Rainha: o Despertar
6 5. Paixão Parte I
Notas iniciais
5. Paixão
A noticia do desastre atingiu quem ouvia em um baque forte ninguém acreditou no que foi dito até que Samuel saiu da sala igual um furacão e todos os outros o acompanharam.
Ninguém dentro da aquela sala branca tinha reação o cena era chocante e o sentimento era de pura tristeza, o corpo de Micah estava jogado no chão ninguém teve coragem de mexer nele todos queriam ajudar a amiga ferida. Nathalia agora já estava deitada na cama Maria cuidava dela com muito carinho em seus olhos despencavam um dilúvio de lagrimas criara a menina como se fosse sua filha a hoje estava cuidando dela rezando para que ela não morresse.
O ferimento no ombro de Nathalia era profundo o homem havia se alimentado de um pedaço do ombro muito sangue era perdido e a cicatrização não começava, porém o maior temor não era este mais sim já que o homem havia se transformado a chances que ele já produzisse o veneno dos Lycans era alta e só havia duas alternativas a menina agora. Morrer ou Morrer. O veneno a mataria ou eles a matariam já que ela estava para se tornar uma inimiga.
A confusão na enfermaria se reiniciou, Erika voltou com Caius, Cantarzo, Daniel e Samuel.
Os quatro homens olhavam atordoados com a cena. Caius e Cantarzo pararam longe da cama vendo somente o movimento de pessoas ao redor da jovem quase morta. Samuel foi o que mais se aproximou dela, ao lado da cama olhando o sofrimento de Nathalia que mesmo desmaiada parecia sentir a dor, e de Maria. A mulher tremia muito mais mesmo assim não havia deixado de cuidar dela. Rosa entregou uma seringa com remédios para Maria. Achar uma veia em Nathalia seria fácil, a pele clara e as veias roxas estavam amostra, mas Maria não tinha condição alguma de aplicar o medicamento na jovem. Daniel ao perceber a condição da mulher segurou o braço o seu braço, e ela que olhou para ele assustada.
-Deixa que eu faço – falou pegando a seringa da mão de Maria que não questionou e se afastou – Samuel segura a Nathalia.
Samuel se inclinou em cima de Nathalia segurando o ombro dela na cama. Erika foi e ajudou os dois segundo as pernas da amiga evitando que ela se machucasse ainda mais.
Daniel apertou o braço da garota e injetou o remédio. A menina não se mexeu nenhuma vez como se estivesse perdida em um mundo no seu inconsciente. Erika soltou a perna da amiga e se afastou igualmente Samuel, apenas Daniel ainda ficou próximo dela.
-Se retirem todos, apenas fiquem os Lideres, Erika, Rosa – disse Caius com o tom de voz baixo, entre os barulhos que estavam na enfermaria sua voz se destacou. Todos ficaram em silencio e começaram se retira sobrando apenas, Caius, Cantarzo, Daniel, Samuel, Erika e Rosa mais os feridos que ali repousavam.
Samuel caminhou até onde se encontrava o corpo morto de Micah, se abaixou levantou um dos lábios do rapaz deixando as presas de fora passou o dedo indicador embaixo do dente pontiagudo. O acido solto pelo rapaz queimou o dedo de Samuel fazendo um leve machucado que começou a se cicatrizar. Levantou desiludido e fez um sinal positivo com a cabeça afirmando que Micah já possuía o veneno dos lobisomens
-Está muito estranho. Ela esta calma de mais – sussurrou Rosa mais todos ouviram seu comentário e ninguém a questionou.
As seis pessoas que estavam na sala olhavam preocupadas para jovem de repousava da cama como se nada houvesse acontecido, como se ela tivesse tendo apenas uma noite de sono tranqüila. Mais um grito que estava entalado na garganta de Nathalia saiu alto e agudo fazendo todos se surpreenderem e se aproximaram na tentativa de conter a dor que pode sentir a cada som que ela soltava.
Que maldito lugar era aquele a onde se encontrava?
Não tinha a idéia de onde estava e muito menos em que século se encontrava. Apenas sentia as imagens passando em sua frente como balas a procura de uma vitima e todas achavam o mesmo alvo seu corpo jovem, delicado e desprotegido.
Seus olhos percorreram todo o lugar a onde se encontrava. A dor das imagens havia diminuído mesmo assim aquelas lembranças ainda a machucava.
Na sala dourada que se encontrava viu apenas um homem sentado em uma cadeira como se fosse o rei o dono de todo lugar. Neste momento viu o vampiro se levantar e caminha Nathalia ficou petrificada no mesmo lugar quando reconheceu o homem. “Vladimir” sussurrou. Vendo o primeiro vampiro de todos. Um vampiro original. O homem se aproximou e passou por ela com se ela nem existisse como se fosse um fantasma naquele lugar. Virou para olhar a onde ele se encaminhava e percebeu um grupo de Guardiões ao fundo vendo o ancião se aproximar. O grito tomou conta de sua garganta novamente e a dor a fez cair de joelhos no chão. Alguém havia a apunhalado pelas costa e quando virou viu o rosto do líder dos lobisomens Edgar, com um sorriso medonho no rosto. Viu caído em seus pés Viktor o segundo ancião morto no chão. Neste instante pode reparar que não olhava mais para o cadáver o homem mais sim via a estação de trem com a grande movimentação de vampiros enquanto a locomotiva se aproximava. Novamente tudo mudou agora olhava para cara de um lobo que estava encima de seu corpo. As patas pesadas dele em cima de seu tórax impediam que o oxigênio chegasse até sues pulmões. O lobo abriu a boca revelando grandes dentes e ele abocanhou sua mão e mais um grito de dor chegou a sua garganta não conseguiu impedir dele sair.
Quando o primeiro grito de Nathalia saiu, todos se aproximaram dela na tentativa de conter a dor em cada som que ela soltava. Começou a se debater varias vezes e gemidos de dor saiam por sua garganta. Erika segurou novamente as pernas da amiga impedindo que ela virasse e fosse de encontro no chão. Samuel foi para cima de Nathalia segurando os braços dela na cama ajudando assim Erika não deixando que a jovem se machucasse ainda mais. Rosa levantou as duas grades da cama enquanto Daniel amarrava os punhos na menina nelas deixando assim que os dois vampiros afrouxassem a aperto. Entregou um pedaço de pano para Samuel que segurou o rosto dela apertando a mandígula para que sua boca abrisse, colocou o pano assim tentando evitar que ela machucasse e ainda abafando o seu grito. Rosa correu para o interior da despensa e voltou com uma seringa, aproximou de Nathalia segurou o braço dela e o apertou em busca de uma veia quando achou colocou a ponta da agulha na pele da garota, mas antes mesmo de aplicar a substancia foi impedida quando sentiu a mão fina de Caius em seu braço.
-o que pensa que vai fazer? – perguntou o ancião.
-Meu senhor e preciso, agora será menos dolorida para ela e para todos nós – disse Daniel defendendo Rosa.
-Quem decide o que vai ser bom para minha filha sou eu e mais ninguém- disse Caius retirando a seringa com veneno da mão de Rosa, que se afastou deixando os outros sozinhos.
Nathalia parou de se debater agora estava como uma estatua amarrada, porém não ficou deste jeito por muito tempo, logo voltou a se debater. Era diferente agora, não estava mais brigando com si mesma e com o vento e debatia na tentativa de respirar já que sentia algo a sufocando.
-Ela não consegue respirar – disse Erika vendo novamente o sofrimento na amiga que a aparentava ter se acalmado.
Samuel ao também perceber o sofrimento da garota retirou o pano da boca dela e neste mesmo instante ela começou a vomitar. O rapaz levantou um pouco a cabeça de Nathalia fazendo assim que o vomito não a sufocasse.
-O que esta havendo – perguntou Caius.
-Pare que o organismo dela esta se livrando do veneno como se ela fosse imune – disse Rosa olhando de longe a jovem liberar todo o veneno.
Nathalia deu duas longas tosses, se livrando de todo o resido que alimento que estava em seu estomago. Samuel viu que ela não tinha mais nada a vomitar repousou a cabeça dela no travesseiro com calma. A jovem ainda tinha em sua face uma grande expressão de dor, mas agora todos sabiam que ela estava dormindo tranquilamente. Caius se levantou e caminhou até a porta sendo seguido por Cantarzo.
-Irei para meu quarto ver como esta minha esposa e meu filho, mas antes quero passar para ver com esta o Nicolas. – Disse ele.
-Erika te acompanha senhor – disse Samuel lançando um olhar autoritário a mulher. – e quando voltar trás roupa para trocar em Nathalia e da cama.
Erika assentiu e se retirou da enfermaria junto com os outros dois vampiros.
-Pode se retirar também Rosa nós assumimos daqui – disse Daniel e a mulher saiu sem questionar.
Entorno de quarenta minutos depois Erika voltou para enfermaria levando roupas limpas para serem trocadas. Ao entrar no lugar novamente não viu quase nada diferente a não ser por agora Nathalia estar com sonoro ligado em sua veia e ela inda dormia profundamente. Os dois homens se encontravam parados no fundo da sala em pé e conversando. A conversa foi interrompida no memento em que a mulher entrou na sala. Erika caminhou ate a cama da amiga e os dois se uniram a ela. Daniel desamarrava as faixas que a segurava enquanto Samuel apoiava o corpo dela no seu pra poder abrir o longo vestido que ela usava e retira- ló.
Ao abaixar as alça do vestido retirando a parte de cima, revelando uma pele branca, macia, extremamente fria. Retirou por completo o vestido da jovem que ainda estava adormecida em seus braços. As coxas grossas, seus seios de tamanho mediano e redondos sendo segurados por belo sutiã preto, estava completamente despida a não ser pelas roupas intimas. Erika vestiu um dos pijamas encontrados no quarto de jovem nela, a cobrindo novamente. Quando Nathalia já estava com roupas limpas. Samuel a pegou no colo a retirando da cama suja de vomito e de sangue Daniel e Erika trocaram rapidamente a roupa de cama deixando a limpa no lugar. Samuel deitou Nathalia com delicadeza na cama e neste momento algo vez sorrir.
Nathalia ao abrir os olhos se depara com Samuel a deitando na cama, se sentiu tão calma de olhar para aqueles olhos verdes.
-Sam... – resmungou ela entre uma pontada de dor e outra.
-Descansa meu amor descansa – disse ele acariciando os cabelos dela.
Os dois vampiros que viram a cena estranharam ao ver o homem dizer tais palavras com tanto carinho e amor e não era para menos a garota agora chamava por ele em resmungos em não gritava mais de dor.
Fale com o autor