Notas iniciais
Oi galera! Desculpem por ter sumido por mais de um mês, é que essa minha vida não tá fácil! Já reclamei disso aqui né, pois é! Então, venho dizer que, a fic está nos seus últimos capítulos, pois pretendo que ela vá, no MÁXIMO, até o 30 e já estamos no 24, ou seja, tem muita coisa para acontecer em pouco tempo! Sei que meu último cap não foi dos melhores, mas espero que esse compense. Vou parar de tagarelar aqui, juro! Se quiserem dar uma olhada nas minhas outras fics: http://fanfiction.com.br/historia/605471/Uma_Historia_Nada_Encantada/ e http://fanfiction.com.br/historia/579058/Namorados_Por_Acaso/ Espero que gostem e não esqueçam de comentar! Xoxo, H.

Acordei com um barulho irritante de celular, que no caso, era o meu e eu nem podia deixar de lado, já que era Graham.

Killian, bom dia!

– Bom dia. — falei, sonolento. Emma murmurou algo, mas não consegui escutar.

Bom, eu tentei marcar o julgamento sobre a custódia de Bae o mais rápido possível e vai ser amanhã, a tarde, tudo bem?– disse o xerife e até me levantei da cama. Minha loira levou um susto e ficou me encarando com uma cara confusa.

– Perfeito. Estamos chegando daqui a pouco em Storybrooke e eu vou tentar passar ai para falar contigo melhor sobre os acontecimentos.

Ah, aproveitando o assunto, o Henry já sondou o Bae e ele ficou até feliz com a possibilidade de ter um pai sem ser o Rumple, acho que ele irá gostar de ter um pai como você.

– Você acha? — esbocei um sorriso. — Graham, depois eu falo contigo. Tenho que resolver umas coisas aqui, obrigado parceiro! Até mais.

Até.– disse ele, desligando logo em seguida.

Aproximei-me de Emma e dei um beijo em sua testa, ela me abraçou e fiquei mexendo em seu cabelo, quase dormindo novamente.

– O que Graham queria?

– Nada demais amor... Ele só queria me falar que o julgamento vai ser amanhã e eu acho melhor sabe, se fosse hoje eu estaria morto e não ia nem pensar direito.

– Entendi... — Emma se aconchegou em mim. — Viagem cansa muito mesmo, ainda mais para um gato desse. — disse ela e me encarou com um sorriso, beijando meu queixo e depois minha boca. — O café da manhã sai que horas? — perguntou ela, levantando-se.

– Daqui a pouco, por que?

– Eu queria tomar um banho e terminar de arrumar minhas coisas, você não quer dar uma voltinha por ai não? Depois você volta... — ela fez biquinho.

– Porque?

– Porque eu queria ficar sozinha... E você me desconcentra. — eu tentei me segurar, mas tive que rir. Levantei da cama e fui em sua direção, como eu tava sem camisa, tirei a calça e fiquei seminu, fazendo Emma arregalar os olhos.

– Agora eu desconcentro mais?

– Hum hum. — ela fechou os olhos e puxei-a para perto, abraçando-a e levantando sua roupa. — Killian...

– Oi?

– Eu tenho que tomar banho.

– Eu vou com você. — sussurrei, virando seu corpo do mesmo lado que o meu e levando-a em direção ao banheiro, abraçados.

– Porque você faz isso comigo? — disse Emma, virando-se para mim.

– Mas eu ainda não fiz nada... — falei. E ai, abaixei o resto de roupa que restara em meu corpo e Emma fez o mesmo e acho que pela primeira vez pudemos nos considerar algo além de amigos.

Entrei na banheira e me sentei no chão com as pernas abertas e Emma ficou entre minhas pernas. Seu cabelo estava preso, então fiquei beijando seu pescoço, o que, pelo que parecia, a deixava bem nervosa. Ficamos alguns minutos curtindo aquele banho, nos higienizamos e depois saímos, afinal, tínhamos que lanchar pois o navio já estava chegando em Storybrooke.

*

Quando Emma terminou de arrumar as malas e se arrumar, ela foi comigo até meu quarto, para eu trocar de roupa. Botei algo mais casual e fomos em direção ao salão principal, onde a maioria das pessoas estavam comendo.

– Já era hora né? — perguntou Dan assim que nos viu.

– O que é isso? — disse Branca, arregalando os olhos ao ver nossas mãos dadas.

– Um milagre! Obrigado Deus. — brincou Thiago.

– Até que enfim!! — falou James. — Já não aguentava mais vocês dois brigando.

– Ninguém aguentava mais esses dois... — falou Dan.

– Ai gente! — Emma botou a cara no meu peito. — Para com isso.

– É, vocês estão constrangendo a minha namorada. — falei, passando o braço pelo pescoço dela.

– Pera ai... — disse James.

– Ele disse... — continuou Thiago.

Namorada? — terminou Dan.

SIM! — comemorou Branca, quase pulando em cima de Emma. — Que lindos!!! Quero detalhes!

– Ai, me perdoa Branca, mas eu vou pegar alguma coisa para comer antes, depois eu falo tudo que você quiser saber! — falei.

– Ok ok. Então vão logo! — ela começou a nos apressar.

Assim que pegamos o que queríamos, começamos a contar sobre a noite de ontem, inclusive das partes engraçadas, que geraram boas risadas. Não tinha algo para esconder, então não nos poupamos dos detalhes, obviamente não falamos de nossas intimidades, mas eles eram nossos melhores amigos, então não tinha motivo para se envergonhar.

– Que lindos!! — disse Branca, nos abraçando por trás, assim que tínhamos levantado.

– Gente, gostaria de ficar aqui com vocês, mas eu tenho que terminar de guardar minhas coisas. — disse James. — Vamos amor? — Branca pegou sua mão e eles foram em direção aos quartos.

– Vamos virar castiçal maninho! — disse Thiago.

– Fale isso por você. — retrucou Dan.

– Oi? — Emma ergueu uma sobrancelha. — Como assim você tá com alguém e não me disse nada?

– Primeiro: Eu não estou com ninguém, ainda. E segundo: Não rolou nada ainda para contar. — meu amigo relaxou os ombros e tive que segurar o riso.

– Quando rolar... Também quero saber. — falei.

– Vocês já arrumaram todas suas malas? — perguntou Thiago.

– Sim, fizemos isso de manhã. — respondeu Emma, deitando seu rosto em meu peito.

– E vocês? — perguntei.

– Também... — murmurou Thiago. — Eu vou numa loja comprar um negócio para a mamãe, vamos lá comigo Dan? Deixar os pombinhos sozinhos, que tal?

– Ótima ideia. — falou Dan e os irmãos foram em direção as lojas.

– Parece que restou apenas nós dois... — Emma fez um biquinho 'triste' e puxei-a pelo cabelo começando um beijo calmo e sem nenhuma pressa.

*

– Killian, — falei, entre os beijos. — sabe o que eu tava pensando aqui?

– Que você namora um cara muito gato? — disse ele, dando beijinhos no meu pescoço.

– Isso também. — sorri. — Mas eu tava pensando que você nunca me levou na sua casa.

– Em Storybrooke?

– Hum hum.

– Ah, é porque eu quase nunca fico lá. Ai é meio bagunçada e bom, eu considero o J.R. minha casa.

– Mas eu quero conhecer.

– Ai meu Deus. — ele revirou os olhos e apertei suas bochechas com a mão. — Ok, eu levo, mas só se você me prometer que vai comigo no julgamento de amanhã.

– Você não precisava nem ter pedido. — sorri e Killian me abraçou forte.

– É por essas e outras que eu não consigo mais viver sem você! — ele sussurrou no meu ouvido.

Queridos passageiros, estamos há alguns metros do porto de Storybrooke, queremos pedir que peguem seus pertences e façam uma fila em direção a saída para evitar tumulto na hora do desembarque. Obrigado.– disse uma voz.

– Ih, vamos lá no quarto buscar as coisas. — falei, puxando Killian pela mão, mas ele não moveu um músculo. — Amor, vai ficar ai?

– Espera eles irem embora. Depois a gente sai. — ele disse, me puxando pelo braço. — Vamos lá no meu quarto, vem. — e fomos em direção à maior suíte do navio.

*

– Você quer conhecer minha casa agora? Porque eu to indo para lá.

– Quero! Eu ia deixar as coisas em casa antes... — falei.

– Em, minha casa é do lado oposto da sua, nem rola. — respondeu Killian.

– Tudo bem então, eu levo as coisas. — fiz uma careta. — Vamos, me fale sobre.

– Bom, na realidade, não é bem uma casa. Eu moro num trailer. — disse ele, entrelaçando nossas mãos após segurar minha mala.

Fiquei me perguntando por alguns segundos o porque dele estar sem nenhuma mala, mas talvez ele tenha deixado no navio para buscar depois.

– Um trailer? Você tem dois navios, sendo que, um deles é um puta cruzeiro e você mora num TRAILER? — parei em frente a ele. — Sério Killian?

– Super sério. Eu tenho um terreno até que grande, mas o único espaço que uso é o do trailer, do meu carro e de uma bicicleta que eu nunca mais andei.

– Não consigo acreditar nisso!

– Pois bem, vou te mostrar agora, pronta? — Estávamos conversando há alguns minutos e nem havia me tocado do quanto havíamos andado, realmente era do lado oposto a minha casa. E o terreno ficava próximo a um bar.

– Killian, isso aqui é muito grande! — falei, boquiaberta. O terreno tinha o tamanho de um mercado quase. Ok, não tanto assim, mas era consideravelmente grande. Ô se era. — Você nunca pensou em construir uma casa não, sei lá, pra viver?

– Eu gosto do meu trailer tá? — ele falou, dando um beijinho na minha testa. — É aconchegante, arrumado e tem tudo o que eu preciso. Além do mais, eu não tenho, quer dizer, não tinha nenhuma mulher na minha vida para montar uma casa bonita e aconchegante e...

– Com tudo o que você precisa, entendi. — interrompi. — E eu sou essa mulher?

– Você é minha namorada, certo? — fiz que sim. — Então, sim, você é essa mulher. Agora vem, — ele me puxou pelo braço. — quero te mostrar minha casinha. — ele fez uma careta. — Nossa, isso foi bem gay.

– É, você é bem gay quando quer. — abri um sorrisinho e Killian fingiu me ignorar.

– Você quer deixar as malas aqui na varanda? Não tem problema, ninguém vai roubar. É que não tem nenhum espaço dentro do trailer. Entende?

– Ok, eu deixo aqui. — revirei os olhos.

Killian destrancou o trailer e pude entrar primeiro. No lado direito havia a cozinha com uma mesa e um espaço pequeno onde ele lavava as roupas e as estendia, mas não poderia ser chamado de área de serviço, já que era muito pequeno. No lado esquerdo tinha o banheiro logo de cara, depois vinha uma sala de estar e no final do trailer, um quarto com cama de casal e frigobar. Quer dizer, mesmo sendo um trailer, era um trailer de rico. Argh Killian.

– Uou. — silibei.

– Gostou? — disse ele, beijando meu pescoço e virando-me para ficarmos frente a frente. Fiz que sim para responder sua pergunta e Killian começou um beijo quente, lento e deliciosamente excitante, tanto que, quando fui ver, estávamos deitados em sua cama, praticamente nus.

– Vou fazer você gostar ainda mais, ok? — perguntou ele, desabotoando meu sutiã.

– Ih, eu duvido. — falei, soltando uma risada alta.

Killian tirou o que restara de roupa em seu corpo e fiz o mesmo com o meu. Ele começou a passar as mãos pelo meu corpo, parecia estar conhecendo cada centímetro de mim, o que era algo bem bizarro, visto que ele, teoricamente falando, transava tanto quanto eu. Ele começou a beijar meu pescoço e fez um trajeto até alcançar meus seios, apalpando-os levemente e dando algumas mordidas. Abracei minhas pernas em seu tronco, puxando-o para perto e arranhei suas costas como resposta aquele movimento. Killian começou a me beijar de forma mais intensa e então ficou de joelhos para mim, deixando seu pênis bem perto de minha boca. Ele nem precisou pedir, bati para ele e depois engoli aquela goza com prazer, enviando seu pênis cada vez com mais vontade dentro de minha boca. Fiquei de joelhos também e novamente, prendi minhas pernas em seu tronco, e ele, começou a penetrar sua intimidade na minha, fazendo eu gemer e gritar de prazer. Meu cabelo estava colado de tanto suor e o ar já não estava mais dando conta do recado. Killian também estava muito suado, mas nenhum de nós ainda havíamos chegado ao ápice. Após penetrações rápidas, Killian me deitou na cama e começou a brincar com sua língua em meu íntimo, o que me fez ri por certo momento.

Não sei quanto tempo demorou, só sei que, quando chegamos ao ápice, fomos dormir muito cansados e já se passava da meia noite.

Notas finais
Vou falar aqui, pois não queria dar spoiler nas notas iniciais: Eu não sou nenhuma sabichona em sexo, ok? Então se eu falei alguma coisa muito errada, finge que tá certo e segue em frente hahahaha, lembrem que isso é apenas uma fanfic :) Mas aí, o que acharam??? COMENTEM!! Beijos e até a próxima! Han.