- Rathpha, você admite que disse tudo o que as testemunhas declaram?

- Sim, senhor juiz, mas eu não...

- Então, como o réu culpado que é, eu o sentencio a passar 2 meses e 22 dias no Purgatorgle, para que você aprenda a não criticar a arte suprema de nossos grandes nomes. Guardas, tirem-no daqui.

Dois grandes smeargles seguraram Rathpha pelo braço, o prenderam usando algemas e o levaram embora daquela sala.

Rathpha estava desesperado, sem reação. Como uma coisa boba como aquela tinha dado nessa confusão gigante? Enquanto passava via o rosto dos seus "amigos", aqueles que o denunciaram estavam na platéia. Lucreas, com um sorriso de ponta a ponta acompanhado de sua mãe, a professora Litrea. Cristorf e Vanilre também estavam lá, mas não se importavam muito com ele. Até sua mãe estava presente e parecia ser a única pessoa que ligava para seu fim.

Continuaram a escoltá-lo, descendo por várias escadas em caracol até um corredor cheio de portas. Pararam na frente de uma, a número 13.

- Rathpha, vamos solta-lo agora e deixar que entre na sua cela. Qualquer coisa que fizer contra nós pode aumentar ainda mais a sua pena. Esperamos que aproveite a estadia e curta seus novos amigos. Ah, e lembre-se, sem desenhos nas paredes ou cantoria, esse local é para refletir sobre os seus pecados e aprender a respeitar os grandes smeargles.

Abriram as algemas, a porta e em seguida o empurraram sala a dentro. O empurrão foi tão forte que Rathpha bateu de cabeça no chão e ficou inconsciente.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.