o quarto estava bagunçado, roupas jogadas por todos os lados, o livro de feitiços aberto em cima de uma das camas.

– Já tomamos, estamos acordados desde as seis horas. — Leo disse.

– Acordaram cedo, devem está ansiosas por isso. — disse Caio, ele colocou um cinto parecido com o que Leo vestia mais não tinha nada so o cabo de sua espada.

– Vamos. — Leo disse e nos saímos e fomos tomar café da manha na cozinha do hotel.

Depois do café ficamos andando pela cidade passando pelos pontos turísticos para ver se conseguíamos arranjar confusão ou talvez um monstro nos atacasse.

Passamos o resto da manha assim e passaríamos o resto da tarde também, se Leo percebeu algo, um homem andava nervosa pelas ruas olhando para todos os lados como se alguém ou alguma coisa estivesse o seguindo, o que de fato era verdade já que nos começamos a o seguir.

Ele andou até um prédio de talvez trinta ou mais andares, entrou no mesmo.

– Caio, é isso né? — perguntou Leo suspirando, eu olhei para o prédio que parecia abandonado mais ao mesmo tempo habitado.

– Sim esse prédio todo está cheio de monstros, em todos os andares, eu sinto um forte poder emanando da cobertura. — diz Caio. — tudo bem o plano é o seguinte, Emy quero que você se concentre e use o seu poder para nos dar tempo quando chegarmos à metade do prédio você congela a passagem para cima e nos espera.

Emy fez que sim com a cabeça e fechou os olhos por alguns segundos, Leo sorriu.

– Charlotte você vai nos dar cobertura, va até o prédio em frente ao covil e suba até o terraço e nos der suporte com o seu arco, vai ser tipo um sniper. — Caio continuou contando o plano. — eu e Leo damos conta do resto.

– Ok vão discípulos. — ele disse e todos nos corremos para as nossas funções, os três entraram no covil e não demorou a se ouvir o som de uma batalha, eu atravessei a rua e entrei no outro prédio era um prédio comercial eu sabia que não ia ser fácil subi até o terraço, peguei o elevador dos empregados e apertei para ir para cima, fiquei no decimo quinto andar era só até onde o elevador ia, estava vazio.

Subi pelas escadas mais dez andares para chegar ao terraço. Eu andei até a borda dele e vi o prédio onde eles estavam, os procurei e achei-os no decimo andar, Emy matava os monstros com sua espada e com as agulhas de gelo, os meninos com as espadas, Leo salvou Emy de levar um corte, Caio correu até a parede um monstro o perseguindo então ele andou três passos na parede e se empurrou com o pê para traz e deu um mortal passando por cima do monstro, ele caiu em pê atrás do mesmo e o atravessou com a espada, um monstro ia o atacar por traz mais ele girou rápido e o cortou ao meio, um sugador pulou ao seu lado com as presas a monstra Caio levantou a mão e lançou uma de suas esferas negras que explodiu o monstro.

Um monstro ia atacar Emy, puxei a minha pulseira e ela virou o arco, e lancei rapidamente uma fecha no monstro que morreu quando eu o acertei, eles subiram até o andar em que Emy ficou ela congelou as passagens para baixo, Leo e Caio seguiram por mais alguns andares matando monstros.

Eu ajudava Emy com os monstros que tentavam a atacar o plano foi por água abaixo quando as paredes de gelo que a menina tinha criado foram destruídas, ela começou a correr de muitos monstros, eu matei alguns mais não seria o suficiente, não dava tempo de descer todo o prédio e subi até onde ela estava.

Tive a ideia mais estupida de todas as minhas ideias, peguei distancia e comecei a correr em direção à borda do terraço, era uma distancia de uma rua de um prédio para o outro, mais se mortais conseguiram por que eu não? Quando cheguei à borda peguei o máximo de impulso que pude e pulei tentando alcançar o outro prédio, soube que não ia consegui quando comecei a descer mais do que devia, fechei os meus olhos, lagrimas escorreram deles, eu pedi mentalmente para alguém me salvar e foi nessa hora que eu senti algo gelado em minhas costas, abri os olhos e eu deslizava por uma ponte de gelo que me levou até o andar em que Emy estava, assim que entrei no prédio me levantei e lancei uma flecha no primeiro monstro que vi, mais uma em um atrás de Emy, logo conseguimos matar todos os monstros no andar.

Arfei com a adrenalina que isso me proporcionou, Emy me olhava sem acreditar no que tínhamos feito.

– Isso, foi... — ela disse arfando também, ela estava sem o moletom branco.

– Incrível, foi tipo Caio e Leo quando eles lutam juntos eu meio que sabia que você ia fazer alguma coisa, somos uma dupla dinâmica. — eu disse dando um abraço nela, ouvimos soms de explosão a cima de nos.

– Vamos temos que ajudar a outra dupla dinâmica. — ela disse, subimos mais andares e matamos mais monstros, chegamos ao ultimo andar sala de reuniões, Leo e Caio estavam lutando com um homem que parecia um soldado talvez mais um mercenário. Enfim, Caio estava arfando em cima da mesa, Leo desmaiado no chão.

– Vocês acham mesmo que podem me ganhar com esses poderes, seus inúteis. — a voz rouca do homem disse ele segurava duas pistolas, Caio estava com uma mão na barriga onde a camisa estava suja de sangue.

– Vamos encarar os fatos aqui, você que é um inútil, um mero mercenário. — Caio diz sorrindo, o homem se irrita e atira nele, mais o menino se joga no chão com uma velocidade incrível, se levanta e carrega Leo nos ombros.

Emy joga suas agulhas de gelo no homem, mais estas são destruídas por uma corrente de ar de surgi do nada.

– Cuidado meninas ele pode controlar o ar, Charlotte o Leo. — ele diz enquanto me entrega o menino.

– Eu cuido dele. — digo e começo a ver seus ferimentos.

Caio correr até o inimigo e tentar lhe dar um soco, o homem se esquiva e faz o mesmo, o menino desvia e tentar um chute alto, mais o mercenário dá dois passos para trás e chuta o estomago de Caio que vai para traz e geme de dor.

Uma corrente de ar se forma em volta de Caio e o tira do chão ele rodopia e é lançado para fora do prédio e desparecendo caindo, eu fiquei sem reação, o medo e pânico foram me tomado pouco a pouco, senti as lagrimas salgadas caírem de meus olhos inundando a camisa de Leo que logo acordou, Emy gritava de raiva e atacava o homem ferozmente sem se controlar varias agulhas saiam de todo o seu corpo rasgando sua camisa preta e a calça jeans em algumas partes.

– O que ta acontecendo? — perguntou Leo sua voz estava fraca, um filete de sangue escorrendo de sua boca. — por que você esta chorando Lotte?

– O Caio, ele... O mercenário o jogou daqui de cima. — eu disse caindo no choro, o rosto de Leo não demonstrou nada. Ele se levantou e olhou para o homem que segurava Emy pela garganta.

– Larga ela e lute comigo, seja um homem. — disse Leo sem demonstrar nada, um sorriso de escarnio nasceu nos lábios do mercenário.

– Você é um inútil mais é um inútil corajoso. — disse o homem e jogou Emily em uma parede ela caiu no chão cuspindo sangue e com lagrimas nos olhos.

Leo deu um grito e partiu para cima do homem, ele tentou o socar mais este desviou, Leo fez uma sequencia de golpes que o homem desviou com êxito, Leo jogou uma bola de fogo no homem mais este fez a bola ia para cima atingindo o teto e fazendo fumaça invadir o local.

Desviei os meus olhos da batalha e fui até Emy que estava de joelhos com o olhar distante enquanto chorava, eu me abaixei e a abracei deixando as minhas lagrimas caírem também, ouvimos um tiro, eu então olhei para a batalha, onde Leo estava no chão e o homem sorrindo enquanto pisava nas costas de Leo.

– Que saco não deu nem para me divertir. — o homem disse calmo, ele chutou Leo que foi para do nosso lado, larguei Emy e ela foi até ele e o envolveu nos seus braços, eu perdi o controle e senti o meu corpo esquentar.

Disparei varias fechas nele as quais ele desviou facilmente, chegou perto de mim e me deu um soco no rosto, eu fui para trás mais foi ele que gritou de dor no meu lugar, olhei para sua mão e a carne dela estava vermelha queimada saia um pouco de fumaça, raciocinei rápido e descobri o que tinha acontecido, um momento antes eu tinha sentido o meu corpo esquentar o que foi verdade ele literalmente esta fervendo mais não me afetava.

Era hora de me vingar, ele não podia me atacar de perto ou se machucava, parti para cima com os punhos levantados, tentei um soco no rosto e ele desviou e ia me dar um soco na barriga mais no ultimo estante parou e eu lhe dei um golpe no rosto que ficou vermelho imediatamente, ele foi para traz fumegando.

– Você ta puta por que eu matei seu namoradinho assim como eu vou matar a vadiazinha da sua mãe. — ele disse e parei e fiquei sem reação eles vão atrás da minha mãe tudo bem que eu não gostava dela mais não a odiava de todo coração. — ahh sim eu sei que é a sua mãe, Gaia sabe de tudo ela não vai deixar nenhum vivo vai matar todos que não se unirem a ela, começando pela sua mãe por que ela é a sua criadora.

Ele pega uma pistola de cima da mesa com a sua mão boa e a apontou para mim, eu abaixei o olhos.

– Charlotte. — gritou Emy quando o som alto de um tiro foi ouvido, fechei os olhos com força pronta para morrer, sangue respingou no meu rosto que logo virou fumaça.

Abri os olhos e não acreditei no que vi mais exatamente em quem vi, reconheci a camisa preta, a pele negra o cabelo tinha crescido um pouco nos últimos dias, Caio segurava com a mão direita no seu ombro esquerdo que sangrava, o homem abriu a boca estava tão surpreso quanto eu.

– Você devia está morto — foi o que o homem disse depois de um tempo, a primeira coisa de ouvi da voz do menino foi uma risada histérica e psicótica.

– Acho que eu vou morrer para um inútil como você. — ele disse sua voz soa enfurecida. — se você não tivesse mexido com os meus amigos e principalmente com Charlotte, você teria uma morte sem dor, agora eu terei eu te mandar para o tártaro da pior forma possível.

Cai de joelhos exausta, olhei para Caio ele me olhou e deu um sorriso de canto.

– Charlotte descanse um pouco eu dou conta dele. — ele disse e então se virou para o homem, correu até este e lhe deu um soco no estomago o homem segurou a sua barriga com dor se inclinado para frente, Caio passou seu braço por cima do homem e deu uma cotovela nas costas deste que caiu no chão o menino não deu chance para ele se levantar e piscou com força nas costas do homem.

Caio pegou a pistola do chão e apontou para o homem que estava o olhando com medo.

– Você esta com medo? Como pode ter medo de uma coisa de você usa para trabalhar? — perguntou Caio sorrindo.

– Eu não tenho medo de... — o homem não terminou de falar por que Caio atirou em seu joelho, o homem gritou e segurou o local do tiro.

– De nada? Todos tem medo se eu tenho medo porque você não teria? — disse Caio e atirou no outro joelho do homem. — Você não pode andar agora, seu poder de vento já era, está muito cansado para isso.

– Por favor, não me mate. — implorou o homem chorando.

– Olha que surpresa além de mercenário é um bom ator pena que eu sei quando as pessoas então mentindo. — disse Caio sorrindo.

– Hora seu... — tentando se levantar mais Caio atirou em sua testa. — headshot, o jogo acabou.

Caio largou a arma e veio até mim, meu corpo ainda estava fervendo eu não sabia como para isso, o menino me abraçou eu senti a pele dele queimar mais o mesmo não gritava nem nada.

– Você está vivo, eu pensei que você tivesse morrido. — eu disse tentando desfazer o abraço mais ele me apertava mais e isso era tudo o que eu precisava no momento. — eles vão matar a minha mãe Caio.

– Não eles não vão, eu não vou deixar ninguém te machucar nem a sua mãe esta bem? Vamos para onde ela mora ok? Vemos se ela está bem e pronto. — ele disse eu senti o meu corpo perder temperatura, eu retribui o abraço com um mais forte.

– Nunca mais me deixe tão preocupada assim seu idiota. — eu disse rindo ele riu também.

– Pode me chamar de baka é idiota em japonês e era um antigo apelido meu, viu você conseguiu despertou o seu poder nunca mais vai sentir frio. — ele disse se levantou e estendeu sua mão para mim. — vem vamos ver como os outros dois estão.

Eu aceitei a sua mão e ele me levantou fomos até os dois de mãos dadas, Emy percebeu isso e deu um sorrisinho para mim, eu mostrei a língua para ela, Leo estava sentado ao seu lado ele deu uma piscadela para Caio.

– Acho que conseguimos apesar de não temos nenhuma pista agora mais vamos conhecer a mãe da Charlotte temos que ver se ela está bem afinal eu não vou deixar ninguém que não seja eu morrer nessa missão. — Caio disse nos rimos mais eu fiquei preocupada com ele, fomos para o hotel onde eu cuidei com ferimentos de todos Caio tinha levado dois tiros um na barriga e um no ombro quando me salvou mais uma vez, depois nos seguimos para Atlanta onde minha mãe morava numa mansão eu estava torcendo para que ela não estivesse em turnê ou algo do tipo e sim bem em sua mansão.

Notas finais
no proximo muitas coisas legais aconteceram
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.