Notas iniciais
Oi.

QUINN

Sam

Dos vários luxos que eu, sem dúvida, irei sentir falta (liberdade, luz...Sustento) como uma prisioneira em minha própria casa, a tecnologia já está se provando como a mais alta da lista de coisas que eu mais almejo. (Eu propositalmente omiti a companhia de minha esposa desta lista; palavras como “almejo” ou mesmo “anseio” são inadequadas para explicar como eu já me sinto por ser forçosamente separada de Rachel. Talvez não haja descrição no meu substancial vocabulário).

Pesando apenas nas perdas que eu posso expressar, eu teria que dizer que o e-mail, a Internet e os diversos “Apps” no meu celular constituem nas minhas mais aborrecidas privações.

Frequentemente eu me encontro alcançando o meu Vertu Signature com a intenção de negociar uma ação, verificando o estado dos assuntos globais e, eu irei admitir, jogando o ocasional jogo de polo virtual. Então eu me pego lembrando que não “há sinal” atrás das grades subterrâneas, e eu devo recorrer para a única diversão disponível, que consiste em chutar a um rato persistentemente agressivo que aparentemente acredita que ele tem direitos de intruso a este canto triste do mundo. (A luta pela supremacia continua mesmo aqui. Talvez seja travada com mais fervor quando as apostas são a única crosta de pão!).

Mais lamentavelmente, eu estou reduzida a clandestinamente passar-lhe um bilhete, como se nós dois estivéssemos na Woodrow Wilson High School. (E confie em mim, Sam, você é afortunado por ter perdido essa experiência. Você pode ter sofrido o ocasional golpe indução a concussão na propriedade Fabray, mas pelo menos você nunca aturou um ano de — Conceitos de Saúde—com o instrutor substituto de E.F. — Vic Baker. Imagine um curso obrigatório inteiro dedicado a encorajar indivíduos maduros a escovar os dentes enquanto que economia básica era uma eletiva! Quando o sistema financeiro norte-americano cair de uma vez por todas, pelo menos os habitantes terão dentes brilhando para ranger sobre seu destino auto induzido!).

E ainda vou a contragosto admitir que a escola tenha um certo charme, em comparação com a minha atual acomodação.

Sam, a situação é feia. Eu não tenho nenhuma ideia de como o sangue de Claudiu veio a manchar a minha arma, mas o enredo se desenrolando, enquanto eu começo a juntar os pedaços, mostra a promessa de ser convincente, para dizer o mínimo.

Para orquestrar a minha destruição, através de empregar a minha própria insistência sobre leis contra mim... Isto tem uma certa elegância que eu apreciaria mais se eu não tivesse acabado de chutar um rato.

Mas enquanto eu reflito, às vezes, ideias saltam fora do meu companheiro enquanto ele salta fora do meu pé, eu também me pergunto sobre a prudência do perpetrador em ter me escolhido como primeiro alvo do esquema.

Você e eu fomos educados como caçadores, Sam, e a primeira lição que o predador aprende é derrubar a presa mais fraca primeiro. Então, se alimentando dessa vítima, a pessoa tem força para perseguir uma caça mais poderosa.

Não quero pintar Rachel como fraca — embora ela cada vez mais se perceba como tal — mas nós dois sabemos que eu sou um alvo mais formidável, e vou jogar este jogo tão implacavelmente como qualquer adversário. (Correndo o risco de expressar arrogância, mais implacável e mais habilmente).

Então a pergunta é: O vampiro que tenta minar-me é incrivelmente valente e poderoso, ou simplesmente imprudente? Ou será que a trama está tão distorcida que eu estou perdendo algo totalmente? Um fim que eu ainda não imaginei?

Estas são as perguntas que precisamos responder — e prontamente, irmão.

Eu também preciso de você para—botar a boca no mundo, — silenciosamente, que se algum dano acontecer a Rachel durante a minha prisão, eu não só vou derrubar essas paredes pedra por pedra, mas — uma vez libertada — destruir o Estado de direito e destruir — com grande satisfação, quem desperta em mim, mesmo a mais leve suspeita. De fato, se tanto quanto um fio de cabelo na cabeça da minha esposa for perturbado enquanto eu não posso protegê-la este reino verá retribuição que vai ficar nos livros de história — para ser lido pelos poucos que permanecem de pé.

Quinn

P.S: Você vai notar que eu escolhi me corresponder com você e não Rachel. Enquanto eu não estou autorizada a receber visitantes, não existe atualmente nenhuma regra administrativa se eu posso me comunicar por escrito. Eu sei que você, como um especialista no subterfúgio, não terá problemas para a troca de cartas sem chamar a atenção para essa — zona cinzenta. — Além disso, se eu começar a parecer fraca ou até mesmo incoerente, eu só iria preocupar Rachel e distraí-la dos deveres que ela deve assumir corajosamente agora. É melhor para ela não testemunhar, enquanto eu — vamos ser franco — inevitavelmente falhar, a minha prisão deve continuar. Em suma, a sua total discrição em relação à nossa comunicação é solicitada.

P.P. S: Se sua resposta pudesse incluir uma breve atualização sobre a classificação dentro da NBA, isso seria muito apreciado, também.

##**##

MINDY

Alguém me sacudiu acordada no que parecia ser o meio da noite, e eu quase gritei até que eu vi Rach sentada na minha cama. Na verdade, eu quase gritei, então de qualquer maneira, porque ela realmente parecia como o inferno. Como se ela não tivesse dormido a noite toda – o que eu mal tinha feito também, porque não há nada como uma nevasca em uma montanha romena, mesmo quando você está em um castelo de pedra.

Então me lembrei de tudo o que estava acontecendo e eu me senti mal por sequer pensar em como a situação de Rach estava feia.

— O que aconteceu? — Perguntei me movendo na cama. Peguei meu relógio da Hello Kitty e vi que era na verdade sete da manhã, no horário romeno.

— Como foi a reunião?

— Foi horrível, — disse ela. — Eles levaram Quinn embora, e ela está sendo mantida em confinamento solitário. — Ela tinha um olhar estranho no rosto. — E sem sangue, o que eu não esperava.

— Oh, meu Deus, Rach. Eu sinto muito. Mesmo que eu não saiba o que significa a última parte.

— Ela... Nós... Não podemos durar muito tempo sem sangue, — ela me disse. — Nós — os vampiros— ficamos em algo pior do que um coma.

Wow, sua vida parecia ficar cada vez mais terrível, e eu nem sabia o que dizer. Eu só abri espaço para ela na cama, e ela subiu como se fossemos crianças em uma festa do pijama novamente.

Ela mudou de assunto de qualquer maneira.

— Eu realmente não vim aqui para falar sobre Quinn. Eu principalmente queria perguntar-lhe sobre Sam. Sobre o que aconteceu entre vocês e o que você pensa dele. Realmente.

Imaginei que não havia mais como esconder essa bagunça. Aquela quente, quente bagunça.

— Eu deveria ter te dito meses atrás, — eu disse. —Mas eu tinha vergonha por ter deixado a recepção de seu casamento para dar uns amassos com ele. — Eu fiquei meio vermelha. — Isso não foi legal.

— Está tudo bem, — ela prometeu. Era bom vê-la sorrindo, mesmo que apenas um pouquinho. — Eu sei como é ser arrebatada por um “vampiro” elegantemente vestido.

— Sim, exceto que Sam nem sempre usou o smoking. — Eu impliquei com o design popular no meu cobertor. — Eu também deveria ter te dito que ele meio que voltou para a Pensilvânia comigo por um tempo. — Olhei para ver se ela estava chocada – o que ela estava. — Ele ficou um tempo com um bando de maconheiros que tinham uma banda em Lancaster, e nós saímos — e demos amassos, muitos.

Eu fiquei triste, maravilhosos calafrios só de pensar nisso. Tinha sido tão nojento e tão bom.

Os olhos de Rach estavam enormes.

— Vocês não... Ele nunca te mordeu, certo?

— Não, eu não sou nenhum vampiro. — Isso saiu da maneira errada, e eu dei-lhe o olhar de maiores desculpas do mundo. — Eu não quis dizer isso como isto soou. Se serve de algo, eu estava brava porque ele nunca nem mesmo ofereceu.

Mas Rach estava acostumada a me ver enfiar os pés pelas mãos.

— Sem ofensas tomadas.

— De qualquer modo... — Dei de ombros. — Não deu certo.

— O que aconteceu, exatamente?

— Poxa, o que não aconteceu? —Eu comecei a listar tudo nos meus dedos. — Ele não tinha um emprego. Ele não cortava o cabelo. E ele nunca tinha dinheiro, mesmo que seus pais sejam super ricos.

— Sim, eu ouvi sobre isso. —Então ela, como, colocando-me sob um microscópio. — Alguma vez ele pareceu... Perigoso? Como, violento?

Eu tinha um coração meio quebrado, mas eu ainda tive que rir. Por um segundo. De uma forma triste.

— Rach, a pior coisa que ele não fez foi me defender quando um de seus colegas estúpidos me acusou de roubar pizza da geladeira, mesmo que eu as tivesse comprado. Eu e o maconheiro começamos uma briga enorme, e ele me empurrou, e eu fiquei tipo, “Sam, você viu isso” e tudo o que meu namorado fez foi dizer, em seu sotaque louco, “Sinto muito, Mindy, mas não posso fazer nada.” Então ele foi embora — e eu fui, também. E foi isso! — Eu suspirei. —Ele é um vagabundo como o meu pai, de qualquer maneira. Não ia funcionar nunca.

— Sam realmente apenas se afastou depois que você foi empurrada?

— Sim. — Fiquei tão envergonhada de dizer isso para uma menina que se casou com Quinn Fabray, odiadora de David Karofsky. E eu não entendi porque Rach disse: — Bom para Sam. — Ela olhou para mim novamente, bem de perto. — E você tem certeza de que ele nunca pareceu um pouco violento?

— Rach, ele nunca nem se ofereceu para me morder. — Peguei um dos milhões de travesseiros na cama e bati com ele contra o meu estômago. —Isso foi realmente a pior parte, para dizer a verdade. — Eu dei um grande dar de ombros estilo Sam. — Eu acho que ele simplesmente não queria compromisso.

Eu não tinha certeza do que eu disse, mas era como se Rachel tivesse feito sua cabeça sobre algo e ela disse:

— Eu sinto muito que isso não deu certo para vocês, mas obrigado por me contar tudo. Eu preciso saber quem está vivendo em meu castelo, agora que Quinn não está aqui para me guiar.

— Oh, eu conheço Sam, Rach, e confie em mim — ele é o cara mais legal do mundo. Um vagabundo sem ambição, mas bonzinho.

Eu queria sentar lá e falar, talvez pedir pelo café da manhã na cama, mas de repente houve uma batida na porta, e a próxima coisa que eu soube, de alguma forma a nova amiga de Rach, Sugar, estava lá conosco – às esdrúxulas sete e quinze da manhã, e dizendo, de sua maneira que se desculpava, mas não se desculpava em absoluto.

— Eu não quero interromper, mas eu a segui, Anastácia. Eu tinha medo de você ter se esquecido de que precisamos planejar um funeral hoje. Nós deveríamos nos encontrar no escritório de Quinn às sete.

— Oh, Deus, eu esqueci. — Mesmo que ela ainda parecia cansada, Rach correu para fora da cama como se Sugar fosse a chefe. — Desculpa Min,— disse ela. — Falaremos mais tarde. Talvez almoçar, ok?

— Sim, claro. — Mas eu estava avaliando a prima de Rachel, parecia que ela tinha dormido bem.

— Ei, Rach, — eu disse, antes que ela e sua nova amiga pudessem sair pela porta. — Se você vai usar o escritório da Quinn, posso usar o seu?

Ela pareceu surpresa, mas disse:

— Claro, eu suponho que sim.

Eu observei Sugar, que estava dando ordens a Emilian em romeno como se fosse sua chefe, também.

— Obrigada. Eu só quero dar um Google em algumas coisas.

Ou alguém.

Eu só esperava que eu pudesse descobrir como soletrar o nome daquela garota certo.

##**##

RACHEL

Meu tio Dorin estava esperando por nós fora do escritório de Quinn, e ele pendurou a cabeça enquanto Sugar e eu nos aproximamos.

— Eu sinto muito sobre Quinn. Eu sinto como se eu fosse responsável...

Era irracional estar zangada com ele por apenas estar dizendo a verdade – ele não teve escolha, e eu o coloquei em apuros — mas não pude deixar de me sentir um pouco chateada com a forma como as suas palavras tinham ajudado a por Quinn em uma posição terrível. Mas é claro que eu disse:

— Está tudo bem. — Eu abri a porta e mudei de assunto. — Eu sei que Quinn tem o livro certo aqui. Nós só temos que encontra-lo.

— Sim, sim, — disse Dorin. — Vou começar a procurar.

Nós deveríamos estar procurando nas estantes recheadas de Quinn por algo chamado Carte de Ritual: Nasterea, Moartea, si Casatorie, mas fui para a mesa, sentei-me, e sacudi o mouse do laptop do Quinn assim seu e-mail veio à tona novamente. Havia pelo menos seis mensagens datadas da manhã da morte do Claudiu entre minha esposa e alguém com o apelido de nightsurfer3, que tinha que ser Sam. Eu não poderia imaginar qualquer outro — nightsurfer — que ela conhece.

— Eu já o encontrei. — Eu olhei para cima para ver Sugar puxando um livro que era quase tão grande quanto ela. Eu meio que esperava que ela tombasse para trás quando ele caiu em seus braços, mas ela parecia pegá-lo facilmente e entregou-o a Dorin, que o bateu para baixo sobre a mesa, quase quebrando o laptop.

Eu empurrei o computador de lado enquanto meu tio disse:

— O serviço de sepultamento é realmente muito simples, mesmo para um Ancião. Vampiros são exagerados nas cerimônias, mas não exageramos na coisa toda de luto. — Ele suspirou. — E vamos encarar os fatos, para muitos de nós, não a muito de bom para se dizer, realmente. Os tributos tendem a ser curtos e desajeitados.

Eu perguntei tanto a Sugar quanto a Dorin, que foram aglomerando-me um pouco:

— Eu suponho que eu estou no comando do tributo?

Minha prima assentiu, e seus cabelos balançaram.

— Sim, o soberano reinante deve entregar o tributo a um Ancião. Quinn entregou o do meu pai.

— Não que eu não acredite Sugar... — Girei minha cadeira para Dorin. — Mas você tem certeza que eu tenho que fazer o discurso? Não há como sair disso?

Eu me sentia mal que Claudiu se foi, mas não mudava o fato de que ele me odiava. O que eu diria? —Eu apreciei a forma como ele não tinha me destruído... Ainda. Ele parecia contente com apenas sabotar a mim e a Quinn.

Falando sobre o curto e desajeitado.

— Bem, podemos verificar. — Dorin abriu a Carte de Ritual. — Eu suponho que é possível.

Eu tinha visto o Livro de Ritual: Nascimento, Morte, e Casamento antes do meu casamento. Eu não tinha entendido nada de romeno na época e não compreendia muito mais agora.

— Vocês terão que lê-lo para mim, — eu lembrei a ambos.

— Sim, fico feliz por fazer isso, — Dorin concordou. Ele correu um dedo para baixo do que era aparentemente a página apropriada, traduzindo trechos. — Vamos ver... Rito do enterro para Anciões... Caixão de ébano... Visualização ordenada do corpo... Dobrar os sinos... — Então ele parou e franziu as sobrancelhas, lendo mais de perto, para minha decepção. — Sim, eu receio que o membro mais alto do clã deva tratar da reunião antes do enterro. E uma vez que Quinn não vai estar presente, por razões óbvias...

Ele parou, e ele e Sugar compartilharam olhares desconfortáveis.

Meu olhar correu entre eles.

— Vocês dois acreditam que ela é inocente.

— Sim, sim! — Dorin acenou muito rapidamente. Então ele acrescentou, mais sinceramente, — Quinn não é temerária. Ela não age por raiva, e ela é ambiciosa demais para arriscar o futuro dela – seu —em um momentâneo, se compreensível, impulso para destruir alguém que desafiou sua autoridade como Claudiu fez. Quinn iria seguir os caminhos apropriados se ela quisesse punir um insubordinado!

Não era exatamente a defesa de caráter mais elogiosa do mundo – minha mulher não mataria alguém porque destruiria sua carreira — mas eu sabia que Dorin só podia ver Quinn como uma governante que foi muitas vezes desconsiderada com ele.

Porque eles não podem ser amigos? Quinn poderia usar outro aliado, também.

— Tenho certeza de que Quinn é inocente, — disse Sugar, de forma mais convincente.

Eu dei-lhe um olhar agradecido.

— Obrigada. — Então eu me virei impotente para o livro aberto diante de mim. — Agora, se um de vocês, por favor, continuasse lendo...

Sugar e Dorin trocaram um olhar de novo, e meu tio colocou a mão no meu ombro.

— Por que você não vai descansar um pouco? — ele sugeriu.

— Você teve alguns dias um pouco difíceis, — acrescentou Sugar. — Dorin e eu podemos traduzir tudo o que você precisa saber e escrever um resumo, em Inglês. Talvez nós até possamos surgir com sugestões para o tributo.

— Sim, — concordou Dorin. — Nós podemos cuidar de tudo, e dizer a Flaviu qualquer coisa que ele deve saber, também.

Eu sabia que deveria ficar com eles, mas eu estava exausta. E para ser honesta, eu não queria pensar sobre esse tributo... Ou lidar com Flaviu.

— Obrigado. Isso seria ótimo.

Eu me levantei para ir, mas Dorin manteve sua mão no meu ombro.

— Você quer que eu peça o jantar, Anastácia? Eu sei que a cozinheira não fala Inglês.

Eu corei, desejando que eu não tivesse confiado nisso uma vez, na esperança de surpreender Quinn, eu acabei pedindo um prato romeno chamado apropriadamente de saramur? De crap.

Quinn tinha rido quando ela tinha visto isto em seu prato. — Realmente, Rachel?— ela provocou. — Carpa na salmoura? Você me faz ansiar por lentilhas! Para os Fabray não se come os alimentadores inferiores!

Apenas o pensamento de Quinn — especialmente Quinn rindo — arruinou qualquer apetite que eu poderia ter tido.

— Eu realmente não quero jantar. Eu só vou me deitar.

Então eu deixei meus parentes sozinhos para fazer o meu trabalho, enquanto Emilian me levou de volta ao meu quarto, andando na minha frente, embora eu soubesse o caminho até lá. O castelo — coberto de neve pesada e sem Quinn por perto — parecia extra silencioso, e quando Emilian virou uma esquina, de repente eu estava intensamente consciente de que por tê-la me levando a lugares em vez de seguir-me, eu tinha deixado minha parte de trás exposta. Foi uma sensação assustadora e vulnerável, e quando eu olhei por cima do ombro algumas vezes, eu poderia jurar que vi uma figura me seguindo nas sombras.

Ou talvez eu só estivesse alucinando novamente.

Notas finais
Alguém?