Sentiu amargura no peito! “Ó, musa dos meus sonhos! ”, pensou enquanto olhava, fixamente, a lua pela janela.

Ficou ali por uma quantidade de tempo necessária para terminar a cerveja. Apoiou a garrafa à sua direita.

Foi para o quarto.

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—Linda!

—Amor... onde estava?

Ela estava com uma pequena EcoBag na mão. Supunha-se que comia pipocas. Estava deitada.

—Um amigo meu veio me visitar... – ficou olhando para ela — ...desculpa, estou meio chapado!

—Vem comer pipoca comigo! Vamo ver A Cidade de Palha?

—Hã? Haha! Claro, vamo! – e se deitou.

A Cabana de Palha.

“- (...) de que região isso pode ter vindo?

—Provavelmente cultura importada do sul...”

—Esse velho fez uma cabana lá naqueles matos da Sibéria. Morreu e deixou lá vazia.

—Engraçado que os caras falam como se fosse uma ideia, sei lá, genial né? Pegar e construir uma cabana lá. Muita gente já deve ter feito isso.

—Ali tá falando que não.

—Então é só ele? Quer dizer... era só ele?

—É.

—Não acredite nessas porcarias!

—Credo!

—Desculpa, mô! – E beijou-a.

—Não.

—Aff... de qualquer maneira, não dá pra saber se é verdade ou não.

—Eu acredito. Vamos lá um dia?

—Claro que sim!

As luzes se apagaram.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!