R.I.P.

3 Segredos sombrios


Notas iniciais
Conforme o prometido, postando o terceiro capítulo da fanfic. Os segredos que os moradores daquela cidade escondem continuam sendo revelados e, como bem dito no título, se mostram cada vez mais terríveis.

Doggett voltou para cozinha, ainda com os pensamentos no que havia visto, e todos notaram. O veterano agente do FBI não disse o que acontecera, com todos terminando o café da manhã em paz. Foi só depois, já na pequena sala, que Mulder resolveu tomar a iniciativa de falar:

— Você pode fazer um favor para nós Jerônimo? – Jerônimo faz um sinal afirmativo com a cabeça – porque não leva a senhorita Crane até onde estão os crânios, tenho certeza de que ela vai querer vê-los antes de serem levados à Quântico.

— Tudo bem cara, eu já entendi – ela saiu com Jerônimo a escoltando. Mulder ainda foi até a janela verificar se eles realmente tinham ido e depois dirigiu-se aos colegas.

— Acho que já podemos falar à vontade – disse ele.

— Anda logo Mulder – Doggett parecia realmente irritado – porque insistiu em aceitar aquela ideia absurda de que Jerônimo não precisava de antídoto para veneno de cobra?

— Não está claro para você, agente Doggett, sobre o que está acontecendo nessa cidade?

— Por favor Mulder... – disse Scully.

— Você acha mesmo que as pessoas daqui não podem morrer Mulder? – Monica era quem tinha a mente mais parecida com Mulder. Dentre os três, era a mais inclinada a acreditar em explicações que fugiam ao senso comum e mesmo ela estava com dificuldade em assimilar isso.

— Depois de tudo o que vimos – ele disse – os homens que deviam ter morrido queimados e não morreram, o sujeito que devia ter se afogado, e agora o veneno que devia ter matado Jerônimo e não matou.

— Reconheço que é tudo muito fora do comum Mulder, mas você viu as pessoas dessa cidade – Doggett foi a janela antes de falar – elas não se comportam como se não tivessem que temer a morte.

— A imortalidade, longe de ser uma benção, pode ser uma maldição John.

— Eu não acredito Monica! Você está mesmo acreditando nisso?

— Por enquanto eu só estou dizendo que o comportamento das pessoas dessa cidade não invalida a teoria do Mulder, muito ao contrário. Acho mesmo que devíamos dar uma olhada naquela igreja. Quero muito ver o que as pessoas fazem lá sempre na mesma hora do dia. Algo me diz que eles não estão rezando.

— Mesmo que essa teoria seja admissível – disse Scully – toda maldição tem um fator que a desencadeia. Que fator teria sido esse? – Mulder abriu um largo sorriso, essa era uma de suas partes favoritas quando investigava um caso com Scully.

— Eu diria que os crânios naquele buraco e as ruínas que existem em volta estão ligados.

— Aquilo era com certeza era um antigo presídio. Será que aqueles crânios pertenciam a ex-presidiários?

— É bem capaz agente Doggett.

— Não creio que seja difícil descobrir que presídio era esse – disse Scully.

— Poderíamos saber em que época ele fechou e se ouve alguma grande rebelião aqui – completou Monica.

— Seria bom também tentar saber quem comandava esse presídio na época em que foi fechado – Mulder dizia isso enquanto fazia uma ligação no celular ao mesmo tempo que o de Doggett tocava.

— Doggett! Está bem obrigado – ele desligou o celular quase ao mesmo tempo que Mulder – com quem você estava falando?

— Com os Pistoleiros Solitários.

— Porque envolvê-los nisso Mulder?

— Eles ficaram muito interessados nas fotos que mandei via celular.

— Você mandou as fotos para eles também? – Doggett parecia irritado – Mulder você está colaborando num caso oficial do FBI, não pode sair por aí distribuindo evidências a qualquer pessoa.

— Eu não distribui evidências do caso a qualquer pessoa agente Doggett – Mulder enfatizou bem as duas últimas palavras – eles são de minha inteira confiança.

— Rapazes, por favor...

— Tratem de se acalmar...

— O agente Doggett está certo ao enfatizar que o caso deve ser investigado com discrição...

— Mas o Mulder também estar certo ao dizer que os Pistoleiros são de confiança...

— Não há razão para vocês brigarem...

Mulder e Doggett ficaram parados durante uns poucos segundos antes de darem uma risada. Scully e Monica tinham completado uma a frase da outra na tentativa de evitar uma discussão entre os dois e acabaram conseguindo. A última coisa que eles tinham vontade de fazer naquele momento era brigar. Ambas as agentes continuaram paradas, olhado uma para a outra e para os agentes rindo, aparentemente sem entender o que parecia tão engraçado para dois sujeitos que estavam quase brigando a menos de um minuto.

— Com quem estava falando agente Doggett? – Scully resolveu parar com aquela situação.

— Ah, é claro – Doggett tratou de recuperar o seu modo sério de ser – o transporte que vai levar as ossadas já chegou.

Eles foram para os respectivos carros. Scully foi com Mulder. Doggett e Monica foram logo atrás, aproveitando para passar na casa onde tinham visto a mulher regando o terreno no dia anterior. Não ficaram surpresos ao ver que ela fazia o mesmo naquele dia. Mulder parou junto aos dois e viu a mesma coisa. Todos os quatro entreolharam-se e Mulder avançou com o carro, enquanto Doggett e Monica saltaram para falar com a mulher. Ela não lhes deu a menor atenção. Doggett estava ficando irritado com ela quando Monica chamou-lhe a atenção para o que estava acontecendo na igreja, com ambos lembrando do que Mulder havia falado.

— O que você acha que pode ser?

— Não dá para imaginar – disse Doggett – o lugar parece totalmente abandonado daqui de fora.

— Vamos dar uma olhada então – Monica nem esperou uma resposta, seguindo em frente.

Eles aproximaram-se com cuidado. Quanto mais perto chegavam podiam ouvir um leve barulho vindo do lado de dentro. Ambos os agentes abriram a porta da igreja com cuidado e viram algo que os deixaram espantados. Várias mulheres estavam esfregando o chão e a parede da igreja. Era possível notar o sangue por todo o lado, em todo o canto, mas o que realmente espantava aos dois era o fato de que ninguém parecia notá-los. Todos continuavam esfregando as manchas de sangue, uma expressão distante e vazia no olhar. Um outro barulho vindo dos fundos chamou a atenção de Doggett e Monica e eles foram ver o que era.

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Mulder e Scully tinham acabado de ver o sujeito lavando o carro. Ele fazia tudo da mesma maneira que Mulder e os outros viram no dia anterior. Não passou despercebido ao casal de agentes que o homem não parecia notar nenhum dos dois. Scully acelerou o passo e foi andando até onde vira o homem concertando uma cerca. Foi um espanto quando ela percebeu que ele estava concertando os mesmos pontos da cerca que concertara no dia anterior. Mulder chegou até ela e ambos se afastaram.

— O que está acontecendo aqui Mulder?

— Eu não sei dizer. É como se essas pessoas estivessem possuídas... sei lá.

— O que será que provoca isso?

— Difícil dizer, Scully – Mulder olhou em volta, reparando nas casas e no parque em frente, para depois reparar no que parecia ser as ruínas de uma escola – você já reparou numa coisa Scully?

— No que?

— Você já reparou que não tem nenhum sinal de crianças nessa cidade?

— Já sim mas... – o toque do celular de Mulder chama a atenção dos dois

— O que foi agente Doggett? – Scully notou a expressão no rosto de Mulder – nós estamos indo para aí

— O que foi Mulder?

— Doggett e Reyes descobriram alguma coisa no cemitério que fica atrás da igreja

CEMITÉRIO DE OLD FARMER

Mulder e Scully tinham a mesma expressão de espanto que Doggett e Monica sustentavam no rosto quando viram aquilo. Vários homens estavam cavando buracos entre as sepulturas do cemitério. Não havia ninguém para enterrar, mas eles cavavam um pequeno buraco em que, Mulder notou, poderia ser colocado uma cabeça. O mais estranho nisso tudo é que depois que a sepultura era cavada, as mesmas pessoas que faziam os buracos tratavam de tapá-los com a mesma terra que tinham cavado. Doggett comentou que eles estavam com a mesma expressão que as mulheres tinham na igreja, a mesma dos homens que se imolaram.

— O que será que está acontecendo nessa cidade? – pergunta Scully.

— Eles parecem possuídos, talvez isso faça parte da maldição que lhes deu a imortalidade, eu acho – disse Monica. Ela nem mesmo repara que Doggett está atendendo o celular.

— “O inferno é a repetição”! – afirma Mulder – já imaginou você ser obrigado a fazer uma mesma coisa dia após dia, ano após ano, e ter a consciência de que isso irá se repetir por toda a eternidade?

— Nós já estamos indo – disse Doggett – temos que ir para cuidar da remoção das ossadas.

.

— Tudo bem agente Doggett... – Mulder olha em volta – onde está a Scully?

— Ela estava aqui agora a pouco – disse Reyes.

— Scully – Mulder grita e começa a caminhar no meio daquelas pessoas que nem mesmo pareciam notá-lo.

— Mulder – o grito de Doggett faz com que ele se vire para um ponto do cemitério próximo a algumas árvores. Ele corre até lá para encontrar Scully parada junto a alguns túmulos com Doggett e Monica.

— O que aconteceu Scully? – Mulder estava ligeiramente abalado ao se dirigir a ela.

— Olhe para isso Mulder – ela apontou para um dos túmulos e então Mulder entendeu. Ele leu o nome, a data de nascimento e de óbito, percebendo o porquê de não haver nenhuma criança à vista na cidade. Eles percorreram todos os túmulos daquela parte do cemitério e viram diferentes nomes e datas de nascimento, e a mesma data do óbito: 22/05/1943.

— Meu Deus! Todos eles morreram no mesmo dia.

— Vejam só as idades deles – disse Doggett – nessas covas têm desde bebês até adolescentes.

— E todos morreram no mesmo dia – disse Monica – como numa maldição.

— O que fazem aí – o grito de alguém faz com que os quatro se virem ao mesmo tempo. Uma multidão vem na direção deles, Harold e o xerife à frente. Todos estavam sujos de terra, mas a expressão no olhar deles já não era mais vazia como antes – seus malditos, como se atrevem.

— Temos que correr – gritou Scully.

— Agentes federais, parados! – Doggett gritou e sacou a arma ao mesmo tempo.

— Isso não vai adiantar agente Doggett – disse Mulder.

— Mulder tem razão John, temos que sair daqui ou vai ser um banho de sangue.

Mulder, Scully, Doggett e Reyes correram o máximo que puderam em direção aos seus carros. A multidão atrás deles estava furiosa; um ódio incontrolável que só poderia ser aplacado com sangue. Os quatro agentes sabiam que se tivessem que se defender acabariam matando várias pessoas e entraram o mais rápido que puderam nos carros. Felizmente aquele velho clichê dos filmes não aconteceu nesse caso, e os carros ligaram de imediato. Ambos saíram cantando os pneus, deixando a multidão para trás.

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Os carros deles pararam próximo de onde estavam os crânios. Os quatro agentes saltaram ainda ofegantes e dirigiram-se até onde estavam os encarregados de colocar os crânios para serem transportados até Quântico, Janeth estava tirando fotos e Jerônimo estava ao seu lado. Ela fitou os quatro muito curiosa.

—O que houve com vocês? — ela perguntou.

—Tivemos alguns problemas com os moradores da cidade – disse Doggett – ele e Scully encaminharam-se até onde os crânios estavam sendo embarcados. Mulder e Monica olharam as ruínas com curiosidade.

—Acho que vou dar uma olhada mais de perto – disse Mulder.

—Acha que tem alguma coisa lá?

—Não sei direito, mas seria bom dar uma olhada.

—Seria bom primeiro nos livrar daquela intrometida – disse Reyes ao apontar para Janeth. Mulder sorriu discretamente enquanto ele e Monica iam de encontro a Doggett e Scully.

—Já está tudo decidido – disse Doggett – Scully e Monica vão pra Quântico cuidar da identificação dos crânios.

—Como assim eu e Dana?

—Você não pode esquecer que Mulder e Scully estão prestando uma ajuda nesse caso – disse Doggett – é preciso que um agente oficialmente envolvido no caso esteja presente no exame dos crânios.

Monica sabia que seu parceiro estava certo, mas não conseguia evitar uma irritação com a ideia de saber que Doggett ficaria na cidade com Janeth Crane. No fundo ela sabia que era uma bobagem, pois confiava no profissionalismo de seu parceiro, além de saber que não tinha o direito de cobrar nada dele. Foi pensando nisso que ela resolveu deixar esses pensamentos tolos de lado e concentrar-se no seu trabalho. Mulder e Doggett estão observando suas parceiras indo levar os crânios para uma investigação mais apurada em Quântico. Ao ver isso, Janeth Crane não perde tempo e aproxima-se de Doggett.

— Nossa, que bela parceira você tem?

— Não entendi sua afirmativa senhorita Crane?

— Em primeiro lugar já disse que você pode me chamar de Janeth. Em segundo lugar, eu vi como ela se comportou ontem à noite. Acho que a obrigação de uma parceira é sempre estar a favor de seu companheiro não importa a causa.

— Talvez você tenham razão senh...Janeth, mas acho que também ser parceiro é aceitar as ideias e defeitos do outro.

— Eu ia detestar uma parceira que ficasse o tempo todo concordando comigo – disse Mulder – ia ser muito chato.

— Nossa, mas que bons rapazes vocês são – disse Janeth, mas Mulder não havia prestado atenção, ele notou um brilho estranho vindo das ruínas.

— Algum problema agente Mulder?

—Não, nada demais – ele disse isso a Janeth, ao mesmo tempo que dava uma rápida olhada para Doggett, com este compreendendo que era algo para ser falado longe da repórter.

ACADEMIA DO FBI

QUANTICO , VIRGINIA

8:55 p.m.

Os crânios estavam dispostos nas mesas dando um ar ainda mais sinistro àquele lugar. Já haviam sido retirados amostras de cada um deles para fazer um exame de DNA, mas os resultados ainda não haviam chegado. Enquanto isso não acontecia Scully estava olhando os primeiros resultados dos exames que foram feitos neles. Monica estava ao seu lado.

— Os resultados dos primeiros exames não deixam muitas dúvidas Monica – disse Scully.

— Eles foram massacrados não é mesmo?

— Todos os crânios que examinamos estão com claros sinais de traumatismos – disse Scully – sem falar nos tiros que levaram. Está vendo essas lacerações presentes em todos eles?

— Foram todos decapitados.

— Pelo padrão dos cortes eu diria que foi um mesmo objeto cortante, embora o tipo de força empregada nos golpes indique o seu uso por várias pessoas diferentes – um abrir de porta chama a atenção das duas. Um homem alto, vestido elegantemente, e com uma expressão nada amigável no rosto entra.

— Isso que está acontecendo aqui é um absurdo – foi o que disse.

— Qual o problema Dr. Stevens?

— Você ainda pergunta agente Reyes? O que significa esse circo montado aqui?

— Estamos numa investigação e precisamos identificar esses crânios.

— E porque eu não fui chamado? – ele olhou para Scully – e o que ela faz aqui? Que eu saiba ela não faz mais parte do FBI.

— A Dr. Scully veio a meu pedido e do meu parceiro, o agente Doggett, para dar uma colaboração nesse caso – disse Monica – como ex-integrante do Arquivo X ela está apta para lidar com casos como esse.

— Isso é um absurdo agente Reyes. Eu sou o chefe desse departamento e não vou permitir esse tipo de atitude.

— Do que está falando?

— Você vai saber – ele disse e saiu tão rapidamente quanto chegou.

— O que acha que ele vai fazer Monica?

— Eu não sei Dana, mas acho melhor fazer o que nos propomos o mais rápido possível.

— Conseguiu descobrir alguma coisa sobre a prisão?

— As informações que pedi devem estar chegando – Monica respondeu – só queria saber como os rapazes estão se saindo

OLD FARMER

NAQUELE EXATO MOMENTO

O carro parou diante daquelas ruínas e os quatro ocupantes saltaram para fora, Mulder e Doggett estavam com suas armas na mão, enquanto Janeth Crane tinha uma câmera fotográfica e Jerônimo uma lanterna bem antiga. O quarteto caminhou em direção ao local. O luar iluminava tudo, ao mesmo tempo que dava uma aparência assustadora ao lugar.

— Esse lugar me dá arrepios – disse Janeth.

— Ainda está em tempo de voltar senhorita Crane – disse Doggett.

— Nem pensar bonitão – Mulder não evitou um sorriso discreto ao notar o ligeiro constrangimento de Doggett.

— E aí Jerônimo – Doggett tratou de mudar de assunto – você não tem nada a nos dizer?

— Eu já disse agente Doggett. Os espíritos querem que vocês descubram tudo sozinhos.

— Nesse caso é o que iremos fazer – disse Mulder – eu tenho certeza que encontraremos alguma coisa aqui.

Eles avançaram para dentro das ruínas e quanto mais caminhavam mais eles pressentiam uma sensação ruim em volta, como se pudessem vislumbrar todo o horror que essas paredes em ruínas presenciaram. Janeth tirava fotos todo o tempo. Mulder e Doggett mantinham-se atentos para qualquer movimentação estranha, as mãos bem próximas de suas armas. O único que parecia calmo era Jerônimo. Ele caminhava por aquelas ruínas como quem estava acostumado e nada temesse em relação ao que fosse encontrar. Em determinado momento ele parou para fechar os olhos, parecia estar ouvindo alguém.

— O que houve Jerônimo?

— Eles estão falando comigo agente Mulder

— Falando o que?

— Querem que esperemos aqui.

— Não vai me dizer que eles vão aparecer para uma visitinha – disse Doggett.

Todos ficaram parados, esperando. Janeth apontava sua câmera para todo lado, como se fosse uma arma. Jerônimo sentou-se no chão enquanto Mulder e Doggett ficaram em pé. Ambos olhavam para todos os lados, atentos a qualquer movimento. Foi desse modo que viram um vulto cuja palidez contrastava com a escuridão do lugar. Ele estava próximo a uma das poucas construções que ainda estavam de pé. Mulder e Doggett correram até lá, encontrando uma porta fechada, tratando de abri-la. Os dois homens ficaram parados, e sem fala, ao ver várias pessoas lá dentro. Os rostos pálidos e os corpos cobertos de sangue. Ambos foram despertados de seus torpores pelo grito de Janeth. Ela vinha na direção de onde eles estavam. Foi apenas um segundo e ao olharem de volta, já não havia mais ninguém lá.

— Você viu também, não viu?

— Sei lá Mulder, eu...

— Para com isso Doggett, você viu também! – Mulder quase gritava.

— O que está havendo? – Janeth perguntou

— Acho melhor darmos uma olhada no lugar. – disse Doggett.

Notas finais
Capítulo postado. Espero que quem está acompanhando a história continue gostando. O próximo capítulo está marcado para ser postado no domingo que vem. Aguardem.