Radioactive

10 Capítulo 10 - Só Love. Só Love.


Notas iniciais
Gente mil desculpas, eu tentei postar esses dias nas duas fanfic's porém tinha uma pessoa que me impedia de chegar perto do computador. De manhã eu vou pra praia, hoje eu não tava afim de ir e fiquei no apartamento sozinha, de tarde eu durmo e de noite quando eu tenho paz pra postar a Larissa resolve sair pra ir na sorveteria, e eu que tenho que ir junto. E por isso eu aproveitei hoje que ninguém tá nesse apartamento, pra mim postar pra vocês, eu ainda vou demorar um pouquinho pra ir embora.. mas irei escrever os capítulos da fic. Desculpem a demora mesmo, não fiquem zangados comigo.

POV Valéria

– Eu te amo. — Paulo repetiu essa frase de novo e um sorriso sem graça soltou pelo meus lábios, me aproximei e colei minha testa na dele. — Você também me ama, ou eu estou me iludindo pela primeira vez?

– Não. — sorri. — Eu também te amo.

– Eu não aguento mas.. — me puxou pela cintura fazendo eu me sentar em seu colo, seus lábios tocaram aos meus e era como se fossemos um único corpo. Passei minhas mãos em volta de sua nuca e puxei alguns fios de seus cabelos, ele desceu seus lábios até o meu pescoço e deu um chupão em cima da marca que tinha, nos separamos por falta de ar. — Eu acho que perdemos os cem reais.

– Nós também achamos. — Jorge e Marcelina disseram rindo. — Nós sabíamos que vocês não iriam aguentar por muito tempo.

– É feio ficar vendo o beijo dos outros sabia? — Paulo repreendeu.

– HAHAHAHAHA. — Marcelina riu irônica. — Falou o que nunca ficou vendo os meus beijos com o Jorge, né Paulo?

– É diferente.. — murmurou.

– Paulo, ela tem razão.. nem eu fico olhando os beijos do Daniel com a Julie. E sem contar que isso é muito constrangedor. — disse.

– Nossa desculpa. — ele disse. Depois dos dois últimos horários fomos embora, Marcelina e Jorge saíram para o parque enquanto eu, Paulo, Julie e Daniel assistíamos TWD na televisão. Eu estava cansada e por isso me deitei no ombro do mesmo, pude sentir alguém me pegando no colo e me levando para o quarto, me remexi na cama e tentei dormir...

POV Gabrielly

No dia seguinte acordei com Lucas me fazendo cocegas, eu quase dei um chute na barriga dele mas na mesma hora ele parou. Fui para o banheiro e fiz minhas higienes, tomei um banho rápido e me enrolei na toalha, empurrei Lucas para o lado de fora do quarto e me troquei (uma legging que ia até o joelho preta e uma blusa meio larga escrito "Stronger Girl"), calcei o meu all star branco e prendi meus cabelos em um rabo alto.

– Eu tô entrando. — Lucas abriu a porta e eu ri. — Eu acho desnecessário ter esses jogos no colégio e as meninas usarem essas coisas coladas, principalmente você.

– Ficou com ciúmes? — perguntei e o mesmo fez um bico, dei um selinho demorado e peguei meu celular na cama. Ele não teria aula hoje e por isso quando eu chegasse do colégio iriamos passar a tarde juntos, desci as escadas junto com ele e encontrei minha mãe assistindo televisão no sofá, caminhei até ela e lhe dei um beijo na bochecha.. — Oi mãe, bom dia.

– Oi querida, bom dia. — sorriu. — Eu espero que vocês não tenham feito nenhuma besteira no quarto.

– MÃE! — gritei. — Eu tenho treze anos e ele também, o que iriamos fazer nessa idade além de ficar conversando e trocando carinhos na madrugada? Eu não sou essas putas que dão pra qualquer um não.

Ela não disse nada, apenas soltou um risinho fraco. Não tomei café pois estava atrasada, beijei a bochecha de Lucas porém ele virou me dando um selinho demorado, sorri e saí de casa cantando algumas músicas baixas. Logo que cheguei na escola todo mundo se encontrava no campinho, Valéria e Paulo estavam com um monte de celular no colo, com certeza isso era por que não poderia jogar com o celular no bolso, entreguei o meu para eles que reviraram os olhos.

– Eu não quero ficar aqui. — escutei ela murmurar.

– Deixem esse menino aqui olhar. — apontei para um garoto meio que nerd e eles concordaram. — Pronto, agora é só vocês irem namorar em outro lugar.

Eles riram e foram andando em direção a sala de música. O jogo era contra a turma da 7B (meninas) e a 7C (meninas) que era a nossa, havia umas menininhas bem frescas e isso facilitária a gente.

POV Paulo

– Paulo.. o que você vai fazer? — perguntou e eu sorri pegando o violão. Ela me olhou sem entender e se sentou em um dos banquinhos que havia ali, afinei-o e suspirei nervoso.

– Eu fiz essa música uns três dias depois que a gente se beijou no aniversário da Julie.. eu sabia que estava sentindo alguma coisa por você, só não sabia explicar o que era direito. Mas depois do tiro, eu soube que estava amando alguém. — expliquei.

– Só love, só love só love, só love só love, só love só love, só love... quero, de novo com você me atracar com gosto corpo, alma e coração venero, demais o meu prazer controlo o calendário sem utilizar as mãos... Amor vou esperar prá ter o seu prazer seu corpo é mais quente que o sol eu vivo a sonhar pensando em você delírios de jogar futebol.. — sorriu e ao ritmo da música balançava a cabeça. — E mesmo que eu arriscasse alguém não seria tão bom quanto é eu não vou confiar em ninguém e nem vou me envolver com qualquer prá despir toda essa, razão e a emoção, transparecer deixarei que os momentos, se vão prá amar tem que ser com você...

– Essa música é incrível. — falou. — Só Love. Só Love..

– Então.. você quer namorar comigo? — perguntei.

– É claro que eu quero seu idiota. — ela me abraçou forte e eu beijei sua bochecha, ficamos namorando na sala de música e era possível escutar os gritos de Margarida e Marcelina procurando Valéria. — Eu vou ver o que elas querem..

– Não vai não. — puxei-a fazendo a cair em cima de mim, nós dois havíamos ficados sem graça com aquela situação, a posição não estava lá essas coisas. Ela se levantou e eu também, passei meus braços em volta de sua nuca e paramos em frente a Margarida e Marcelina. — Vocês gritam pra caramba.

– Ué.. aonde vocês estavam? — Margarida perguntou.

– Namorando. — respondi tranquilo.

– Jesus escutou as minhas orações, amém. — Margarida dizia dando pulinhos o que nos fez rir, fomos para a quadra aonde acontecia o jogo de basquete das outras turmas, cada um foi pegando o celular com o menino "nerd" e foram para o vestiário. Era por volta das cinco e dez que fomos liberados, me encostei em uma parede ali e esperei Daniel, Marcelina e Valéria chegarem.

– Paulinho, eu quero falar com você. — revirei os olhos ao escutar aquela voz.

Notas finais
Eu não sei se ficou bom, mas eu espero que vocês gostem.