Raças Em Conjunto

2 Capítulo 2 Um dia mais que diferente


Notas iniciais
oi gente espero que gostem escrevi meio triste porque ninguem tinha comentado o primeiro capitulo mais tudo bem.

Acordei no dia seguinte Kauan não estava no quarto, estava apenas eu sem vestes deitada na cama e enrolada por lençóis, levantei-me vagarosamente, fui até o guarda roupa, abri e peguei uma camisola para ir tomar um café aliás para meu pai eu tinha dormido vestida, coloquei a camisola vermelha com detalhes brancos de natal, aquela era a camisola que iria usar na noite de natal, mas infelizmente passei meu natal deitadas numa cama hospital com uma roupa em que todo mundo conseguia ver meu fundo, mas isso não vinha ao caso, após vestir-me fui até a porta destrancá-la para descer, mas quando olho para trás vejo Kauan entrando com uma bandeja nas mãos, sorri levemente e perguntei:

— O que é isso… estou ótima já não sinto mais nada não mais de sua ajuda – disse enquanto trancava a porta novamente e virava para ele mordendo os lábios vagarosamente.

— Isso é o nosso café da manha, você não sente agora, mais daqui a uma hora você vai sentir, isso não é uma ajuda faço isso quando eu quero principalmente após uma noite tão ativa como foi a nossa – ele disse enquanto colocava a bandeja em cima da cômoda e deitava na cama para me beijar.

— Huuum, Mas já está bom de beijo já não basta o da noite passada… — disse enquanto segura-o e o virava fazendo com que ficasse deitada em cima dele.

— Vejo que está ficando forte né, mas não tão…

— Filha, está acordada o café está na mesa, está falando com alguém estou ouvindo vozes. – papai disse interrompendo Kauan.

Levantei-me rapidamente escondi a bandeja com o café da manha e expulsei Kauan o mais rápido possível e então respondi:

— Pai – bocejei – já vou abrir a porta só um segundo – sai correndo para abrir a porta.

Abri a porta e dei um sorriso fazendo pose para ele ver minha camisola nova, não agüentei ficar parada sem ele falar nada e então cai nos risos, logo ele começou a rir comigo, ele se virou e disse:

— Vamos tomar o café da manha – disse ele se virando e descendo as escadas.

Por infelicidade meu quarto ficava sozinho no segundo andar junto com o quarto de hospede e o banheiro, no primeiro andar ficava a cozinha a sala de janta, e a suíte do meu pai, sai vagarosamente, encostei a porta, mas então me dei conta de como iria comer alguma coisa, não tinha vontade nenhuma tinha medo do que podia acontecer seria minha primeira refeição normal, foi quando me toquei de outra coisa estava a dois dias sem comer, meu coração disparou de medo, um nó na minha garganta se formou e então respirei fundo fechei os olhos por um momento e desci as escadas, cheguei lá embaixo, havia praticamente um banquete na mesa, fiquei pensativa como iria conseguir comer tudo aquilo estava meio nervosa, mas precisava fingir que estava bem então sorri e sentei na mesa, então fui me servindo, assim que meu Nescau ficou pronto, peguei a xícara vagarosamente minha mão estava tremendo e então dei o primeiro gole, meu estomago embrulhou, logo disse o mais rápido possível:

— Vou ao banheiro – falei enquanto ia em direção as escadas.

Subi as escadas correndo e fui ao banheiro provoquei o Nescau e a vontade voltou, fiquei ofegante e ao mesmo tempo com medo, então me lembrei do café da manha que Kauan havia trazido para mim que nem se quer tinha percebido o que era, então sai correndo sentei na frente da bandeja e vi que havia uma bolsa de sangue, com um pouco de carne CRUA, comecei a tremer e então peguei a bolsa de sangue e a mordi bebendo o sangue, naquele momento parecia uma psicopata fissurada numa pequena bolsa de sangue agachada no canto de um quarto escuro, parei um pouco de beber peguei o pedaço de carne e comi apenas em uma bocada, minha aveias estavam para estourar de tanto sangue, conseguia ver elas tufando no meu braço, parei um pouco, comecei a ficar tonta, e apaguei por um momento, assim que acordei meu pai estava me carregando e por coincidência minha boca estava encostada em seu ombro, a vontade estava cada vez maior, estava com um nó enorme minha garganta, fiquei me controlando o Maximo possível, fiquei ofegante fechei os olhos e tentei fechar minha boca a força, mas olhei para o pescoço dele e vi a veia do sangue pulsando no pescoço dele, não me controlei e então mordi o pescoço dele, meu pai caiu no chão no mesmo momento, não estava conseguindo me controlar sangue humano era tão bom, estava me viciando, não conseguia parar, quando me dei em si, meu pai estava morto no chão e eu saciada, me dei conta de que tinha matado a minha única família, cai de joelhos ao chão e comecei a chorar, olhei para as minhas mãos e ela estava cheia de sangue, o sangue derramado, logo Kauan apareceu descendo as escadas, e disse:

— Não adianta chorar sobre o sangue derramado – brincou ele, sorrindo e chegando perto de mim.

Estava de costas apenas ouvi a voz dele, estava com tanta raiva que não consegui virar para ele, ele colocou a mão sobre meu ombro e então disse:

— Tire essa mão de mim – disse enquanto chorava desesperadamente.

— A agora vai ficar irritadinha – disse ele continuando com a mão sobre meu ombro.

Estressada segurei o braço dele com força levantei-me vagarosamente, olhei com uma cara per vessa para ele e então o coloquei contra a parede e disse:

— Você viu o que você fez comigo acabou com a minha vida, toda minha família morreu por causa de você – disse com a mão no pescoço dele de cabeça baixa enquanto chorava.

— Olha você matou seu pai e sua mãe não foi eu quem matou, deve ter sido um dos Cavalcantes, eles são doidos, matam sem dó nem piedade, adoram mulheres de 30 a 35 anos, as seduzem e quando estão na cama com elas, a matam – disse ele segurando minha mão e tirando vagarosamente do seu pescoço.

Logo cai em lagrimas novamente o — abracei e então levantei a cabeça dizendo:

— Sabe lutar ou coisa do tipo, porque se não pode ser preparar porque assim que eles mexeram com a minha família declaram guerra – disse preparando para beijá-lo.

Beijei-o e logo após para disse:

— Que tal outra noite, nos dois na cama, pra cima e pra baixo. – disse enquanto mordia os lábios vagarosamente.

— Pode de ser. – disse ele rindo e me beijando novamente.

— Já está bom guarde isso para a noite, agora vamos pesquisar sobre esses Cavalcantes. – disse indo para meu quarto.

Naquele dia passei á tarde, na biblioteca da cidade lendo livros sobre vampiros, assim que deram 6 horas, fomos para casa, ao chegarmos lá Kauan pegou o corpo de papai e o enterrou no quintal de casa e fomos para a nossa noite intima, achava que tudo estava saindo bem, mas mal sabia que não era como eu estava pensando declarar guerra e acabousse, nada seria fácil.

Notas finais
tan tan taaaan oque será que vai acontecer continue acompanhando
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.