Notas iniciais
Hey gatinhas! Voltei com mais um capítulo para vocês. Esse aqui tem tudo que vocês me perguntaram nos comentários que já foram lidos, mas não respondidos. Eu agradeço a vocês por estarem acompanhando a Fic. E por deixarem comentários fofinhos para mim. *--* Musica para ler o LoveHot - https://www.youtube.com/watch?v=jI8gEU8-i8A https://www.youtube.com/watch?v=U0mkIv-fnbM Eu estou feliz por está postando esse capítulo. Ele me deixou feliz! =D Leiam as notas finais.. P: Eu não revisei ele. Estou com sono. Amanhã eu tendo dar um jeito. Desculpa!

~ FashBack ~

~ Prov Emma Swan. ~

Ruby me fazia carinho, eu não estava mais chorando, mas ainda soluçava. Meu celular tocou mas eu não queria atender. E deixei ele tocar. Ligaram três vezes eu peguei o meu celular para verificar quem estava me enchendo o saco. Olhei a tela Dr.Torres, minha medica. Ela estava me ligando já havia dois dias, mas antes era do hospital e hoje foi do seu telefone pessoal. Eu estava evitando falar com ela, mas essa mulher não desiste.

– Dr.Torres, boa noite. Como vai? – Tentei desfaçar a voz de choro.

Emma! Vou bem. E você?

– Aaah, problemas com o coração.

E você já foi ver do que se trata? – Ela havia tomado um susto.

Sim Callie, e esse meu problema está resolvido. Eu não vou vê-la mais. Eu deixei ela ir.

Emma... Por que está deixado ela ir?

– Ahh Torres... – já ia começar a chorar novamente, mas segurei. – Eu posso morrer...

Se você fosse morrer, isso já teria acontecido. E você sabe disso. E além do mais, o seu tumor é operável... – A interrompi.

– Mas probabilidade de morrer é de mais 90%.

– Emma, estou te ligando a dois dias para lhe dizer que seu tumor tem cura e que a probabilidade de sobrevivência é e 45%. Você sabe que eu venho estudando o seu caso a muito tempo. E um rapaz que tinha o tumor maior que o seu foi operado a duas semanas e ele está vivo.

– Ele teve sorte – bufei.

– Não Emma, ele teve fé.

– E se não for o meu caso? E se eu morrer, se o meu cérebro romper algum vaso sanguíneo? Eu vou morrer eu ficar sem atividades cerebrais.

– Emma Swan, pare com esse “e se”. Acredite em mim. Venha ao hospital amanhã, pode ser?

– Oh Torres, não me faça alimentar esperanças.

– Eu faço. E você não vai morrer, acredite.

Depois que eu desliguei o telefone, Ruby me olhou com um sorriso de orelha a orelha.

– Você vai, não vai? – Eu ainda estava deitada no seu colo.

– Ruby...

– Emma, por favor. Se há esperanças, você não deve desistir.

– Está bem. Eu vou no hospital ver a Callie amanhã, ok?! – Ganhei um beijo na testa por isso. – Hey. Eu posso dormir aqui? Eu não quero ficar só hoje.

Ela acentuou e eu fui para o quarto de hospedes já conhecido por mim, das minhas noites de farra. Era Ruby que sempre me aturava. Quando alguma coisa dava errada, era ela que sempre estava do meu lado.

~.~

Eu acordei já era meio tarde. Desci as escadas e Ruby estava se despedindo de alguém.

– Alguém além de mim dormiu aqui ontem? – Cheguei perto dela e dei um beijo na bochecha e fui andando em direção a cozinha, com ela vindo atrás de mim.

– Não, foi a Regina. – Eu olhei para ela e toda a lembrança de ontem estava vindo na minha mente. Segurei fortemente as lagrimas para não chora. – Ela vai voltar para casa da mãe dela. Emma, você agora tem uma esperança, uma grande esperança. Vá atrás dela.

– Você contou a ela do tumor? – ela negou com a cabeça. – Eu não tenho certeza se vai dar certo Ruby. Eu não quero magoar ela. Não mais do que já fiz. Mas foi melhor assim. Ela indo, eu não me sinto culpada de não ter dado certo.

Tomamos café da manhã e eu fui tomar banho e depois fiu para casa trocar de roupa para ir ver a Dr.Torres. Uma cirurgiã neurológica, muito bonita. Morena, alta, uma perfeita latina. Carregava um sorriso encantador.

~.~

Eu cheguei lá. Ela tinha terminado de realizar uma cirurgiã de emergência. O cara tinha caído de moto e batido fortemente a cabeça. Fomos até a diretoria do hospital e lá ela começou a contar como tinha conseguido aumentar a possibilidade de sobrevivência do paciente, como era realizado o procedimento. Pelo que eu entendi, ela iria secar o tumor, assim, iria matar as células anormais que está causando o meu tumor. Falou dos riscos, quais eles me assustaram mais. Disse que se houvesse algum sangramento, eu poderia virar um vegetal, talvez meu corpo não resistisse a pressão da cirurgia, meu cérebro poderia inchar, e que eu poderia ficar em um eterno ou não coma, entre outras coisas. Se eu estava assustada, imagina depois de ouvir esse tanto de coisa.

Ela acabou me convencendo a fazer a cirurgiã, conversa de médico... No mesmo dia ela começou a fazer os exames, disse que quanto mais rápido melhor. Eu estava sofrendo uma pressão enorme. Ruby me ligou e quando eu disse que tinha aceitado fazer a cirurgia e que faltava duas semana para a mesma ser realizada, ela quase enlouqueceu – Mulher, você quer me ver morta logo? – pensei.

~.~

Eu não para de fazer exames, estava ficando chato já, quase todos os dias tinha que ir ao hospital ver a cara da Torres. Quando cheguei na casa de Ruby depois de um desses exames, ela estava no telefone.

Olhei para e ela falou rapidamente o nome Regina, como se fosse um aviso para mim. Eu sentei e fiquei calada no sofá. E elas continuaram conversando.

– Serio... Eu também... Deve está ótimo, né? ... Não a Emma não está aqui. – Eu olhei para ela surpresa. – Se a Emma está bem? – Ela me olhou e eu falei baixinho: “Sim, eu estou ótima. Não conta a ela da doença.”– Sim... ela está bem... Ok eu não digo... Beijos Gina. – E desligou o telefone. Eu fiquei em silêncio.

– Por que ela não deve saber Emma?

– Por que não!

– Ela guardou os sentimentos que sente por você Emma.

– Eu também guardei sentimentos por ela Ruby. Só não quero ela ela saiba, ok?

– Ok!

~.~

– Ruby, obrigada por tudo, ok? – Eu já estava na maca para entrar para cirurgiã. Eu já chorava, mesmo querendo e acreditando que vai dar certo eu tinha medo.

– Oh Emma. – Ruby também chorava e plantou um beijo na testa – Eu que agradeço a você o prazer de ser minha amiga. E sem despedidas, eu vou tiver em algumas horas. Então sem lagrimas. Quero beber com você ainda vadia! – terminou a frase rindo. – Você está em boas e macias mãos.

– Eu amo você, sua loba safada. Vai dar tudo certo, não vai? – Chorei sorrindo.

– Vai sim. Vai dar tudo certo... Menos uma parte do seu cabelo raspado. – Ela riu e me fez rir. – Eu também amo você.

– E então Emma, vamos abrir sua cabeça? – Dr.Torres disse entrando na sala. Ela já tinha virado uma boa amiga. Mas seria uma inimiga se me matasse. – Está pronta pra se livrar desse tumor?

– Estou mais que isso.

Entrei na sala cirúrgica. Ruby disse que ficaria me esperando. Eu quero viver. Eu vou viver. Eu tenho quem me ame e eu tenho quem amar.

~ Fim do FlashBack ~

~ Prov Regina Mills ~

– Faz amor comigo hoje? – Ela me perguntou com uma voz doce, calma. Eu estava com muita saudades dela. E ela me olha com esses olhos que decifram a minha alma e pede para fazer amor com ela hoje? Mas eu não quero ela só hoje.

– Hoje, amanhã, depois de amanhã. Sempre. Sabe por que? – Ela sorriu. Nossa que sorriso. – Por que eu te amo. – Assim que finalizei a frase tomei os seus lábios.

Ela levantou meu corpo junto com ela fazendo com que eu me sentasse e ela fez o mesmo só que encima das minhas pernas. Voltamos a nos beijar devagar, sem muita pressa, por que afinal, a noite é longa e ela está apenas começando. Minhas mãos se encacharam em sua cintura, aproximando mais os corpos, suas pernas prenderam-se em torno de mim, suas mãos foram para dentro do meu cabelo. O beijo foi longo.

Com meus lábios, comecei a decifrar casa sentimento do seu rosto, depois descendo para o pescoço onde dei leves beijos molhados, que fez ela se arrepiar e apertar as mãos que estavam em meu cabelo.

Ela me colocou deitada de bruços. Trilhou os beijos do meu cóccix até a minha nuca. Dei uma longa suspirada. Suas mãos iam subindo até o feixe do sutiã, o abriu sem parar de distribuir beijos em mim. Ela retirou a peça e eu fiquei novamente de frente para ela. Voltando a me beijar. Suas mãos agora estava passeando pela minha cintura, e ia subindo. Levei minha boca novamente para o seu pescoço e fiz os mesmo movimentos feitos anteriormente. Minhas mãos encontraram as dela, e eu as levei para os meus seios. Ela os recebeu bem. Deu uma leve apertada e soltou um gemido quando os seus dedões alcançaram os meus mamilos rígidos. Aquilo era um sinal de prazer.

Parei o beijo para encara-la. Olhei profundamente em seus olhos, sentir nossos corações batendo em sincronia, eles estavam conversando. Ela alisou levemente o meu rosto e deu um beijo em meu queixo e esse beijou desceu para o pescoço, e parou entre meus seios. Ela os apertou e deu uma lambida entre eles e eu não resistir e soltei um gemido de aprovação. Isso foi essa a permissão para que ela continuasse com os beijos. Sua boca foi de encontro ao meu peito esquerdo, ela o beijava, dava leves mordidas. Tudo que estávamos fazendo era bem sutil, delicado, tudo feito com muito amor.

Ainda com as mãos em meus seios, ela desceu os beijos pela minha barriga, parou em meu umbigo e deu uma lambida ao redor dele. Apertou os meus peitos que estava em suas mãos. E continuou descendo. Ela parou em frente ao meu sexo que já estava pronto para ela. Plantou uns beijos na altura da minha calcinha. Eu respirava fundo com aquela sensação dos seus lábios tão próximos a minha umidade.

Suas mãos saíram do meus e desceram arranhando pela minha barriga até chegar nas laterais da minha calcinha. A que ela retirou devagar, dolorosamente. Assim que a mesma foi retirada eu disse:

– Me completa meu amor...- minha voz era piedosa. – por favor. – as últimas palavras quase não saíram. Ela apertou as minhas coxas e mordeu uma delas. Eu apertei forte o travesseiro. O gemido foi forte quando ela penetrou dois dedos em mim. – Emmaaa.. — Eles se movimentaram lentos em mim. Seu lábios chegaram de encontro aos meus. Demos um beijo quente. Uma precisava da outra nesse momento e em vários outros. Meu corpo estava arrepiado, seus movimentos iam aumentando da mesma maneira que meus gemidos iam ficando cada vez mais intensos. Eu puxei seu lábio inferior entre os dentes com um pouco de força.

Sua boca voltou a descer e chegou ao meu sexo. Ela deu um delicado beijo e mais uma vez ia gemer se não mordesse a minha própria mão. Ela começou a sugar devagar. Sua língua pressionava fazendo círculos em meu clitóris sem parar de movimentar-se dentro de mim.

– Vai amor... – Ela aumentou o ritmo não só dos dedos mas também da língua. Minha pernas começaram a tremer. Eu não parava de gemer o seu nome, fazia promessas.

Seu dedos estavam apertados e mim. Eu atingir o orgasmos forte. Meu corpo não era meu. Emma não parou nem um momento. Ela continuou penetrando em mim. Meu clitóris estava inchado de tanto prazer. E mais uma vez eu atingir o orgasmos para Emma. Ela saiu devagar de mim, eu ainda gemia com esse movimento.

Seus lábios encontraram os meus e ela me beijou, fazendo que eu mesma provasse o meu próprio sabor. Quando quebrou o beijo, levou os dedos que antes estava em mim a boca, chupou eles soltando um leve gemido provocativo.

Eu agarrei ela e colei seu corpo voltando a beija-la. Uma perna minha encaixou em seu ponto molhado. E eu a forcei, provocando mais contado. Nossas língua sambavam uma na boca da outra. Minhas mãos começaram a retirar a sua calcinha com ela ainda por cima de mim. Quando a peça foi jogada para longe, eu encaixei nossas pernas, de forma que nossos centro se encontrasse.

Eu precisava sentir o máximo de contado de Emma em meu corpo. Começamos a rebolar uma na outra. Nossos sexos estavam aos beijos assim como eu e ela. Minhas mãos cravavam seu suas costas, deixando marcada. Retirei o seu sutiã e abocanhei seu peito. Fazia círculos no mamilo, o chupava. Mordi um pouco mais forte quando ela cravou as unhas de uma das mãos em minha nádega direita. Nossos gemidos enchiam o quarto.

Chegamos ao orgasmos juntas. É incrível o jeito que Emma tem o poder sobre mim. Ela me faz voar. E eu realmente estava nas nuvens com Emma ao meu lado. Nossas respirações eram profundas. Eu olhei para ela e ela me beijou de maneira carinhosa, manhosa.

Eu subi em cima dela e comecei a descer o meus lábios até seu centro. Comecei a suga-la. Ela segurava lençóis da cama e tentava conter os altos gemidos. Seu quadril começou a rebolar em minha boca. Ela queria mais de mim. Penetrei dois dedos nela. Meus movimentos eram rápidos. Ela estava entre a mim.

– Goza amor. Vem na minha boca. – E assim ela fez. Seu gozo veio com tudo em meus lábios. A suguei por completo. Subir a minha boca novamente, dei um leve beijo nos seus lábios e me deitei ao seu lado, colocado minha cabeça sobre seu peito.

Demorou alguns minutos para podermos falar alguma coisa. E foi eu quem falou primeiro.

– Obrigada por fazer parte da minha vida. – Suas mãos começaram a fazer carinho em meu corpo suado.

– Eu que agradeço por não desistir de mim. – Eu a olhei e dei um beijo cheio de ternura. Mais alguns minutos se passaram e eu me levantei.

– Para onde você vai?

– Vou tomar banho. – Olhei para ela por cima do ombro parando na porta do banheiro e dando uma piscadinha.

– Também estou precisando. – Sentou-se na cama.

– Não precisa de convite... – Ela veio com tudo.

Me pegou pela cintura e começou a me beijar. E assim, passamos mais um bom tempo se amando.

Notas finais
E agora minha gente. O que vai acontecer. Será que o tumor será retirado? Ou Emma ainda está com ele? E depois desse love delas, o que vai acontecer? Cês podem me dizer o que cês quiserem ai na caixa de comentários. Beijos! *-*