Razão e Sensibilidade

1 A história dos sentimentos


Notas iniciais
Oii galera! então minha primeira Fic! Espero que gostem! Comentem por favor o apoio de vocês é muito importante ! =D

Nome: Ayme Fischer Vonne
Idade: 17 anos
Cursando: 2ºano/EM
Curso que pretendo cursar: ...
Nome dos pais: Helena Fischer
Santiago Vonne

- Finalmente! Agora é só enviar! Onde já se viu, ter que falar quantos tapetes tem em casa pra uma inscrição? aah! no Enem! (risos)-
Alguns segundos depois, o computar alerta ...

ERRO!

-Mas o que? Erro? como assim? Vou enviar novamente!-

ERRO! POR FAVOR PREENCHA TODOS AS LACUNAS!

-Ei ! eu não deixei nada em...-
Ayme se cala ao ver que novamente caiu em sua própria armadilha. Há algum tempo, ela se esforça muito para dar orgulho aos seus pais ao passar na faculdade, assim como todos seus irmãos fizeram; Embora ela tenha tanta pressa em dar esse orgulho que passou todo seu tempo estudando, e agora ela já não sabe mais se é isso que quer. Costuma seguir seu coração, porém nessa situação de pressão, ela prefere apenas usar sua racionalidade, escondendo de si mesma sua felicidade.

O que pretendo cursar:______________________

- Então seja o que Deus quiser...-

O que pretendo cursar: 3ºano/EM

- Já são 2 da manhã!-

Arregala os olhos e coloca as mãos sob a boca, não podia acreditar que demorou 2 horas e meia para escrever o que queria cursar. Coloca uma das mãos no mouse, o arrasta até um botão "Click", então é isso, foi enviado para o Consulado da Alemanha. Sentia seu coração batendo forte e ao mesmo tempo gelado, estava tão empolgada que mal podia esperar pela resposta do consulado.

Levantou-se da escrivaninha, de pé mesmo, fechou o notebook rapidamente, deitou-se na cama daquele jeito, calça e blusa, e em alguns minutos adormeceu.

[ PI PI PI PI
PI PI PI PI
PI PI PI PI]

05:00 AM

Ayme não acorda aquela hora, mas era como um aviso de que seu tempo estava acabando, tinha uma teoria sobre o sono, fez vários testes, e chegou a conclusão que se você dormir direto e levantar de uma vez, fica com péssimo humor e morrendo de sono, mas se você dormir e acordar um pouco antes do que deveria e depois voltar a dormir, você irá dormir tão bem quanto antes...

AH! E além do mais, seus irmãos acordavam aquela hora para ir trabalhar.

Algum tempo depois, ouve-se passos pesados subindo a escada, um a um, após 19, um passo mais forte, podia sentir a casa tremer. Ayme tem sono pesado, mas mesmo assim reconhece aquele barulho, assim como reconhece outras coisas dormindo, já começa a acordar sem perceber, é como se soubesse que aquela era a hora.

-Ayme, acorde filha, esta na hora-
Diz seu pai, enquanto puxava sua coberta...
- Huuuuuum, ta bom ja to acordada-
Dizia isso com os olhos ainda fechados e puxando a coberta.}
-Anda, ta na hora-
Tirando a coberta das mãos de Ayme, começa a cutucar seu pé.
- Ta bom pai ja to acordada-
Ela se senta na cama e o pai a olha, como se estivesse esperando uma reação.
-Anda-
Ela o olha com aquela cara amassada e sorri.
- Já estou levantando pai, pode ir-
Ele sai do quarto e desce as escadas, novamente naquele ritmo, um a um, e no ultimo um passo pesado, o que significa que tinha chegado ao "destino".

Ayme levanta, sempre com o pé direito, e se ficou em duvida de que não foi o pé direito, ela volta para cama e levanta com o pé direito. Bom hoje não era um desses dias, ela sabia com que pé havia levantado.

Direciona-se para o banheiro, novamente pé direito, e se olha no espelho espreguiçando, e pega a escova de dentes. Após escovar os dentes, ela volta para o quarto, senta no sofá, tira a calça e a blusa, abre o guarda roupa e pega sua blusa de uniforme e a calça jeans de costume, veste-se e olha no espelho, vai ao quarto da mãe para pegar o rímel e vê seu irmão mais novo agarrado nos braços da mãe, os dois dormindo. Pega o rímel e sai sorrindo, satisfeita que não os acordou. Olha no espelho e coloca seu tênis, pega a mochila e pronto!

Tira o carregador da tomada, e o guarda no bolso, não há nenhuma notificação no e-mail o que a deixa um pouco chateada, mas era cedo ainda para uma resposta, literalmente.

Desce as escadas correndo, mas sem fazer barulho, chega na cozinha, bebe café com leite, e olha pra trás.

-Pai, vamos-

Por mais incrível que pareça, seu pai estava deitado no sofá, roncando. Ele levanta rapidamente e pega as chaves do carro e a leva pro carro. Não estava tão frio mais, já que era novembro. Ao entrar no carro, apenas o radio, falando sobre as condições climáticas, e começa a tocar "The Police — Every Breath you take " .

Ela canta baixinho, até que chega na escola, não era longe, mas o pai dela fazia questão de a levar todo dia. Ela o da um beijo na bochecha do pai e

-Tchau pai-
Ele responde
- Adeus filha, tchau tchau -

Ele falava assim mesmo, grosseiro mas com carinho, sempre foi assim. Apesar do Adeus, ele com certeza pretende a ver de novo, assim como ela também pretende o ver novamente.

Entrando na escola, pé direito novamente. Isso soa até engraçado, essa superstição.
-Bom dia-
A recepcionista diz.
-Bom dia-
Responde Ayme

Sua sala era no segundo andar, ela ia devagar para olhar tudo a sua volta, gostava de observar, tudo e todos, mas não comentava nada, a não ser com si mesma, vivia conversando sozinha, em sua mente, vez ou outra ela falava e as pessoas a olhavam, mesmo envergonhada ela dava um jeito de contornar a situação, fazer o que, era calculista.

Além de ser no segundo andar, sua sala era a ultima, o que podia trazer benefícios e malefícios. O lado bom é que antes de chegar na sala, ela podia observar tudo, desde o 5º ano até o 1ºano/EM, em uma sala briga, em outra meninas rindo e apontando pra um garoto, em outra a coordenadora chamando alguns alunos para uma reunião. Sem querer ela riu, nem sempre podia esperar coisas boas quando era chamado para uma reunião "surpresa".

Depois da sala de Ayme só tinha mais duas salas, uma que guardava os materiais que não usávamos e outra que era a sala de artes, tinha uma sala na frente da minha também, mas era de informática, não tem gente estudando lá, só as vezes quando passa algum filme ou slide. A sala de artes, vocês devem imaginar como funciona, só tem uma aula de artes por semana, então as vezes lá também abre, por isso a sala do 2ºano era considerada a ultima.

Chegando na sala, ela dá bom dia a todos com um grande sorriso.
A primeira aula era de matemática, e era de exercício, como ela ja tinha terminado e sua amiga Veronica também, as duas conversaram um pouco sobre a matéria, quando alguém bateu na porta, a professora Asra abriu a porta, e chamo Ayme dizendo que a coordenadora estava a sua espera.

-Que ironia, logo hoje que eu ri dos meninos sendo chamados, eu também fui-
Falou baixo e seguia em direção a sala.
-Licença-
Bateu na porta e a abriu um pouco
- Entre srt. Fischer, precisamos conversar-
Fala Adriana, a coordenadora do Ensino fundamental e médio, com a expressão séria, apoiava o rosto nas mãos. Ayme entra e se senta, um pouco assustada.

Notas finais
Um abraço a todos e até a próxima!
OBS: não se esqueçam de deixar seu comentário!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.