Notas iniciais
Eu estava sem inspiração.. cheia de coisa na cabeça, menos a inspiração. Maaas, e,a veio e tem cap novo! ~aplausos~ Bom, não tenho muito o que falar, leiam e digam-me o que acharam do cap. Espero que tenha valido a pena espera... Beijos e abraçadas!

~ Flashback ~

~ Prov Emma Swan ~

Aquela luz ia entrando lentamente em meus olhos, estava incomodando, não só a luz, mas aquela coisa na minha cabeça. Aquele tubo no meu nariz. Devagar, meus olhos foram se acostumando com a claridade do ambiente.

Ruby estava lá, mordendo a mão dela. Mas por que se quem sentia dor era eu?

– Loira! – Ela disse com a voz meio chorosa. Mas não sei qual era essa necessidade de chorar sendo que eu estou viva. – Você acordou!

– Hey. – Minha boca estava seca, minha voz estava muito roca. Meu deus, poderia ser sexy. – Você está chorando? — Ela acena, afirmando. – Não precisa chorar meu bem. Eu estou viva. Agora, faça a caridade de pegar água para mim.

Ela riu, pegou uma garrafa com canudo e me deu. – Vou chamar a Torres.

Ela saiu do quarto. Fiquei olhando o ambiente enfeitado com rosas vermelhas, amarelas e balões. Ruby acha que eu sou um bebê? Só pode.

Fui tirada dos meus pensamentos quando a Torres estou com um sorriso enorme na sala.

– Minha paciente favorita acabou de acordar. E como ela está se sentindo?

– Estarei melhor quando tirar esse coisa do meu nariz, essa facha da minha cabeça. Nossa, eu estou com fome.

– Eu também estaria, se tivesse ficado 4 dias sem acordar. – Ruby, não mais chorosa.

– O que? Por que quatro dias, Torres? – Fiquei incrédula. Ela disse que normalmente, os pacientes domem durante um dia e meio. Mas eu sou diferente deles? Por que tanto tempo dormindo?

– Ruby, estava com medo que você morresse ou sentisse dor, quando suspendesse a sedação.

– Ruby, sua covarde! – Disse em um tom risonho.

– Ah, qual é loira. Eu não saberia perder você. – Eu não sei se foi os medicamentos que me deixou mole. Mas eu quis chorar com as palavras dela.

– Eu também não queria deixar você. – Sorri. – Callie, quando é que eu vou poder sair do hospital?

– Bom, uma cirurgia no crânio pode demorar um pouco. Mas, tomando os medicamentos corretamente, pode acelerar um pouco.

– Então Dr.Torres, o que a senhorita acha do meu pedido... – Ela me olhou meio interessada com um sorriso lindo. – A senhorita me manda ir para casa, eu tomo os remédios todos em seus devidos horários e todas saímos felizes nessa brincadeira. – Sorri ao terminar.

– Hahaha, engraçadinha. Pelo seu tom, pensei que iria me pedir em casamento. Já estava preparando o meu sim. – Todas rimos. – Mas como esse não aconteceu. Eu lhe dou um não. Não posso te liberar meu bem. Você tem que passar mais uns dias de recuperação. Só mais uns três dias e estará livre de mim... temporariamente.

– Eu vou ficar aqui com você, minha paixão. – Ruby disse dando-me um beijo na testa. – Só preciso ir em casa e pegar umas coisas para você e para mim também.

– E eu, preciso marcar os seus exames. Tente dormir um pouco. Beijos. – Torres saiu da sala, me deixando apenas com Ruby.

– Não vai se livrar de mim tão fácil assim. – Disse dando-lhe uma risadinha.

– Nem quero. Vou em casa, tomar um banho, pegar suas coisas. Volto mais tarde. – Ela me deu outro beijo na testa e já ia saindo até que eu falei:

– Eu amo você. – Ela riu e me respondeu:

– Sua obrigação. Eu que estou dormindo em uma poltrona pouco desconfortável por você. – Rimos e ela finalmente disse – eu também amo você. Agora vá dormir. – Concluiu com um tom autoritário de bateu a porta.

Relaxei-me mais na cama, fui lembrando das coisas que tinham acontecido em toda a minha vida. Sorri lembrando de alguns momentos, lembrando de uma pessoa nova que apareceu e eu deixei ir. Mas talvez fosse a melhor coisa a se fazer, né verdade? Em pensamentos, eu dormir.

~ Fim prov Emma Swan ~

Ruby vai dirigindo até a sua casa e espera o sinal abrir. Mais seis quadras chagara na mesma. Seu telefone toca, “Regina”. Ela ficou em uma enorme dúvida se atendia ou não. A morena já havia ligado duas vezes naquele mesmo dia.

– Regina! – Ficou meio tensa.

Oi Ruby, pensei que não fosse atender. Como você está? Melhor, onde? Estou aqui na frente da sua casa.

– Estou chegando ai agorinha. Estava no hospital... – hesitou um pouco em concluir, mas ela tinha que fazer, a morena do outro lado da linha ia descobrir de qualquer maneira. — Com a Emma.

O que? O que houve com ela Ruby? – Dava para perceber o desespero na voz de Regina.

– Já estou chegando. Te conto tudo agorinha. – E desligou.

Assim que parou o carro, Regina foi ao seu encontro meio que agoniada para saber o que aconteceu. Elas entraram. Ruby lhe contou tudo. O motivo do rompimento dela com Emma, que ela tinha feito a cirurgia e estava aguardado os exames de hoje para confirmar o sucesso.

Regina segurava o choro. Ela não acreditava que esse seria o motivo. Medo de morrer? Todos um dia irá morrer. – Pesou.

– Eu posso vê-la? – Regina tinha medo do não.

– Bom, acho que sim. Não vejo motivo para você não ir, sendo que ela está bem.

– Tudo bem. Então, vamos?

– Não, tenho que pegar umas coisas dela que estão aqui, sabonete, escova de dentes... E tenho que tomar banho. Você pode me esperar um pouco?

– Claro. — Sorriu.

~.~

No caminho do hospital, Regina contou o motivo da sua volta a pequena cidade, e imagina só. Era Emma o motivo dela.

Assim que chegaram, Ruby sugeriu ela entrar primeiro, para descontrair e conversar, até mesmo inventar qualquer coisa para que Emma não matasse ela.

– Ei, gostosa. Você demorou. – Emma estava comendo gelatina. – A Dr. Torres acabou de sair, Fez meus exames e me deu essa coisa para comer. Eu não sei se é minha fome, mas está muito boa.

– Eu estava relaxando um pouco. Recebi uma visita também...

– De quem?

– Da Regina. – Quase não se ouviu a voz de Ruby.

– O que? – Emma não acreditava no que acabara de ouvir. – E o que ela disse? Você não ousou contar a ela... – A cara de Ruby já dizia tudo. – Por que? Por que você fez isso?

– Emma, se acalma por favor, você não pode se alterar. Ela estava em casa quando eu cheguei. Você queria que eu mandasse ela ir embora?

– Não, claro que não. Mas o que tem haver ela saber de mim? — Emma estava falando quase gritando.

– Ela chegou do nada Emma...

– Você não tinha esse direito Ruby. – Emma ficou super chateada.

– Ah, desculpa, eu pensei que seria o certo. Ai... – Ela parou fazendo uma careta.

– Ai o que mulher? Não me diga que você...

– Sim Emma, ela está aqui. – Finalmente Ruby falou.

– Pode ter certeza que depois que eu sair daqui eu te mato. – Emma estava vermelha. – Ela veio fazer o que aqui?

– O mesmo que qualquer pessoa. Ela veio te ver sua bobona.

– Ruby... – Emma já estava com a voz mansa. — Eu não quero que ela me veja assim. Ainda mais depois que eu terminei o que nem começamos. Eu estou com vergonha.

– Vou chamar ela. – Emma ia falar alguma coisa, só que Ruby já tinha saído.

Ótimo, como vou olhar a cara dela agora?!” Pensou Emma.

Durou alguns minutos, Emma já estava meio nervosa com isso. Fitava o teto, quando a porta foi aberta e fechada. Ela estava sem coragem de encarar aporta. A tensão dava para ser tocada.

Durou uns dois minutos maios ou menos. Regina ficou no mesmo lugar. Emma estava odiando toda aquela situação. Ela estava evitando, mas decidiu que era o melhor a fazer.

Olhou para Regina que se encontrava de cabeça baixa. “Como és linda” pesou, talvez mais alto do que quis. Regina usava um vestido azul celeste um pouco acima do joelho.

Os olhos da morena se encontraram com os da loira o coração de Emma acelerou, Refina percebeu isso, a máquina que marcava isso. Ela abriu um meio sorriso para a loira.

– Oi. – Regina finalmente quebrou o silencio.

– Olá Regina.

~ Fim Flashback ~

~ Regina Mills ~

Sentir um arrepio por odo meu corpo, uma mão já conhecida por mim passeava pela lateral do meu corpo, apertando levemente meu bumbum. Aquele ar quente no lóbulo da minha orelha, onde recebo uma mordida e por fim, uma voz roca, sexy diz:

– Bom dia amor da minha vida. – Da mais uma mordida e mais uma vez meu corpo se arrepia.

Vou abrindo o meus olhos, virando-me para que meu corpo fosse de encontro ao seu. Ela se pois por cima de mim. Mordeu o lábio inferior que se transformou em um sorriso lindo, os cabelos desgrenhados, adorava acordar com essa visão. Ela ficava linda de qualquer maneira.

– Bom dia mulher da minha vida. – Minha felicidade em ter ela ai comigo, não havia tamanho para poder medir.

Começou a distribuir beijos pelo meu pescoço, descendo para o meio dos meus seios. Ela já acordou animada. Adoro ela assim.

– O que você quer de café da manhã? – Ao terminar a frase, passou a ponta da língua envolta do bico do meu seio, o que me causou um arrepio forte, e um pequeno gemido.

– Ah, eu quero você. Sua boca, seu gemido forte expressando o meu nome. Oh Emma, eu quero você. – Ela levantou o olhar para ir de encontro ao meu. Deu um sorriso maroto e falou no cantinho do meu ouvido:

– Então amor, está esperando o que para pegar o que é seu? – E terminou sando um sorriso.

Meu corpo foi jogado por cima do dela, fazendo um encache perfeito das minhas pernas em sua cintura. Ambas estavam completamente nua. O que já era uma maravilha.

Minhas mãos apertaram os seus seios, colocando o bico dos mesmo entre os dedos fazendo uma leve pressão. Vi ela morder os lábios, comecei a dar mordidas e beijinhos em seu pescoço, sem parar a massagens nos seios. Comecei a mexer meu corpo sobre o seu. Não era eu apenas que desejava transmitir prazer ali.

Sua mão prendeu no meu cabelo, trazendo minha orelha de encontro a sua boca e começou a dizer:

– Ah amor, me come vai... – sua voz era roca e mansa. Qual é mulher... vai me fazer goza sem tocar em mim?! — pensei. – Eu quero você dentro de mim.

– Com que você prefere amor... com a mão ou com a boca? – Perguntei no seu ouvido.

– Com os dois... ao mesmo tempo. – As mãos dela desceram pelas minhas costas, passando a unha com força, tenho certeza que vai ficar com vincos.

Desci meus lábios pelo pescoço, onde dei um mordida, vai marcar. Desci com mais beijos e mordidas até chegar ao seu ponto. Não precisei falar nada. Ela levantou o quadril até a minha boca, a qual se deliciou com o seu sabor. Meus dedos deslizaram dentro dela com tanta uma facilidade surpreendente, fazer amor, sexo ou uma simples uma rapidinha com Emma, era sempre muito incrível. O jeito que ela se entregava para mim, era único.

~~.~~

Mamãe, você sabe né, que falta uma semana para o nosso aniversario. – Thina disse com a boca cheia de waffle de chocolate. – E já distribui os convites para a turma toda.

– Sim querida. Eu não esqueci. O seu bolo já está encomendado.

– Mas não é você que sempre faz ele mama? – Falou Heloise.

– Sim querida, mas dessa vez a mamãe quer encomendar. – Emma entra na cozinha dando um belo susto nas meninas depois um beijo na bochecha delas e diz:

– Bom dia princesas.– Vem até mim, e diz depois de um selinho:

– Bom dia minha rainha.

– Olha, as moças acordaram de bom humor hoje. – As pequenas olharam-se rapidamente e riram com o comentário da Thina. Garota espera.

A campainha toca, deve ser as baby charming, hoje dia de piscina aqui em casa. Fui até a porta e fui recepcionada por dois abraços apertados que quase me derruba.

– Cuidado meninas, assim vai derrubar a tia Regina. – Mary chamou atenção das meninas. – Bom dia Regina. – me comprimento e deu um beijo na bochecha e um rápido abraço. – Eu trouxe torta de limão.

– Bom dia, flores do dia. – As meninas correram para cozinha. – Hum, obrigada Mary. Entre, eu ainda nem coloquei o biquíni. – Ela acentuou e entrou. Fomos para cozinha. – Cadê o David?

– Foi está no hospital, teve que fazer uma cirurgiã de emergência em uma criança que saiu de uma arvore.

Começamos uma conversa descontraída e um tempo fomos para o fundo da casa que tinha uma piscina, mesas e cadeiras. Eu já tinha colocado o biquíni e uma canga.

Emma e Mary tomavam cerveja, eu preferi uma cidra gelada. O sol estava lindo então eu resolvi dar um mergulho, tirei a canga e pulei na piscina.

~Fim Prov Regina Mills ~

Quando Regina retira sua canga, revela arranhões nas costas feito por Emma hoje mais cedo. A loira dá uma leve corada e olha para Mary que segura o riso e cora, não por ver a morena arranhada, mas por Emma cora. Mas Mary não segura por muito tempo.

– A noite foi boa... – Diz em um tom divertido e toma um gole da cerveja.

– Não foi a noite... – Riu. – foi hoje de manhã. – Ficaram em silêncio alguns segundos e soltaram uma risada.

– Emma... tenho que te contar uma coisa. – Mary encara Emma meio seria.

– Pois diga... – Regina voltava para a cadeira que estava e se enrola na toalha e diz cortando o que Mary ia falar.

– Do que vocês estavam, rindo...?

– Bom amor, vamos dizer que você está marcada... – Emma riu e apontou para as costas de Regina.

– Eu não sou a única, senhorita Swan. – Regina diz com um sorriso e afasta o cabelo de Emma do pescoço revelando a marca dos seus dentes.

– Nossa, acordaram bem... – As rês riram...

– Sim Mary, o que você ia me contar...

– Eu... Eu estou gravida. – Falou com a voz meio baixinha e sorriu.

– Oooh meu... – Regina fez uma cara de surpresa feliz – Parabéns Mary... – Regina abraçou a amiga, molhando-a por conta do cabelo. E em depois por Emma.

– Parabéns pelo que, moça? – Celine chegou perguntando a mãe. – Seu aniversário ainda não chegou mammy.

– Bom meu amor... a mamãe tem uma surpresa para o jantar hoje.

– Aaah mammy, diz pra mim. Não me deixe curiosa. – Fez uma carinha implorando para Mary.

– É um segredo amor... que só será revelado hoje a noite, ok? – Ela de um beijo na testa da filha – Agora vá, vamos comer lasanha daqui a pouco. E temos torta de limão para sobremesa. – A garota sorriu e foi brincar na piscina com as amigas.

– Isso é ótimo Mary. Mais um bebê na família Charming. – Emma riu.

– Rum, é sim. Mas dá um pouco de medo.

– Pelo visto eu não sou a única que me divirto pelas manhãs... – Regina falou depois de beber uma taça de cidra de vez. E todas gargalharam.

O resto da tarde foi assim, elas riram, falaram da família e comeram e se divertiram muito.

Notas finais
Gente, eu estava meio ansiosa para postar, e corrigir sem muitos cuidados. Beijão... Próximo Capítulo será o viver das meninas.. beijão!