Notas iniciais
oi leitores!!! obrigado pela ficha Ririchiyochan!!! foi de grande ajuda ai mais um capitulo e leiam as notas finais!! tem aviso importante! Enjoy

POV Charlotte

Desde sempre fomos amigas. Como nossos pais são melhores amigos, era quase que como uma profecia que íamos ser também. Sempre fomos unidas, fazíamos e ainda fazemos tudo juntas, ate a descoberta dos nossos poderes. Eu fui primeiro que ela. Claro que como Sonserino, papai ficou muito orgulhoso. Aliny ficou com raiva por eu ter sido primeira, mas no outro dia lá estava ela fazendo magia sem perceber.

Brincávamos tanto no mundo magico quanto no trouxa. Óbvio que naquela época ela não tinha preconceitos, mas agora... Agora ela parece mesmo uma Sonserina. Eu não tenho esse problema. Pra mim, trouxas são de carne e ossos como eu, só com uma pequena diferença... Na verdade eu não tenho preconceito com nada. Olha só, minha mãe é francesa e meu pai Sonserino a aceitou! Por isso eu sou como sou, por que meus pais me aceitam do jeito que sou. Uma garota de quase 11 anos, pele parda clara como a do meu pai, cabelo lisos e escuros ate o ombro e olhos verde-água como os da minha mãe. Aliny é morena, tem cabelos longos e olhos chocolate, dá vontade ate de comer! Ela nem gosta, mas eu acho lindo!

Hoje nós vamos ate o beco diagonal comprar o nosso material. Isso mesmo, nossa carta de Hogwarts chegou! Mamãe queria que eu fosse para Beauxbatons, mas eu disse que iria pra Hogwarts mesmo. Papai espera que eu entre na Sonserina, mas eu já disse pra ele que pra mim não importa em que casa vou ficar, bastar eu ficar com minha amiga. Obviamente ele riu e disse que eu iria pra Sonserina com certeza, se depender disso. E ele tem razão, Aliny vai com toda a certeza do mundo pra Sonserina. E ela já faz planos.

– Nossa! Eu tô tão feliz! A gente vai entrar na Sonserina, ficar no mesmo quarto, fazer altas festas do pijama, brigar de guerra de travesseiros... E quando formos mais velhas, vamos dar altas festas pros nossos amigos Sonserinos, podemos chamar ate o pessoal da Corvinal, mas nunca Lufa-Lufa nem Grifinória, Merlin que me livre! Grifos nojentos... – ela disse animada quando chegou à minha casa.

– Aliny? – chamei sua atenção.

– Oi – respondeu sorrindo.

– Você já pensou na possibilidade de eu não ir pra Sonserina?

– Como assim? – perguntou confusa.

– Olha, eu não tenho preferencia de casa...

– Relaxa migs! – disse me abraçando de lado – seu pai é Sonserino, claro que você vai pra lá também!

– E se eu não for? Vai continuar sendo minha melhor amiga?

– Você vai! – disse com certeza.

– Meninas, vamos? – perguntou tia Liza.

– Claro – respondemos em uníssono.

– E como nós vamos? – perguntou papai.

– Vamos aparatar! – gritou Aliny.

– Querida, acho que vocês não vão aguentar – disse tio Edmund.

– Pó de flu? – perguntou de novo.

– Tá louca? Vai sujar nossas roupas! – eu falei.

– Quanta frescura...

– Vamos pelo Caldeirão Furado – disse a ignorando.

– Aquele lugar sujo? – perguntou fazendo cara de nojo.

– Quem é a fresca agora? – perguntei a olhando debochada.

– Ótimo! – exclamou mamãe – vamos pelo Caldeirão Furado e não se fala mais nisso.

******************Caldeirão Furado*****************

– Nossa, passar pela Londres trouxa é horrível... – Aliny reclamava.

– Eu achei legal. É cheia de gente... – divagava.

– Ai! – Aliny tinha esbarrado num garoto que estava ao lado de um gigante – cuidado ai quatro olhos! Olha por onde anda! Se bem que deve ser difícil pra você... – riu debochada no final.

– Des-desculpe – respondeu gaguejando.

– Desculpe nada – eu o interrompi – você que bateu nele Aliny, e além do mais, não pode ser mal educada com pessoas que nem conhece. – a repreendi.

– Você e seu espirito de francesa bondosa – reclamou andando pro final do pub.

– Sou francesa com muito orgulho e você sabe que eu tenho razão! – respondi.

– Meninas... – nossos pais tentaram chamar atenção.

– Tá bom, já passou não foi? Deixa isso pra lá – disse me ignorando de novo.

– Argh – resmunguei e vi que os tijolos já abriam passagem – papai, precisamos ir a Gringotes?

– Não meu bem, vamos direto as compras – respondeu dando um afago em minha cabeça.

– Isso ai! Vestes... – eu comecei dizendo

– Livros – completou Aliny.

– Varinha

– Gato

– Falando em gato – eu interrompi nossa lista – eu posso ter um coelho pai?

– Meu bem, na carta só tem dizendo que só pode um gato, sapo ou coruja. Nos meus anos de Hogwarts também foi assim.

– Que droga – reclamei.

– Você pode ter uma coruja ou um sapo – Aliny deu a ideia.

– Só nos seus sonhos que eu vou ter um sapo de estimação – disse com a voz ácida.

– Okay né

– Vamos logo comprar as coisas, eu quero saber como vai ser minha varinha...

******************Depois das compras******************

– Como ela é linda! – minha varinha é branca, tem uma base pra pegar meio dividido, esculpida em azevinho, com alguns desenhos em dourado com algumas pedrinhas vermelhas parecendo pequenas flores. Feita com pena de hipogrifo, medindo 30 cm e bastante flexível.

– A minha também não fica pra trás, não – disse Aliny sorrindo feliz do meu lado. A dela era esculpida em nogueira, preta com detalhes em prata ate a ponta da varinha. Feita com corda de coração de dragão, medindo 28 cm.

– Olha quem estão ali na frente – chamou a nossa atenção tia Liza.

– São os Malfoy – respondeu meu pai.

– Vamos falar com eles – tio Edmund falou.

– Edmund, quanto tempo! – brincou o homem loiro.

– Ora Lúcios, nos vimos ontem no trabalho – respondeu apertando as mãos.

– Então eu digo há quanto tempo ao Adrian – se virou para meu pai – não o vejo a um bom tempo mesmo meu caro.

– Meus negócios não tem muito haver com o ministério Lúcios.

– Bom, se lembram da minha esposa? Esta é Narcisa.

– Muito prazer – disse a senhora Malfoy.

– Essas são Elizabeth e Mabelle Clarence, esposas de Edmund e Adrian, respectivamente – o Sr. Malfoy apresentou-as a Sra. Malfoy.

– Muito prazer – disseram sorrindo.

– E quem são essas lindas garotas? – perguntou a Sra. Malfoy.

– É o nosso orgulho – respondeu tia Liza – minha filha Aliny.

– Muito prazer – Aliny disse abrindo um sorriso com todos os dentes expostos.

– E minha filha Charlotte – disse mamãe.

– Muito prazer, senhora – disse dando um sorriso simples.

– São umas graças. Esse é meu filho, Draco.

– Olá – o garoto loiro respondeu.

– Ele é muito lindo – disse mamãe.

– Obrigada. – agradeceu à senhora Malfoy com um sorriso um tanto que convencido – porque não vão ate a Sorveteria Florean Fortescue enquanto conversamos e se conhecem melhor? Pelo o que vejo, todos vão para Hogwarts esse ano...

– É o nosso primeiro ano – respondeu Aliny.

– Maravilhoso! Vão, vão – disse a senhora Malfoy.

– Me desculpem pela minha mãe, ela fica animada quando se encontra com as amigas e quer sempre fazer compras – falou o Draco enquanto andávamos em direção a sorveteria. E eu nem sabia que minha mãe era amiga da dele...

– Não tem problema, a minha faz isso também – respondeu Aliny sorridente – sou Aliny Thompson.

– Draco Malfoy. E você? Charlotte não é mesmo? – ele chamou minha atenção do sorvete que escolhia.

– Isso. Charlotte Delpérier. – respondi sorrindo fraco e voltando minha atenção ao sorvete. Menta com cobertura de chocolate...

– Francesa? – insistiu perguntando.

– Sim – respondi sorrindo um pouco mais. Adoro minha origem... – minha mãe estudou na Beauxbatons.

– E seu pai? – perguntou enquanto nos sentávamos numa mesa.

– Estudou em Hogwarts, na Sonserina.

– E pra que casa vocês acham que vão?

– Sonserina, definitivamente – Aliny respondeu sorrindo convencida.

– Eu também – respondeu Draco sorrindo mesmo modo – e você também, não é Charlotte? – se virou pra mim. Ele fica engraçado falando em francês...

– Eu não sei – respondi sinceramente.

– Lá vem ela com essa historia de novo... – Aliny reclamou.

– Como assim?

– Ela acha que pode não cair na Sonserina.

– Mas seu pai é um não é? – perguntou Draco.

– É sim, mas não é a casa do meu pai que decide para qual eu vou e sim o chapéu seletor – percebi que fui um pouco rude e não gosto de ser assim, então completei – é só que eu não me importo para que casa eu vou.

– Relaxa, você vai pra Sonserina, disso eu posso dizer – garantiu Aliny.

– Isso mesmo – concordou Draco.

Eles só pensão nisso...

– Bem, só vamos saber amanha – respondi – e falando nisso, vamos procurar nossos pais? Já esta tarde e eu ainda tenho que arrumar meu malão.

– Eu também – responderam em uníssono.

Vamos lá, por que amanha é o meu primeiro dia em Hogwarts.

Notas finais
E é isso, espero que tenham gostado! A coisa das fichas ainda estão de pé, então é só continuar mandando!!! E pra quem comentar o cap., tem a versão do capitulo por outros personagens!!!! Ate ate XOXO