Questões De Amor 2
6 VI - Meu Thor, posso ser sua Sif?
Notas iniciais
Mais um capítulo muito legal para vocês, desculpem a demora tive um pequeno bloqueio criativo, mas a criatividade já voltou ( o/ o/ o/)
Leitor invisivel, apesar de acho que já sei quem é, você bem que poderia deixar um review para alegrar o meu dia
Fani => http://s20.postimage.org/jtf1nmg5p/Fani_Cecilia_Dassi.jpg
Eu fiquei super na dúvida se eu colocava a Cecília Dassi ou a Megan Fox, mas percebi que a Megan é muito sensual para uma garota tão jovem
Rodrigo acordou com um feixe de luz iluminando seu rosto, ele acordou contra sua vontade e passou a mão nos cabelos ruivos. Levantou-se devagar e olhou ao redor. Ele tinha acabado dormindo na praia e agradeceu aos céus pelo mar não ter molhado ele quando a maré sobe à noite. Ele se levantou cansado, pegou seu chapéu panamá, seu celular e seu fone de ouvido e foi para o hotel. Ele não se sentia confortável para chamar de casa, mesmo que o último andar do prédio principal fosse exclusivo para sua família. Ele passeou pelo hotel antes de ir para seu quarto, estava sem vontade de ficar sem fazer nada no quarto.
O imenso hotel assemelhava-se mais a um residencial, já que a maioria dos prédios continham apartamentos e algumas suítes. O apartamento do Rodrigo era o maior de todos, maior até do que a suíte presidencial. A área de lazer é situada no meio de todos os prédios que a rodeiam. O prédio da área de lazer contém o SPA, salão de jogos e mais. A piscina e os campos são um pouco mais afastados
Depois de não suportar ficar rodando pelo hotel, ele foi tomar café da manhã. Logo chegariam os convidados de sua mãe para “estrearem” o hotel. Ele subiu até o seu andar e entrou na cozinha, preparou um misto quente e um copo de achocolatado. Terminado seu café da manhã, ele foi tomar um banho para tirar a areia e o suor do corpo, após um demorado banho, ele sai com os dedos enrugados, coloca uma cueca Box branca da Calvin Klein, Rodrigo amava aquelas cuecas, colocou uma bermuda xadrez azul e uma blusa branca de gola V e seus simpáticos chinelos azuis. Quando terminava de passar desodorante ele se indagou
-Por que eu não passei antes de vestir a blusa? Ah! Deixa pra lá – ele falou pegando seu chapéu, seus óculos escuros, celular e fones de ouvidos. Nunca se sabe quando vai precisar deles
Ele saia do quarto e se deparou com a sua mãe, com certeza mais feliz do que ontem.
- Oi, mãe
-Oi, filho, estou indo para a piscina – ela comentou
Isso ele adivinharia de qualquer jeito, sua mãe estava usando um maiô vermelho, chapéu de praia, óculos escuros e levando sua bolsa de praia favorita. Com certeza, ela ia para a piscina
Ele deitou no sofá de um jeito inusitado que ele fazia quando precisava pensar. Ele se sentava ao contrário, pernas para cima e cabeça para baixo. Sua mãe vivia brigando com ele dizendo que isso é errado, mas ele nunca ligou para isso. Tudo estava muito chato, se ele estivesse nos Estados Unidos, provavelmente ele estaria patinando no gelo o que não dava para ele fazer aqui. Após filosofar um pouco ele decide surfar e se levanta. Surfe era uma atividade nova para ele, mas ele curtia, era bem relaxante e divertido. Pegou sua prancha no quarto, largou tudo que tinha nos bolsos no quarto, tirou os óculos, o chapéu e trocou de bermuda para uma mais apropriada para banho e colocou uma sunga por que seca bem mais rápido que uma cueca. E lá se foi para pegar as ondas que ele tanto curtia.
*-* *-* *-*
Fani Agnelli Monteiro não suportava mais ficar no carro. Ela precisava de algo para se distrair e a música não estava fazendo muito efeito. Ela queria ler os livros dela, mas tinham ficados todos na sua bolsa. Ler era um hobbie dela, amava fazer isso, e se ver longe dos livros dela para ela era uma tortura.
- Pai, vai demorar muito?
- Pela enésima vez, já estamos chegando! – comentou Danilo visivelmente irritado
- Você disse a mesma coisa há uma hora
- Dessa vez, é sério filha, daqui já dá pra ver a silhueta de um dos prédios – falou Bruna apontando para uma pequena sombra mais a frente
- Então, agora eu paro de perguntar e deixo vocês em paz como tanto queria – ela comentou sarcástica
- Isso seria fabuloso – brincou o pai
Após alguns minutos eles chegaram ao hotel.
- Nossa! Esse lugar é enorme! — comentou Fani maravilhada
Eles se dirigiram para a recepção e Fani escorou no balcão onde tinha um recepcionista simpático e até charmosinho como diria sua amiga Teresa
- Nós temos reservas marcadas – falou Danilo
- Nomes, por favor – pediu o recepcionista
- Como assim você não quem somos? Nós somos a família Monteiro, queridinho. Eu conheço a dona de tudo isso e posso fazê-la demitir você... – falou Fani com tom metido enquanto lia o nome no crachá – Armando Pinto –ela falou segurando o riso
- Querida, você não queria ver o mar? Por que você vai lá à praia – falou o pai dela por entre os dentes, visevelmente irritado
- Mar? Eu nem queria...
- Vá ver o mar – ele falou com tom muito ameaçador
- Tchauzinho! –ela falou dando um tchau de miss enquanto corria para fora da recepção. Ela sabia que quando o pai usava aquele tom era por que as coisas complicaram. Ela não costuma fazer esse tipo de brincadeira, mas a piada já estava pronta. Não podia perder essa oportunidade
Desanimada, ela caminha para a praia e assim que pisa na fofa areia branca, ela vê uma visão divina. Um garoto de uns dezesseis anos aproximadamente, com um corpo maravilhoso e um tanquinho sedutor saindo todo molhadinho do mar com sua prancha e o melhor ele tinha lindos cabelos ruivos e olhos verdes hipnotizantes
Fani se controlou para não correr e dizer: “Ó meu Thor, posso ser a sua Sif?”, mas ela não fez isso, vai que o cara não sabia que o Thor na verdade é ruivo e não loiro como a maioria das pessoas pensam. Quadrinistas deviam pesquisar mais sobre mitologia. Então, ela ficou paradinha no seu canto admirando a paisagem, se é que você me entende.
Foi aí que a garota percebeu que ele estava vindo em sua direção. O coração dela quase saiu pela boca ou ia explodir de tão rápido que batia, o rapaz chegava cada vez mais perto e as mãos delas deram um tremidinha.
- Oi! – ele falou simpático. Nesse momento Fani achou que ia desmaiar, ela pensou em falar algo legal, mas o que saiu foi:
- Oi – ela mais gaguejou do que falou
- Desculpe incomodar, mas...
- Incômodo? Não é incômodo nenhum – ela falou o mais gentil possível
- Você está em cima da minha blusa – ele falou constrangido enquanto coçava o pescoço
- Como? – ela perguntou surpresa olhando para baixo. Ela só agora tinha percebido que estava pisando na blusa de alguém – O Meu Deus! Como eu sou atrapalhada – ela exclamou enquanto batia de leve para tirar a areia da blusa
- Mil desculpas, se você quiser, eu lavo e te entrego depois ou até compro outra para você!
- Não precisa – ele falou desconcertado
- Eu insisto – ela falou vermelha que nem um tomate de tanta vergonha
- Eu moro no hotel. No último andar do prédio principal, número 300
- Eu passarei lá depois – foi o máximo que ela conseguiu dizer
Ele saiu com toda a sua beleza carregando a prancha e ela ficou admirando-o. Ela podia jurar que se ele ficasse mais um tempinho ali, teria saído um fio de baba da boca dela
- Como eu pude ser tão burra? – ela se perguntou baixinho dando um tapa na própria testa
- Estraguei a camisa dele – ela falou enquanto olhava a camisa suja do ruivo sedutor. Ela olhou para os lados e se certificou que não tinha ninguém olhando e deu uma fungada profunda aspirando todo o perfume gostoso que a camisa tinha
- Ele cheira tão bem – ela comentou lesada com se tivesse sido dopada. Mas, uma bola de frescobol que quase atingiu sua cabeça a fez voltar à realidade. Ela tinha o número do apartamento dele. Afinal, ela não foi tão burra assim.
- É isso aí, garota, você arrasa! – ela comentou consigo mesma, por fora mostrava um sorriso, mas por dentro ela estava dando mortais de costas de tanta alegria.
Notas finais
Até mais ver, Lembranças, Au revoir ^.^
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