Notas iniciais
Sejam Bem Vindos :DD

Prólogo

Calendário Terrestre ano 2409.

Nesse futuro o ser humano já não tinha mais o petróleo e nem a água doce, seu único modo de sobrevivência era explorar outros planetas e fazer desses suas colônias. Porém, à medida que o ser humano explorava outros planetas acabou descobrindo um inimigo com poder e força superior à imaginação. O kepler, o planeta o qual abriga os kplas, inimigos da humanidade.

Setembro de 2409

Sábado, 9.

O cientista e o responsável pelo desenvolvimento da arma para combater os kplas apostam em grandes robôs humanoides que possivelmente poderia combater os demon angel; assim conhecidas as armas humanoides kplas. Com o decorrer da guerras as armas humanas ganhavam nome, e assim ficaram conhecidas como Eve, Crim, Wind, e a aposta da humanidade, o RM. Agustus, em seu laboratório, fazia experimento entre humano e máquinas. Entre os experimentos estava o garoto de apenas 14 anos Soop, a menina de 13 anos Katherine, e um garoto tímido de 15 anos cujo nome era Dream.

–HUM, essas crianças são o futuro da humanidade, seus corpos mutados, seu espírito mais forte; esses experimentos que até um deus ou um religioso nega foram feitos nessas crianças.

–Valeu a pena o gasto, Professor Agustus?

–Sim senador. Eu espero que um deles domine o RM.

–Eu também espero.

Enquanto isso essas crianças recebiam treinamento militar, recebiam "educação". Eram como robôs essas crianças; sem emoção, prontas para matar kplas ou humanos.

Domingo 10.

–Esse mundo tem salvação? Esse mundo tem salvação? Esse mundo é o que quero viver no meio dessa guerra? É esse mundo pelo qual tenho que lutar para salvar a humanidade?

–De novo essas perguntas, Soop?

–Professor Agustus? Por que tenho que lutar?

–Porque é a sua função! — Uma voz suave e fina vinha do corredor.

–HUMMMMMMMM, esse é o Soop? Hummmm, vê se não vai morrer ou virar comida de kplas.

–Para com isso, Katherine. UP, SOOP.

–UP??

–Boa hora que vocês chegaram, deixa eu apresentar vocês. Soop esses aqui são Dream e Katherine, eles serão pilotos dos RM.

–Hmmm. Professor, o que é um RM?

–Boa pergunta. Vou explicar de forma simples: é o futuro da humanidade.

Um estrondo muito forte interrompe a conversa.

–EMERGÊNCIA, EMERGÊNCIA............TODOS OS HOMENS COMPARECER AO SALÃO PRINCIPAL.

–Essa voz é do senador, o que será que aconteceu? — perguntou Augustus.

A base de Sera havia acabado de ser derrubada e invadida por Kplas.

No salão principal, enquanto o senador explicava a atual situação de Sera, 2 equipes saíram para reconhecimento, uma com a unidade de voo Crim, e a outra com um dos RM.

19:00

–Isso é tudo.

–Mas Senador, não podemos fazer nada?

–Não tenente. Apenas enviar essas 2 equipes para região. Lá o comandante Ricardo e sua equipe irão cuidar das unidades RM e Crim.

–Mas Agustus ainda estava pesquisando o RM, não podemos dar de mão beijada àquele lunático.

–Quieto, Tenente. Agustus, tem alguma coisa contra a minha escolha?

–Não, Senhor!

Hangar de Lançamento

Chegando ao local o comandante da nave Hen tinha chegado para conversar com o senador, uma pessoa difícil de lidar, mas o futuro de Sera estava em jogo, e não podia recusar a ajuda dele.

Sentimentos.

Segunda 11.

Soop, Katherine e Dream era crianças que eram conhecidas como robôs ou "bonecos". Foram projetados apenas para matar Kplas e destruir suas armas os Demon Angel. Porém o comandante Ricardo sempre dizia "Aquele que põe os pés sujos na minha nave, ou deve virar da família, ou devo jogar ele para fora da nave".

–Que bom que você veio comandante.

–Senador, Agustus.

–Sente se Comandante.

–Eu já iria fazer isso sem você pedir.

–Olha como você fala com o senador!

–Agustus, você sabia? Que onde eu piso é guerra, onde vou tem sangue de homens e mulheres no chão, e corpos mutilados? E vocês ainda querem por crianças para lutar? Numa guerra que nós começamos?

Do lado do comandante Ricardo estava sua oficial braço direito, Yumi. Uma das poucas pessoas que sabiam fazer o comandante calar a boca.

–Calado. — disse ela, aplicando o costumeiro murro nele.

– Minha cabeça, Yumi!

–Olha como você fala, quer ir para corte? — avisou ela.

–Deixe estar. Comandante eu sei que você não suporta mas é pelo futuro. Vou lhe apresentar às "crianças", venha comigo.

Na sala de treinamento Soop estava lutando contra 3 soldados; Katherine polindo suas facas, e Dream treinando tiro ao alvo. Para Agustus eles tinham que ser mais do que crianças para dominar o RM. Tinha que ser adultos, tinham que dar suas vidas no campo de batalha. Mas para Ricardo eles tinham que estar em outro lugar, brincando e aprendendo coisas de crianças.

–Soop, Dream e Katherine, venham aqui.

– Professor Agustus. — disseram os três em uníssono.

–Esse é o Comandante Ricardo, e a partir de hoje vocês serão soldados sob os comandos dele.

–hum... esse é o Comandante que todos odeiam??? — disse a menina que Augustus apresentou como Katherine.

– Ele não parece bom. — comentou Soop.

– Verdade, mas suas taxas de sucesso são de aproximadamente 100% — disse Dream.

–Eu sou Ricardo, comandante da nave Hen. Arrumem suas coisas, temos uma missão; reconquistar Sera. Temos 2 objetivos; o principal é resgatar as pessoas que ainda estiverem vivas e a menos importante é a base de Sera.

–Ricardo.

–A vida não é só guerra — disse o comandante, ignorando o Senador — Precisamos de laços. Minha nave, minhas lições, Augustus.– agora o homem ao seu lado.

–Como você quiser, Ricardo.

Segunda 11.

2 horas depois. Nave Hen.

Ricardo leva as crianças para nave Hen, e lá ele apresenta a "família".

–Este é o Icaro, piloto da unidade de voo Crim que ira ajudar vocês que são pilotos RM; essa dama é Dayane nossa psicóloga, porque somos quase loucos; Yumi minha Oficial, e FUTURA NOIVA...

–NEM NOS SEUS SONHOS — protestou ela

–E esse é o escravo, — disse ele continuando — nem sei o nome dele, ele é o piloto da nave. Essa aqui é que salva a vidas nossa cozinheira Víctor Lino; esse é piloto da unidade Crim, Paulo, mas ignore ele. E eu o mais importante Ricardo, o chefe daqui, mas não ligue para minha patente, quero que apenas uma coisa de vocês, sobrevivam nessa guerra, essa é a maior vitória.

–Vamos comandante?

–Sim Yumi, Nave Hen Lançar. Destino: Base Militar Sera. RMs em espera, Unidade Crim, aguardem ordem; Não MORRAM, pessoal.

Arredores de Sera

Guerra.

Segunda 11. 23:00

A nave Hen estava pronta para o ataque, mas o comandante fez um plano o qual as chances de dar certo eram de 65%, porque além de um ataque, aquilo era um teste das unidades RM e os pilotos modificados. Seu plano era esperar anoitecer para que o inimigo não percebesse a aproximação. A base de Sera era conhecida por suas defesas; reforçada nos quatro lados, a parte mais fácil de penetrar era o lado sul, e para isso alguém tinha que ficar na retaguarda, com dois no céu, e dois na terra na frente de batalha. Dream, que era mais habilidoso em tiro de longa distância, ficou na retaguarda como sniper. Katherine e Soop ficaram na frente, e de suporte ficaram Icaro e Paulo na unidades Crim.

Era a hora.

–COMEÇAR O ATAQUE. — comandou Ricardo

– BOA SORTE PESSOAL. — Yumi

–Icaro fica aqui, Paulo dá cobertura para Soop. Soop, avance.

E assim começou a missão, Soop chegou na base Sera junto com Katherine. Foi um massacre; eles mataram tanto kplas desarmados, como kplas nas unidade humanoides Demon Angel. Soop não mostrava emoção nenhuma ao retalhar os corpos ou ao pisar em cima deles, e Katherine apenas dava risadas das mortes. Dream dava cobertura com sua sniper, os olhos deles pareciam sem vida. Icaro e Paulo não tiveram nem chance de lutar, foi tudo muito rápido.

Conseguiram achar os sobreviventes humanos. Esse era o objetivo. Mas quem os alcançou primeiro foi Katherine. Elas os avaliou de baixo a cima, e levantou uma das armas.

Ricardo puxou o braço da criança para baixo.

–Não, Katherine! Eles são aliados! São humanos, como nós!

–Eles já não tem mais valor, comandante Ricardo. São apenas lixo que devem ser mortos.

–Eles são pessoas, igual a você. Eles estão vivos, então por favor pare. Isso é uma ordem, Katherine.

–Okkkkk, Comandante. — disse a garota dando de ombros

Então o comandante olhou e viu aquela cena, as crianças eram pior que monstros. Matar para eles parecia brincadeira, parecia algo normal. Pessoas pisoteadas, esmagadas, trituradas, o chão estava todo vermelho de sangue. As mãos e os pés dos RM estavam cobertas de sangue humano.

O comandante recolheu os pilotos. Icaro apenas desceu da sua unidade Crim avançando para cima de Soop e Katherine, acertando socos em ambos.

–Por quê? Por quê? Vocês não viram que eles eram humanos? Eram pessoas iguais a nós!

–E EU COM ISSO? ELES SÃO APENAS LIXOS! — disse Katherine

– Verdade, eles não eram nada mais que isso. Se deixaram serem pegos pelo inimigo. — continuou Soop.

–Seus animais, como vocês podem dizer isso?! Vocês pensam que uma vida é assim? Nasce e é morta quando vocês querem?! — disse ele acertando os dois novamente.

–Já chega, Icaro.

–Paulo?!! Como assim já ch--

–Você não vê que eles não têm esse tipo de emoção? Do que vai adiantar você bater nesses dois até a morte?

–Olha aq--

Então eles apenas ouviram a voz do comandante vindo do alto falante.

–Soop, Dream, Katherine por favor vão até a sala da psicóloga. ISSO É UMA ORDEM. Paulo e Icaro venham até a ponte de controle.

Enquanto Soop, Dream e Katherine iam para sala da psicóloga, Paulo e Icaro foram até a ponte. Lá estavam o comandante, com uma cara horrível de incredulidade e Yumi, tentando ajudá-lo.

Então Ricardo perguntou para o Icaro:

–O que achou, amigo?

–Comandante eles são apenas bestas. — respondeu indignado.

–E esmurrá-los até a morte iria mudar algo?

–Não sei, mas considere que a cabeça deles encontrou meus punhos!

–Icaro eles são apenas bestas que não conhecem o sentimentos humanos, por isso vou tentar ensinar isso a eles. Vou deixá-los sobre sua tutela. Icaro você irá cuidar do Dream, Paulo ficará com o Soop, e Yumi você com a Katherine.

–Por que eu comandante?! — Protesta Yumi.

–Por que você vez meu coração de gelo derreter, talvez possa fazer isso com ela também.

–Mas comandante...

–Isso é uma ordem.

–Argh...Sim, senhor. — disse ela revirando os olhos.

–Mais algum protesto? — perguntou aos outros dois.

–Não, senhor. — responderam os dois juntos.

Depois disso o comandante foi até a sala da Daya perguntar como foram os exames. Quando chegou lá, viu a cara descontente dela.

–Fala. — já pediu ele.

–Ricardo, eles não são apenas crianças?

–Não. Eles foram criados por Augustus como armas. Matam sem dó.

–Entendo... Eles são uma ameaça também para humanidade?

–Talvez, mas acredito que isso possa mudar. Acho que posso ajudá-los.

–Ricardo toma cuidado.

–Daya você é uma das poucas pessoas em que posso confiar, e eu te peço isso; caso eu morra você pode cuidar deles?

–Ricardo! — protestou ela.

–Me responde!

–Posso, mas você não pode morrer!

Com apenas um sorriso no rosto Ricardo saiu.

A base foi conquistada com sucesso, mas será mesmo que podemos falar que foi um sucesso? Humanos e kplas morreram de forma horrenda lá. A base estava com uma nova cor de sangue.

Amigos.

Terça-feira 12 6:30

Comandante Ricardo teve uma ideia para unir o pessoal que ele lidera, e para mudar o coração e os sentimentos das crianças. Então pelo alto falante da nave Ricardo anunciou o evento.

–ACORDEMMMMMMMM, vocês todos tem 5 minutos para ser arrumar e aparecer na cozinha, hoje o dia é de folga e vai ter atividade: treinamento rigoroso.

6:35

Todo o pessoal já estava reunido, mas todos eles estava com a cara de sono já que dormiram pouco depois do que aconteceu a base de Sera. Dream, Soop e Katherine não apresentavam isso. Os demais tripulantes mantinham certa distância deles, mantendo certa tensão no ar.

Ricardo estava disposto a acertar isso.

–Victor Lino é nossa cozinheira, ele será a responsável pelo treinamento de vocês. Os grupos são Yumi e Katherine, Soop e Paulo, Dream e Icaro. A missão nesse treinamento é fazer um café-da-manhã que todos possamos comer.

–QUEEE??????? — protestaram os envolvidos no treino.

–O Resto do pessoal pode fazer o que quiser. Deixa eu apresentar a missão de vocês nessa cozinha; eu gosto do meu bacon bem frito. Vocês tem até as 9:00 da manhã pra fazer algo comestível pra todo mundo. Victor, cuida deles, ok?

–Pode deixar, irei ensinar como se faz uma comida de primeira.

Então todo o pessoal deixou a cozinha, ficando apenas os responsáveis pela comida lá. Ricardo foi até um hangar da base para descansar, e la ele encontrou a Day.

–Você por aqui?

–Comandante.

–Ricardo, por favor.

–Você veio aqui por causa da sua unidade, não é?

–Eu sempre venho aqui. Minha unidade antiga, Prince, me traz memórias tristes.

–Você ainda se culpa por não ter conseguido salvar ela?

–Sim. Se eu fosse mais forte, minha esposa, meu pai, não teriam morrido daquela forma.

Ele tentou esconder, mas Dayane sabia muito bem que tinha visto uma lágrima.

–Ricardo....

–Day, eu perdi tudo. A única coisa que eu fiz foi sobreviver. Você ouviria minha historia?

–Sim, irmão.

Janeiro De 2409

A terra já estava sendo invadida. Meu Pai foi ordenado a destruir o esquadrão da Rainha Kplas (que chamávamos de Bruna L). Meu Pai, com sua unidade Ginga, e minha esposa, com a unidade Wind, e eu fomos até o polo norte para derrotar Bruna. Encontramos lá um pelotão de Kplas. As informações estavam erradas, o plano não deu certo. Uma luta terrível começou. Nossas unidades foram danificadas pelo pelotão de Bruna. Ela era pior que essas crianças, ela é o demônio em si.

Para salvar minha vida, meu pai Roberto se jogou no meio dos kplas explodindo-se. Ele disse “Filho, eu morro aqui, mas você deve sobreviver. Parece que vou morrer sendo um tarado, filho, queria ver você de barba. EU ABRIREI CAMINHO AO FUTURO, VAI FILHO SOBREVIVA”.

Ele levou dezenas de kplas junto. Quando estava quase saindo do polo indo ate o resgate, a Rainha reaparece, sua unidade prejudicada.

–HUMANOS vocês irão morrer aqui.

Então Sara, minha esposa, se jogou na frente da luta, e chutou minha unidade para dentro da nave Hen. Agustus prendeu minha unidade, eu não pude ajudar minha esposa. Bruna cortou ao meio a unidade wind como se fosse pão, eu não pude fazer nada.

Setembro 2904

Terça-feira 9:00

–Day vamos ver o café da manhã?

–Sim.

Daya apenas pôde ouvir as palavras do comandante.

Ao chegar na cozinha, deparou-se com um bando de famintos gritando "COMIDA, COMIDA". Os pratos eram meio estranhos, nada que pudessem comer.

O Comandante olhou para a gororoba com certo nojo.

–Quem quer ir num fast-food?

Todos se levantaram salivando.

Icaro, Paulo, Yumi, e Victor foram pedir desculpas ao comandante por terem falhado no café da manhã. O comandante apenas disse:

–Vocês não falharam, olha o sorriso dessas crianças. Eles nem isso demostravam. Vocês conseguiram.

Eles agradeceram o elogio. Cedo demais.

–E eu sabia que vocês não acertariam a comida. HA HA HA — Disse ele deixando o lugar.

Além.

Quarta-feira 13

Era de madrugada. O comandante sonhava com uma mulher.

"Eu finalmente encontrei você. Queria te agradecer por te me salvado. Ninguém sabe o que o futuro nos reserva, por isso que seu potencial é infinito."

Ele acordara suado e respirando rapidamente. "Sara."

Ele resolver levantar mais cedo e descer par a aponte de controle. "Se existe um Deus, tomara que ele nos ajude agora.", pensou ele, vendo a missão que teria de encarar.

O sol acabara de nascer, então ele anunciou ao batalhão da nave para comparecer a ponte de controle para que ouvissem a missão que receberam e o plano para que desse certo.

–A missão do QG não é nada boa. Vamos para a praia do Rio De Janeiro, Paulo e Soop vocês irão para linha de frente, Dream você é um sniper você vai subir em cima da nave com seu RM e dar cobertura. Vocês já sabem como é o oceano?

–Não comandante. — responde Dream — Nunca vimos um de verdade.

–OK, vou explicar para vocês. As praias no seculo 21 tinham água, hoje elas são só buracos cheios de montanhas e armadilhas. É um dos motivos para nós explorarmos outros planetas.

–Mas qual é sua preocupação Ricardo? — perguntou Yumi

–Bem minha preocupação é que os kplas estão usando esse buraco de oceano como base, a 300 metros a baixo da superfície, então o QG mandou instalarmos bombas nucleares para explodir as montanhas que cercam o lugar. O risco seria eles nos descobrirem, já que iria demorar no mínimo 5 minutos só para instalar a bomba.

–Por isso você só está mandando 2 para linha de frente e um dando apoio com o sniper?

–Sim, é o plano menos arriscado. Com tudo isso, vocês arriscariam suas vidas por mim de novo?

–SIM comandante!

–Então a partir de agora começa a operação coveiro, boa sorte a todos. Vamos meninos?

–Vamos Paulo, vamos conseguir. — disse Soop

–Esse é o espirito Soop.

5 minutos depois todos estava em suas posições. Paulo e Soop esperando ordens, Dream já em cima da nave, e Ricardo contando o tempo com o relógio.

–Vamos começar. Paulo, unidade Crim. Soop lançar unidade RM.

–Saindo! — disseram os dois.

–O resto aguardando ordens.

Então começou a corrida contra o tempo. Eles tinha que instalar a bomba antes de serem percebidos, RM instalaria a bomba enquanto a unidade Crim lutaria, com Dream dando cobertura como sniper.

–Inimigo chegando! Dream dê cobertura para Soop.

–Ok.

Então 3 unidades kplas em Demon Angels tentaram derrubar a Crim, porém a unidade de Paulo resistiu; o primeiro Demon Angel, tentou acertar um chute, Crim cortou sua perna com facilidade, e quando o oponente caiu, Paulo acertou na cabine do piloto, matando o kpla. Então a segunda unidade tentou acertar tiros à média distância, porém Crim se escondeu a atrás das montanhas, quando acabaram as balas, Crim usou boost para acelerar e cortar o oponente no meio, matando o kpla.

O terceiro iria pegar a unidade Crim, porém Dream mirou na cabine com precisão e acertou a cabeça do demon angel.

"3 minutos já se passaram Soop, anda logo, tem mais vindo."

–Dream para Paulo e Soop, tem mais 10 Angels vindo no mínimo.

–Acho que é minha vez de agir. — falou o capitão.

–HORA DE MOSTRAR POR QUE ESSA NAVE SE CHAMA HEN.

–Comandante, isso é perigoso.

–Calma escravo. Yumi Prepara o Canhão TAI

–Sim senhor. — disse Yumi revirando os olhos.

A nave tem um poder esmagador, ativando o modo Hen...Tai. Então o canhão foi ativado, liberando um tiro rosa devastador. A nave tinha esse apelido por causa dos gemidos que o tiro provocava na fuselagem. Sim, pareciam sons de filme pornô.

Nesse momento a bomba fora instalada, e agora eles tinham cerca de 1 minuto para chegar até a nave, por que a explosão destruiria um raio de 10km. Pura radiação.

–Paulo, abaixa a nave, e fica pronto para levantar voo; assim que eles estiverem aqui, abra as escotilhas. Segurem em alguma coisa, porque o impacto vai ser grande.

–Eles chegaram, capitão.

–Dream já tá dentro da nave?

–Sim.

–Então, escravo, decola o mais rápido possível.

–Sim Senhor.

A nave saiu em frangalhos do lugar; a explosão fez com que fossem empurrados rápido demais em pleno lançamento, mas nada que os pilotos não pudessem resolver.

–Então o plano deu certo? Ninguém se feriu? — perguntou Katherine.

–É, ainda não. — respondeu Yumi arregaçando as mangas.

–Yumi, para com isso. — disse o comandante, tentando aparentar alguma autoridade.

–Já te disse que o nome dessa arma é RIDÍCULO. RI-DÍ-CU-LO. DEIXA DE SER TARADO RICARDO. — disse Yumi, descendo o braço no comandante.

O comandante só conseguia rir em meio aos tapas da mulher.

–PARA DE RIR DESGRAÇA!

Foi com um olho roxo e uma missão bem sucedida que o comandante levou sua tripulação de volta pra Base.

Notas finais
Agradeço a minha deusa Bruna Guissi por salvar minha pele. ♥De nada, Salim.