Notas iniciais
Desculpem a demora pequenos CSIs! Aqui vai mais um capitulo cheio de supresas! para vcs! Aproveitem!

Enquanto isso, Catherine e Warrick analisavam as roupas fornecidas por Mariah e encontraram coisas interessantes.

- Warrick? – Chamou Catherine. – olha isso aqui. – disse, mostrando-lhe pingos suspeitos na blusa da jovem garota.

- Será que é sangue? – perguntou, pegando a blusa e aproximando-a do rosto.

- Veremos. Apague as luzes, por favor. – Disse a investigadora a seu colega, pegando a luz negra e passando em cima da blusa. – Bingo! – exclamou. – É sangue. Agora temos que mandar para a Wendy analisar.

Disse isso, pegando a blusa e levando para a análise. Pouco tempo depois, Wendy já tinha os resultados.

- Catherine! – Disse Wendy. – tenho os resultados das manchas de sangue encontradas na blusa de Mariah Byron e elas batem com o DNA de Gabriella Byron. E o mais estranho é que...

- Fale Wendy! – Disse Catherine.

- Elas têm alelos em comum. Elas são irmãs.

- O quê? – Disse Catherine, perplexa.

- Exatamente, elas são irmãs.

- Será que elas sabiam disso?

- Eu não sei...

- Vou falar com as mães.

- Faça isso.

- Obrigada, Wendy.

O Capitão Brass chamou a Sra Byron e a Sra Bowen para um interrogatório. Catherine e ele se dirigiram para a sala em que as duas estavam, aflitas. No momento em que eles chegaram, elas conversavam bem baixinho e quando perceberam a presença dos dois, encerraram o assunto.

- Bom Senhoras. – Começou Catherine. – Suponho que as senhoras saibam porque estão aqui.

- É, nós sabemos. – disse a Sra. Byron.

- Bom, sabemos que elas eram irmãs; Mariah e Gabriella, mas elas sabiam disso?

- Não Capitão. Vou lhes contar a história. – começou a Sra. Byron. – Eu e meu ex marido nos casamos em 1991. Mariah nasceu em 1994. Meu marido me traia. Eu não sabia disso. Ele falava que viajava para a Europa, Ásia, América do Sul. Toda semana estava em um país diferente. Só que ele iria se encontrar com Sylvia. E acabou engravidando- a. Gabriella nasceu em 1996. Quando eu descobri, nós nos divorciamos e eu fui morar na Flórida com minha filha. Voltei dois anos atrás e coloquei minha filha na escola que Sylvia trabalhava. Eu nunca iria imaginar que uma coincidência dessas iria acontecer. Não pretendíamos contar às meninas. Sabíamos que elas não se davam bem. Não iria dar certo. Entendem?

- E o pai delas? Elas nunca desconfiaram?

- Mariah não era muito ligada ao pai. Ele nunca quis saber dela. Preferiu ficar com Sylvia e Gabriella. Nunca a forcei a ficar com o pai. Ele sempre queria comprá-la com presentes caros que ela nunca abriu. Na verdade, ela só conhece a voz dele. Nunca o viu.

- E aonde ele se encontra agora?

- Meu marido está em Dubai senhora. – Disse Sylvia, quebrando o silencio.

- Vocês estão juntos?

- Sim. Até hoje.

- E ele ainda viaja muito?

- Com frequência.

Catherine e Brass se olharam.

- O que querem dizer com este olhar? – perguntou a mulher, nervosa.

- Nada. Nada senhora.

- Estão insinuando que meu marido me trai? – A mulher eleva seu tom de voz. – a obrigação de vocês é prender o desgraçado que matou minha filha!

- Senhora, entenda como quiser. E se não abaixar este tom de voz serei obrigado a lhe prender por desacato. – disse Jim, firmemente.

- Ok. – A mulher sai da sala, exaltada.

- Desequilibrada. – resmunga a Sra. Byron. – sempre foi...

- Estou vendo. – Disse Catherine, saindo da sala.

Enquanto isso, Hodges tentava agradar o chefe, como sempre.

- Descobriram alguma coisa? – Perguntou Hodges, para Grissom.

- Ainda não. Quer alguma coisa? – Disse, ríspido.

- Ah não! Só queria lhe contar que eu encontrei um material nas roupas da vítima.

- E o que é?

- Bom... É água e cevada... Destilados...

- Uísque?

- Exato. – Disse, com ar de imponência.

- Que bom. – Disse Gil, deixando o analista sozinho.

- Ele sempre faz isso. Não adianta tentar agradar.

- Você nunca vai conseguir ganhar a confiança dele. – Disse uma voz feminina à suas costas.

- Ah é você Simms? O que faz aqui? Estava me admirando?

- Hodges! Me erra vai...

- Eu sei que você me acha muito atraente Wendy...

- Vai nessa.

- Eu sei. – Ele se aproximou para beijá-la e ela lhe deu um tapa no rosto.

- Atrevido. Nunca mais encoste em mim. Você entendeu?

- Depois dessa nem bom dia eu vou te dar. – Disse, passando a mão no rosto vermelho.

- Acho bom. – Disse brava, saindo batendo o pé.

- Ela me ama. – Resmungou Hodges, dando uma risada.