ReNa: Mesmo assim ainda te amo
58 Carol visita Renê
Notas iniciais
Desculpe a demora,esse capÃtulo está imperdÃvel espero que gostem beijos..
ReNa: "Mesmo assim ainda TE AMO" – Capítulo 58
Helena vai pra escola completamente arrasada, sem animo nenhum, e com a infeliz missão de contar para os alunos o que tinha acontecido com o “professor de música”.~Helena Narrando~Foi realmente horrível contar pras crianças o que aconteceu com o Renê. Não foi fácil responder as perguntinhas que todos faziam, não deu pra segurar o choro, mais eu tinha que ser forte e limpar as lagrimas deles também. Não estava dando pra disfarçar que aquilo tudo mexia comigo de uma forma especial, as crianças são espertas demais, eu não podia e nem conseguia engana-las, mesmo sempre negando que havia algo entre mim e o Renê elas sentiam, elas estavam sempre em sintonia conosco, elas sabiam que tinha algo forte entre nós. O Renê sempre foi tão cativante. Está realmente muito difícil, ainda mais a culpa que eu sinto por ter acontecido tudo isso. É realmente inexplicável o que eu estou sentindo, mais e quando o Renê acordar e se ele não me perdoar?! Bom, não importa, eu vou estar do lado dele sempre, aconteça oque acontecer.
–-
Depois de cinco dias que Renê estava em coma, seu quarto de hospital parecia bem enfeitado, com desenhos das crianças e mensagens de conforto.
~Helena Narrando~
Eu queria tanto que ele acordasse. Sentei-me ao seu lado, na cadeira.
–Oi meu amor. —sorri para ele, que permanecia imóvel. -Eu sinto sua falta, sabia? Queria tanto sentir o seu abraço nesse momento. As crianças fizeram uma homenagem pra você hoje, cantaram a música “Sonhos pra quem quiser”, você teria gostado de ver. Foi lindo, eu até filmei. —sorri fraca. -Renê, acorda, por favor. Eu preciso de você. —quentes e fortes lágrimas desciam pelas minhas bochechas. -Eu preciso do amor da minha vida ao meu lado.
Cheguei em casa depois de mais um dia no hospital, a Carol veio correndo me abraçar e chorando muito me fez um pedido.
–Mãe, por favor deixa eu ver o Renê. Eu amo tanto ele, por favor mãe eu quero vê-lo —ela falava todas essas coisas me abraçando. Eu me afastei dela e olhei nos olhinhos dela e pude vê a consideração verdadeira que ela tinha pelo Renê.
–Minha filha, vou pedir ao médico para você vê-lo mais não garanto nada, porque crianças da sua idade não pode visitar pessoas no estado que o Renê está —Então a abracei novamente e comecei a chorar.
~Dia Seguinte~
Mal consegui dar aula, as crianças estavam quietinhas, mais mesmo assim foi difícil, sai da escola e fui direto pro hospital com a Carol. Conversei com o médico, ele não queria deixa-la entrar, mais ela mesmo fez o pedido fazendo-o refletir.
~Carol Narrando~
Peguei as mãos do médico e com os olhos cheios de lágrimas o encarei –Doutor, por favor me deixa ver o Renê, ele é como um pai para mim, um pai que eu não tenho, eu preciso ver ele, por favor tio, por favor eu te imploro —falei chorando e logo o abracei.
–Está bem mocinha, vou deixa você vê-lo. Você vai entrar com ela Helena?
–Não, não vou entrar, quero que ela o veja sozinha. —ele apenas concordou com a cabeça -Filha vou estar aqui fora pro que precisar.
–Obrigada mamãe —abracei ela antes de entrar. Entrei no quarto sozinha com um pouco de medo confesso, então eu vi o Renê ali em coma, me aproximei e o abracei, sei que ele não sentiu meu abraço, mais dei de todo coração.
–Renê como eu queria que você estivesse aqui ao meu lado, competindo comigo no hipismo, mentindo para a minha mãe sobre o desfile, me fazendo cocegas, me levando pra tomar sorvete escondido da mamãe, contando piadas sem graça, tocando violão pra me fazer dormir —não consegui segurar as lágrimas -Nossa como você faz falta. Nunca achei que fosse te amar tanto, eu te amo tanto, mais tanto, você é como um pai, que me protege, me da carinho, me corrige. Renê acorda logo para você e minha mãe casarem e me darem um irmãozinho, eu te amo muito, meu pa...
–-
Helena entra no quarto e interrompe Carol, que a olha assustada.
–Aconteceu alguma coisa Carol?
–Não mãe, eu só estava conversando com o Renê, apesar de ele não me ouvir.
–É que você me olhou assustada, pensei que... Deis pra lá, podemos ir?
–Podemos sim. –Carol da um beijo em Renê e Helena faz o mesmo, e as duas voltam pra casa.
~Continua~
Notas finais
NA TRAVE, CAROL QUASE CHAMA RENà DE PAI $%¨*&$% ... BOM, CONTINUAMOS NA TORCIDA PARA QUE RENà MELHORE, E OS PRÃXIMOS CAPÃTULOS ESTÃO DIGAMOS: "IMPERDÃVEL"
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