Notas iniciais
Olá! Depois de algum tempo em standby eu finalmente terminei o sexto capítulo de Ravenant Hills. O meu ritmo para capítulos caiu muito então vou escrever até onde der. Boa Leitura!


Antiga Fábrica de Aço Metallium

Anteriormente

"—Nós precisamos de ajuda. A cidade sofre de um mau de muito tempo atrás. Bruxas! — Judith replicou.

—Brujas? — Soraya se referiu ao termo para "Bruxa" em espanhol, no plural — Como eu disse, eu sou uma mulher muito religiosa, e não acredito nesse tipo de superstição — Soraya declarou.

—Nós temos 3 filhas do demônio nessa cidade. Então talvez você possa nos ajudar a expurgar esse mau — Judith sugeriu — Se não eliminarmos o mau pela raiz, então essa cidade estará infestada delas — Judith retrucou.

—E o que você tem em mente? —Soraya quis saber.

—O prefeito nos informou que um oficial dele encontrou uma dessas bruxas que vivem na cidade e também temos o endereço de onde poderemos encontrar o bando todo das gralhas — O padre retrucou.

— Qual é o endereço? —Soraya quis saber.

—Rua Marble, 1612 —O padre notificou.

—Hm...e onde está essa "Bruja"?

—Ela está no hospital —Judith replicou.

—E qual é o nome dela?

—Dixie Ravencraft — O padre reportou.

—Dixie Ravencraft —Soraya ficou a pensar.

—O prefeito será eternamente grato se vocês puderem dar um jeito nessa. Então achar o resto do bando será muito mais fácil —O padre retrucou.

—Deixem-me pensar. Eu darei minha resposta em breve — Soraya replicou.

—Está bem. Nós entraremos em contato sobre o endereço do hospital onde a Bruxa se encontra — O Padre disse se retirando.

O Padre e a Madre viraram as costas e se retiraram.

— Vamos sair daqui, Madre —O padre balbuciou."

Escritório de Soraya, presente

Soraya estava sentada em uma poltrona reclinável com estofamento de couro intacta apesar das mudanças do tempo no ambiente daquela sala que costumava ser a sala do antigo chefe da fábrica quando ela ainda estava em pleno funcionamento.

Na velha escrivaninha de madeira toda corroída e desgastada pelos cupins, pilhas de papéis envelhecidos pareciam decorar a mesa da Senhora daquele lugar.

O lugar todo tinha um ar de decadência e estava cheio de pó e teias de aranhas que pareciam ter abandonado aquele lugar e se mudado depois de muitos anos.

Soraya refletia sobre o acordo com os religiosos, Padre Carlos Oliveira Sutton e Madre Superiora Judith McGraves.

[...]

Então, Seth Kraven entra no escritório de Soraya.

—Com licença, chefe —Seth disse já entrando na sala.

—Toda — Soraya concede a licença a Seth.

Seth fecha a porta atrás de si e se aproxima de Soraya.

—Então, o que você quer, Seth? —Soraya quis saber. Ela jogou um olhar de águia para ele.

—Eu queria conversar com você sobre o acordo com o padre e a madre...—Seth lembrou.

—Sim, eu estava pensando quanto a se devemos ou não ajudar aqueles dois — Soraya retrucou com um ar de preocupação.

—E o que você acha? — Seth quis saber.

—Eu fico a pensar, o que nós ganhamos com isso? —Soraya falou retoricamente.

—Verdade. Eu acharia melhor não ajudarmos — Seth sugeriu.

— Por que? — Soraya ficou curiosa.

—Essa fábrica...meus pais trabalharam aqui por muitos anos antes até de...você sabe, o "Desastre de 1952" acontecer — Seth recordou.

—Não, eu não sei nada sobre esse "Desastre de 1952". Eu não estive aqui nesse ano. Eu estava trabalhando no cartel de Medellín. Nós estávamos negociando a exportação de um carregamento de cocaína para um receptor no Brasil — Soraya retrucou.

—Entendo...—Seth analisou.

—Mas conte-me a sua história. Eu amo histórias. Sabe, tudo tem uma história e eu acho isso muito fascinante — Soraya disse com excitação.

—Em 1613, o xerife da cidade resolveu incendiar a cidade toda. Eu estava jantando com os meus pais quando o incêndio da cidade começou — Seth iniciou.

—Continue — Soraya pediu.

—De repente, os meus pais ouviram gritos nas ruas, e logo em seguida sentimos o cheiro de queimado. Olhamos ao redor e a casa toda estava pegando fogo. Meus pais tentaram apagar o fogo, mas ele estava descontrolado. Nós acabamos cercados ao redor da mesa de jantar — Seth prosseguiu.

—E depois? — Soraya quis saber.

— Minha mãe e meu pai disseram para eu me salvar. Mas eu não sabia o que fazer. Algumas horas depois, a nossa casa começou a desabar. Meus pais continuaram respirando a fumaça que vinha das chamas e ela entrou nos pulmões deles e eles vieram a falecer, deixando eu sozinho no meio daquele inferno.

— E depois?

— Depois, uma viga do teto da minha casa se soltou do teto e caiu sobre mim. Eu fiquei soterrado no meio dos escombros e depois fui encontrado pelos bombeiros. Eu fui mandado para adoção e fui adotado por um casal, os Kraven. Mas, eu não gostava dos meus novos pais me dando ordens, então eu vim para esse lugar para me abrigar.

—E como você ficou sabendo do tal "Desastre de 1952"?

—Eu vi um jornal que estava caído no chão. Na primeira página estava a matéria do acidente na fábrica de aço. Mas eu não conseguia ler o jornal. Eu nunca fui para uma escola antes. Então eu encontrei a Madre Judith que cuidou de mim e de outras crianças que habitavam esse lugar na época. Ela inclusive me ajudou a ler...

—Então você conhecia a madre...—Soraya supôs.

—Sim, mas...isso foi há muito tempo atrás — Seth atestou.

—E o padre?

— Eu fui batizado por ele antes de eu ir para a adoção...

—E ainda você os ameaça, latindo como um cachorro, Seth...isso não é bom...você acha que é o líder desse lugar, que é o Rei...— Soraya contestou o fato que Seth havia revelado.

— Bem, eles chegaram assim, sem mais nem menos, eu achei justo intervir —Seth se explicou.

—Seth...eu posso ver claramente que você não gosta de ser submisso. Você quer estar no topo. Mas, não é assim que as coisas funcionam por aqui. Eu sou sua chefe, e você me deve respeito. Entendeu, pappi?

—Sim, senhora — Seth esboçou uma cara de cachorro pidão diante de Soraya que o fez entortar que nem vara verde.

—Seth...você é tão fofo quando faz essa cara de cachorro carente —Soraya então começou a rir daquilo.

—No que você está pensando? — Seth ficou desconfiado.

Soraya riu outra vez.

—Eu ouvi dizer que vocês gringos são frios. Talvez eu possa esquentar um pouco as coisas — Soraya falou com malícia no olhar.

—Você quer transar? — Seth balbuciou.

—Então você adivinhou...—Soraya abriu um sorriso largo.

—Aqui. Nesse lugar? —Seth ficou surpreso e com os olhos esbugalhados.

—Eu gosto de jogar sujo —Soraya passou a língua ao redor da boca como uma loba faminta.

—Ok, chefe. Você que manda...—Seth disse sem pestanejar.

Seth começou a tira as roupas. Ele tirou a jaqueta de couro e a jogou no chão da sala. Em seguida ele tirou sua camiseta vermelha, exibindo seu peitoral todo trabalhado que ele vinha trabalhando em um saco de pancadas improvisado na fábrica, e ficou com sua calça e botas.

Soraya olhou fixamente para o tronco de Seth e ficou boquiaberta.

—Nossa! Eu estou impressionada —Soraya disse maravilhada.

—Eu tenho malhado muito. Sabe, não é fácil, eu preciso de muita energia para te aturar e comandar os rapazes...—Seth desabafou.

Soraya foi até Seth, o revistou com os olhos de todos os ângulos possíveis e então ficou atrás dele e deslizou sua mão direita pelo peito dele até a virilha.

Seth engoliu em seco. Ele estava se sentindo um pouco tenso naquela posição.

Soraya saiu de trás dele e ficou de frente para ele. Ela abaixou ficando sobre os saltos, e desceu o zíper da calça dele.

Ele então tirou as botas soltando as fivelas e as descartou jogando-as para um canto da sala. Então Seth baixou a calça e a tirou. Ele ficou apenas com sua cueca boxer preta.

Soraya baixou a cueca dele e o órgão dele saltou para fora. Ela então soltou a cueca e a mesma caiu no chão. Seth tirou os pés de cima da cueca jogada no chão e então Soraya pode desfrutar do órgão ereto dele.

Ela começou a brincar com a vara de Seth, massageando-a delicadamente. Ele começou a gemer.

Soraya então levantou o falo de Seth e o imobilizou com a mão esquerda, enquanto começava a massagear as bolas dele com a direita.

Seth suspirou.

— Você gosta disso? — Soraya quis saber.

— Sim, chefe...— Seth balbuciou.

— O que você disse? — Soraya retrucou — Eu não ouvi direito.

Soraya continuava a arrancar suspiros de Seth enquanto massageava as bolas dele.

— Sim, chefe! — Seth exclamou.

— Bom garoto.

Soraya soltou as bolas de Seth e começou a esfregar o falo dele. Seth parecia que ia enlouquecer.

ʘ

Em algum lugar do passado...

Lago Shapely

A fim de ocultar os corpos carbonizados de Orianthi Ravencraft, e dos três filhos dela, o xerife da cidade, junto com o padre Sutton jogaram aqueles restos mortais nas águas do rio, pois achavam que ele apagaria os seus pecados, mas o que eles não sabiam era que as águas do tal lago, tinham o poder de trazer os mortos de volta a vida.

— Eu acho que nós terminamos — O padre disse aliviado— Mas, para que não nos vejam, vamos sair daqui.

— Eu concordo, padre — O xerife replicou.

— Ninguém pode nos ver — O Padre notificou o xerife.

— Sim, padre — O xerife atestou.

O padre e o xerife correram dali e desapareceram na noite.

[...]

Algum tempo depois, os corpos de Orianthi e seus três filhos haviam sido restaurados e eles emergiram como mortos — vivos das profundezas do lago na água que borbulhava como se fosse composta de ácido corrosivo.

Os mortos saíram andando do lago e fugiram para a cidade.

[...]

Centro da cidade

00:30

No centro de Ravenant Hills, como se não bastasse os ataques do lobisomem a solta na noite, as pessoas começaram a se apavorar com a aparição dos quatro morto — vivos que haviam chegado na cidade depois de se arrastarem do lago para lá.

As pessoas assustadas, voltaram seus olhares para as criaturas que pareciam famintas por cérebros humanos.

Os mortos — vivos começaram a atacar as pessoas.

A figura do padre Sutton logo surgiu como uma figura imponente no meio daquele caos e falou com seus seguidores como um pastor que arrebanhava suas ovelhas.

— Acalmem-se todos! — O Padre exclamou.

— Não há motivo para entrar em pânico! — O Padre assegurou as pessoas.

Alguns de seus seguidores se voltaram contra ele.

— Como não entrar em pânico? Olhe para essa criaturas horrendas! Elas acabarão com a população dessa cidade! — Um homem se dirigiu ao padre.

— Isso mesmo! — Os outros concordaram.

[...]

Algumas horas depois, a cidade estava um caos com os corpos dos cidadãos mutilados e ensanguentados espalhados pelo centro da cidade. As vis criaturas que antes haviam matado suas vítimas haviam desaparecido em uma névoa espessa.

Em meio a uma pilha de corpo, o Padre Sutton havia pago por seus atos. Ele estava esticado no chão, seus olhos esbugalhados, branco como se tivesse visto um fantasma, com as mãos no peito e o sangue jorrando de seu pescoço formando uma poça do lado esquerdo.

Depois de algum tempo agonizando em seu leito de morte, o Padre Sutton deu seu último suspiro e morreu.

Um uivo ecoou pela cidade enquanto a Lupina fera que o pronunciou se retirava para fazer mais vítimas.

[...]

Madrugada

Hospital Ravenant Cross

Seth chega na frente do hospital e recebe uma ligação em seu celular descartável. Era o Padre Sutton dando continuidade ao plano que ele havia se disposto a acatar.

— Sim, eu estou na frente do hospital — Seth falou no telefone.

— Está bem. Eu perguntarei sobre a garota na recepção. Até mais! — Seth desligou o celular e o descartou.

Ele entrou no hospital, e chegando lá foi direto para a recepção.

Seth se debruçou no balcão da recepção.

— Boa Noite. Eu estou procurando uma paciente com o nome de Dixie Ravencraft. Você sabe em que quarto ela está? — Seth perguntou a mulher na recepção.

— Ela está na UTI — A mulher na recepção informou.

— Obrigado — Seth sorriu.

— Só uma pergunta, jovem — A mulher na recepção interveio antes dele sair.

— Sim?

— Você é parente da paciente? — A mulher quis saber.

— Sim, eu sou...um primo dela. Você sabe, eu cheguei na cidade recentemente. Eu estava fazendo um tour pela Europa, sou professor de artes, e...resolvi vir visitá-la — Seth replicou.

— Entendo.

Seth se retirou mas começou a resmungar sobre a pergunta da mulher na recepção do hospital. Ele tinha vontade de estrangulá-la. Mas focou em sua missão.

UTI

Enquanto Dixie estava rodeada por sua mãe, Malvina, e Sally, Dixie de repente sentiu a presença de Seth ali na UTI. Ele estava escondido no leito coberto pela cortina de um paciente qualquer.

— Tem alguém aqui — Dixie alertou.

— Quem, Dixie? Do que você está falando? — Sally inquiriu.

— Eu estou sentindo uma presença — Dixie revelou — Eu não sei quem é, apenas...

— Deixe-me tentar algo — Malvina se pronunciou.

— O que você está pensando em fazer, Malvina? — Ophelia questionou levantando uma das sobrancelhas.

— Proteger a minha irmã — Malvina respondeu.

Malvina fechou os olhos, se concentrou e depois de um tempo os abriu.

Com a mão direita espalmada ela manipulou a corrente de ar, empurrando-a para frente. Um forte vento bagunçou toda a UTI fazendo os pacientes nas camas, com exceção de Dixie, serem jogados contra a parede e caírem no chão. As divisórias que separavam os leitos dos outros pacientes tombaram com a força do vento e Seth surgiu no meio daquele caos todo.

— É ele! — Dixie apontou — Foi a presença dele que eu senti.

Sally e Ophelia voltaram o olhar para Seth.

— Por favor, não me machuque! — Seth exclamou.

Malvina foi furiosa até Seth e se aproximou dele.

— Quem é você? O que está fazendo nesse hospital? Quem te mandou? — Malvina bradou.

Seth não respondeu. Malvina o arremessou contra a parede usando sua telecinesia e o pressionou pelo pescoço. Seth começou a ficar sem ar.

— Quem é você? — Malvina insistiu.

Seth mal conseguia responder ao questionamento de Malvina e Sally começou a achar que a irmã estava exagerando.

Sally foi até Malvina.

— Já chega, Malvina! Nós não conseguiremos respostas se você o matar — Sally exclamou.

Malvina soltou um urro, cerrou os dentes, e soltou Seth. O rapaz escorregou pela parede e ficou sentado no chão com as costas na parede e tossindo muito pois a força de Malvina era tremenda.

Ophelia olhou para as duas filhas encarando Seth e resolveu se juntar a elas.

— Fique aqui, Dixie — Ophelia aconselhou.

Ophelia saiu e se juntou as duas filhas.

—O que está acontecendo? — Ophelia questionou.

Malvina estava arfando de tão furiosa que estava com a ameaça de Seth.

Sally olhou para a mãe e explicou.

— Eu disse para Malvina soltá-lo. Ela estava quase matando ele. E nós precisamos de respostas aqui — Sally retrucou.

— Certo. Malvina, acalme-se — Ophelia exclamou.

Malvina começou a contar regressivamente começando do 10.

— 10...9...8...7...6...5...4...3...2...— Malvina fechou os olhos e depois de alguns minutos os abriu.

Ophelia abraçou Malvina e a fez aquietar-se com um agrado na cabeça dela.

— Está tudo bem, Malvina. Está tudo bem — Ophelia a confortou.

— Não está tudo bem, mãe. Aquele homem tentou atacar a Dixie — Malvina voltou o olhar para Seth que estava esbaforido depois do ataque de Malvina.

— Nós cuidaremos disso.

Sally se aproximou de Seth e o ajudou a se levantar.

— Aqui, pegue a minha mão — Sally retrucou.

— O-Obrigado...— Seth balbuciou.

Seth agarrou a mão de Sally e se levantou.

— Isso está longe de acabar — Seth ameaçou.

Ophelia então se separou de Malvina e foi tirar explicações de Seth.

— Quem é você? E porque tentou atacar as minhas filhas? — Ophelia exclamou franzindo o cenho.

— O meu nome é Seth Kraven — Seth se revelou — E eu fui contratado para sequestrar uma de vocês, Dixie Ravencraft.

— Seu bastardo! Você ia sequestrar a Dixie? Pra quê? — Malvina exclamou.

— Deixe-nos em paz! — Sally exclamou.

— Se eu revelar quem me contratou eu posso morrer — Seth explanou.

— Eu deveria ter te matado — Malvina se culpou.

— Digamos que vocês bruxas são uma praga para essa cidade — Seth retrucou.

— E alguém está tentando nos eliminar — Ophelia completou — Eu acho que eu até imagino quem seja...

— Eu não sei nada sobre isso — Seth jurou.

— Como não? — Sally contestou— Você sabe muito bem quem está por trás disso tudo, só não quer falar porque tem medo.

— Eu vou embora daqui — Seth foi se retirando sem dar mais detalhes do porquê teria tentado sequestrar Dixie.

— Volte aqui, canalha! — Sally exclamou.

[...]

Então um dos médicos que estava de plantão, vestindo um jaleco branco, uma camisa azul, calça bege, e sapatos brancos chegou às pressas na UTI e olhou para aquele caos todo.

— O que houve aqui? — O médico exclamou. Ele estava chocado ao ver aquele cenário caótico.

— Desculpa, doutor. Um homem tentou sequestrar a minha filha que está em recuperação — Ophelia denunciou.

— E quem vai pagar por todos esses danos? — O médico inquiriu.

— Não se preocupe. Eu dou um jeito nisso — Ophelia retrucou.

Ophelia fechou os dedos da mão direita deixando o indicador levantado e fez movimentos circulares com ele.

Toda a bagunça logo se consertou. Os pacientes e as camas foram postos no lugar junto com as divisórias como se nada tivesse acontecido.

O médico olhou ao redor e ficou sem entender o que tinha acontecido.

Notas finais
Espero que tenham gostado^^ Até o próximo!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.