Quince Anos
3 Já Que é Assim é Meu!
Notas iniciais
AQUI ESTÁ A PRIMEIRA CENA REALMENTE HOT!
Espero que gostem...
Capítulo 3 – Já Que é Assim é Meu!
-Cau...!-Eu a chamei da porta do banheiro, o mesmo que ela havia entrado faz uns 20 minutos. -Você está bem?
-Sim... -Ela sussurrou lá de dentro.
-Vai demorar?
-Sim. -Ela disse já com a porta destrancada.
Abri a mesma e entrei fechando a porta atrás de mim...
Ela estava sentada ao lado da privada com lágrimas nas bochechas...
-O que foi Cau?-Me joguei ao lado dela.
-Eu sabia que isso era verdade.
-O que meu anjo?-Segurei seu rosto entre minhas mãos.
-Eu estou grávida!-Ela chorou...
-PUTA QUE PARIU. -Como a minha menininha está grávida?
-Eu vou ser essa. -Ela deu uma risada.
-Do viado do professorzinho?
-Sim. -Ela me olhou colocando a mão sobre a barriga e se encolhendo mais.
-Mas como você tem certeza?
-Menstruação atrasada quase dois meses, enjôo, vomito, o teste de farmácia deu positivo... Quer mais o que?
-Nada. -A olhei... Minha menininha... Minha garotinha está esperando um niño!
-Eu não sei o que eu vou fazer. -Ela se levantou rápido.
-Bom agora você vai ter um bebe. -Eu me levantei e a abracei.
-Meus pais vão me fazer voltar para Carmel e contar para o Jesse... Ele está casado e a mulher esperando um bebê... Ai meu Deus!-Ela começou a tremer.
-Caralho esse cara não tem TV não?
-Não. -Ela riu.
-Vem vamos sair desse banheiro.
(Contado por Cacau)
Meus pais vão me matar... O Gui também... O que vai ser de mim?
Nick me levou para o quarto dele e trancou a porta.
-Por que você trancou a porta?
-Precisamos conversar.
Sentei-me na cama dele encostando-me na cabeceira e cruzando as pernas... Coloquei a as mãos sobre minha barriga acariciando a mesma sem nenhuma saliência.
Ele sorriu com o meu gesto e se sentou na minha frente.
-Ana Clara. -Ele me olhou nos olhos. -Vamos dizer que esse bebê é meu filho.
Eu olhei assustada.
-Não Nicholas não vou culpá-lo por algo que você não fez... Nós nunca nem nos beijamos.
-Cau... Olha você está de dois meses... Podemos marcar uma cesárea e dizer que ele nasceu prematuro.
-NICHOLAS!-Eu não acredito que ele está disposto a estragar a vida dele por mim... Nós não temos nada além de amizade.
-Cau... Eu te amo. -Senti uma faca entrando no meu peito.
-Nii você não precisa dizer isso por pena.
-Cau, não é nada de pena eu te amo... Desde o dia da festa do Santi... Eu te amo e estou disposto a cuidar de vocês. -Comecei a chorar.
-Nick... Eu não tenho certeza dos meus sentimentos por você. Mas é algo forte.
-Já que é assim é meu!
-Nick... -Ele me beijou.
Um beijo doce, lento, apaixonado e muito bom começou... As poucos o beijo foi perdendo a lentidão e ficando rápido...
Logo Nick já estava sem camisa... Eu sem short... Nós estávamos deitados... Minhas costas encostadas na cama já suavam.
-Nick...
-Se você não quiser a gente para.
-Não quero parar... Não com você.
Ele parou de me beijar e me olhou sorrindo. Ele tirou minha blusa e desceu os lábios até minha barriga a beijando.
-Eu já te amo serzinho. -Ele disse e beijou novamente a minha barriga. Uma lágrima desceu ao lado do meu rosto... Nick a secou e me beijou.
Os lábios dele voltaram ao meu pescoço beijando e dando leves sugadas que retiravam todo o ar do meu pulmão enquanto eu sentia suas mãos percorrendo minhas costas até encontrar o fecho do meu sutiã, que rapidamente foi para algum canto da sala assim como a camiseta minutos antes. Fechei os olhos só aproveitando as sensações indescritíveis que Nick trazia para o meu corpo. Senti seus dedos carinhosos deslizarem pela lateral do meu corpo das costas para os seios que foram tocados devagar.
Cada mão abarcou um seio e os lábios que estavam no ombro foram descendo até encontrarem-se nos meus seios. Assim era covardia! Ele lambia bem devagar um seio e com as mãos acariciava o outro até me fazer gritar de prazer. Ainda de olhos fechados, coloquei a mão em cima de sua cabeça e puxei aqueles cachinhos. Eu estava descontrolada, e era total culpa de Nicholas. Desci minhas mãos dos seus cabelos para o seu rosto me abaixando até meus lábios encontrarem os dele. Eu me sentei em seu colo de frente para ele, o beijando com loucura.
Passei dos lábios ao pescoço, onde deixei uma bela marca que ficaria roxa no dia seguinte. Lambi seu peitoral e escutei as ofegadas dele. Bem devagar, continuei o que fazia até chegar à barriga. Dei um sorrisinho safado ao notar o volume que se evidenciava até mesmo na calça jeans.
Abri o botão e desci o zíper o mais devagar que pude e ele sussurrava... Cau. Mas não eram sussurros que eu queria, eu queria ouvi-lo gritar o meu nome. Ele mexeu o quadril nervoso, me ajudando a tirar sua calça. Era preta e justa, o que deixava aquele membro rijo marcado e apertado. Achei uma judiação com o coitado e tirei sua cueca libertando-o.
Não resisti e levei minhas duas mãos, fazendo-as deslizar para cima e para baixo com agilidade. Ele já gemia um pouco mais alto e se mexia desconfortavelmente com meu toque. Abaixei-me com delicadeza e encostei minha boca na ponta de seu membro e o ouvi urrar.
Fiz movimentos ágeis com a boca e com a língua, às vezes lambendo sedutoramente e às vezes abocanhando aos poucos. Comecei a fazer mais pressão com a língua e com a boca.
–Cacau! Já chega! – ele gritou enquanto me levantava pelos ombros e com uma agilidade incrível me colocava deitada na cama e se deitava por cima de mim.
Suas mãos foram imediatamente para barra de minha calcinha vermelha que foi tirada com uma rapidez extraordinária. Os dedos de Nick eram rápidos e eu delirava enquanto ele me tocava cada vez mais intimamente. A boca dele deslizava sobre meu corpo, passando pela minha barriga até chegar a minha intimidade, onde começou bem devagar a me enlouquecer. Eu comecei a arfar e gemer mais alto e ele entendia aquilo como estimulo para ir mais rápido e quase levantava meu corpo com a intensidade de suas caricias.
-Nick, por favor! – eu disse quase sem ar.
A sua boca subiu até a minha onde o beijei com desespero. Queria ele dentro de mim o mais rápido possível. Antes que eu pudesse voltar à realidade ele fez isso por mim... Senti o membro dele deslizando suavemente para dentro de mim. Fechei os olhos e respirei fundo.
— Cau!– ele gemia no meu ouvido fazendo com que os pelos do meu corpo ficasse em pé. Arrepios eram seguidos por mais arrepios que faziam meu corpo tremer.
— Mais!– pedi quando o meu orgasmo estava próximo e ele atendeu ao pedido. Enquanto os últimos tremores percorriam meu corpo, senti Nick cair em cima de mim sem fôlego. Nick ainda estava em cima de mim e depois que percebeu esse fato, inverteu nossas posições me colocando deitada em seu peito. Fiquei aconchegada a de repente. Apoiei-me no cotovelo e o encarei.
-O que?
-Você tem certeza que isso que você quer?
-Cacau...
-Nick, meu pai vai obrigar você a se casar comigo. -Eu disse o interrompendo.
-Não me importo de cuidar de vocês o resto da minha vida.
Ele sorriu enquanto beijava minha testa ele acariciou minha barriga e eu senti o sono chegando aos poucos... Deitei-me sobre seu peito fechando os olhos.
Logo vi o preto...E sonhos vieram...
Notas finais
Me contem...
Beijonas Cau.
Fale com o autor