Radioactive Love
3 Nova missão?
Notas iniciais
“Ao sair pude escutar alguém gritando “invasão, invasão” inúmeras vezes. Corri para pegar minha arma.”
Segui os outros que estavam indo em direção ao local da invasão.
Como eu esperava... Sim aquele lugar estava cheio de zumbis; e o pior é nesse mesmo dia testes estavam sendo realizados nos laboratórios e 15 dos zumbis 40 que são mantidos em cativeiro para tais ações conseguiram escapar.
O saguão era o local que tinham mais deles, já que era o local mais perto dosa murros.
Eu e Levy nos encontramos.
– Que droga, como eles conseguiram derrubar os murros? – Levy perguntou atirando em 3 zumbis, um de cada vez.
– Não faço idéia, e como era de se esperar o White, seu filhinho e a Jannes já foram para as “tocas” se esconderem, sempre tem invasão ou a barra pesa eles correm para lá. – falei dando 2 tiros em um zumbi que insistia em não morrer.
– Corre, vem Levy, vem Emmy, por aqui! – Carl gritou para nós. Corremos até ele e passamos por um corredor apertado.
– Está começando a ficar escuro por aqui. – Levy se pronunciou em meio aquele silêncio.
– A iluminação por aqui é bem escassa mesmo. – Carl respondeu. Ele nos guiou até o final do corredor e abriu uma porta. Ela dava passagem para outro galpão, também totalmente cheio de infectados. Começamos a atirar sem pensar duas vezes. Infelizmente os tiros estavam atraindo mais deles e estava quase impossível de controlar seu número.
Atirei em dois zumbis e depois me virei com rapidez, pois escutei passos vindos atrás de mim. Era um infectado bem maior que os normais. Tentei atirar nele, mas as balas nem, atravessavam sua pele viscosa. O zumbi estava mais enfurecido com os tiros e com um golpe só bateu em meu braço fazendo a arma cair de minha mão.
Tentei correr para pega-la só que fui impedida por um infectado que pulou em cima de mim, quase conseguindo me morder.
Lembrei-me de um canivete que deixei em meu bolso, mas eu não iria consegui pega-lo já que eu estava usando as mãos para impedir que o zumbi me mordesse.
Eu já estava ficando cansada de lutar sem armar contra aquela criatura e vi minha salvação em uma sombra que estava atrás do infectado, era um homem com uma arma. Ele deu um tiro certeiro na cabeça do infectado assim o matando instantaneamente.
Levantei-me do chão para agradecê-lo e pegar minha arma. E foi ai que eu tive a surpresa, quem havia acabado de me salvar era nada mais nada menos que o Nathan. Engoli seco e não abaixei a bola.
– Você ficou maluco? O tiro poderia ter me acertado.
– A única maluca aqui é você, se não fosse por mim você teria sido mordida. Você deveria me agradecer e não reclamar.
– É claro que não, eu iria conseguir escapar facilmente, não precisaria da sua ajuda.
– Será que poderiam deixar para discutir outra hora? Esse galpão está emprestado de zumbis querendo nos comer vivos! – Carl disse atirando. Peguei minha arma que estava no chão e voltei a atirar nos zumbis. Depois de 2 horas estava tudo limpo de novo. Eu e todos os outros estávamos cansados de mais para fazer qualquer outra coisa alem de descansar.
No outro dia, bem cedo, o general White chamou a mim e minha equipe para ir a sala dele.
Entramos e ele estava nos esperando sentado em sua cadeira.
– Que bom chegaram. – falou ele levantando-se – Ontem á noite, recebemos um chamado em um dos rádios comunicadores, para ser mais exato, uma interferência. Um soldado da base inimiga mandou um pedido de socorro para a sua base e houve interferência em nossos comunicadores pela proximidade do local onde ele está. O que parece ser é que ele está ferido e perdido, seus outros companheiros foram todos infectados.
– Pula logo pra parte que a gente entra nessa história White. – disse sem muita importância.
– Vocês terão que chegar lá antes que os soldados da base dele. Se conseguíssemos pega-lo poderíamos coletar informações sobre os testes que eles fazem.
– O que? Você está maluco? É muito arriscado! ___ é a cidade mais infestada deles no país inteiro! Ninguém NUNCA foi até lá só para fazer uma limpa!
– É preciso, podemos coletar informações sobre os testes que eles fazem nas pessoas, e assim quem sabe não encontrar a cura primeiro o que eles!
– Eu não vou pra essa droga e ponto final! – gritei para ele saindo e batendo a porta com força.
Depois de duas horas ouvi alguém me chamar.
Abri a porta e vi quem era.
– Oi Emmy. – falou Levy.
– Oi Levy.
– Você não deveria ter explodido daquele jeito, na sala do White. Você sabe que vai ter conseqüências, não sabe?
– Sei sim, mas não tenho medo do White, ele e o filho dele são dois babacas.
– Concordo com isso... Mas já que você desistiu, o White colocou o Nathan para comandar a equipe e... – não deixei Levy terminar de falar.
– O que? Aquele outro babaca comandando minha equipe? Mas isso NUNCA! Pode falar pro White que eu vou nessa busca! – falei á ela.
– Tem certeza? – pergunta Levy um pouco insegura.
– Tenho sim!
– Ta bom. Bom falar com o White por você. Espero que ele mude.
– É obvio que ele vai mudar, sou muito mais experiente nisso do que esse Nathan.
Vinte minutos depois Levy voltou até mim.
– E então? – perguntei.
– É claro que ele colocou você para comandar. – ela disse sorrindo. Soltei um sorriso torto para ela.
No outro dia, já estávamos nos preparando para ir.
Pegamos armas, munição, mantimentos, remédios entre outras coisas importantes para a viajem.
O White liberou um furgão para a gente, mas ele já era muito velho e tinha pouco combustível na duraria nem dois dias direito.
– Vamos logo. – disse á todos. Breen, Dean, Carl, Levy e Nathan, que parecia estar com muita raiva, me seguiram até o furgão.
Dean foi dirigindo, Carl ficou ao seu lado, pois ele conhecia bem todo o país, sem contar que ele tinha os mapas.
Atrás foram: eu, Breen, Levy e Nathan.
Estávamos recarregando as armas e guardado as últimas coisas nas mochilas.
A todo o momento eu fiquei pensando o que iria nos acontecer nessa missão.
Será que vamos perder alguém?
Será que vamos encontrar alguém?
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