Notas iniciais
Resolvi ser boazinha e postei cap novo. Logo vai ser o niver da minha mana e por isso resolvi da uma demonstração de bondade kkkkkk Prometo que até a madrugada respondo aos comentários! Boa leitura!!!

Cap 05

Ao chegarem na frente da casa de Stella, Mac novamente sai na chuva e mantém Stell e Sophi embaixo do casaco até entrarem em casa.

Stella – Você está todo molhado.

Mac – Não tem problema.

Stella – Espera, olha ela pra mim. – colocando Sophie deitada no sofá. – Eu vou pegar uma toalha pra você. – passando pela porta da cozinha e indo até a área de serviço.

Mac aguardava na sala, ele se agacha brincando com Sophie.

Stella – Mac toma essa toalha.

Mac – Obrigado. – levantando-se, ele se surpreende ao ver Stella descalça, os cabelos soltos, os cachos em um tom caramelo emolduravam seu rosto. Ela havia tirado o casaco ficando apenas com um vestido longo soltinho.

Stella – Tira essa blusa molhada, veste essa pelo menos enquanto seca a sua. Espero que não se incomode, é do Gregory, meu cunhando.

Mac – Não tem problema, melhor do que ficar doente. – abrindo os botões da blusa. De repente os olhos de Stell estavam deslizando pelo peito nu de Mac, até recaírem sobre uma cicatriz próximo ao seu coração.

Mac estranhou o silêncio até sentir o olhar sobre ele e percebeu que Stella olhava para a sua cicatriz.

Mac – Isso faz muito tempo.

Stella – Desculpa, desculpa! – sem graça. – Você venha comigo. – pegando Sophi no colo. – Eu coloco na máquina para secar. – saindo com a blusa de Mac nas mãos. Na verdade tudo o que queria era sair daquela sala, suas mãos ficaram tremulas, suas pernas bambas e o coração disparado.

Ela vai até a área de serviço colocar a blusa de Mac na secadora mas antes aquele perfume de homem invadiu as suas narinas e por um breve momento fechou os olhos e aspirou o perfume contido na blusa, não era um perfume forte mas o cheiro de homem que estava impregnada naquela roupa mas ao ouvir o gritinho de Sophie ela “acorda” e finalmente coloca a blusa na máquina de secar e sai da área de serviço dando de cara com Mac na cozinha.

Mac – Eu fico com ela. – ele havia tirado os sapatos ficando descalço também.

Stella – Como?

Mac – Você vai fazer alguma coisa pra ela comer?

Stella – Ah claro.

Ela passa a menina para o colo dele, Sophie se agarra a uma das orelhas de Mac.

Stella – Senta ai enquanto eu faço a mamadeira. – ele brincava com o bebê mas ela estava chorosa.

Stella – Ela está assim abusadinha porque está com fome e com sono.

Mac – Quem não fica assim diante dessas circunstâncias?! Daqui a pouco eu começo a ficar assim também. – eles sorriem.

Stella – Podemos pedir alguma coisa para jantar. A fome em mim também já está batendo.

Mac – Está me convidando pra jantar? – erguendo uma das sobrancelhas, seu tom de voz tinha um quê de deboche mas Stella estava ocupada demais fazendo a comida de Sophi que nem percebeu. Ela estava de costas e Mac aproveitou para tentar olhá-la um pouco mais.

Stella – Em agradecimento pelo que fez por nós hoje. – virando-se para ele, Stel já havia terminado a mamadeira.

Mac – Eu aceito seu agradecimento, ainda quero conversar com você.

Stella – Tudo bem mas agora está na hora dessa bonequinha tomar banho enquanto a mamadeira fica mais fria. – ela arruma a banheirinha em cima da mesa, junto com shampoo, sabonete e todos os brinquedinhos que Sophie adora.

Stella – Agora é hora de tirar essa roupinha. Deita ela em cima da mesa. – ele assim faz e Stella começa a tirar a roupinha dela.

Mac – Você já fez isso?

Stella – O quê? Dá banho nela? Claro que já.

Mac – A temperatura da água está boa pra ela? – colocando a mão na água.

Stella – Sim Mac, a Sam me ensinou. Eu posso dá o banho dela agora?

Mac – Tudo bem.

Stella põe Sophie na banheira, a menina ao sentir a água ao seu redor dá gritinhos toda feliz. Mac se aproxima e com a mão em formato de concha pega um pouco de água e coloca na cabeça da pequena que continua com seus gritinhos fazendo os dois adultos rirem, ela bate as mãozinhas na água e acaba molhando Mac e Stella, eles se olham e riem mais uma vez.

Mac – Se você continuar vai me deixar sem roupa. – fazendo cocegas em Sophie.

Stella – Pronto. Me dá a tolha dela por favor. – Mac pega a toalha que estava na cadeira e cobre Sophie. – Eu vou trocá-la no quarto e já volto. – ele apenas assente com a cabeça.

Mac arruma a mesa da cozinha colocando as coisas de volta no lugar, já que observou bem de onde Stella havia tirado. Poucos minutos depois Stella esta de volta a cozinha.

Mac – Espero que não se importe, pedi uma boa massa italiana.

Stella – Está ótimo. Agora está na hora de você comer bonequinha.

Mac – Eu posso?

Stella – Você quer dá a mamadeira dela? – surpresa com o pedido dele.

Mac – Claro. Você se importa?

Stella – Tudo bem. – passando Sophi para o colo de Mac. – Senta que eu pego a mamadeira.

Mac deita Sophi nos braços, ela o olhava nos olhos parecia analisar as ações dele. Mac passa a dá-lhe a mamadeira e a menina sugava com certa voracidade até fazia barulhinho fazendo os dois sorrirem. Em pouco tempo Sophie termina a mamadeira e já dormia nos braços de Mac.

Stella – Me dá ela, eu vou coloca-la lá no meu quarto para dormir. – falando baixinho. Mac passa a menina para o colo da Stella.

A campainha toca.

Mac – Deve ser o jantar, pode deixar.

Em pouco tempo Stella está de volta a cozinha e os dois arrumam os pratos e talheres para o jantar.

Stella – Acho que essa massa combina com uma coisa que tenho aqui. – abrindo uma das portas do seu armário em madeira da cozinha que revelou-se uma pequena adega que tem sua temperatura controlada eletronicamente. – Um bom vinho. – sorrindo para ele.

Mac – Você tem razão. Deixa que eu abro. – Stella pega as taças, Mac serve ambos e sentam-se a mesa.

Stella – E a chuva não para, não é? – um pouco sem graça pelo silêncio que se sucedeu.

Mac – É verdade.

Stella – Mac você me disse que queria conversar.

Mac – Sim. – ele da um gole no vinho antes de continuar. – Olha Stella, você pode contar comigo para encontrar os pais da Sophie mas com uma condição.

Stella – Tem que ter uma condição, né?!

Mac – É tem sim. Nós vamos até a delegacia e contamos como Sophie chegou, depois falo com o juiz da vara da infância, ele me deve alguns favores, ela ficará com você até tudo se resolver.

Stella – É uma proposta razoável. – sorvendo um pouco do vinho na taça. – Considerando que você pode ser o pai dessa menina. – seu tom brincalhão e a sobrancelha arqueada fez Mac sorrir.

Mac – Falo a mesma coisa que disse aos meus amigos, se quiser faço um exame de DNA e ai poderá ter certeza que ela não é minha filha. – ele respondia no mesmo tom.

Stella – Tudo bem, então façamos o seguinte me dá só mais alguns dias, se não aparecer ninguém nós vamos até a delegacia.

Mac – Por que você quer tanto esperar? – ele questiona um pouco preocupado com a situação.

Stella – Porque não é justo uma mãe ficar longe da sua filhinha, ninguém sabe os motivos que a fizeram ficar longe daquele bebê. – seu ar antes brincalhão dera lugar há uma certa suplica.

Mac percebera que essa mulher sofreu com algo parecido.

Mac – É muito bonito que pense assim Stella mas por tudo que já vi isso seria...seria a última coisa que pensaríamos.

Stella – Você ver coisas muito ruins no seu trabalho?

Mac – Todo os dias.

Stella – E o que mais poderia levar uma mãe a abandonar um filho?

Mac – Talvez poderia não ter sido a mãe quem deixou a criança aqui.

Stella – Você está dizendo que Sophie pode ter sido raptada?

Mac – É um possibilidade. – Stella fica pensativa.

Stella – Eu vou dá uma olhada na Sophie. – levantando ligeiramente atordoada com o que ouvira.

Mac apenas assente, ele teve certeza que Stella tinha seus traumas.

"Talvez tivesse alguma ligação com seus pais" - foi o que pensou.

Ele foi obrigado a contar algo de sua vida tão doloroso por causa dos questionamentos que Stella fazia em relação a Sophi ser filha dele, de um caso extraconjugal, mas era algo que ele não se sentia à vontade pra falar com ninguém talvez ela tivesse a mesma restrição. A cabeça dele se enchia de pensamentos sobre isso então para afastá-los resolve lavar a louça.

....

Stella – Você realmente existe? Até lava a louça. – voltando a cozinha e se deparando com Mac na pia terminando a tarefa. Eles riem.

Mac – Eu moro só então eu tenho que me virar.

Stella – Você aceita um chá?

Mac – Claro. – enxugando as mãos em um pano de prato.

Stella – Só um minuto que vou preparar. – ela abre a porta da cozinha.

Mac – Pra onde você vai?

Stella – Pegar as folhinhas pra fazer o chá.

Stella sempre gostara de plantas e no seu quintal ela mantinha flores e algumas plantas para fazer chá. Mac vai até a porta da onde acompanhava Stella colher com cuidado as folhas que queria. Ela tinha um jardim vertical que ficava na parte coberta da área da casa que dava para o quintal.

Mac – Espera. – a impedindo de passar quando Stella tencionava passar por ele para entrar na casa.

Stella – O que foi? – ele se inclina um pouco ao mesmo tempo que pega as mãos de Stella e leva ao seu nariz, ele aspira o ar das folhas recém colhidas. Stella fica nervosa com a atitude dele, receou que Mac pudesse perceber as suas mãos trêmulas e frias.

Mac – Hortelã, não é? – passando a olhá-la.

Stella – Sim. – agradeceu mentalmente por ser uma resposta simples e monossílaba e assim escondia melhor seu nervosismo.

Mac – Suas mãos estão frias.

Stella – Ah está frio com essa chuva toda. – se desvencilhando dele. – Coloca água na chaleira e põe no fogo?

Mac – Claro.

Tudo que Stella queria era que Mac se afastasse, não sabia o porquê de seu coração estar aos pulos quando suas mãos se tocaram, uma onda elétrica parecia percorrer todo o seu corpo.

Stella lava as folhas em água corrente e depois pega duas canecas no armário. Ela pode perceber uma respiração mais profunda dele.

Stella – Se você quiser pode esperar lá na sala, eu faço e levo pra você. Percebo que está cansado. – colocando água sobre as folhas em outro recipiente para fazer a efusão.

Mac – Eu agradeço. – ela nota seu olhar cansado.

Stella – Você prefere com adoçante, açúcar ou mel?

Mac – O que você achar melhor.

Stella – Ok.

Um sorriso se apresenta no canto dos lábios dele e ela sorri de volta, Mac segue para a sala. Stella pega o pote de mel no armário abre a tampa e com o dedo mesmo ela experimenta um pouco. Alguns minutos depois Stella carregava duas canecas de chá quente para sala, Mac estava sentado no sofá com a cabeça recostada no encosto de olhos fechados.

Stella – Mac? – ela o chama baixinho sentando ao lado dele. Mac abre os olhos e recebe o chá das mãos dela.

Mac – Obrigado.

Stella – Parece bem cansado.

Mac – Um pouco. Cansaço faz parte da minha rotina.

Stella – Mas acho que o sono não. – ele a encara um pouco intrigado. – As olheiras, você tem olheiras. – respondendo as interrogações que se formaram no rosto dele.

Mac – A falta do sono também faz parte da minha rotina.

Stella – Já procurou um médico pra descobrir o porquê?

Mac – Médicos não fazem parte da minha rotina. – eles sorriem. – É uma bela casa.

Stella – É, eu gosto daqui apesar de ser afastada.

Mac – Desculpe se parece ser intrometido mas eu dei uma olhada nas poucas fotos, acho que é mania do trabalho. Percebi que não vi foto dos seus pais. – imediatamente os olhos de Stella pareciam pesados e se arrastaram pelo chão. – Desculpa eu disse algo que não deveria? – um pouco preocupado ao vê-la entristecer.

Stella – Não, não disse nada demais. É que ... que meus pais morreram já tem muito tempo e ver as fotos.... – seus olhos se enchem de lagrimas. – Desculpa mas é um assunto complicado pra mim.

Mac – Eu sei bem como é isso. – girando a aliança em seu dedo.

Stella – Ainda dói, não dói? – ela não o olhava mas era fácil presumir onde os olhos dele pairavam.

Mac – É. – se limitou a dizer.

Stella passou a mão no rosto para enxugar a lagrima que escapou. O silêncio se fez presente cada um pensando um pouco em suas dores, até o celular no bolso de Mac interromper.

Mac – Desculpe é trabalho. – olhando o visor do aparelho e vendo o nome de Danny. >— Taylor.

Danny >— Mac, Lindsay amanhã só entra no horário da tarde, o corpo já está no necrotério. Amanhã termino as análises.

Mac >— Tudo bem Danny.

Danny >— Até amanhã Mac. << — eles desligam.

Stella – Algum problema?

Mac – Não. – ele põe sua xicara no aparador atrás do sofá e observa outra foto. – Quem são? – ela se aproxima um pouco mais e Mac pode sentir mais uma vez o cheiro suave da hortelã que impregnou nela, havia uma outra fragrância delicada que ele não pode identificar.

Stella – Essa é minha irmã Lisa, seu marido Gregory e os meus sobrinhos Michel e Billy.

Mac – Você e sua irmã são bem parecidas. – Stella apenas sorri e Mac põe o porta retrato no local.

Stella – Eles são médicos e aproveitei e pedi pra Lisa dá uma olhadinha na Sophie e está tudo bem com ela.

Mac – Quem bom. – ele ainda procurava na memória que outro cheiro era aquele.

Stella – E seu trabalho, Mac, como é? – apoiando o cotovelo no encosto do sofá e a cabeça sobre a mão. Ele pegou mais uma vez sua xicara e bebericou o chá ao sentir o sabor morno da bebida ele compreendeu, era mel. A fragrância suave por trás do cheiro marcante do hortelã era mel.

Mac – É um trabalho complicado, onde dou voz aquele que não pode mais falar. Quando há um assassinato as provas deixadas pelo crime nos permite interpretar e informar o que realmente aconteceu e assim colocar o criminoso na cadeia. – ele demora um pouco pra responder tinha se perdido entre compreender os cheiros que pareciam se desprender daquela mulher a formular uma resposta coerente ao que ela havia perguntado.

Stella – Interessante mas parece meio sombrio.

Mac – Pode ser mas me deixa com uma certa satisfação ao colocar alguém na cadeia e não deixar um crime impune. – eles ouvem um chorinho vindo do andar de cima.

Stella – Eu vou ver Sophi e já volto.

Alguns minutos depois Stella está de volta a sala com um travesseiro e cobertas.

Stella – Já que a chuva continua forte e você está visivelmente cansado acho melhor você dormir aqui. Mas como meu quarto de hospedes está uma bagunça e cheio de tralhas só posso oferecer o sofá.

Mac – Não é necessário Stella.

Stella – Claro que é. Toma. – ele recebe o travesseiro, as mãos se tocam e Stella pode perceber a mão dele quente. – Mac você está bem? – sentando ao lado dele e tocando a testa dele para “medir a temperatura”.

Mac – Estou bem.

Stella – Não, você não estar. Você está com febre eu vou fazer um outro chá e vai tomar com um antitérmico. – saindo para a cozinha.

....

Era madrugada quando Stella descia as escadas de casa com a mamadeira de Sophi nas mãos, era hora do seu “lanchinho” da madrugada, a menina tinha tomado tudo mas antes de voltar ao seu quarto ela passa pela sala onde Mac dormia no seu sofá, queria saber como ele estava. Stella se aproxima devagarinho do sofá e toca de leve na testa dele, Mac ainda estava febril.

Mac – Stella?

Stella – Desculpa, não queria acordar você.

Mac – Está tudo bem, já disse que dormir não é muito comigo. – sentando-se.

Stella – Mas deveria. – sentando-se ao lado dele. – Deveria descansar. Aliás você precisa descansar. Há quanto tempo não tira férias?

Mac – Não sei o que isso significa. – eles sorriem.

Stella – Ok, vou deixar você descansar. – levantando do sofá.

Mac – Espera. – levantando-se também e segurando-a pela mão.

Stella – O que foi? — um pouco assustada com a ação dele.

Mac – Você usa um perfume diferente. – mais uma vez ele toma uma das mãos de Stella e aspira o seu perfume.

Stella – Eu já disse que não uso perfumes. – as palavras pareciam bailar por seus lábios inseguras. Mais uma vez seu coração estava a mil e ela temia que Mac pudesse perceber.

Mac – Mas eu já senti esse cheiro. – dando um beijo de leve na mão dela.

Stella – É só um óleo perfumado, deve ter sido na Sophi, passei um pouco nela.

Ela falava nervosa, tentou puxar sua mão mas Mac a segurou, sem conseguir mais negar o desejo que começava fazer seu coração pular toda vez que se aproximava daquela mulher. Eles se olham nos olhos. Mac sentiu uma vontade enorme de tocar os cabelos dela, ele ergueu a mão devagarinho os tirando do ombro, aquela curva do pescoço dela era convidativa para um beijo. Ele se aproximou encurtando ainda mais o espaço entre eles, Mac percebeu os olhos dela um pouco assustados mas Stella não fez nada que indicasse que parasse, ele passeia pelo pescoço dela sentindo seu cheiro, os lábios dele ainda um pouco quente devido a febre ao tocar a pele macia de Stella a fazia arrepiar.

Ela fecha os olhos já se entregando aqueles carinhos mas sua mente de repente voltou ao passado, eram mãos rudes que a tocavam então, seus olhos abrem assustados e o empurra.

Stella – Não! Não! – ela sai correndo.

Mac – Stella.

Stella – Não, não! – subindo as escadas.

Stella entra no quarto, fecha a porta e se recosta nela, seu colo se movimentava num vai e vem frenético denunciando o quanto estava nervosa, tensa, ela mal conseguia respirar, suas pernas estavam bambas. Deslizou suas costas pela porta até sentar no chão e abraçar as pernas, eram uma confusão de sentimentos, o passado parecia voltar à tona e ao mesmo tempo quando abriu os olhos e se deparou com Mac teve vontade de abraça-lo mas paralisou, as imagens pareciam confusas, em um momento era Mac e no segundo seguinte não, aqueles olhos negros pareciam que iriam continuar a persegui-la.

Notas finais
De quem será esses olhos negros do passado da nossa Stella?