Questão de Sangue

5 Plano quase perfeito


Notas iniciais
Ok, cap esclarecedor (um pouquinho mas eh) pelo menos tivemos a aparição de alguém importante... ( se vc naum sabe m eh se afoga na privada...)eh isso aí gente, comentem hein!=***
-GERARD! OLHA O POSTE!- berrou Michael assim que reparou que Gerard ia fazer uma curva muito aberta.

-EU SEI PORRA! – mas não parecia saber, porque olhou rápido para o lado e desviou bruscamente. – Que droga! Aquele carro é muito rápido!

-Não, o motorista daquele carro sabe dirigir, por isso escapa tão facilmente de você!

-Você ta insinuando que eu dirijo mal Mikey?- falou Gerard olhando para o lado.

-Não maninho, só que você poderia...- e o carro quase bateu em uma árvore. -...TER MAIS CUIDADO! OLHA PRA FRENTE!!!

A noite já adentrava na madrugada, enquanto Gerard travava uma corrida acirrada com o carro desconhecido, que tinha como referencia ser preto com duas listras brancas no capô.

-Eu acho que conheço esse carro...- sussurrou Gerard quando finalmente conseguiram se aproximar do carro. Ele olhou mais atencioso pro carro. – Ei! Mikey! É uma Ferrari! Eu não dirijo mal! Ele é que é apelão e tem uma Ferrari!

-Ok, legal Gerard, agora para de babaquice e resolve isso logo!

-Não era você que...MERDA!

Gerard perdeu o controle do carro e quase bateu em uma árvore, se não tivesse dado uma curva fechada, o carro estaria todo acabado.

-Mi-mi-michael...você tá bem? – perguntou Gerard nervoso por quase ter acabado com o seu corvette vermelho novinho.

-SEU IMBECIL! Como você consegue???- Michael começou a berrar ,mas Gerard estava estático.- Ah, qual é Gerard , nem bateu no carro!

-Mas e se tivesse batido?? – perguntou Gerard parecendo uma criancinha com medo.

-Mas não bateu, certo?- falou Michael saindo do carro – Viu, não bateu em nada.

Gerard saiu do carro também, e então reparou que a Ferrari estava fazendo um retorno e indo de encontro a eles. A Ferrari parou do lado de Gerard, e então a janela do motorista se abriu.

-Bateu na árvore? – perguntou a pessoa que estava dentro do carro. Era um jovem de no máximo uns vinte e três anos, de cabelos negros curtos, tirando a franja que era longa e escondia o lado direito da sua face, tinha olhos verdes um pouco mais claros do que os de Gerard.

-Nem fale isso! – Pelo que já deu para entender, Gerard era apaixonado pelo carro.

-Que pena... – sussurrou o outro.

-PENA???

-Carros antigos são velhos. – disse o outro como se tivesse dizendo o tempo que faria hoje.

-Não diga – falou Gerard levantando uma sobrancelha.

-Bem, de qualquer jeito, que bom pra você...quer dizer, vocês. –ele disse quando percebeu Michael, que estava até agora do outro lado do carro.

-Ah sim! O meu retrovisor!!! Você quebrou!!- falou Gerard quando lembrou o motivo de o ter perseguido.

-Ah sim! Eu sei. E?

-EU QUERO ELE DE VOLTA ORAS!

-Ah, me desculpe, mas não posso fazer nada sobre isso.

-EI! Você quebrou! Você me deve um!!!

O outro pareceu pensar durante um tempo...

-Não devo não.

-AH DEVE SIM!

-Dá próxima vez, tire essa lata velha da pista. – e dizendo isso, fechou a janela e ligou o carro.

Gerard saiu correndo para dentro do carro, se ele não fosse devolver o retrovisor por bem, ia ser por mal.

-MIKEY! ENTRA NO CARRO!

-Mas Gerard, ele já ta longe...

-AGORA!

O corvette saiu em alta velocidade, e Michael lembrou de algo muito importante:

-Gerard, faltam duas horas pro sol nascer! Para com essa babaquice e vamos voltar!

Gerard olhou o relógio, 4: 20 da manhã, achou melhor contar para Michael qual era a tal missão:

-Mikey, a gente não pode voltar.

-Por que?

Gerard percebeu que era muito mais importante contar a missão do que continuar a perseguir o carro, de qualquer jeito, a organização ia arrumar isso, a vingança podia ficar para mais tarde.

-Ok Mikey, é o seguinte, sabe a missão que nos mandaram? – falou Gerard parando o carro e virando para encarar Mikey.

-Sei.

-Então, essa missão não deixa a gente voltar pra sede da Morgue.

-E por que?

-Eu acho que você não sabe, mas a gente foi quase que posto como sacrifício. – Mikey arregalou os olhos sem acreditar – Não desse tipo Mikey, a gente não vai morrer pela Morgue (ou pelo menos eu não pretendo). A nossa missão é invadir a sede do Bloodline para conseguirmos alguma informação sobre a nossa descendência, já que a Morgue ficou parada em um ponto e não conseguiu mais nenhuma informação.

-E por que você diz que nós somos um sacrifício?

-Porque a Morgue não vai nos dar cobertura se formos descobertos.

-Eeee??? – Michael falou sem reparar a gravidade do assunto.

-E nós ficaríamos nas mãos do inimigo. — Gerard respirou profundamente. — As chances deles pouparem as nossas vidas, são nulas.